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Meu pecado favorito
Fandom: Vampire Diaries
Created: 5/29/2026
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AU (Alternate Universe)FantasyActionDramaAdventureDivergenceCanon SettingSouthern Gothic
O Despertar da Aurora em Mystic Falls
A luz da manhã em Mystic Falls sempre parecia carregar uma melancolia peculiar, mas para Dolores Gilbert, aquela claridade era sua própria essência. Sentada no parapeito da janela de seu quarto na mansão Gilbert, ela observava os primeiros raios de sol tocarem as copas das árvores da floresta. Enquanto Elena ainda dormia o sono pesado dos mortais atormentados por dramas adolescentes, Dolores sentia cada átomo de oxigênio vibrar ao seu redor.
Ela não era apenas a irmã mais velha. Ela era algo que o mundo havia esquecido, uma linhagem de anjos que caminhava sobre a terra muito antes de Silas sequer sonhar com a imortalidade. Para Dolores, o tempo era uma linha tênue e lenta; ela envelhecia um ano a cada centenário, mantendo uma beleza que não era apenas física, mas etérea, capaz de cegar aqueles que olhassem por muito tempo.
Sua mão direita repousava sobre um pequeno frasco de cristal contendo orvalho colhido sob a luz solar direta — seu sustento vital. Ela tomou um pequeno gole, sentindo a energia percorrer suas veias como ouro líquido, e em seguida mordeu um pedaço de chocolate amargo. O açúcar era seu combustível, a âncora que mantinha sua forma física densa o suficiente para não flutuar para longe das mazelas humanas.
— Dolores? — A voz de Elena veio do corredor, acompanhada por batidas suaves na porta. — Você está acordada? Stefan está aqui embaixo. Ele parece... preocupado.
Dolores suspirou. Stefan Salvatore sempre parecia preocupado. Ela se levantou, seus pés mal tocando o chão de madeira, e abriu a porta com um movimento fluido.
— Stefan está sempre preocupado com algo que envolve dentes e sangue, Elena — disse Dolores, sua voz soando como o toque de sinos distantes. — Diga a ele que descerei em um minuto.
Ao descer as escadas, Dolores notou a tensão no ar. Não era apenas Stefan; Damon também estava lá, encostado na lareira com seu habitual sorriso sarcástico que não alcançava seus olhos. Quando Dolores entrou na sala, o efeito foi imediato. Os dois vampiros ficaram tensos, não por medo, mas por um instinto primitivo. O sangue de Dolores não cheirava a ferro e vida como o de Elena; cheirava a paraíso, a uma promessa de poder absoluto e paz eterna. Era um banquete que nenhum deles jamais ousaria tocar, pois sabiam que a retribuição seria divina.
— A que devo a honra da visita dos irmãos Salvatore tão cedo? — perguntou Dolores, cruzando os braços e sentindo o calor do sol que entrava pelas janelas fortalecer sua telecinese. Pequenos objetos na sala começaram a vibrar levemente em resposta à sua presença.
— Klaus está na cidade — Stefan disse sem rodeios, sua voz carregada de urgência. — Ele está procurando por Elena para o sacrifício, mas ele ouviu rumores... rumores sobre algo mais antigo que os Originais. Algo que brilha.
Damon soltou uma risada seca, embora seus olhos estivessem fixos no pescoço de Dolores.
— Ele ouviu falar de você, "Anjinho". E, honestamente, se eu fosse um Híbrido maníaco por poder, você seria meu alvo número um. Seu sangue não é apenas um lanche, Dolores. É o bilhete dourado. Ele pode transformar um vampiro comum em algo que nem a luz do sol pode queimar.
Dolores caminhou até Damon, a velocidade de seus movimentos igualando-se à dele num piscar de olhos. Ela parou a centímetros de seu rosto.
— Klaus é uma criança fazendo birra no jardim da existência, Damon — disse ela calmamente. — Ele brinca com sangue e maldições porque nunca enfrentou a verdadeira Luz. Se ele tocar em um fio de cabelo da minha irmã, eu farei com que ele deseje nunca ter saído do útero de Esther.
