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liz pottes
Fandom: marvel
Created: 5/2/2026
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RomanceAU (Alternate Universe)PWP (Plot? What Plot?)NanopunkExplicit LanguageCurtainfic / Domestic Story
Sombras e Teias
A chuva batia contra as janelas de vidro reforçado da cobertura, criando uma melodia rítmica que abafava o som distante do tráfego de Nova York. Dentro do apartamento, o clima era o oposto do caos cinzento lá fora. A iluminação era baixa, composta apenas por algumas lâmpadas de filamento que banhavam os móveis de design moderno em um tom âmbar suave.
Liz estava parada junto à varanda, observando as luzes da cidade se fragmentarem nas gotas d'água. Ela segurava uma taça de vinho tinto, mas seus pensamentos estavam longe da bebida. Seus olhos se voltaram para o reflexo no vidro quando ouviu o som metálico e suave da porta se fechando.
— Você demorou mais do que o esperado — disse ela, sem se virar.
Um vulto se moveu nas sombras do corredor. Peter Parker, ou o que restava do herói após uma patrulha exaustiva, emergiu para a luz. Ele não estava usando a máscara, e seu traje de nanotecnologia estava parcialmente retraído, revelando o peito ofegante e algumas marcas de combate.
— O crime não tira folga por causa de um pouco de chuva, Liz — respondeu ele, a voz carregada de um cansaço que desaparecia à medida que seus olhos percorriam a silhueta dela.
Liz se virou devagar, deixando o vinho de lado. Ela usava um vestido de seda preta que parecia deslizar pelo corpo como água. O contraste entre a sofisticação dela e a brutalidade urbana dele sempre fora o combustível para a tensão que os unia.
— E você? — perguntou ele, aproximando-se com passos silenciosos. — Ainda esperando pelo herói ou apenas por um pouco de diversão?
— O herói é útil para salvar a cidade — disse ela, dando um passo em direção a ele —, mas eu prefiro o homem que se esconde debaixo de toda essa responsabilidade. Aquele que sabe ser... safado quando ninguém está olhando.
Peter soltou um riso curto, uma mistura de incredulidade e desejo. Ele parou a poucos centímetros dela, sentindo o perfume floral e amadeirado que emanava de sua pele.
— Você gosta de brincar com o perigo — murmurou ele, levando a mão ao rosto dela, o polegar traçando a linha de sua mandíbula.
— Eu cresci cercada pelo perigo, Peter. Aprendi a domá-lo — respondeu ela, fechando os olhos por um momento antes de fitá-lo com uma intensidade que o fez esquecer o mundo exterior. — E agora, eu quero que você esqueça as regras. Esqueça o código de ética. Esqueça que você precisa ser o exemplo de alguém.
Peter sentiu o calor subir por seu corpo. A mão que estava em seu rosto desceu para a nuca dela, puxando-a para mais perto. O traje, respondendo aos seus comandos mentais, retraiu-se completamente, deixando-o apenas com a calça de compressão.
— Você não faz ideia do que está pedindo — disse ele, a voz agora um oitavo mais grave.
— Eu sei exatamente o que quero — sussurrou ela contra os lábios dele.
O beijo que se seguiu não teve nada de heróico. Foi faminto, urgente e carregado de uma luxúria que ambos vinham reprimindo há semanas. Liz passou as mãos pelos ombros largos de Peter, sentindo a musculatura rígida e as cicatrizes que contavam histórias de batalhas que ela preferia não imaginar. Ele a pressionou contra a parede de vidro fria, o contraste entre o gelo do exterior e o calor dos corpos criando uma névoa instantânea.
— Liz... — arquejou ele, descendo os beijos para o pescoço dela, onde sentiu o pulso dela acelerado.
— Não pare — ordenou ela, a voz embargada. — Me mostre o que essa força sobre-humana pode fazer quando você não está tentando salvar ninguém.
Peter sorriu, um sorriso sombrio que raramente aparecia sob a máscara. Ele a pegou no colo com uma facilidade desconcertante, as pernas dela se prendendo à cintura dele instantaneamente. Ele a carregou em direção ao sofá de couro, mas parou no meio do caminho, os sentidos aguçados captando cada suspiro, cada movimento dos músculos dela.
— Você sempre foi a minha maior fraqueza — confessou ele, deitando-a sobre a superfície macia e posicionando-se entre suas pernas.
— E você a minha maior tentação — rebateu ela, puxando-o para baixo pela nuca.
As mãos de Peter percorreram as curvas de Liz com uma possessividade que a fazia tremer. Ele desfez o fecho do vestido dela com uma agilidade que a surpreendeu, deixando a seda cair no chão como uma sombra descartada. A visão dela, sob a luz âmbar, era quase demais para ele suportar.
— Você é linda — disse ele, a voz rouca. — Às vezes eu esqueço como é real estar aqui com você.
