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Kozume Kenma e Sn
Fandom: haikyuu
Created: 4/4/2026
Tags
AU (Alternate Universe)PWP (Plot? What Plot?)DarkExplicit LanguageCharacter StudyRomanceCanon SettingCurtainfic / Domestic StorySlice of Life
Estratégia de Multitarefa
O quarto de Kenma estava mergulhado em uma penumbra azulada, cortada apenas pelo brilho intenso dos três monitores que dominavam sua mesa gamer. O som mecânico do teclado mecânico e os cliques rápidos do mouse eram a única trilha sonora, além da música ambiente de baixa fidelidade que saía pelos fones de ouvido profissionais que ele usava sobre o cabelo loiro com raízes escuras.
Kenma parecia o mesmo de sempre: o olhar caído, a expressão apática e a postura levemente curvada. Mas, sob a mesa, a situação era tudo menos monótona.
Você estava sentada no chão, entre as pernas dele. Suas costas estavam apoiadas na cadeira de couro, e suas pernas, morenas e torneadas pela genética brasileira que Kenma tanto admirava, estavam abertas, oferecendo a ele um acesso total e desimpedido. O contraste da sua pele cacheada contra o carpete escuro era a única coisa que ocasionalmente desviava o olhar dele da tela, por apenas um milésimo de segundo.
Kenma estava no meio de uma partida ranqueada de um RPG tático de alta intensidade. Sua mão esquerda voava pelas teclas de atalho com uma precisão cirúrgica, movendo seu personagem com a inteligência estratégica que o tornara famoso no vôlei e agora no mundo do streaming e dos e-sports. No entanto, sua mão direita não estava no mouse.
Com a palma da mão direita espalmada contra a sua intimidade, ele usava o polegar e o dedo médio para te explorar com uma calma irritante. Ele não olhava para baixo; ele não precisava. Kenma mapeava o seu corpo como mapeava o campo de batalha virtual.
— Kenma... — você sussurrou, sentindo a umidade aumentar a cada movimento circular que ele fazia no seu clitóris.
Ele não respondeu imediatamente. Seus olhos dourados, parecidos com os de um gato, estavam fixos na tela. Ele executou um combo perfeito, eliminando dois adversários de uma vez. Só então, ele deslizou um dedo para dentro de você, sentindo o aperto das suas paredes internas.
— Shh... — ele murmurou, a voz baixa e rouca, quase inaudível. — Eu preciso de foco para terminar essa rodada.
Você mordeu o lábio inferior, tentando conter o tremor que subia pelas suas pernas. A sensação dos dedos longos e ágeis dele, acostumados a levantar bolas de vôlei com precisão milimétrica, agora trabalhando para desestabilizar você, era demais. Kenma sabia exatamente onde pressionar. Ele conhecia cada curva do seu corpo pequeno, cada reação dos seus músculos.
De repente, ele acelerou o ritmo. Enquanto na tela ele coordenava um ataque em grupo, seus dedos embaixo da mesa começaram uma dança frenética. O som do líquido entre vocês começou a se tornar audível, um estalido úmido que competia com os sons do jogo.
Você sentiu o ápice se aproximando, uma onda de calor que começava na base da sua coluna e se espalhava para as pontas dos seus dedos. Um gemido involuntário, alto e agudo, escapou da sua garganta quando ele pressionou a polpa do polegar com força contra o seu ponto mais sensível.
No mesmo instante, o ícone do microfone no canto da tela de Kenma ficou vermelho. Ele havia mutado o chat da equipe com um movimento rápido do dedo mindinho na lateral do teclado.
Kenma inclinou a cabeça para baixo, os fios loiros caindo sobre os olhos, e olhou para você com uma intensidade predatória que raramente mostrava ao mundo. Ele deu duas batidinhas rápidas e firmes no seu clitóris, fazendo seu corpo dar um solavanco.
— Eu disse para ficar quieta, não disse? — a voz dele saiu carregada de um sarcasmo cruel, mas excitante. — Você é tão carente que não consegue nem me deixar ganhar uma partida sem implorar por atenção desse jeito patético. Olha como você está... ensopada.
O insulto agiu como combustível. Você se remexeu, as coxas tremendo, enquanto ele voltava a esfregar você com uma força renovada, sem qualquer delicadeza agora. Kenma não estava mais apenas jogando; ele estava dominando.
