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relacionamento lesbico abusivo
Fandom: lesbica
Created: 4/9/2026
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DarkAngstDramaPsychologicalJealousyGraphic ViolenceExplicit Language
Marcas de Propriedade
O som da chave girando na fechadura fez o estômago de Yasmin dar um nó. Ela estava sentada no sofá, com as pernas encolhidas e o olhar fixo na TV desligada, sentindo o suor frio escorrer pelas costas. Eram quase sete da noite. Ela sabia que Victoria chegaria irritada; o trânsito, o trabalho, o simples fato de o mundo existir lá fora sempre deixava Vic com os nervos à flor da pele. E o pior: Yasmin tinha cometido o erro de atender uma ligação da mãe à tarde, e Victoria odiava quando ela falava com "gente de fora" sem avisar.
A porta se abriu com um estrondo controlado. Victoria entrou, jogando a bolsa de couro no chão. Seus cachos escuros estavam levemente bagunçados, e o olhar que ela lançou para a loira sentada no sofá era puro fogo. Ela não disse "oi". Ela nunca dizia.
— Por que você não atendeu a porra do FaceTime que eu fiz às três da tarde, Yasmin? — A voz de Victoria era baixa, mas carregada de uma ameaça que fazia o ar parecer pesado.
Yasmin engoliu em seco, levantando-se devagar. Sua pele branca parecia ainda mais pálida sob a luz fria da sala.
— Meu celular estava carregando no quarto, Vic... eu juro. — A voz dela saiu trêmula. — Eu estava na cozinha lavando a louça, não ouvi.
Victoria caminhou até ela com passos lentos e predatórios. Ela era um pouco mais alta, e a forma como se impunha no espaço de Yasmin era sufocante. Ela parou a milímetros do rosto da loira, o cheiro do perfume importado misturado com um toque de tabaco invadindo os sentidos de Yasmin.
— Lavando a louça ou de fofoca com a sua mãe? — Victoria perguntou, arqueando uma sobrancelha. Ela pegou o queixo de Yasmin com força, obrigando-a a manter o contato visual. — Eu vi que você ficou em chamada por vinte minutos. Eu já não te falei que não quero você de gracinha com ninguém quando eu não estou em casa?
— É a minha mãe, Vic... ela só queria saber se eu estava bem — sussurrou Yasmin, sentindo as lágrimas picarem seus olhos.
— Você está bem porque eu cuido de você! — Victoria gritou, a voz ecoando pelas paredes do apartamento. — Ninguém mais precisa saber da nossa vida. Você é minha, Yasmin. Minha. Entendeu?
Antes que Yasmin pudesse responder, a mão de Victoria desceu rápida. O estalo do tapa ecoou no silêncio da sala, deixando uma marca vermelha instantânea na bochecha clara de Yasmin. A loira cambaleou para trás, a mão no rosto, o choque e a dor lutando por espaço no seu peito. Mas, estranhamente, junto com a dor, veio aquele calafrio familiar, aquela descarga de adrenalina que ela odiava admitir que a deixava tonta.
Victoria não parou. Ela avançou, segurando Yasmin pelos ombros e empurrando-a contra a parede. O impacto fez os quadros tremerem.
— Olha para mim — ordenou Victoria, a respiração ofegante agora. — Você acha que eu sou palhaça? Que eu saio para trabalhar e você fica aqui dando satisfação para os outros?
— Não... por favor, Vic... — Yasmin choramingava, mas seu corpo estava reagindo de forma traidora. O aperto firme de Victoria em seus braços, a possessividade bruta, o jeito que a morena a olhava como se ela fosse um objeto valioso que ninguém mais podia tocar... era doentio, e era excitante.
Victoria deslizou as mãos do ombro para o pescoço de Yasmin, apertando o suficiente para que a loira tivesse que levantar um pouco o queixo para respirar. Os olhos de Vic brilhavam com uma mistura de raiva e desejo incontrolável.
— Você não vai sair de casa amanhã. — Victoria decretou, a voz agora um sussurro rouco perto do ouvido de Yasmin. — Vou levar a chave. Você vai ficar aqui, me esperando, pensando no que fez. E se eu descobrir que você encostou naquele telefone de novo, vai ser muito pior.
— Você me machucou — sussurrou Yasmin, sentindo os dedos de Victoria se enterrarem em sua pele.
— Eu te marco porque você é minha — Victoria respondeu, e então sua boca colidiu com a de Yasmin em um beijo violento, sem qualquer doçura. Era uma disputa de território.
Yasmin gemeu contra os lábios dela, as mãos subindo hesitantes para os cabelos cacheados de Victoria. Ela odiava o controle, odiava o ciúme doentio, mas a intensidade de Victoria a consumia. Era como se ela só existisse quando Victoria estava ali, dominando cada centímetro do seu ser.
Victoria interrompeu o beijo, deixando um fio de saliva entre as duas. Ela desceu os beijos pelo pescoço de Yasmin, mordendo a pele sensível logo acima da clavícula, deixando marcas que seriam impossíveis de esconder com uma camiseta comum.
