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O dono do morro
Fandom: Personagens aleatório
Created: 5/2/2026
Tags
RomanceCrimeCurtainfic / Domestic StoryPWP (Plot? What Plot?)Explicit LanguageJealousyRealismDramaAngstDrug Use
Território e Coração
O sol do Rio de Janeiro não pedia licença, ele simplesmente invadia a mansão dos Allegretti no topo da Rocinha, refletindo nas águas cristalinas da piscina infinita que dava vista para quase toda a zona sul. Guilherme estava parado na varanda do seu escritório, os braços fortes apoiados no parapeito de vidro, observando o movimento lá embaixo. Ele vestia apenas um short de tactel preto, deixando à mostra o peitoral largo e as tatuagens que contavam a história de quem mandava naquela porra toda. O cavanhaque estava impecável, e os olhos verdes pareciam mais claros sob a luz forte.
Ragnar, o imponente Cane Corso de pelagem negra, estava deitado aos seus pés, alerta a qualquer estalo. Já Theodoro, o filhote de Golden Retriever, tentava inutilmente morder a orelha de Ragnar, recebendo apenas um bufo de paciência do cão mais velho.
— Tu tá muito pensativo hoje, meu bem — a voz suave de Letícia surgiu atrás dele.
Guilherme nem precisou se virar para sentir o cheiro de baunilha que emanava da pele dela. Ele sorriu de lado, sentindo as mãos pequenas da esposa envolverem sua cintura. Letícia estava usando um biquíni de fita que realçava cada curva do seu corpo violão, a pele branquíssima contrastando com os cabelos pretos que batiam no meio das costas.
— Só olhando o movimento, coração — Guilherme se virou, puxando-a para perto e colando o corpo dela ao seu. — Esses moleques estão dando trabalho hoje. Kael e Bernardo sumiram desde cedo.
— Eles estão na garagem com as meninas, querido. Deixa os garotos em paz, eles são novos, têm que aproveitar — Letícia disse, subindo as mãos pelo pescoço dele e brincando com os fios curtos da nuca de Guilherme.
— Aproveitar é o caralho, Letícia. Eu vi o Kael com aquele cheiro de erva ontem. Se eu pego, ele vai ver quem é o dono desse morro e dessa casa — Guilherme rosnou, embora o tom fosse mais de preocupação do que de raiva real. Ele deu um tapa leve, mas possessivo, na bunda da esposa. — E tu, hein? Tá querendo me provocar com esse biquíni logo cedo?
— Talvez — ela sorriu travessa, dando um selinho demorado nele. — Mas agora vamos descer, porque a Lua e a Mell já estão lá embaixo e eu prometi que íamos fazer um churrasco.
Na garagem da mansão, o clima era outro. Kaelton, com seu cabelo platinado brilhando, estava sentado no capô de um dos carros, abraçado com Lua. Luanara parecia uma boneca, pequena e delicada, vestindo um short jeans curto e a parte de cima de um biquíni que deixava Kael louco. Ele passava a mão possessivamente pela coxa dela, enquanto conversava baixo no ouvido da namorada.
— Tu tá linda pra caralho hoje, docinho — Kael sussurrou, a voz rouca. — Mas esse short tá muito curto, não acha não? Tá me deixando maluco, porra.
— Para de ser ciumento, vida — Lua riu, os olhos puxados brilhando enquanto ela se aconchegava no peito dele. — A gente tá em casa, ninguém tá vendo.
— Eu tô vendo. E eu não gosto de ninguém olhando o que é meu — ele rebateu, apertando a cintura dela e dando um beijo no pescoço, sentindo o arrepio da menina.
Do outro lado, Bernardo Henrique, o gêmeo de cabelos castanhos e luzes no mullet, estava encostado na parede, rindo de alguma coisa que Merllya dizia. Mell era uma explosão de cachos loiros e olhos azuis, e Bernardo não escondia a admiração. Ele segurava uma cerveja gelada em uma mão e a cintura da namorada na outra.