— Kenma, por favor... eu vou... — você não conseguiu terminar a frase.
— Pode ir — ele comandou, os olhos voltando para a tela enquanto ele finalizava o último inimigo com um golpe certeiro. — Mostra para mim o quanto você é bagunçada.
O prazer explodiu. Foi uma onda violenta que fez sua visão escurecer por um momento. Você sentiu o primeiro jato de líquido atingir a mão dele e escorrer pelo seu pulso, molhando o chão debaixo da mesa gamer de última geração. O esguicho veio um atrás do outro, impulsionado pelas contrações rítmicas que Kenma se recusava a interromper.
Ele continuou. Mesmo quando você já estava arqueando as costas e soltando sons inarticulados de puro deleite, ele não parou. Ele estava superestimulando você de propósito, mantendo o ritmo acelerado enquanto você choramingava, sentindo-se sensível demais, quase à beira de um colapso sensorial.
— K-Kenma... para... chega... — você implorou, as mãos agarrando as coxas dele por cima da calça de moletom.
— Ainda não — ele disse friamente, embora o canto de sua boca estivesse levemente erguido em um sorriso satisfeito.
Ele só parou quando a tela exibiu a palavra "VITÓRIA" em letras douradas gigantes. Kenma soltou o teclado, suspirando levemente como se tivesse acabado de fazer um esforço mínimo, embora sua mão direita estivesse completamente encharcada.
Ele se inclinou para frente, saindo da cadeira e agachando-se entre suas pernas ainda abertas. Você estava ofegante, o peito subindo e descendo rapidamente, os cachos grudados na testa pelo suor. O chão abaixo de você estava visivelmente marcado pelo seu prazer.
Kenma levou a mão direita ao rosto, observando os dedos brilhantes e o líquido que ainda gotejava. Com uma calma deliberada, ele levou os dedos à boca e os lambeu, um por um, mantendo o contato visual com você o tempo todo.
— Sabe... — ele disse, limpando o canto dos lábios com o polegar, sua voz voltando ao tom preguiçoso de sempre — ... eu já testei muitos jogos, mas o seu gosto ainda é o meu favorito. É viciante.
Ele estendeu a mão para acariciar seu rosto, deixando um rastro de umidade na sua bochecha.
— Quer ir de novo? — perguntou ele, o brilho estratégico em seus olhos indicando que ele já estava planejando a próxima "partida". — Acho que ainda tenho alguns minutos antes da próxima live.
Kenma parecia o mesmo de sempre: o olhar caído, a expressão apática e a postura levemente curvada. Mas, sob a mesa, a situação era tudo menos monótona.
Você estava sentada no chão, entre as pernas dele. Suas costas estavam apoiadas na cadeira de couro, e suas pernas, morenas e torneadas pela genética brasileira que Kenma tanto admirava, estavam abertas, oferecendo a ele um acesso total e desimpedido. O contraste da sua pele cacheada contra o carpete escuro era a única coisa que ocasionalmente desviava o olhar dele da tela, por apenas um milésimo de segundo.
Kenma estava no meio de uma partida ranqueada de um RPG tático de alta intensidade. Sua mão esquerda voava pelas teclas de atalho com uma precisão cirúrgica, movendo seu personagem com a inteligência estratégica que o tornara famoso no vôlei e agora no mundo do streaming e dos e-sports. No entanto, sua mão direita não estava no mouse.
Com a palma da mão direita espalmada contra a sua intimidade, ele usava o polegar e o dedo médio para te explorar com uma calma irritante. Ele não olhava para baixo; ele não precisava. Kenma mapeava o seu corpo como mapeava o campo de batalha virtual.
— Kenma... — você sussurrou, sentindo a umidade aumentar a cada movimento circular que ele fazia no seu clitóris.
Ele não respondeu imediatamente. Seus olhos dourados, parecidos com os de um gato, estavam fixos na tela. Ele executou um combo perfeito, eliminando dois adversários de uma vez. Só então, ele deslizou um dedo para dentro de você, sentindo o aperto das suas paredes internas.
— Shh... — ele murmurou, a voz baixa e rouca, quase inaudível. — Eu preciso de foco para terminar essa rodada.
