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Um novo amor chegando
Fandom: Demon Slayer
Created: 2/28/2026
Tags
RomanceCurtainfic / Domestic StoryJealousyFantasyCanon SettingFluffDramaSlice of Life
Ciumes de Hashira e o Doce da Vitória
A reunião dos Hashiras era sempre um evento solene, mas hoje, havia um brilho diferente no ar. Não era apenas a presença de todos os pilares, mas a aura de vitória que envolvia Harumi. Seus cabelos cacheados castanhos emolduravam um rosto corado, os olhos azuis claros brilhando com um cansaço feliz. Ela acabara de retornar de uma das missões mais perigosas já designadas a um Hashira, e não apenas sobrevivera, mas derrotara a Lua Superior Um, Kokushibo.
A notícia já havia se espalhado como fogo, e a admiração era palpável. Muichiro Tokito, seu marido, estava sentado ao lado dela, sua expressão geralmente apática agora sutilmente mais alerta, um brilho possessivo em seus olhos verde-água que só Harumi conseguia decifrar. E ele precisaria de toda a sua atenção hoje.
Sanemi Shinazugawa, com seu semblante usualmente carrancudo, foi o primeiro a se pronunciar. "Então, a pequena Harumi finalmente mostrou suas garras. Quem diria que você teria a força para derrubar Kokushibo?" Ele sorriu, um sorriso que, para Muichiro, parecia um pouco mais do que apenas admiração.
Harumi ruborizou levemente. "Foi uma luta difícil, Sanemi-san. Apenas tive sorte."
Giyu Tomioka, surpreendentemente, soltou um "Parabéns, Harumi-san. Você foi incrível." Sua voz era neutra, mas o elogio vindo dele era um feito em si.
Iguro Obanai, com Kaburamaru enrolado em seu pescoço, inclinou a cabeça. "Sua velocidade e precisão são inigualáveis. É uma honra lutar ao seu lado." Houve um tom de sinceridade e talvez algo mais em sua voz que não passou despercebido por Muichiro.
A cada elogio, a aura ao redor de Muichiro ficava mais densa. Seus olhos, geralmente distantes, agora estavam fixos nos Hashiras que se atreviam a elogiar sua esposa. Uma veia pulsava levemente em sua têmpora. Ele sabia que Harumi era adorável, que sua beleza e doçura encantavam a todos. Mas ela era *dele*. E a ideia de outros homens olhando para ela com qualquer coisa além de respeito profissional o deixava com um ciúme voraz.
"Sua técnica de Respiração da Névoa é muito bem executada, Harumi-chan," disse Mitsuri Kanroji, com os olhos brilhando. "Você é tão talentosa!"
Rengoku Kyojuro, com seu entusiasmo habitual, bradou: "Excelente trabalho, Harumi! Sua força de vontade é exemplar! Que mulher esplêndida!"
Até mesmo Gyomei Himejima, o Hashira da Rocha, com suas lágrimas constantes, assentiu em aprovação. "Sua pureza de coração é um escudo, Harumi-san. Que a luz a guie sempre."
Muichiro sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Isso estava indo longe demais. Era uma coisa admirar a força dela, mas a forma como eles olhavam para ela, a forma como alguns deles se inclinavam ligeiramente para a frente... Suas mãos se cerraram sob a mesa.
"Ela é minha esposa," Muichiro disse, sua voz um sussurro frio que cortou o burburinho da sala. A temperatura na sala pareceu cair alguns graus. Todos os Hashiras se viraram para ele, alguns com expressões confusas, outros com um pequeno sorriso malicioso.
Sanemi riu. "Calma aí, Tokito. Ninguém está roubando sua esposa. Apenas elogiando o excelente trabalho dela."
Muichiro o fixou com um olhar que prometia dor. "Ela é minha. E está grávida dos *nossos* filhos." Ele enfatizou as palavras, a aura negra ao redor dele crescendo, sufocando o ar.
Harumi, percebendo a crescente tensão e o ciúme descontrolado do marido, colocou uma mão suave no braço dele. "Muichiro, está tudo bem. Eles estão apenas me parabenizando." Ela sorriu para ele, um sorriso doce e tranquilizador que só ela poderia dar.
Muichiro se acalmou um pouco com o toque dela, mas seus olhos ainda lançavam olhares mortais para os outros Hashiras. Eles, por sua vez, entenderam a mensagem. Ninguém queria cruzar o caminho de um Muichiro ciumento, especialmente quando ele estava protetoramente focado em sua esposa grávida. A reunião continuou, mas os elogios a Harumi diminuíram consideravelmente, substituídos por discussões mais formais sobre os próximos passos da Corporação.