— Tu é muito marrento, sabia? — Mell disse, passando a mão pelo brinco de argola dele. — Meu bebê tá todo estressadinho hoje por quê?
— Nada não, princesa. Só o coroa que tá na minha bota por causa da faculdade — Bernardo deu um gole na cerveja e depois puxou Merllya para um beijo lento e profundo. — Mas esquece isso. Tu tá uma gostosa nesse biquíni azul, sabia?
A paz foi interrompida pelo som pesado das patas de Ragnar descendo a escada, seguido por Guilherme e Letícia.
— Já estão na atividade, né? — Guilherme falou, a voz imponente ecoando pela garagem. — Kaelton, já te falei pra não sentar no capô dessa máquina, caralho.
— Relaxa, pai. É só um ferro — Kael respondeu, mas desceu do carro na hora, sentindo o olhar pesado do pai.
— Ferro que custou caro, moleque. Respeita o patrimônio — Guilherme se aproximou, cumprimentando as noras com um aceno de cabeça. — Tudo bem, meninas? A casa é de vocês.
— Oi, tio! — Lua e Mell responderam em coro, sorrindo. Elas se sentiam totalmente em casa ali, especialmente Lua, que via em Letícia a figura materna que nunca teve em casa.
Letícia se aproximou de Lua e a abraçou de lado.
— Tudo bem, meu amor? Seus pais ligaram? — perguntou a matriarca, com aquele tom carinhoso que só ela tinha.
— Nada, tia. Devem estar em Dubai ou algum lugar assim — Lua deu de ombros, mas o olhar ficou um pouco triste por um segundo, antes de Kael puxá-la de volta para seu abraço protetor.
— Esquece isso, vida. Tu tá aqui com a gente — Kael disse, dando um beijo no topo da cabeça dela.
O dia seguiu com o churrasco na beira da piscina. Guilherme assumiu a churrasqueira, enquanto os gêmeos mergulhavam e faziam graça para as namoradas. O clima era de descontração, mas a tensão sexual entre os casais era evidente. Naquela família, o sangue era quente e o desejo era algo que ninguém tentava esconder muito bem.
No meio da tarde, Letícia entrou na casa para buscar mais bebidas e Guilherme foi logo atrás. Ele a cercou no balcão da cozinha gourmet, as mãos grandes prendendo-a contra o mármore frio.
— O que foi, meu bem? — Letícia perguntou, a respiração já ficando curta.
— Tu não sabe o quanto eu tô querendo te foder desde que te vi com essa fita hoje cedo, amor — Guilherme rosnou, enterrando o rosto no pescoço dela. — Esse teu corpo me deixa doente.
— Os meninos estão lá fora, Guilherme... — ela tentou protestar, mas já estava se entregando ao toque dele.
— Eles que se fodam. O quarto é longe e o som tá alto — ele subiu a mão, apertando o peito dela por cima do biquíni. — Tu é minha, Letícia. Inteirinha.
Enquanto isso, na área externa, os gêmeos decidiram que era hora de um pouco de privacidade também. Kael puxou Lua para o canto mais afastado do jardim, onde as plantas altas escondiam a visão de quem estava na piscina.
— Vem cá, minha tempestade — ele a prensou contra o tronco de uma árvore, as mãos descendo direto para a bunda dela. — Não aguento mais só te olhar.
— Kael, aqui não... — Lua sussurrou, mas as pernas já estavam bambas.
— Aqui sim. Ninguém vem aqui. Eu preciso sentir tu me apertando, docinho — ele baixou o rosto, atacando a boca dela com uma fome que só ele tinha. A mão de Kael entrou por baixo do biquíni dela, encontrando a intimidade já úmida. — Porra, tu tá prontinha pra mim, né?
