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Exame
Fandom: Harry Potter
Created: 4/11/2026
Tags
RomanceHurt/ComfortCurtainfic / Domestic StoryCanon SettingSlice of LifeAngst
O Alívio no Refúgio da Grifinória
A luz âmbar das velas flutuava suavemente pelo dormitório masculino da Grifinória, criando sombras longas que dançavam nas cortinas de veludo carmesim. O castelo de Hogwarts estava silencioso, mergulhado no repouso profundo da madrugada, mas para Harry, o sono era a última coisa em sua mente. Ele estava sentado na beira da cama, os óculos levemente tortos, observando com o coração apertado a figura encolhida à sua frente.
Você estava pálida, com as mãos pressionando o abdômen e a testa brilhando com uma fina camada de suor frio. O desconforto que vinha sentindo há dias havia atingido um ápice insuportável. Seu intestino, travado e teimoso, parecia ter se transformado em uma pedra dentro de você, causando uma cólica que tirava o fôlego e impedia qualquer movimento brusco.
— Ainda dói muito? — perguntou Harry, sua voz sendo pouco mais que um sussurro preocupado.
— Eu não aguento mais, Harry... — você murmurou, sentindo uma pontada aguda que a fez se curvar ainda mais. — Parece que eu vou explodir, mas não sai nada. Eu tentei, juro que tentei, mas dói demais.
Harry sentiu uma onda de proteção percorrer seu corpo. Ele não suportava ver você sofrendo, especialmente por algo tão íntimo e debilitante. Ele sabia que o feitiço *Anapneo* ou poções laxantes comuns não estavam funcionando; era algo físico, uma barreira que precisava de auxílio direto e paciência.
— Ei, olha para mim — ele disse, aproximando-se e segurando suas mãos geladas. — Eu vou te ajudar. Não precisa ter vergonha comigo, tá? Eu sou seu namorado, eu amo você e a gente vai resolver isso agora.
Ele se levantou e, com uma delicadeza extrema, ajudou você a se posicionar. Ele se sentou no chão, encostado na lateral da cama para ter apoio, e indicou que você deveria se aproximar. Com movimentos lentos para não agravar sua dor, Harry começou a descer suas calças e a peça íntima, deixando-as em torno dos seus tornozelos.
— Confia em mim — sussurrou ele.
Ele pediu que você se sentasse de costas no colo dele, mas de uma forma específica. Ele afastou as próprias pernas e puxou você para que ficasse posicionada entre as coxas dele, com o tronco levemente inclinado para a frente, apoiando seus braços nos joelhos dele. Era uma posição de vulnerabilidade total, mas o toque de Harry era firme e seguro.
— Eu vou precisar ver o que está acontecendo para ajudar, tudo bem? — Harry explicou, a voz calma para tentar diminuir a sua ansiedade.
— Por favor, Harry... só faz parar de doer — você pediu, as lágrimas começando a embaçar sua visão devido ao esforço e à frustração.
Harry respirou fundo, concentrado. Com as mãos grandes e quentes, ele segurou suas nádegas, sentindo a tensão muscular da região. Ele as afastou com cuidado, expondo a área que estava tão congestionada. Ele pôde ver imediatamente o problema: a pele estava esticada e avermelhada, sinalizando que a massa estava ali, presa, pressionando as paredes do ânus sem conseguir atravessar o esfíncter.
— Está muito perto, meu amor — Harry disse, tentando encorajá-la. — Mas está muito seco e duro. Eu vou pressionar em volta para ajudar a abrir caminho, ok?
Ele começou a aplicar uma pressão rítmica e firme nas bordas, empurrando as nádegas para fora e para os lados, tentando relaxar a musculatura que você, involuntariamente, contraía por causa da dor.
— Tenta relaxar, respira comigo — ele comandou, encostando o rosto em suas costas por um momento. — Inspira... e expira. Quando eu pressionar, você tenta empurrar só um pouquinho.
— Eu não consigo, dói muito! — você exclamou, apertando os punhos contra os joelhos dele.
— Você consegue sim. Eu estou aqui.
Harry continuou o trabalho manual, usando os polegares para massagear a periferia do ânus, tentando dilatar a abertura de forma manual e gentil. Ele via o esforço que seu corpo fazia. A cada tentativa, ele mantinha as nádegas bem afastadas, garantindo que não houvesse nenhuma obstrução externa.
Os minutos passavam lentamente. O silêncio do quarto era quebrado apenas pela respiração pesada de ambos e pelos gemidos baixos de desconforto que escapavam de seus lábios. Harry não demonstrava nenhum sinal de nojo ou cansaço; ele estava totalmente focado em ser o suporte que você precisava.