***
Mais tarde, em sua casa, o silêncio era uma bem-aventurança. Harumi estava na cozinha, a barriga levemente protuberante um lembrete constante dos dois pequenos milagres crescendo dentro dela. Ela estava pegando um doce da despensa, um pequeno prazer que Muichiro sempre garantia que estivesse à disposição para ela. Seus movimentos eram graciosos, mesmo com o peso extra.
Ela se virou, um sorriso nos lábios enquanto levava o doce à boca, quando sentiu um par de braços fortes circularem sua cintura por trás. Muichiro a abraçou, seu queixo apoiado no ombro dela, o cheiro familiar e reconfortante dele a envolvendo.
"Você estava muito bonita hoje," ele sussurrou, a voz rouca, seus lábios roçando a pele macia de seu pescoço.
Harumi riu, um som melodioso. "E você estava muito ciumento, Muichiro. Quase pensei que você iria atacar Sanemi-san."
Ele apertou o abraço. "Eles estavam te olhando. Todos eles. Como se você fosse um pedaço de carne." Suas mãos, antes firmes na cintura dela, começaram a descer, deslizando pelas laterais de seu corpo, parando nas curvas de suas coxas.
Harumi sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Suas bochechas coraram intensamente. "Muichiro! Pare com isso!" Ela tentou se afastar, mas ele a segurava com força.
"Não," ele murmurou, ignorando completamente sua súplica. Seus lábios desceram para o pescoço dela, beijando-a suavemente, depois mordiscando de leve. A cada beijo, uma onda de calor se espalhava pelo corpo de Harumi.
"Muichiro, os doces…" ela tentou argumentar, a voz embargada.
Ele a virou em seus braços, seus olhos verdes fixos nos dela. Havia uma intensidade neles que a deixava sem fôlego. O desejo era palpável. Ele a beijou, um beijo profundo e apaixonado que roubou todo o seu ar. Suas mãos não paravam, subindo e descendo pelas suas coxas, apertando-as gentilmente. Harumi sentiu seu corpo responder, a vergonha se misturando com a excitação.
Ela se entregou ao beijo, suas mãos se enroscando nos cabelos macios de Muichiro. Ele a beijou em todos os lugares: nos lábios, no queixo, na linha do maxilar, no pescoço, descendo até a clavícula. Cada beijo era uma promessa, um lembrete de que ela era dele.
Quando ele se afastou ligeiramente para respirar, Harumi, com o rosto em chamas, deu um beijo suave e fofo na bochecha dele. "Seu bobo," ela sussurrou, a voz rouca.
Muichiro sorriu, um sorriso raro e genuíno que a derretia por dentro. Ele se aproximou do ouvido dela, a voz ainda mais baixa, um tom provocador. "Você me deixa louco, Harumi." E então, ele mordiscou o lóbulo da orelha dela.
Um gemido escapou dos lábios de Harumi, um som que fez o coração de Muichiro disparar. Ele sentiu a resposta dela, o calor que emanava dela, e a última barreira de sua autocontrole se desfez. Ele não conseguia se segurar mais.
Com um movimento rápido, ele a ergueu em seus braços, um braço sob os joelhos dela, o outro apoiando suas costas. Harumi soltou um pequeno grito de surpresa, suas pernas envolvendo a cintura dele instintivamente.
"Muichiro! O que você está fazendo?" ela exclamou, rindo e corando ao mesmo tempo.
Ele a carregou para fora da cozinha, seus olhos fixos nos dela, um sorriso malicioso brincando em seus lábios. "Te levando para onde você pertence, minha Harumi."
Ele a levou para o quarto, o ambiente íntimo e aconchegante que eles compartilhavam. A luz do crepúsculo filtrava pelas janelas, criando um cenário suave e romântico. Ele a depositou gentilmente na cama, seus corpos se movendo em uma dança familiar. As roupas foram sendo descartadas, uma a uma, até que não restasse nada entre eles, apenas a pele contra a pele.
Muichiro a olhou, a admiração e o desejo evidentes em seus olhos. A barriga dela, agora mais visível, era um testemunho do amor deles. Ele beijou suavemente a pele dela, traçando o contorno da barriga com seus lábios, sussurrando palavras de amor e devoção.
