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Dualidade
Fandom: BBB 26
Created: 5/9/2026
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AU (Alternate Universe)PWP (Plot? What Plot?)Explicit LanguageRealismCanon SettingOOC (Out of Character)
O Reencontro nos Lençóis de Cetim
O ar-condicionado do hotel de luxo em São Paulo parecia não dar conta do calor que emanava daquela suíte. Ana Paula Renault, com seus cabelos loiros impecavelmente escovados e um hobby de seda que mal cobria suas curvas de patricinha, servia taças de champanhe com um sorriso malicioso nos lábios. O programa havia acabado, mas a tensão que começou nos bastidores da gravação de reencontro do BBB 26 estava prestes a explodir.
A campainha tocou e, ao abrir a porta, Ana deu de cara com a visão que povoava seus pensamentos mais impuros: Leandro Boneco, o baiano cujo porte físico e sorriso magnético haviam dominado as redes sociais, e Chai, a morena de corpo esculpido que nunca escondeu sua sede de viver intensamente.
— Finalmente vocês chegaram — disse Ana Paula, fazendo um biquinho charmoso enquanto dava espaço para eles entrarem. — Achei que tivessem se perdido no corredor.
— O Boneco que é devagar, Ana — brincou Chai, jogando a bolsa sobre a poltrona e desfilando com um vestido justo que deixava pouco para a imaginação. — Ele parou para tirar foto com três fãs no lobby.
Leandro riu, aquela risada grave que vibrava no peito, e fechou a porta atrás de si. Ele estava usando uma regata que ressaltava seus braços fortes e a pele retinta que brilhava sob a luz do abajur.
— A gente tem que dar atenção ao povo, né? — disse ele, aproximando-se de Ana e depositando um beijo demorado em seu rosto, descendo perigosamente para o pescoço. — Mas agora a atenção é toda sua.
Eles se sentaram na beira da cama king-size. O clima de camaradagem rapidamente deu lugar a uma eletricidade palpável. Chai, sempre direta e sem papas na língua, virou sua taça de champanhe e fixou o olhar nos olhos azuis de Ana.
— E aí, Renault? — perguntou Chai com um sorriso de canto. — Me conta uma coisa... desde que a gente saiu daquela casa e a loucura começou, você já deu para alguém ou está fazendo a linha santa?
Ana Paula soltou uma gargalhada alta, jogando a cabeça para trás.
— Santa? Eu? — Ela se inclinou para frente, deixando o decote do hobby se abrir propositalmente diante dos olhos de Leandro. — Chai, meu amor, você sabe que eu adoro uma boa diversão. Mas confesso que ninguém lá fora tem o tempero que eu estava procurando.
Leandro, que observava a interação como um predador paciente, colocou a mão grande e pesada sobre a coxa de Ana, apertando a carne macia.
— Então quer dizer que a loira está passando fome? — provocou ele, a voz agora mais baixa e rouca. — Isso é um pecado que eu não posso permitir.
— Eu também acho um desperdício — concordou Chai, engatinhando pela cama até ficar atrás de Ana Paula, começando a beijar os ombros da loira. — O que você acha, Boneco? A gente resolve esse problema dela agora?
Leandro não respondeu com palavras. Ele se levantou, retirou a camisa em um movimento fluido, revelando o abdômen definido e os músculos poderosos. Com um gesto autoritário, ele puxou Ana Paula para o centro da cama e sinalizou para Chai.
— As duas — ordenou ele. — Quero as duas no meu comando hoje.
Ana Paula sentiu um frio na barriga que nenhuma final de reality show jamais proporcionou. Ela se ajoelhou, sentindo as mãos de Chai explorarem seu corpo por trás, enquanto Leandro se posicionava à sua frente.
— Você fala muito, Ana — disse Leandro, segurando o queixo da loira com firmeza. — Mas eu quero ver se aguentar o que o baiano tem para te dar.
— Eu aguento qualquer coisa que você fizer — desafiou Ana, embora sua respiração já estivesse ofegante.
Leandro sorriu, um sorriso predatório. Ele empurrou Ana Paula de costas na cama e ordenou que Chai se posicionasse entre as pernas da loira. A dinâmica de trisal, que Chai tanto amava, estava se desenhando de forma selvagem.
— Chai, faz ela sentir o que estava perdendo — comandou Leandro. — Ana, abre bem para ela.
Ana Paula obedeceu, sentindo-se como uma verdadeira cadelinha sob as ordens de Leandro. Chai não perdeu tempo, mergulhando o rosto entre as coxas de Ana, deliciando-se com a intimidade da patricinha que arfava e arranhava os lençóis.
— Isso... — murmurava Ana, com a voz embargada de prazer. — Mais, Chai... por favor.
Leandro observava a cena por alguns instantes, o membro pulsando de desejo, antes de decidir que era hora de assumir o controle total. Ele puxou Chai pelos cabelos, não com força, mas com a autoridade que as deixava ainda mais excitadas.
— Agora é a minha vez — declarou ele.
Ele se posicionou atrás de Ana Paula, que agora estava de quatro, com o rosto pressionado contra os travesseiros. Mas Leandro tinha um plano mais perverso. Ele puxou Chai para que ela ficasse deitada de costas logo abaixo do rosto de Ana.
