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A madrasta

Fandom: Familia

Created: 4/24/2026

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RomanceDramaPsychologicalCharacter StudyIncest MentionExplicit LanguageDarkJealousy
Contents

O Despertar Sob a Mesa de Carvalho

O silêncio da mansão era pesado, carregado de uma tensão que Morgan sentia vibrar em seus ossos toda vez que cruzava o corredor em direção ao escritório de Verônica. Aos vinte anos, Morgan ainda carregava uma inocência que contrastava com o ambiente gélido daquela casa. Seu pai, um empresário que vivia para os números e viagens de negócios, tratava Verônica mais como um troféu de prateleira do que como a mulher vibrante e complexa que ela era.

Verônica, aos trinta anos, era a personificação da elegância e do poder contido. No entanto, por trás da fachada de madrasta perfeita, Morgan via a solidão. Via o modo como Verônica apertava os lábios quando o marido cancelava o jantar pela quinta vez na semana. Via o desejo negligenciado queimando nos olhos escuros dela.

Naquela tarde, Morgan não bateu na porta. Ela simplesmente girou a maçaneta de carvalho e entrou. Verônica estava sentada atrás da imensa mesa, o fone de ouvido sem fio brilhando discretamente enquanto ela falava em um tom firme e profissional.

— Sim, entendo os termos do contrato, mas a fusão só ocorrerá se a cláusula de exclusividade for mantida — disse Verônica, sua voz rouca e autoritária enviando um arrepio pela espinha de Morgan.

Verônica ergueu os olhos e viu a enteada, mas não interrompeu a ligação. Ela apenas fez um gesto com a mão, indicando que Morgan deveria esperar ou sair. Morgan, no entanto, não fez nenhum dos dois. Com o coração martelando contra as costelas, ela caminhou lentamente até a mesa.

A madrasta usava um conjunto de alfaiataria impecável: uma calça social cinza que abraçava suas curvas de forma provocante. Morgan sabia o que se escondia sob aquele tecido. Ela sabia que Verônica era diferente, uma mulher que carregava uma anatomia singular que sempre despertou a curiosidade proibida da jovem virgem.

Sem dizer uma palavra, Morgan se ajoelhou no tapete felpudo. Verônica franziu a testa, tentando manter o foco na voz do outro lado da linha.

— Não, Sr. Almeida, os lucros do quarto trimestre não justificam essa mudança — continuou Verônica, mas sua voz falhou levemente quando Morgan se arrastou para baixo da mesa.

No espaço escuro e confinado sob o móvel, o cheiro de perfume caro e couro dominava os sentidos de Morgan. Ela estendeu a mão trêmula e tocou a protuberância nítida entre as pernas de Verônica. O tecido da calça era fino, e Morgan pôde sentir o calor imediato que emanava dali.

Lá em cima, Verônica deu um solavanco na cadeira. Ela tentou empurrar Morgan com o joelho, um gesto de advertência, mas a jovem segurou sua coxa com firmeza.

— Eu... peço desculpas, Sr. Almeida, um momento — Verônica disse, a respiração ficando mais pesada.

Morgan encostou o rosto contra o volume, sentindo o membro de sua madrasta ganhar vida, endurecendo e crescendo sob a pressão de sua bochecha. Era grande, imponente, algo que Morgan só tinha imaginado em seus sonhos mais secretos. Ela olhou para cima, encontrando o vão entre as pernas da mesa, e sussurrou em um tom que só Verônica poderia ouvir:

— Vou ser uma boa garota...

Verônica fechou os olhos, a mão livre apertando a borda da mesa com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Ela não podia desligar; aquela ligação era vital para os negócios da família. Morgan aproveitou o impasse. Com dedos ágeis, ela abriu o cinto e o botão da calça social, baixando o zíper com um som metálico que pareceu um trovão no silêncio do escritório.

Quando Morgan conseguiu libertar metade do pau grande e grosso de Verônica, ela perdeu o fôlego por um instante. Era magnífico, pulsante de necessidade reprimida. Sem hesitar, Morgan o envolveu com os lábios, chupando a ponta com a mesma inocência e fome de quem saboreia um sorvete em um dia de verão.

— Ah... — Verônica soltou um gemido baixo, que rapidamente disfarçou com uma tosse seca para o microfone. — Como eu dizia... a exclusividade é inegociável.