— Então torne isso inesquecível — disse ela, as unhas cravando-se levemente nas costas dele.
O ritmo entre eles acelerou. Não havia espaço para delicadezas desnecessárias; era uma dança de poder e entrega. Peter usava sua força com precisão, controlando cada movimento para levá-la ao limite, enquanto Liz o provocava, desafiando-o a perder o controle que ele tanto prezava.
— Mais — implorou ela, a cabeça jogada para trás, os olhos fixos no teto enquanto as sensações a dominavam.
— Como quiser — murmurou ele, a respiração quente contra o ouvido dela.
O som da chuva parecia ter aumentado, mas para eles, o mundo se resumia ao espaço entre seus corpos. Peter a girou, fazendo-a sentar-se em seu colo, permitindo que ela assumisse o controle por um momento. Liz sorriu, um brilho de triunfo nos olhos, enquanto se movia contra ele, sentindo a conexão profunda e visceral que só eles compartilhavam.
— Você é um péssimo exemplo de herói, sabia? — provocou ela, arqueando as costas.
— Eu avisei que eu era safado quando queria — respondeu ele, as mãos firmes em seus quadris, guiando-a. — Você é quem me faz querer quebrar todas as leis da física.
O clímax veio como uma explosão de cores e sensações, deixando-os ambos exaustos e ofegantes. Peter a abraçou com força, escondendo o rosto na curva do ombro dela enquanto o silêncio voltava a reinar no apartamento, interrompido apenas pelo som de suas respirações sincronizadas.
Alguns minutos se passaram antes que alguém falasse. O calor residual da paixão ainda pairava no ar.
— Você vai ficar? — perguntou Liz, a voz suave, quase um sussurro.
Peter se afastou o suficiente para olhar nos olhos dela. Havia uma vulnerabilidade ali que ele raramente via.
— Até o sol nascer — prometeu ele, beijando-lhe a testa. — Nova York pode esperar por uma noite.
Liz sorriu, encostando a cabeça no peito dele, ouvindo o coração que batia por uma cidade inteira, mas que, naquele momento, pertencia apenas a ela.
— Ótimo — disse ela, fechando os olhos. — Porque eu ainda não terminei com você.
Peter riu, sentindo a energia retornar. Ele sabia que as sombras da manhã trariam novas responsabilidades e novos perigos, mas enquanto a chuva continuasse a cair, ele seria apenas o homem que ela desejava, e ela seria o seu único e mais doce vício.
— Você é insaciável — comentou ele, puxando o lençol para cobri-los enquanto a puxava para mais perto.
— E você adora isso — finalizou ela, antes de silenciá-lo com um novo beijo, reiniciando o ciclo de desejo que os manteria acordados até que as luzes da cidade começassem a empalidecer diante da aurora.
Liz estava parada junto à varanda, observando as luzes da cidade se fragmentarem nas gotas d'água. Ela segurava uma taça de vinho tinto, mas seus pensamentos estavam longe da bebida. Seus olhos se voltaram para o reflexo no vidro quando ouviu o som metálico e suave da porta se fechando.
— Você demorou mais do que o esperado — disse ela, sem se virar.
Um vulto se moveu nas sombras do corredor. Peter Parker, ou o que restava do herói após uma patrulha exaustiva, emergiu para a luz. Ele não estava usando a máscara, e seu traje de nanotecnologia estava parcialmente retraído, revelando o peito ofegante e algumas marcas de combate.
— O crime não tira folga por causa de um pouco de chuva, Liz — respondeu ele, a voz carregada de um cansaço que desaparecia à medida que seus olhos percorriam a silhueta dela.
Liz se virou devagar, deixando o vinho de lado. Ela usava um vestido de seda preta que parecia deslizar pelo corpo como água. O contraste entre a sofisticação dela e a brutalidade urbana dele sempre fora o combustível para a tensão que os unia.
— E você? — perguntou ele, aproximando-se com passos silenciosos. — Ainda esperando pelo herói ou apenas por um pouco de diversão?
— O herói é útil para salvar a cidade — disse ela, dando um passo em direção a ele —, mas eu prefiro o homem que se esconde debaixo de toda essa responsabilidade. Aquele que sabe ser... safado quando ninguém está olhando.
Peter soltou um riso curto, uma mistura de incredulidade e desejo. Ele parou a poucos centímetros dela, sentindo o perfume floral e amadeirado que emanava de sua pele.
— Você gosta de brincar com o perigo — murmurou ele, levando a mão ao rosto dela, o polegar traçando a linha de sua mandíbula.
— Eu cresci cercada pelo perigo, Peter. Aprendi a domá-lo — respondeu ela, fechando os olhos por um momento antes de fitá-lo com uma intensidade que o fez esquecer o mundo exterior. — E agora, eu quero que você esqueça as regras. Esqueça o código de ética. Esqueça que você precisa ser o exemplo de alguém.