— Ana, eu vou te foder agora — disse Leandro, a voz vibrando de luxúria —, mas eu quero que você esfregue cada centímetro dessa sua buceta na cara da Chai enquanto eu te levo ao limite. Eu quero as minhas duas cadelinhas se pegando enquanto eu comando o ritmo.
Ana Paula sentiu a entrada de Leandro, uma invasão poderosa que a fez soltar um grito abafado. Seguindo a ordem, ela começou a rebolar, pressionando sua intimidade contra o rosto de Chai, que recebia o contato com avidez, usando a língua para estimular Ana simultaneamente.
— Isso, fode ela, Boneco! — incentivava Chai entre as esfregadas de Ana. — Ela é toda sua!
O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Leandro mantinha um ritmo frenético, as mãos grandes apertando os quadris de Ana Paula, deixando marcas que seriam lembranças daquela noite por dias. Ana estava em transe, perdida entre o prazer avassalador que Leandro lhe proporcionava por trás e a língua safada de Chai que não lhe dava descanso na frente.
— Olha para mim, Ana! — gritou Leandro, forçando-a a virar o rosto para o lado. — Diz de quem é essa buceta!
— É sua! — gritou Ana Paula, as lágrimas de prazer começando a surgir. — É toda sua, Boneco! Faz o que quiser comigo!
Chai aproveitava cada segundo, as mãos explorando o próprio corpo enquanto servia de apoio para o prazer de Ana. O clima era de pura libertinagem, um contraste absoluto com a imagem vigiada que mantinham diante das câmeras do reality. Ali, entre quatro paredes, não havia edição, apenas o desejo cru e a satisfação de três corpos que se encontraram na sintonia perfeita da putaria.
Leandro acelerou o passo, sentindo o ápice se aproximar. Ele puxou Ana Paula para mais perto, grudando seus corpos, enquanto Chai subia para beijar Ana, unindo os três em um emaranhado de membros e gemidos.
Quando o momento final chegou, foi como uma explosão de sentidos. Ana Paula desabou sobre Chai, exausta e completamente preenchida, enquanto Leandro soltava um rugido de satisfação, mantendo-as presas em seu abraço poderoso.
O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelas respirações pesadas. Ana Paula, a patricinha loira que todos achavam que conheciam, sorriu satisfeita, sentindo o calor de Leandro em suas costas e o carinho de Chai em seu rosto.
— É... — ofegou Ana, limpando o suor da testa. — Acho que eu realmente não estava sentindo falta de nada lá fora. Eu só precisava disso aqui.
Leandro beijou o topo da cabeça das duas, um brilho de triunfo nos olhos.
— Eu disse que o baiano resolvia — concluiu ele, enquanto os três se ajeitavam entre os lençóis bagunçados, prontos para que a noite estivesse apenas começando.
A campainha tocou e, ao abrir a porta, Ana deu de cara com a visão que povoava seus pensamentos mais impuros: Leandro Boneco, o baiano cujo porte físico e sorriso magnético haviam dominado as redes sociais, e Chai, a morena de corpo esculpido que nunca escondeu sua sede de viver intensamente.
— Finalmente vocês chegaram — disse Ana Paula, fazendo um biquinho charmoso enquanto dava espaço para eles entrarem. — Achei que tivessem se perdido no corredor.
— O Boneco que é devagar, Ana — brincou Chai, jogando a bolsa sobre a poltrona e desfilando com um vestido justo que deixava pouco para a imaginação. — Ele parou para tirar foto com três fãs no lobby.
Leandro riu, aquela risada grave que vibrava no peito, e fechou a porta atrás de si. Ele estava usando uma regata que ressaltava seus braços fortes e a pele retinta que brilhava sob a luz do abajur.
— A gente tem que dar atenção ao povo, né? — disse ele, aproximando-se de Ana e depositando um beijo demorado em seu rosto, descendo perigosamente para o pescoço. — Mas agora a atenção é toda sua.
Eles se sentaram na beira da cama king-size. O clima de camaradagem rapidamente deu lugar a uma eletricidade palpável. Chai, sempre direta e sem papas na língua, virou sua taça de champanhe e fixou o olhar nos olhos azuis de Ana.
— E aí, Renault? — perguntou Chai com um sorriso de canto. — Me conta uma coisa... desde que a gente saiu daquela casa e a loucura começou, você já deu para alguém ou está fazendo a linha santa?
Ana Paula soltou uma gargalhada alta, jogando a cabeça para trás.
— Santa? Eu? — Ela se inclinou para frente, deixando o decote do hobby se abrir propositalmente diante dos olhos de Leandro. — Chai, meu amor, você sabe que eu adoro uma boa diversão. Mas confesso que ninguém lá fora tem o tempero que eu estava procurando.
Leandro, que observava a interação como um predador paciente, colocou a mão grande e pesada sobre a coxa de Ana, apertando a carne macia.
— Então quer dizer que a loira está passando fome? — provocou ele, a voz agora mais baixa e rouca. — Isso é um pecado que eu não posso permitir.