— Adoro quando ela fica agressiva — murmurou Damon, embora desse um passo para trás, sentindo o calor que emanava da pele dela. A regeneração divina de Dolores era tamanha que qualquer ferida se fechava antes mesmo de sangrar, e sua aura de luz era uma barreira natural contra a escuridão que eles carregavam.
— Precisamos de um plano — interveio Elena, aproximando-se da irmã e buscando conforto em sua presença. — Dolores, você pode ver o que vai acontecer?
Dolores fechou os olhos. Por um momento, o mundo ao seu redor desapareceu. Ela viu flashes de chamas, o altar de pedra, a lua cheia e o rosto cínico de Klaus Mikaelson. Mas ela viu algo mais: a cura. O sangue dela era a chave, o ingrediente final para reverter o que a magia negra havia criado.
— O futuro é uma névoa, Elena, mas eu vejo o caminho — sussurrou Dolores, abrindo os olhos, que agora brilhavam com uma intensidade dourada. — Klaus virá. E ele trará sua dor. Mas ele não sabe que eu falo com o vento e com a terra.
De repente, um corvo pousou no parapeito da janela externa, grasnando freneticamente. Dolores inclinou a cabeça, ouvindo o animal.
— O que ele está dizendo? — perguntou Stefan, fascinado pela habilidade da anjo de se comunicar com a natureza.
— Ele diz que os estranhos chegaram à fronteira da cidade. Homens lobos sob o comando de um Original — Dolores se virou para a janela. — O sol está alto. É quando meu poder atinge o ápice. Deixe que venham.
— Você não pode enfrentar todos eles sozinha, Dolores! — exclamou Elena, a preocupação estampada no rosto. — Mesmo com tudo o que você é...
— Elena, querida — Dolores tocou o rosto da irmã com ternura, sua pele curando instantaneamente um pequeno arranhão que Elena sofrera na noite anterior sem que a jovem percebesse —, eu sou a última da minha espécie. Eu vi impérios caírem e estrelas se apagarem. Os Originais são apenas vampiros que viveram tempo demais. Eu sou a própria definição de eternidade.
Naquela tarde, o encontro aconteceu em uma clareira isolada na floresta de Mystic Falls. Klaus não veio sozinho; ele trouxe consigo a aura de medo que sempre o precedia. Mas quando ele viu Dolores parada no centro da clareira, suas asas brancas e majestosas finalmente liberadas, brilhando com uma luz que parecia emanar do próprio núcleo da terra, ele parou.
— Então os mitos eram verdadeiros — disse Klaus, sua voz misturando cobiça e cautela. — Uma criatura de luz pura escondida sob o sobrenome Gilbert.
— Klaus Mikaelson — a voz de Dolores ecoou, fazendo as árvores dobrarem-se levemente em sua direção. — Você busca o sangue da duplicata para quebrar sua maldição. Mas você está na presença de algo que pode desfazer sua própria existência com um pensamento.
— Eu sou imortal, anjo — Klaus sorriu, embora seus instintos de predador estivessem gritando para ele fugir. — Nada pode me matar.
— A morte é um conceito humano, Klaus. Eu lido com a dissolução — Dolores ergueu a mão, e o solo sob os pés de Klaus começou a tremer. — Você quer poder? Meu sangue pode te dar tudo o que você deseja, mas seu corpo impuro incineraria antes que a primeira gota chegasse ao seu coração.
Klaus sinalizou para seus híbridos atacarem. Foi um erro.
Com um movimento de suas asas, Dolores gerou uma onda de choque de luz pura. Os híbridos foram lançados para trás como bonecos de pano. Ela não usou presas ou garras; ela usou a telecinese para erguer Klaus do chão, mantendo-o suspenso no ar apenas com a força de sua vontade.
— Você é forte, Dolores — rosnou Klaus, lutando contra a pressão invisível —, mas você é bondosa demais para matar. É a sua natureza.