— Quero que todo mundo que te olhar saiba que você tem dona — murmurou Victoria, as mãos agora descendo para a cintura de Yasmin, apertando a carne com força, provavelmente deixando hematomas que amanhã estariam roxos. — Você é tão linda quando está com medo, sabia?
— Eu te odeio — mentiu Yasmin, a voz falhando enquanto ela arqueava o corpo contra o de Victoria.
— Odeia nada. Você ama que eu seja assim. Você adora saber que eu mataria qualquer um que chegasse perto de você — Victoria sorriu, um sorriso sombrio e vitorioso. — Agora vai para o quarto. Tira a roupa e me espera na cama. Eu vou tomar um banho e, quando eu sair, quero que você esteja pronta para me mostrar que aprendeu a lição.
Yasmin obedeceu. Suas pernas estavam bambas enquanto ela caminhava pelo corredor. Ela entrou no quarto escuro e começou a se despir, sentindo o arrepio do ar condicionado na pele nua. Ela se olhou no espelho da penteadeira; a bochecha ainda estava vermelha, e as marcas dos dedos de Victoria já começavam a aparecer em seus braços.
Ela se deitou na cama, o coração martelando contra as costelas. Minutos depois, o som do chuveiro parou. O silêncio que se seguiu era carregado de expectativa. Quando a porta do quarto se abriu, a silhueta de Victoria, apenas de toalha, dominou a entrada.
Victoria caminhou até a cama, deixando a toalha cair no chão. Ela subiu no colchão, ficando por cima de Yasmin, prendendo os pulsos da loira acima da cabeça com apenas uma mão.
— Você é minha bonequinha, não é? — Victoria perguntou, a voz vibrando de luxúria.
— Sou... — Yasmin respondeu, fechando os olhos, entregando-se ao ciclo vicioso de dor e prazer que era sua vida com Victoria.
— Repete.
— Eu sou sua, Vic. Só sua.
Victoria sorriu, baixando a cabeça para morder novamente o ombro da namorada.
— Ótimo. Porque se eu sentir cheiro de outra pessoa em você, ou se você ousar me desobedecer de novo, eu vou trancar você nesse quarto e não te deixo ver a luz do sol por uma semana. Entendeu?
— Entendi — ofegou Yasmin, sentindo o peso do corpo de Victoria sobre o seu, uma prisão de carne e desejo da qual ela, no fundo, não queria escapar.
A noite seria longa. Victoria não tinha pressa. Ela queria cada centímetro de Yasmin, queria cada lágrima e cada gemido de submissão. Para Victoria, o amor era uma guerra de posse, e ela já tinha vencido todas as batalhas. Yasmin era seu troféu, sua propriedade privada, e ela faria questão de que cada marca deixada naquela pele branca servisse como um aviso para o resto do mundo: propriedade exclusiva. Proibida a entrada.
A porta se abriu com um estrondo controlado. Victoria entrou, jogando a bolsa de couro no chão. Seus cachos escuros estavam levemente bagunçados, e o olhar que ela lançou para a loira sentada no sofá era puro fogo. Ela não disse "oi". Ela nunca dizia.
— Por que você não atendeu a porra do FaceTime que eu fiz às três da tarde, Yasmin? — A voz de Victoria era baixa, mas carregada de uma ameaça que fazia o ar parecer pesado.
Yasmin engoliu em seco, levantando-se devagar. Sua pele branca parecia ainda mais pálida sob a luz fria da sala.
— Meu celular estava carregando no quarto, Vic... eu juro. — A voz dela saiu trêmula. — Eu estava na cozinha lavando a louça, não ouvi.
Victoria caminhou até ela com passos lentos e predatórios. Ela era um pouco mais alta, e a forma como se impunha no espaço de Yasmin era sufocante. Ela parou a milímetros do rosto da loira, o cheiro do perfume importado misturado com um toque de tabaco invadindo os sentidos de Yasmin.
— Lavando a louça ou de fofoca com a sua mãe? — Victoria perguntou, arqueando uma sobrancelha. Ela pegou o queixo de Yasmin com força, obrigando-a a manter o contato visual. — Eu vi que você ficou em chamada por vinte minutos. Eu já não te falei que não quero você de gracinha com ninguém quando eu não estou em casa?
— É a minha mãe, Vic... ela só queria saber se eu estava bem — sussurrou Yasmin, sentindo as lágrimas picarem seus olhos.
— Você está bem porque eu cuido de você! — Victoria gritou, a voz ecoando pelas paredes do apartamento. — Ninguém mais precisa saber da nossa vida. Você é minha, Yasmin. Minha. Entendeu?
Antes que Yasmin pudesse responder, a mão de Victoria desceu rápida. O estalo do tapa ecoou no silêncio da sala, deixando uma marca vermelha instantânea na bochecha clara de Yasmin. A loira cambaleou para trás, a mão no rosto, o choque e a dor lutando por espaço no seu peito. Mas, estranhamente, junto com a dor, veio aquele calafrio familiar, aquela descarga de adrenalina que ela odiava admitir que a deixava tonta.