Peter sentiu o calor subir por seu corpo. A mão que estava em seu rosto desceu para a nuca dela, puxando-a para mais perto. O traje, respondendo aos seus comandos mentais, retraiu-se completamente, deixando-o apenas com a calça de compressão.
— Você não faz ideia do que está pedindo — disse ele, a voz agora um oitavo mais grave.
— Eu sei exatamente o que quero — sussurrou ela contra os lábios dele.
O beijo que se seguiu não teve nada de heróico. Foi faminto, urgente e carregado de uma luxúria que ambos vinham reprimindo há semanas. Liz passou as mãos pelos ombros largos de Peter, sentindo a musculatura rígida e as cicatrizes que contavam histórias de batalhas que ela preferia não imaginar. Ele a pressionou contra a parede de vidro fria, o contraste entre o gelo do exterior e o calor dos corpos criando uma névoa instantânea.
— Liz... — arquejou ele, descendo os beijos para o pescoço dela, onde sentiu o pulso dela acelerado.
— Não pare — ordenou ela, a voz embargada. — Me mostre o que essa força sobre-humana pode fazer quando você não está tentando salvar ninguém.
Peter sorriu, um sorriso sombrio que raramente aparecia sob a máscara. Ele a pegou no colo com uma facilidade desconcertante, as pernas dela se prendendo à cintura dele instantaneamente. Ele a carregou em direção ao sofá de couro, mas parou no meio do caminho, os sentidos aguçados captando cada suspiro, cada movimento dos músculos dela.
— Você sempre foi a minha maior fraqueza — confessou ele, deitando-a sobre a superfície macia e posicionando-se entre suas pernas.
— E você a minha maior tentação — rebateu ela, puxando-o para baixo pela nuca.
As mãos de Peter percorreram as curvas de Liz com uma possessividade que a fazia tremer. Ele desfez o fecho do vestido dela com uma agilidade que a surpreendeu, deixando a seda cair no chão como uma sombra descartada. A visão dela, sob a luz âmbar, era quase demais para ele suportar.
— Você é linda — disse ele, a voz rouca. — Às vezes eu esqueço como é real estar aqui com você.
— Então torne isso inesquecível — disse ela, as unhas cravando-se levemente nas costas dele.
O ritmo entre eles acelerou. Não havia espaço para delicadezas desnecessárias; era uma dança de poder e entrega. Peter usava sua força com precisão, controlando cada movimento para levá-la ao limite, enquanto Liz o provocava, desafiando-o a perder o controle que ele tanto prezava.
— Mais — implorou ela, a cabeça jogada para trás, os olhos fixos no teto enquanto as sensações a dominavam.
— Como quiser — murmurou ele, a respiração quente contra o ouvido dela.
O som da chuva parecia ter aumentado, mas para eles, o mundo se resumia ao espaço entre seus corpos. Peter a girou, fazendo-a sentar-se em seu colo, permitindo que ela assumisse o controle por um momento. Liz sorriu, um brilho de triunfo nos olhos, enquanto se movia contra ele, sentindo a conexão profunda e visceral que só eles compartilhavam.
— Você é um péssimo exemplo de herói, sabia? — provocou ela, arqueando as costas.
— Eu avisei que eu era safado quando queria — respondeu ele, as mãos firmes em seus quadris, guiando-a. — Você é quem me faz querer quebrar todas as leis da física.
O clímax veio como uma explosão de cores e sensações, deixando-os ambos exaustos e ofegantes. Peter a abraçou com força, escondendo o rosto na curva do ombro dela enquanto o silêncio voltava a reinar no apartamento, interrompido apenas pelo som de suas respirações sincronizadas.
Alguns minutos se passaram antes que alguém falasse. O calor residual da paixão ainda pairava no ar.
— Você vai ficar? — perguntou Liz, a voz suave, quase um sussurro.
Peter se afastou o suficiente para olhar nos olhos dela. Havia uma vulnerabilidade ali que ele raramente via.
— Até o sol nascer — prometeu ele, beijando-lhe a testa. — Nova York pode esperar por uma noite.
Liz sorriu, encostando a cabeça no peito dele, ouvindo o coração que batia por uma cidade inteira, mas que, naquele momento, pertencia apenas a ela.
— Ótimo — disse ela, fechando os olhos. — Porque eu ainda não terminei com você.
Peter riu, sentindo a energia retornar. Ele sabia que as sombras da manhã trariam novas responsabilidades e novos perigos, mas enquanto a chuva continuasse a cair, ele seria apenas o homem que ela desejava, e ela seria o seu único e mais doce vício.
— Você é insaciável — comentou ele, puxando o lençol para cobri-los enquanto a puxava para mais perto.
— E você adora isso — finalizou ela, antes de silenciá-lo com um novo beijo, reiniciando o ciclo de desejo que os manteria acordados até que as luzes da cidade começassem a empalidecer diante da aurora.