— Você confunde justiça com bondade, Original — Dolores disse, seus olhos agora completamente brancos. — Eu não vou te matar hoje, pois o destino de Elena ainda está ligado ao seu. Mas você saberá que há uma força em Mystic Falls que você nunca poderá dobrar.
Ela liberou uma rajada de energia solar, cegando momentaneamente todos na clareira. Quando a luz diminuiu, Dolores estava no chão, respirando de forma um pouco mais pesada. O esforço drenara parte de sua energia, e ela sentiu a necessidade imediata de açúcar e sol.
Klaus, caído e visivelmente abalado, olhou para ela com um novo tipo de respeito — e um desejo ainda mais perigoso.
— Isso não acabou — prometeu ele, antes de desaparecer na floresta com seus homens restantes.
Stefan e Damon saíram de trás das árvores, onde observavam a cena, prontos para intervir se necessário.
— Isso foi... impressionante — admitiu Damon, guardando a estaca de carvalho branco que escondia. — Mas você está pálida. Precisa de um doce?
Dolores soltou um riso fraco, suas asas recolhendo-se e desaparecendo em suas costas como se nunca tivessem existido.
— Preciso de um banquete de marshmallow e três horas de sol direto — ela disse, apoiando-se levemente em Stefan. — Ele voltará. Klaus é persistente.
— E nós estaremos prontos — disse Stefan, olhando para Dolores com admiração. — Com você do nosso lado, pela primeira vez em séculos, eu sinto que temos uma chance real.
— Não se engane, Stefan — Dolores olhou para o céu, onde o sol começava a descer. — A luz atrai as sombras mais profundas. E eu sou a luz mais brilhante que este mundo já viu em mil anos. O pior ainda está por vir.
Enquanto caminhavam de volta para a mansão, Dolores sentiu uma premonição. Ela viu um frasco de sangue humano misturado com o dela, uma cura que poderia mudar o destino de todos que ela amava. Mas o preço para tal milagre seria alto. Ela teria que decidir, em breve, se sacrificaria sua própria essência divina para dar a Elena a vida normal que ela tanto desejava, ou se permaneceria como a sentinela de luz em um mundo de trevas crescentes.
Por enquanto, ela apenas saboreou o último pedaço de chocolate que carregava no bolso, sentindo o poder fluir de volta para seus membros, pronta para a próxima batalha que o destino de Mystic Falls reservava.
Ela não era apenas a irmã mais velha. Ela era algo que o mundo havia esquecido, uma linhagem de anjos que caminhava sobre a terra muito antes de Silas sequer sonhar com a imortalidade. Para Dolores, o tempo era uma linha tênue e lenta; ela envelhecia um ano a cada centenário, mantendo uma beleza que não era apenas física, mas etérea, capaz de cegar aqueles que olhassem por muito tempo.
Sua mão direita repousava sobre um pequeno frasco de cristal contendo orvalho colhido sob a luz solar direta — seu sustento vital. Ela tomou um pequeno gole, sentindo a energia percorrer suas veias como ouro líquido, e em seguida mordeu um pedaço de chocolate amargo. O açúcar era seu combustível, a âncora que mantinha sua forma física densa o suficiente para não flutuar para longe das mazelas humanas.
— Dolores? — A voz de Elena veio do corredor, acompanhada por batidas suaves na porta. — Você está acordada? Stefan está aqui embaixo. Ele parece... preocupado.
Dolores suspirou. Stefan Salvatore sempre parecia preocupado. Ela se levantou, seus pés mal tocando o chão de madeira, e abriu a porta com um movimento fluido.
— Stefan está sempre preocupado com algo que envolve dentes e sangue, Elena — disse Dolores, sua voz soando como o toque de sinos distantes. — Diga a ele que descerei em um minuto.