— Quero você, amor... — ela gemeu baixo, escondendo o rosto no pescoço dele enquanto os dedos de Kael trabalhavam com maestria, explorando cada centímetro da sua boceta.
Do outro lado da propriedade, perto da garagem, Bernardo e Mell também tinham sumido. Bernardo levou a namorada para dentro de um dos carros com os vidros fumê. O ar-condicionado estava no máximo, mas o clima lá dentro fervia.
— Tu sabe que eu sou louco por ti, né, princesa? — Bernardo dizia enquanto tirava a parte de cima do biquíni de Mell, revelando os seios fartos e firmes.
— Eu também, Bê — ela respondeu, puxando-o para cima de si no banco de trás. — Me fode, meu amor. Agora.
Bernardo não precisou de um segundo convite. Ele se livrou do short rapidamente, seu membro já pulsando de desejo. Ele a penetrou com força, um estalo de carne contra carne que fez Mell arquear as costas e cravar as unhas nos ombros malhados dele.
— Isso... porra, Mell... tu é muito apertada — ele gemia, o sotaque carioca ficando mais carregado com o prazer. — Vou te foder até tu não conseguir mais andar, gatinha.
Naquela mansão no topo da Rocinha, o poder de Guilherme Allegretti era absoluto, mas o que realmente movia aquela casa era a paixão desenfreada. Seja entre o dono do morro e sua fiel esposa, ou entre os gêmeos e suas namoradas, a intensidade era a marca registrada da família.
Quando a noite começou a cair e as luzes da favela começaram a brilhar como um tapete de diamantes lá embaixo, todos se reuniram novamente na varanda. O cansaço do prazer estampado nos rostos, mas a união ainda mais forte.
— Amanhã tem baile, né pai? — Kael perguntou, abraçado a uma Lua sonolenta.
— Tem. E eu quero vocês dois espertos. Nada de vacilo — Guilherme respondeu, sentado em sua poltrona com Letícia no colo, fumando um charuto caro. — O morro tá calmo, mas o perigo nunca dorme.
— Pode deixar, coroa — Bernardo respondeu, trocando um olhar cúmplice com o irmão.
Ragnar soltou um latido baixo, como se concordasse, enquanto Theodoro finalmente dormia enrolado nos pés de Letícia. Naquele castelo de concreto e luxo, os Allegretti sabiam que, enquanto estivessem juntos, ninguém poderia derrubá-los. O Rio de Janeiro era deles, e a noite estava apenas começando.
Ragnar, o imponente Cane Corso de pelagem negra, estava deitado aos seus pés, alerta a qualquer estalo. Já Theodoro, o filhote de Golden Retriever, tentava inutilmente morder a orelha de Ragnar, recebendo apenas um bufo de paciência do cão mais velho.
— Tu tá muito pensativo hoje, meu bem — a voz suave de Letícia surgiu atrás dele.
Guilherme nem precisou se virar para sentir o cheiro de baunilha que emanava da pele dela. Ele sorriu de lado, sentindo as mãos pequenas da esposa envolverem sua cintura. Letícia estava usando um biquíni de fita que realçava cada curva do seu corpo violão, a pele branquíssima contrastando com os cabelos pretos que batiam no meio das costas.
— Só olhando o movimento, coração — Guilherme se virou, puxando-a para perto e colando o corpo dela ao seu. — Esses moleques estão dando trabalho hoje. Kael e Bernardo sumiram desde cedo.
— Eles estão na garagem com as meninas, querido. Deixa os garotos em paz, eles são novos, têm que aproveitar — Letícia disse, subindo as mãos pelo pescoço dele e brincando com os fios curtos da nuca de Guilherme.
— Aproveitar é o caralho, Letícia. Eu vi o Kael com aquele cheiro de erva ontem. Se eu pego, ele vai ver quem é o dono desse morro e dessa casa — Guilherme rosnou, embora o tom fosse mais de preocupação do que de raiva real. Ele deu um tapa leve, mas possessivo, na bunda da esposa. — E tu, hein? Tá querendo me provocar com esse biquíni logo cedo?