Você mordeu o lábio inferior, tentando conter o tremor que subia pelas suas pernas. A sensação dos dedos longos e ágeis dele, acostumados a levantar bolas de vôlei com precisão milimétrica, agora trabalhando para desestabilizar você, era demais. Kenma sabia exatamente onde pressionar. Ele conhecia cada curva do seu corpo pequeno, cada reação dos seus músculos.
De repente, ele acelerou o ritmo. Enquanto na tela ele coordenava um ataque em grupo, seus dedos embaixo da mesa começaram uma dança frenética. O som do líquido entre vocês começou a se tornar audível, um estalido úmido que competia com os sons do jogo.
Você sentiu o ápice se aproximando, uma onda de calor que começava na base da sua coluna e se espalhava para as pontas dos seus dedos. Um gemido involuntário, alto e agudo, escapou da sua garganta quando ele pressionou a polpa do polegar com força contra o seu ponto mais sensível.
No mesmo instante, o ícone do microfone no canto da tela de Kenma ficou vermelho. Ele havia mutado o chat da equipe com um movimento rápido do dedo mindinho na lateral do teclado.
Kenma inclinou a cabeça para baixo, os fios loiros caindo sobre os olhos, e olhou para você com uma intensidade predatória que raramente mostrava ao mundo. Ele deu duas batidinhas rápidas e firmes no seu clitóris, fazendo seu corpo dar um solavanco.
— Eu disse para ficar quieta, não disse? — a voz dele saiu carregada de um sarcasmo cruel, mas excitante. — Você é tão carente que não consegue nem me deixar ganhar uma partida sem implorar por atenção desse jeito patético. Olha como você está... ensopada.
O insulto agiu como combustível. Você se remexeu, as coxas tremendo, enquanto ele voltava a esfregar você com uma força renovada, sem qualquer delicadeza agora. Kenma não estava mais apenas jogando; ele estava dominando.
— Kenma, por favor... eu vou... — você não conseguiu terminar a frase.
— Pode ir — ele comandou, os olhos voltando para a tela enquanto ele finalizava o último inimigo com um golpe certeiro. — Mostra para mim o quanto você é bagunçada.
O prazer explodiu. Foi uma onda violenta que fez sua visão escurecer por um momento. Você sentiu o primeiro jato de líquido atingir a mão dele e escorrer pelo seu pulso, molhando o chão debaixo da mesa gamer de última geração. O esguicho veio um atrás do outro, impulsionado pelas contrações rítmicas que Kenma se recusava a interromper.
Ele continuou. Mesmo quando você já estava arqueando as costas e soltando sons inarticulados de puro deleite, ele não parou. Ele estava superestimulando você de propósito, mantendo o ritmo acelerado enquanto você choramingava, sentindo-se sensível demais, quase à beira de um colapso sensorial.
— K-Kenma... para... chega... — você implorou, as mãos agarrando as coxas dele por cima da calça de moletom.
— Ainda não — ele disse friamente, embora o canto de sua boca estivesse levemente erguido em um sorriso satisfeito.
Ele só parou quando a tela exibiu a palavra "VITÓRIA" em letras douradas gigantes. Kenma soltou o teclado, suspirando levemente como se tivesse acabado de fazer um esforço mínimo, embora sua mão direita estivesse completamente encharcada.
Ele se inclinou para frente, saindo da cadeira e agachando-se entre suas pernas ainda abertas. Você estava ofegante, o peito subindo e descendo rapidamente, os cachos grudados na testa pelo suor. O chão abaixo de você estava visivelmente marcado pelo seu prazer.
Kenma levou a mão direita ao rosto, observando os dedos brilhantes e o líquido que ainda gotejava. Com uma calma deliberada, ele levou os dedos à boca e os lambeu, um por um, mantendo o contato visual com você o tempo todo.
— Sabe... — ele disse, limpando o canto dos lábios com o polegar, sua voz voltando ao tom preguiçoso de sempre — ... eu já testei muitos jogos, mas o seu gosto ainda é o meu favorito. É viciante.
Ele estendeu a mão para acariciar seu rosto, deixando um rastro de umidade na sua bochecha.
— Quer ir de novo? — perguntou ele, o brilho estratégico em seus olhos indicando que ele já estava planejando a próxima "partida". — Acho que ainda tenho alguns minutos antes da próxima live.