Morgan continuou seu trabalho, movendo a cabeça em um ritmo rítmico. Ela sentia o gosto de Verônica, o calor que parecia derreter sua própria vontade. Cada vez que Verônica tentava falar sobre números e contratos, Morgan sugava com mais força, usando a língua para contornar a glande, ouvindo o som da respiração da madrasta se tornar um caos de suspiros abafados.

— Sim... enviaremos os documentos até o final da tarde — disse Verônica, a voz agora uma oitava mais aguda. — Tenha um bom dia.

O som do clique indicando o fim da ligação foi o sinal verde. Verônica afastou a cadeira com brusquidão e puxou Morgan debaixo da mesa pelo braço, não com raiva, mas com uma urgência que beirava o desespero.

Verônica estava ofegante, o cabelo levemente desarrumado, olhando para a jovem à sua frente com uma mistura de choque e desejo puro.

— Você tem ideia do que acabou de fazer, Morgan? — perguntou Verônica, a voz vibrando de autoridade.

— Eu fiz o que meu pai não tem coragem de fazer — respondeu Morgan, desafiadora, embora suas pernas estivessem tremendo. — Eu dei atenção a você.

Verônica soltou um riso amargo e, em um movimento rápido, limpou a superfície da mesa, jogando papéis e o notebook para o lado. Ela segurou Morgan pela cintura e a içou, sentando-a sobre a madeira fria da mesa de carvalho.

— Você é uma menina, Morgan. Uma virgem que não sabe nada sobre o mundo — disse Verônica, aproximando o rosto do dela, os lábios quase se tocando.

— Então me ensine — sussurrou Morgan, abrindo as pernas e permitindo que Verônica se encaixasse entre elas. — Eu quero que seja você.

Verônica não precisou de mais nenhum convite. Ela abriu a blusa de Morgan, revelando a pele alva e os seios pequenos que subiam e desciam com a respiração acelerada. O contraste entre a experiência de Verônica e a pureza de Morgan era eletrizante.

— Isso vai mudar tudo entre nós — avisou Verônica, as mãos subindo pelas coxas de Morgan, afastando a saia leve que ela usava.

— Eu não me importo — Morgan arqueou as costas quando sentiu os dedos de Verônica tocarem sua intimidade ainda úmida pela antecipação. — Por favor...

Verônica se livrou do restante de suas roupas com uma agilidade predatória. Quando ela se posicionou diante de Morgan, a jovem sentiu um misto de medo e êxtase. Era a primeira vez que via uma mulher daquela forma, tão poderosa e tão vulnerável ao mesmo tempo.

— Olhe para mim, Morgan — ordenou Verônica.

Morgan obedeceu, fixando seus olhos azuis nos olhos escuros e ardentes de sua madrasta. Verônica avançou lentamente, pressionando a ponta de seu membro contra a entrada estreita de Morgan. A jovem soltou um gemido agudo, as mãos agarrando os ombros firmes de Verônica.

— Dói um pouco? — perguntou Verônica, parando por um momento, a testa encostada na dela.

— Sim... mas não pare. Eu quero sentir você — implorou Morgan.

Com um empuxo decidido e cuidadoso, Verônica rompeu a última barreira de Morgan. O grito da jovem foi abafado pelo beijo profundo que Verônica lhe deu, uma mistura de conforto e reivindicação. Morgan sentiu-se preenchida de uma maneira que nunca imaginou ser possível, uma sensação de plenitude que irradiava de seu centro para todo o corpo.

— Você é minha agora — sussurrou Verônica contra seus lábios, começando a se mover com um ritmo lento e profundo, cada estocada fazendo a mesa de carvalho ranger levemente.

— Sim... sua... — Morgan gemia, envolvendo as pernas ao redor da cintura de Verônica, entregando-se totalmente ao despertar de seus sentidos.

Naquele escritório, cercadas por contratos e símbolos de um poder vazio, as duas encontraram uma conexão real e proibida. A negligência do pai de Morgan havia criado um vácuo, e naquela tarde, elas o preencheram com fogo e descoberta. Morgan não era mais apenas uma menina virgem, e Verônica não era mais uma esposa esquecida. Elas eram, naquele momento, o mundo uma da outra.
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