— Talvez — ela sorriu travessa, dando um selinho demorado nele. — Mas agora vamos descer, porque a Lua e a Mell já estão lá embaixo e eu prometi que íamos fazer um churrasco.
Na garagem da mansão, o clima era outro. Kaelton, com seu cabelo platinado brilhando, estava sentado no capô de um dos carros, abraçado com Lua. Luanara parecia uma boneca, pequena e delicada, vestindo um short jeans curto e a parte de cima de um biquíni que deixava Kael louco. Ele passava a mão possessivamente pela coxa dela, enquanto conversava baixo no ouvido da namorada.
— Tu tá linda pra caralho hoje, docinho — Kael sussurrou, a voz rouca. — Mas esse short tá muito curto, não acha não? Tá me deixando maluco, porra.
— Para de ser ciumento, vida — Lua riu, os olhos puxados brilhando enquanto ela se aconchegava no peito dele. — A gente tá em casa, ninguém tá vendo.
— Eu tô vendo. E eu não gosto de ninguém olhando o que é meu — ele rebateu, apertando a cintura dela e dando um beijo no pescoço, sentindo o arrepio da menina.
Do outro lado, Bernardo Henrique, o gêmeo de cabelos castanhos e luzes no mullet, estava encostado na parede, rindo de alguma coisa que Merllya dizia. Mell era uma explosão de cachos loiros e olhos azuis, e Bernardo não escondia a admiração. Ele segurava uma cerveja gelada em uma mão e a cintura da namorada na outra.
— Tu é muito marrento, sabia? — Mell disse, passando a mão pelo brinco de argola dele. — Meu bebê tá todo estressadinho hoje por quê?
— Nada não, princesa. Só o coroa que tá na minha bota por causa da faculdade — Bernardo deu um gole na cerveja e depois puxou Merllya para um beijo lento e profundo. — Mas esquece isso. Tu tá uma gostosa nesse biquíni azul, sabia?
A paz foi interrompida pelo som pesado das patas de Ragnar descendo a escada, seguido por Guilherme e Letícia.
— Já estão na atividade, né? — Guilherme falou, a voz imponente ecoando pela garagem. — Kaelton, já te falei pra não sentar no capô dessa máquina, caralho.
— Relaxa, pai. É só um ferro — Kael respondeu, mas desceu do carro na hora, sentindo o olhar pesado do pai.
— Ferro que custou caro, moleque. Respeita o patrimônio — Guilherme se aproximou, cumprimentando as noras com um aceno de cabeça. — Tudo bem, meninas? A casa é de vocês.
— Oi, tio! — Lua e Mell responderam em coro, sorrindo. Elas se sentiam totalmente em casa ali, especialmente Lua, que via em Letícia a figura materna que nunca teve em casa.
Letícia se aproximou de Lua e a abraçou de lado.
— Tudo bem, meu amor? Seus pais ligaram? — perguntou a matriarca, com aquele tom carinhoso que só ela tinha.
— Nada, tia. Devem estar em Dubai ou algum lugar assim — Lua deu de ombros, mas o olhar ficou um pouco triste por um segundo, antes de Kael puxá-la de volta para seu abraço protetor.
— Esquece isso, vida. Tu tá aqui com a gente — Kael disse, dando um beijo no topo da cabeça dela.
O dia seguiu com o churrasco na beira da piscina. Guilherme assumiu a churrasqueira, enquanto os gêmeos mergulhavam e faziam graça para as namoradas. O clima era de descontração, mas a tensão sexual entre os casais era evidente. Naquela família, o sangue era quente e o desejo era algo que ninguém tentava esconder muito bem.
No meio da tarde, Letícia entrou na casa para buscar mais bebidas e Guilherme foi logo atrás. Ele a cercou no balcão da cozinha gourmet, as mãos grandes prendendo-a contra o mármore frio.