— Está quase lá — Harry murmurou, percebendo que a pressão constante que ele exercia estava finalmente começando a surtir efeito. — Eu estou vendo... está saindo. Continue assim, devagar.
Ele mudou a posição das mãos, aplicando uma pressão mais firme na base do cóccix e puxando a pele para fora com vigor, criando o máximo de espaço possível. Você sentiu uma sensação de rasgo, uma pressão imensa que parecia insuportável, mas as mãos de Harry eram como âncoras, impedindo que você desistisse.
— Harry, eu... — você começou a arquejar.
— Shhh, eu sei. Aguenta firme. Mais um pouco.
Com um esforço final e coordenado, onde Harry usou toda a força necessária para manter o canal aberto e ajudar a expulsão manual através da pressão externa nas nádegas, o bloqueio finalmente cedeu. O alívio foi instantâneo, uma onda de relaxamento que percorreu sua coluna enquanto o peso que a torturava há dias era finalmente expelido.
Você desabou contra o peito dele, o corpo tremendo devido à descarga de adrenalina e ao fim da dor aguda. Harry não soltou você imediatamente; ele continuou a segurar suas nádegas por mais alguns segundos, garantindo que tudo tivesse passado, antes de relaxar as mãos.
— Pronto... pronto, acabou — ele sussurrou, beijando seu ombro suado. — Você foi tão forte.
— Obrigada, Harry... — você soluçou, sentindo as lágrimas de alívio caírem de verdade agora. — Eu não sei o que teria feito sem você. Eu estava com tanta vergonha.
Harry a virou com cuidado no colo dele, ignorando qualquer sujeira ou a situação nada glamorosa, e a envolveu em um abraço apertado.
— Nunca tenha vergonha de mim — ele disse, olhando fundo nos seus olhos, limpando uma lágrima do seu rosto com o polegar. — Eu faria qualquer coisa para tirar sua dor. Sempre.
Ele ajudou você a se limpar com um feitiço rápido de limpeza e a se vestir novamente. O quarto parecia mais leve agora, o ar menos denso. Harry a levou para a cama, cobrindo-a com os edredons pesados e deitando-se ao seu lado.
— Dorme agora — ele pediu, puxando sua cabeça para o peito dele. — O pior já passou.
Você fechou os olhos, sentindo o batimento cardíaco constante de Harry sob seu ouvido. O intestino, antes uma fonte de agonia, agora estava em paz, e enquanto o sono finalmente chegava, você soube que não importava o quão difícil ou embaraçosa fosse a situação, Harry Potter estaria lá para segurar suas mãos — ou o que quer que fosse necessário — para garantir que você ficasse bem.
Você estava pálida, com as mãos pressionando o abdômen e a testa brilhando com uma fina camada de suor frio. O desconforto que vinha sentindo há dias havia atingido um ápice insuportável. Seu intestino, travado e teimoso, parecia ter se transformado em uma pedra dentro de você, causando uma cólica que tirava o fôlego e impedia qualquer movimento brusco.
— Ainda dói muito? — perguntou Harry, sua voz sendo pouco mais que um sussurro preocupado.
— Eu não aguento mais, Harry... — você murmurou, sentindo uma pontada aguda que a fez se curvar ainda mais. — Parece que eu vou explodir, mas não sai nada. Eu tentei, juro que tentei, mas dói demais.
Harry sentiu uma onda de proteção percorrer seu corpo. Ele não suportava ver você sofrendo, especialmente por algo tão íntimo e debilitante. Ele sabia que o feitiço *Anapneo* ou poções laxantes comuns não estavam funcionando; era algo físico, uma barreira que precisava de auxílio direto e paciência.
— Ei, olha para mim — ele disse, aproximando-se e segurando suas mãos geladas. — Eu vou te ajudar. Não precisa ter vergonha comigo, tá? Eu sou seu namorado, eu amo você e a gente vai resolver isso agora.
Ele se levantou e, com uma delicadeza extrema, ajudou você a se posicionar. Ele se sentou no chão, encostado na lateral da cama para ter apoio, e indicou que você deveria se aproximar. Com movimentos lentos para não agravar sua dor, Harry começou a descer suas calças e a peça íntima, deixando-as em torno dos seus tornozelos.
— Confia em mim — sussurrou ele.
Ele pediu que você se sentasse de costas no colo dele, mas de uma forma específica. Ele afastou as próprias pernas e puxou você para que ficasse posicionada entre as coxas dele, com o tronco levemente inclinado para a frente, apoiando seus braços nos joelhos dele. Era uma posição de vulnerabilidade total, mas o toque de Harry era firme e seguro.