Ao descer as escadas, Dolores notou a tensão no ar. Não era apenas Stefan; Damon também estava lá, encostado na lareira com seu habitual sorriso sarcástico que não alcançava seus olhos. Quando Dolores entrou na sala, o efeito foi imediato. Os dois vampiros ficaram tensos, não por medo, mas por um instinto primitivo. O sangue de Dolores não cheirava a ferro e vida como o de Elena; cheirava a paraíso, a uma promessa de poder absoluto e paz eterna. Era um banquete que nenhum deles jamais ousaria tocar, pois sabiam que a retribuição seria divina.
— A que devo a honra da visita dos irmãos Salvatore tão cedo? — perguntou Dolores, cruzando os braços e sentindo o calor do sol que entrava pelas janelas fortalecer sua telecinese. Pequenos objetos na sala começaram a vibrar levemente em resposta à sua presença.
— Klaus está na cidade — Stefan disse sem rodeios, sua voz carregada de urgência. — Ele está procurando por Elena para o sacrifício, mas ele ouviu rumores... rumores sobre algo mais antigo que os Originais. Algo que brilha.
Damon soltou uma risada seca, embora seus olhos estivessem fixos no pescoço de Dolores.
— Ele ouviu falar de você, "Anjinho". E, honestamente, se eu fosse um Híbrido maníaco por poder, você seria meu alvo número um. Seu sangue não é apenas um lanche, Dolores. É o bilhete dourado. Ele pode transformar um vampiro comum em algo que nem a luz do sol pode queimar.
Dolores caminhou até Damon, a velocidade de seus movimentos igualando-se à dele num piscar de olhos. Ela parou a centímetros de seu rosto.
— Klaus é uma criança fazendo birra no jardim da existência, Damon — disse ela calmamente. — Ele brinca com sangue e maldições porque nunca enfrentou a verdadeira Luz. Se ele tocar em um fio de cabelo da minha irmã, eu farei com que ele deseje nunca ter saído do útero de Esther.
— Adoro quando ela fica agressiva — murmurou Damon, embora desse um passo para trás, sentindo o calor que emanava da pele dela. A regeneração divina de Dolores era tamanha que qualquer ferida se fechava antes mesmo de sangrar, e sua aura de luz era uma barreira natural contra a escuridão que eles carregavam.
— Precisamos de um plano — interveio Elena, aproximando-se da irmã e buscando conforto em sua presença. — Dolores, você pode ver o que vai acontecer?
Dolores fechou os olhos. Por um momento, o mundo ao seu redor desapareceu. Ela viu flashes de chamas, o altar de pedra, a lua cheia e o rosto cínico de Klaus Mikaelson. Mas ela viu algo mais: a cura. O sangue dela era a chave, o ingrediente final para reverter o que a magia negra havia criado.
— O futuro é uma névoa, Elena, mas eu vejo o caminho — sussurrou Dolores, abrindo os olhos, que agora brilhavam com uma intensidade dourada. — Klaus virá. E ele trará sua dor. Mas ele não sabe que eu falo com o vento e com a terra.
De repente, um corvo pousou no parapeito da janela externa, grasnando freneticamente. Dolores inclinou a cabeça, ouvindo o animal.
— O que ele está dizendo? — perguntou Stefan, fascinado pela habilidade da anjo de se comunicar com a natureza.
— Ele diz que os estranhos chegaram à fronteira da cidade. Homens lobos sob o comando de um Original — Dolores se virou para a janela. — O sol está alto. É quando meu poder atinge o ápice. Deixe que venham.
— Você não pode enfrentar todos eles sozinha, Dolores! — exclamou Elena, a preocupação estampada no rosto. — Mesmo com tudo o que você é...
— Elena, querida — Dolores tocou o rosto da irmã com ternura, sua pele curando instantaneamente um pequeno arranhão que Elena sofrera na noite anterior sem que a jovem percebesse —, eu sou a última da minha espécie. Eu vi impérios caírem e estrelas se apagarem. Os Originais são apenas vampiros que viveram tempo demais. Eu sou a própria definição de eternidade.