— Eu também acho um desperdício — concordou Chai, engatinhando pela cama até ficar atrás de Ana Paula, começando a beijar os ombros da loira. — O que você acha, Boneco? A gente resolve esse problema dela agora?
Leandro não respondeu com palavras. Ele se levantou, retirou a camisa em um movimento fluido, revelando o abdômen definido e os músculos poderosos. Com um gesto autoritário, ele puxou Ana Paula para o centro da cama e sinalizou para Chai.
— As duas — ordenou ele. — Quero as duas no meu comando hoje.
Ana Paula sentiu um frio na barriga que nenhuma final de reality show jamais proporcionou. Ela se ajoelhou, sentindo as mãos de Chai explorarem seu corpo por trás, enquanto Leandro se posicionava à sua frente.
— Você fala muito, Ana — disse Leandro, segurando o queixo da loira com firmeza. — Mas eu quero ver se aguentar o que o baiano tem para te dar.
— Eu aguento qualquer coisa que você fizer — desafiou Ana, embora sua respiração já estivesse ofegante.
Leandro sorriu, um sorriso predatório. Ele empurrou Ana Paula de costas na cama e ordenou que Chai se posicionasse entre as pernas da loira. A dinâmica de trisal, que Chai tanto amava, estava se desenhando de forma selvagem.
— Chai, faz ela sentir o que estava perdendo — comandou Leandro. — Ana, abre bem para ela.
Ana Paula obedeceu, sentindo-se como uma verdadeira cadelinha sob as ordens de Leandro. Chai não perdeu tempo, mergulhando o rosto entre as coxas de Ana, deliciando-se com a intimidade da patricinha que arfava e arranhava os lençóis.
— Isso... — murmurava Ana, com a voz embargada de prazer. — Mais, Chai... por favor.
Leandro observava a cena por alguns instantes, o membro pulsando de desejo, antes de decidir que era hora de assumir o controle total. Ele puxou Chai pelos cabelos, não com força, mas com a autoridade que as deixava ainda mais excitadas.
— Agora é a minha vez — declarou ele.
Ele se posicionou atrás de Ana Paula, que agora estava de quatro, com o rosto pressionado contra os travesseiros. Mas Leandro tinha um plano mais perverso. Ele puxou Chai para que ela ficasse deitada de costas logo abaixo do rosto de Ana.
— Ana, eu vou te foder agora — disse Leandro, a voz vibrando de luxúria —, mas eu quero que você esfregue cada centímetro dessa sua buceta na cara da Chai enquanto eu te levo ao limite. Eu quero as minhas duas cadelinhas se pegando enquanto eu comando o ritmo.
Ana Paula sentiu a entrada de Leandro, uma invasão poderosa que a fez soltar um grito abafado. Seguindo a ordem, ela começou a rebolar, pressionando sua intimidade contra o rosto de Chai, que recebia o contato com avidez, usando a língua para estimular Ana simultaneamente.
— Isso, fode ela, Boneco! — incentivava Chai entre as esfregadas de Ana. — Ela é toda sua!
O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Leandro mantinha um ritmo frenético, as mãos grandes apertando os quadris de Ana Paula, deixando marcas que seriam lembranças daquela noite por dias. Ana estava em transe, perdida entre o prazer avassalador que Leandro lhe proporcionava por trás e a língua safada de Chai que não lhe dava descanso na frente.
— Olha para mim, Ana! — gritou Leandro, forçando-a a virar o rosto para o lado. — Diz de quem é essa buceta!
— É sua! — gritou Ana Paula, as lágrimas de prazer começando a surgir. — É toda sua, Boneco! Faz o que quiser comigo!
Chai aproveitava cada segundo, as mãos explorando o próprio corpo enquanto servia de apoio para o prazer de Ana. O clima era de pura libertinagem, um contraste absoluto com a imagem vigiada que mantinham diante das câmeras do reality. Ali, entre quatro paredes, não havia edição, apenas o desejo cru e a satisfação de três corpos que se encontraram na sintonia perfeita da putaria.
Leandro acelerou o passo, sentindo o ápice se aproximar. Ele puxou Ana Paula para mais perto, grudando seus corpos, enquanto Chai subia para beijar Ana, unindo os três em um emaranhado de membros e gemidos.
Quando o momento final chegou, foi como uma explosão de sentidos. Ana Paula desabou sobre Chai, exausta e completamente preenchida, enquanto Leandro soltava um rugido de satisfação, mantendo-as presas em seu abraço poderoso.
O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pelas respirações pesadas. Ana Paula, a patricinha loira que todos achavam que conheciam, sorriu satisfeita, sentindo o calor de Leandro em suas costas e o carinho de Chai em seu rosto.
— É... — ofegou Ana, limpando o suor da testa. — Acho que eu realmente não estava sentindo falta de nada lá fora. Eu só precisava disso aqui.
Leandro beijou o topo da cabeça das duas, um brilho de triunfo nos olhos.
— Eu disse que o baiano resolvia — concluiu ele, enquanto os três se ajeitavam entre os lençóis bagunçados, prontos para que a noite estivesse apenas começando.