— O que foi, meu bem? — Letícia perguntou, a respiração já ficando curta.
— Tu não sabe o quanto eu tô querendo te foder desde que te vi com essa fita hoje cedo, amor — Guilherme rosnou, enterrando o rosto no pescoço dela. — Esse teu corpo me deixa doente.
— Os meninos estão lá fora, Guilherme... — ela tentou protestar, mas já estava se entregando ao toque dele.
— Eles que se fodam. O quarto é longe e o som tá alto — ele subiu a mão, apertando o peito dela por cima do biquíni. — Tu é minha, Letícia. Inteirinha.
Enquanto isso, na área externa, os gêmeos decidiram que era hora de um pouco de privacidade também. Kael puxou Lua para o canto mais afastado do jardim, onde as plantas altas escondiam a visão de quem estava na piscina.
— Vem cá, minha tempestade — ele a prensou contra o tronco de uma árvore, as mãos descendo direto para a bunda dela. — Não aguento mais só te olhar.
— Kael, aqui não... — Lua sussurrou, mas as pernas já estavam bambas.
— Aqui sim. Ninguém vem aqui. Eu preciso sentir tu me apertando, docinho — ele baixou o rosto, atacando a boca dela com uma fome que só ele tinha. A mão de Kael entrou por baixo do biquíni dela, encontrando a intimidade já úmida. — Porra, tu tá prontinha pra mim, né?
— Quero você, amor... — ela gemeu baixo, escondendo o rosto no pescoço dele enquanto os dedos de Kael trabalhavam com maestria, explorando cada centímetro da sua boceta.
Do outro lado da propriedade, perto da garagem, Bernardo e Mell também tinham sumido. Bernardo levou a namorada para dentro de um dos carros com os vidros fumê. O ar-condicionado estava no máximo, mas o clima lá dentro fervia.
— Tu sabe que eu sou louco por ti, né, princesa? — Bernardo dizia enquanto tirava a parte de cima do biquíni de Mell, revelando os seios fartos e firmes.
— Eu também, Bê — ela respondeu, puxando-o para cima de si no banco de trás. — Me fode, meu amor. Agora.
Bernardo não precisou de um segundo convite. Ele se livrou do short rapidamente, seu membro já pulsando de desejo. Ele a penetrou com força, um estalo de carne contra carne que fez Mell arquear as costas e cravar as unhas nos ombros malhados dele.
— Isso... porra, Mell... tu é muito apertada — ele gemia, o sotaque carioca ficando mais carregado com o prazer. — Vou te foder até tu não conseguir mais andar, gatinha.
Naquela mansão no topo da Rocinha, o poder de Guilherme Allegretti era absoluto, mas o que realmente movia aquela casa era a paixão desenfreada. Seja entre o dono do morro e sua fiel esposa, ou entre os gêmeos e suas namoradas, a intensidade era a marca registrada da família.
Quando a noite começou a cair e as luzes da favela começaram a brilhar como um tapete de diamantes lá embaixo, todos se reuniram novamente na varanda. O cansaço do prazer estampado nos rostos, mas a união ainda mais forte.
— Amanhã tem baile, né pai? — Kael perguntou, abraçado a uma Lua sonolenta.
— Tem. E eu quero vocês dois espertos. Nada de vacilo — Guilherme respondeu, sentado em sua poltrona com Letícia no colo, fumando um charuto caro. — O morro tá calmo, mas o perigo nunca dorme.
— Pode deixar, coroa — Bernardo respondeu, trocando um olhar cúmplice com o irmão.
Ragnar soltou um latido baixo, como se concordasse, enquanto Theodoro finalmente dormia enrolado nos pés de Letícia. Naquele castelo de concreto e luxo, os Allegretti sabiam que, enquanto estivessem juntos, ninguém poderia derrubá-los. O Rio de Janeiro era deles, e a noite estava apenas começando.