Naquela tarde, o encontro aconteceu em uma clareira isolada na floresta de Mystic Falls. Klaus não veio sozinho; ele trouxe consigo a aura de medo que sempre o precedia. Mas quando ele viu Dolores parada no centro da clareira, suas asas brancas e majestosas finalmente liberadas, brilhando com uma luz que parecia emanar do próprio núcleo da terra, ele parou.
— Então os mitos eram verdadeiros — disse Klaus, sua voz misturando cobiça e cautela. — Uma criatura de luz pura escondida sob o sobrenome Gilbert.
— Klaus Mikaelson — a voz de Dolores ecoou, fazendo as árvores dobrarem-se levemente em sua direção. — Você busca o sangue da duplicata para quebrar sua maldição. Mas você está na presença de algo que pode desfazer sua própria existência com um pensamento.
— Eu sou imortal, anjo — Klaus sorriu, embora seus instintos de predador estivessem gritando para ele fugir. — Nada pode me matar.
— A morte é um conceito humano, Klaus. Eu lido com a dissolução — Dolores ergueu a mão, e o solo sob os pés de Klaus começou a tremer. — Você quer poder? Meu sangue pode te dar tudo o que você deseja, mas seu corpo impuro incineraria antes que a primeira gota chegasse ao seu coração.
Klaus sinalizou para seus híbridos atacarem. Foi um erro.
Com um movimento de suas asas, Dolores gerou uma onda de choque de luz pura. Os híbridos foram lançados para trás como bonecos de pano. Ela não usou presas ou garras; ela usou a telecinese para erguer Klaus do chão, mantendo-o suspenso no ar apenas com a força de sua vontade.
— Você é forte, Dolores — rosnou Klaus, lutando contra a pressão invisível —, mas você é bondosa demais para matar. É a sua natureza.
— Você confunde justiça com bondade, Original — Dolores disse, seus olhos agora completamente brancos. — Eu não vou te matar hoje, pois o destino de Elena ainda está ligado ao seu. Mas você saberá que há uma força em Mystic Falls que você nunca poderá dobrar.
Ela liberou uma rajada de energia solar, cegando momentaneamente todos na clareira. Quando a luz diminuiu, Dolores estava no chão, respirando de forma um pouco mais pesada. O esforço drenara parte de sua energia, e ela sentiu a necessidade imediata de açúcar e sol.
Klaus, caído e visivelmente abalado, olhou para ela com um novo tipo de respeito — e um desejo ainda mais perigoso.
— Isso não acabou — prometeu ele, antes de desaparecer na floresta com seus homens restantes.
Stefan e Damon saíram de trás das árvores, onde observavam a cena, prontos para intervir se necessário.
— Isso foi... impressionante — admitiu Damon, guardando a estaca de carvalho branco que escondia. — Mas você está pálida. Precisa de um doce?
Dolores soltou um riso fraco, suas asas recolhendo-se e desaparecendo em suas costas como se nunca tivessem existido.
— Preciso de um banquete de marshmallow e três horas de sol direto — ela disse, apoiando-se levemente em Stefan. — Ele voltará. Klaus é persistente.
— E nós estaremos prontos — disse Stefan, olhando para Dolores com admiração. — Com você do nosso lado, pela primeira vez em séculos, eu sinto que temos uma chance real.
— Não se engane, Stefan — Dolores olhou para o céu, onde o sol começava a descer. — A luz atrai as sombras mais profundas. E eu sou a luz mais brilhante que este mundo já viu em mil anos. O pior ainda está por vir.
Enquanto caminhavam de volta para a mansão, Dolores sentiu uma premonição. Ela viu um frasco de sangue humano misturado com o dela, uma cura que poderia mudar o destino de todos que ela amava. Mas o preço para tal milagre seria alto. Ela teria que decidir, em breve, se sacrificaria sua própria essência divina para dar a Elena a vida normal que ela tanto desejava, ou se permaneceria como a sentinela de luz em um mundo de trevas crescentes.
Por enquanto, ela apenas saboreou o último pedaço de chocolate que carregava no bolso, sentindo o poder fluir de volta para seus membros, pronta para a próxima batalha que o destino de Mystic Falls reservava.