Victoria não parou. Ela avançou, segurando Yasmin pelos ombros e empurrando-a contra a parede. O impacto fez os quadros tremerem.
— Olha para mim — ordenou Victoria, a respiração ofegante agora. — Você acha que eu sou palhaça? Que eu saio para trabalhar e você fica aqui dando satisfação para os outros?
— Não... por favor, Vic... — Yasmin choramingava, mas seu corpo estava reagindo de forma traidora. O aperto firme de Victoria em seus braços, a possessividade bruta, o jeito que a morena a olhava como se ela fosse um objeto valioso que ninguém mais podia tocar... era doentio, e era excitante.
Victoria deslizou as mãos do ombro para o pescoço de Yasmin, apertando o suficiente para que a loira tivesse que levantar um pouco o queixo para respirar. Os olhos de Vic brilhavam com uma mistura de raiva e desejo incontrolável.
— Você não vai sair de casa amanhã. — Victoria decretou, a voz agora um sussurro rouco perto do ouvido de Yasmin. — Vou levar a chave. Você vai ficar aqui, me esperando, pensando no que fez. E se eu descobrir que você encostou naquele telefone de novo, vai ser muito pior.
— Você me machucou — sussurrou Yasmin, sentindo os dedos de Victoria se enterrarem em sua pele.
— Eu te marco porque você é minha — Victoria respondeu, e então sua boca colidiu com a de Yasmin em um beijo violento, sem qualquer doçura. Era uma disputa de território.
Yasmin gemeu contra os lábios dela, as mãos subindo hesitantes para os cabelos cacheados de Victoria. Ela odiava o controle, odiava o ciúme doentio, mas a intensidade de Victoria a consumia. Era como se ela só existisse quando Victoria estava ali, dominando cada centímetro do seu ser.
Victoria interrompeu o beijo, deixando um fio de saliva entre as duas. Ela desceu os beijos pelo pescoço de Yasmin, mordendo a pele sensível logo acima da clavícula, deixando marcas que seriam impossíveis de esconder com uma camiseta comum.
— Quero que todo mundo que te olhar saiba que você tem dona — murmurou Victoria, as mãos agora descendo para a cintura de Yasmin, apertando a carne com força, provavelmente deixando hematomas que amanhã estariam roxos. — Você é tão linda quando está com medo, sabia?
— Eu te odeio — mentiu Yasmin, a voz falhando enquanto ela arqueava o corpo contra o de Victoria.
— Odeia nada. Você ama que eu seja assim. Você adora saber que eu mataria qualquer um que chegasse perto de você — Victoria sorriu, um sorriso sombrio e vitorioso. — Agora vai para o quarto. Tira a roupa e me espera na cama. Eu vou tomar um banho e, quando eu sair, quero que você esteja pronta para me mostrar que aprendeu a lição.
Yasmin obedeceu. Suas pernas estavam bambas enquanto ela caminhava pelo corredor. Ela entrou no quarto escuro e começou a se despir, sentindo o arrepio do ar condicionado na pele nua. Ela se olhou no espelho da penteadeira; a bochecha ainda estava vermelha, e as marcas dos dedos de Victoria já começavam a aparecer em seus braços.
Ela se deitou na cama, o coração martelando contra as costelas. Minutos depois, o som do chuveiro parou. O silêncio que se seguiu era carregado de expectativa. Quando a porta do quarto se abriu, a silhueta de Victoria, apenas de toalha, dominou a entrada.
Victoria caminhou até a cama, deixando a toalha cair no chão. Ela subiu no colchão, ficando por cima de Yasmin, prendendo os pulsos da loira acima da cabeça com apenas uma mão.
— Você é minha bonequinha, não é? — Victoria perguntou, a voz vibrando de luxúria.
— Sou... — Yasmin respondeu, fechando os olhos, entregando-se ao ciclo vicioso de dor e prazer que era sua vida com Victoria.
— Repete.
— Eu sou sua, Vic. Só sua.
Victoria sorriu, baixando a cabeça para morder novamente o ombro da namorada.
— Ótimo. Porque se eu sentir cheiro de outra pessoa em você, ou se você ousar me desobedecer de novo, eu vou trancar você nesse quarto e não te deixo ver a luz do sol por uma semana. Entendeu?
— Entendi — ofegou Yasmin, sentindo o peso do corpo de Victoria sobre o seu, uma prisão de carne e desejo da qual ela, no fundo, não queria escapar.
A noite seria longa. Victoria não tinha pressa. Ela queria cada centímetro de Yasmin, queria cada lágrima e cada gemido de submissão. Para Victoria, o amor era uma guerra de posse, e ela já tinha vencido todas as batalhas. Yasmin era seu troféu, sua propriedade privada, e ela faria questão de que cada marca deixada naquela pele branca servisse como um aviso para o resto do mundo: propriedade exclusiva. Proibida a entrada.