A noite se estendeu, preenchida por sussurros, beijos e toques que falavam mais alto do que qualquer palavra. O ciúme de Muichiro havia se transformado em paixão, uma paixão que envolvia Harumi em um abraço de amor e segurança. Ela era a luz de sua vida, a âncora que o mantinha no presente, e ele a amava com uma intensidade que assustava e encantava. E naquela noite, sob o manto estrelado, eles celebraram não apenas a vitória contra um demônio poderoso, mas a vitória de seu amor, a promessa de uma família e a doçura de um presente compartilhado.
A notícia já havia se espalhado como fogo, e a admiração era palpável. Muichiro Tokito, seu marido, estava sentado ao lado dela, sua expressão geralmente apática agora sutilmente mais alerta, um brilho possessivo em seus olhos verde-água que só Harumi conseguia decifrar. E ele precisaria de toda a sua atenção hoje.
Sanemi Shinazugawa, com seu semblante usualmente carrancudo, foi o primeiro a se pronunciar. "Então, a pequena Harumi finalmente mostrou suas garras. Quem diria que você teria a força para derrubar Kokushibo?" Ele sorriu, um sorriso que, para Muichiro, parecia um pouco mais do que apenas admiração.
Harumi ruborizou levemente. "Foi uma luta difícil, Sanemi-san. Apenas tive sorte."
Giyu Tomioka, surpreendentemente, soltou um "Parabéns, Harumi-san. Você foi incrível." Sua voz era neutra, mas o elogio vindo dele era um feito em si.
Iguro Obanai, com Kaburamaru enrolado em seu pescoço, inclinou a cabeça. "Sua velocidade e precisão são inigualáveis. É uma honra lutar ao seu lado." Houve um tom de sinceridade e talvez algo mais em sua voz que não passou despercebido por Muichiro.
A cada elogio, a aura ao redor de Muichiro ficava mais densa. Seus olhos, geralmente distantes, agora estavam fixos nos Hashiras que se atreviam a elogiar sua esposa. Uma veia pulsava levemente em sua têmpora. Ele sabia que Harumi era adorável, que sua beleza e doçura encantavam a todos. Mas ela era *dele*. E a ideia de outros homens olhando para ela com qualquer coisa além de respeito profissional o deixava com um ciúme voraz.
"Sua técnica de Respiração da Névoa é muito bem executada, Harumi-chan," disse Mitsuri Kanroji, com os olhos brilhando. "Você é tão talentosa!"
Rengoku Kyojuro, com seu entusiasmo habitual, bradou: "Excelente trabalho, Harumi! Sua força de vontade é exemplar! Que mulher esplêndida!"
Até mesmo Gyomei Himejima, o Hashira da Rocha, com suas lágrimas constantes, assentiu em aprovação. "Sua pureza de coração é um escudo, Harumi-san. Que a luz a guie sempre."
Muichiro sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Isso estava indo longe demais. Era uma coisa admirar a força dela, mas a forma como eles olhavam para ela, a forma como alguns deles se inclinavam ligeiramente para a frente... Suas mãos se cerraram sob a mesa.
"Ela é minha esposa," Muichiro disse, sua voz um sussurro frio que cortou o burburinho da sala. A temperatura na sala pareceu cair alguns graus. Todos os Hashiras se viraram para ele, alguns com expressões confusas, outros com um pequeno sorriso malicioso.
Sanemi riu. "Calma aí, Tokito. Ninguém está roubando sua esposa. Apenas elogiando o excelente trabalho dela."
Muichiro o fixou com um olhar que prometia dor. "Ela é minha. E está grávida dos *nossos* filhos." Ele enfatizou as palavras, a aura negra ao redor dele crescendo, sufocando o ar.
Harumi, percebendo a crescente tensão e o ciúme descontrolado do marido, colocou uma mão suave no braço dele. "Muichiro, está tudo bem. Eles estão apenas me parabenizando." Ela sorriu para ele, um sorriso doce e tranquilizador que só ela poderia dar.
Muichiro se acalmou um pouco com o toque dela, mas seus olhos ainda lançavam olhares mortais para os outros Hashiras. Eles, por sua vez, entenderam a mensagem. Ninguém queria cruzar o caminho de um Muichiro ciumento, especialmente quando ele estava protetoramente focado em sua esposa grávida. A reunião continuou, mas os elogios a Harumi diminuíram consideravelmente, substituídos por discussões mais formais sobre os próximos passos da Corporação.
***
Mais tarde, em sua casa, o silêncio era uma bem-aventurança. Harumi estava na cozinha, a barriga levemente protuberante um lembrete constante dos dois pequenos milagres crescendo dentro dela. Ela estava pegando um doce da despensa, um pequeno prazer que Muichiro sempre garantia que estivesse à disposição para ela. Seus movimentos eram graciosos, mesmo com o peso extra.