— Eu vou precisar ver o que está acontecendo para ajudar, tudo bem? — Harry explicou, a voz calma para tentar diminuir a sua ansiedade.
— Por favor, Harry... só faz parar de doer — você pediu, as lágrimas começando a embaçar sua visão devido ao esforço e à frustração.
Harry respirou fundo, concentrado. Com as mãos grandes e quentes, ele segurou suas nádegas, sentindo a tensão muscular da região. Ele as afastou com cuidado, expondo a área que estava tão congestionada. Ele pôde ver imediatamente o problema: a pele estava esticada e avermelhada, sinalizando que a massa estava ali, presa, pressionando as paredes do ânus sem conseguir atravessar o esfíncter.
— Está muito perto, meu amor — Harry disse, tentando encorajá-la. — Mas está muito seco e duro. Eu vou pressionar em volta para ajudar a abrir caminho, ok?
Ele começou a aplicar uma pressão rítmica e firme nas bordas, empurrando as nádegas para fora e para os lados, tentando relaxar a musculatura que você, involuntariamente, contraía por causa da dor.
— Tenta relaxar, respira comigo — ele comandou, encostando o rosto em suas costas por um momento. — Inspira... e expira. Quando eu pressionar, você tenta empurrar só um pouquinho.
— Eu não consigo, dói muito! — você exclamou, apertando os punhos contra os joelhos dele.
— Você consegue sim. Eu estou aqui.
Harry continuou o trabalho manual, usando os polegares para massagear a periferia do ânus, tentando dilatar a abertura de forma manual e gentil. Ele via o esforço que seu corpo fazia. A cada tentativa, ele mantinha as nádegas bem afastadas, garantindo que não houvesse nenhuma obstrução externa.
Os minutos passavam lentamente. O silêncio do quarto era quebrado apenas pela respiração pesada de ambos e pelos gemidos baixos de desconforto que escapavam de seus lábios. Harry não demonstrava nenhum sinal de nojo ou cansaço; ele estava totalmente focado em ser o suporte que você precisava.
— Está quase lá — Harry murmurou, percebendo que a pressão constante que ele exercia estava finalmente começando a surtir efeito. — Eu estou vendo... está saindo. Continue assim, devagar.
Ele mudou a posição das mãos, aplicando uma pressão mais firme na base do cóccix e puxando a pele para fora com vigor, criando o máximo de espaço possível. Você sentiu uma sensação de rasgo, uma pressão imensa que parecia insuportável, mas as mãos de Harry eram como âncoras, impedindo que você desistisse.
— Harry, eu... — você começou a arquejar.
— Shhh, eu sei. Aguenta firme. Mais um pouco.
Com um esforço final e coordenado, onde Harry usou toda a força necessária para manter o canal aberto e ajudar a expulsão manual através da pressão externa nas nádegas, o bloqueio finalmente cedeu. O alívio foi instantâneo, uma onda de relaxamento que percorreu sua coluna enquanto o peso que a torturava há dias era finalmente expelido.
Você desabou contra o peito dele, o corpo tremendo devido à descarga de adrenalina e ao fim da dor aguda. Harry não soltou você imediatamente; ele continuou a segurar suas nádegas por mais alguns segundos, garantindo que tudo tivesse passado, antes de relaxar as mãos.
— Pronto... pronto, acabou — ele sussurrou, beijando seu ombro suado. — Você foi tão forte.
— Obrigada, Harry... — você soluçou, sentindo as lágrimas de alívio caírem de verdade agora. — Eu não sei o que teria feito sem você. Eu estava com tanta vergonha.
Harry a virou com cuidado no colo dele, ignorando qualquer sujeira ou a situação nada glamorosa, e a envolveu em um abraço apertado.
— Nunca tenha vergonha de mim — ele disse, olhando fundo nos seus olhos, limpando uma lágrima do seu rosto com o polegar. — Eu faria qualquer coisa para tirar sua dor. Sempre.
Ele ajudou você a se limpar com um feitiço rápido de limpeza e a se vestir novamente. O quarto parecia mais leve agora, o ar menos denso. Harry a levou para a cama, cobrindo-a com os edredons pesados e deitando-se ao seu lado.
— Dorme agora — ele pediu, puxando sua cabeça para o peito dele. — O pior já passou.
Você fechou os olhos, sentindo o batimento cardíaco constante de Harry sob seu ouvido. O intestino, antes uma fonte de agonia, agora estava em paz, e enquanto o sono finalmente chegava, você soube que não importava o quão difícil ou embaraçosa fosse a situação, Harry Potter estaria lá para segurar suas mãos — ou o que quer que fosse necessário — para garantir que você ficasse bem.