Ela se virou, um sorriso nos lábios enquanto levava o doce à boca, quando sentiu um par de braços fortes circularem sua cintura por trás. Muichiro a abraçou, seu queixo apoiado no ombro dela, o cheiro familiar e reconfortante dele a envolvendo.
"Você estava muito bonita hoje," ele sussurrou, a voz rouca, seus lábios roçando a pele macia de seu pescoço.
Harumi riu, um som melodioso. "E você estava muito ciumento, Muichiro. Quase pensei que você iria atacar Sanemi-san."
Ele apertou o abraço. "Eles estavam te olhando. Todos eles. Como se você fosse um pedaço de carne." Suas mãos, antes firmes na cintura dela, começaram a descer, deslizando pelas laterais de seu corpo, parando nas curvas de suas coxas.
Harumi sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Suas bochechas coraram intensamente. "Muichiro! Pare com isso!" Ela tentou se afastar, mas ele a segurava com força.
"Não," ele murmurou, ignorando completamente sua súplica. Seus lábios desceram para o pescoço dela, beijando-a suavemente, depois mordiscando de leve. A cada beijo, uma onda de calor se espalhava pelo corpo de Harumi.
"Muichiro, os doces…" ela tentou argumentar, a voz embargada.
Ele a virou em seus braços, seus olhos verdes fixos nos dela. Havia uma intensidade neles que a deixava sem fôlego. O desejo era palpável. Ele a beijou, um beijo profundo e apaixonado que roubou todo o seu ar. Suas mãos não paravam, subindo e descendo pelas suas coxas, apertando-as gentilmente. Harumi sentiu seu corpo responder, a vergonha se misturando com a excitação.
Ela se entregou ao beijo, suas mãos se enroscando nos cabelos macios de Muichiro. Ele a beijou em todos os lugares: nos lábios, no queixo, na linha do maxilar, no pescoço, descendo até a clavícula. Cada beijo era uma promessa, um lembrete de que ela era dele.
Quando ele se afastou ligeiramente para respirar, Harumi, com o rosto em chamas, deu um beijo suave e fofo na bochecha dele. "Seu bobo," ela sussurrou, a voz rouca.
Muichiro sorriu, um sorriso raro e genuíno que a derretia por dentro. Ele se aproximou do ouvido dela, a voz ainda mais baixa, um tom provocador. "Você me deixa louco, Harumi." E então, ele mordiscou o lóbulo da orelha dela.
Um gemido escapou dos lábios de Harumi, um som que fez o coração de Muichiro disparar. Ele sentiu a resposta dela, o calor que emanava dela, e a última barreira de sua autocontrole se desfez. Ele não conseguia se segurar mais.
Com um movimento rápido, ele a ergueu em seus braços, um braço sob os joelhos dela, o outro apoiando suas costas. Harumi soltou um pequeno grito de surpresa, suas pernas envolvendo a cintura dele instintivamente.
"Muichiro! O que você está fazendo?" ela exclamou, rindo e corando ao mesmo tempo.
Ele a carregou para fora da cozinha, seus olhos fixos nos dela, um sorriso malicioso brincando em seus lábios. "Te levando para onde você pertence, minha Harumi."
Ele a levou para o quarto, o ambiente íntimo e aconchegante que eles compartilhavam. A luz do crepúsculo filtrava pelas janelas, criando um cenário suave e romântico. Ele a depositou gentilmente na cama, seus corpos se movendo em uma dança familiar. As roupas foram sendo descartadas, uma a uma, até que não restasse nada entre eles, apenas a pele contra a pele.
Muichiro a olhou, a admiração e o desejo evidentes em seus olhos. A barriga dela, agora mais visível, era um testemunho do amor deles. Ele beijou suavemente a pele dela, traçando o contorno da barriga com seus lábios, sussurrando palavras de amor e devoção.
A noite se estendeu, preenchida por sussurros, beijos e toques que falavam mais alto do que qualquer palavra. O ciúme de Muichiro havia se transformado em paixão, uma paixão que envolvia Harumi em um abraço de amor e segurança. Ela era a luz de sua vida, a âncora que o mantinha no presente, e ele a amava com uma intensidade que assustava e encantava. E naquela noite, sob o manto estrelado, eles celebraram não apenas a vitória contra um demônio poderoso, mas a vitória de seu amor, a promessa de uma família e a doçura de um presente compartilhado.
