
← Volver a la lista de fanfics
0 me gusta
Imagine
Fandom: Casal
Creado: 18/4/2026
Etiquetas
RomanceRecortes de VidaHistoria DomésticaPWP (¿Trama? ¿Qué trama?)Lenguaje ExplícitoAmbientación Canon
Entre Lençóis e Sussurros
A noite na casa da mãe de Abner tinha um silêncio reconfortante, quebrado apenas pelo som distante dos grilos e pelo zumbido baixo do ventilador de teto no quarto de hóspedes. O ar estava fresco, mas dentro do quarto o clima parecia carregar uma eletricidade estática, daquelas que fazem os pelos do braço se arrepiarem antes mesmo de qualquer toque.
Monalysa já estava deitada, sentindo o peso macio do edredom sobre suas pernas. Ela era um pouco mais baixa que ele, uma morena de curvas decididas e um olhar que sempre escondia uma pitada de malícia, mesmo quando tentava parecer comportada na casa da sogra. Ela vestia apenas uma camisola de seda curta, que subia perigosamente pelas suas coxas sempre que ela se mexia.
Abner entrou no quarto logo em seguida, fechando a porta com um clique quase inaudível. Ele era alto, de uma elegância rústica, com a pele morena que parecia brilhar sob a luz fraca do abajur de cabeceira. Ele tirou a camiseta, revelando os ombros largos e o abdômen definido, jogando-a em cima de uma cadeira qualquer antes de se enfiar debaixo das cobertas ao lado dela.
— Finalmente sozinhos — sussurrou ele, a voz saindo mais grave e rouca do que o normal.
Monalysa sorriu, fechando os olhos e sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— É melhor a gente dormir, Abner. Sua mãe acorda cedo e eu não quero aparecer na mesa do café com cara de quem não pregou o olho.
Abner soltou uma risada baixa, um som vibrante que Monalysa sentiu contra sua própria pele quando ele se aproximou. Ele não ficou do seu lado; ele se arrastou até que seu peito estivesse colado nas costas dela, envolvendo a cintura dela com um braço pesado e possessivo.
— E quem disse que eu estou com sono? — perguntou ele, roçando os lábios na curva do pescoço dela.
Monalysa sentiu um calafrio percorrer sua espinha. O toque dele era quente, e o cheiro de Abner — uma mistura de sabonete e aquele perfume amadeirado que ela tanto amava — invadiu seus sentidos, desarmando qualquer resistência que ela ainda tentasse manter.
— Abner... — ela murmurou, mas o tom não era de reprovação.
— Shh... — Ele começou a trilhar um caminho de beijos lentos e úmidos desde o lóbulo da orelha dela até o ombro. — Você sabe que eu não consigo ficar parado do seu lado sem querer te sentir.
A mão dele, que antes apenas repousava na cintura dela, começou a subir, a palma áspera e quente deslizando pela seda da camisola. Monalysa arqueou as costas instintivamente, entregando-se ao toque. Ela se virou na cama, ficando de frente para ele, os rostos a poucos centímetros de distância. Os olhos escuros de Abner brilhavam com uma intensidade predatória e safada que ela conhecia muito bem.
— Você é muito abusado — disse ela, passando os dedos pelos cabelos curtos dele.
— E você adora isso — rebateu ele, abrindo um sorriso de canto. — Ou vai dizer que prefere ir dormir agora?
Monalysa não respondeu com palavras. Em vez disso, ela puxou a nuca dele, colando seus lábios nos dele em um beijo urgente. Não era um beijo de boa noite; era um beijo carregado de desejo acumulado, as línguas se encontrando em um ritmo frenético e familiar.
Abner soltou um gemido baixo contra a boca dela e a puxou para mais perto, fazendo com que as pernas dela se entrelaçassem nas dele. A diferença de altura ficava evidente mesmo deitados, mas Monalysa se encaixava perfeitamente no abraço dele. As mãos dele desceram para o quadril dela, apertando a carne macia com firmeza, enquanto ele a trazia para cima de si.
— A gente tem que fazer silêncio — sussurrou Monalysa entre respirações ofegantes, sentindo o coração dele bater forte contra o seu peito.
— Então é melhor você morder o travesseiro — disse ele, a voz carregada de malícia —, porque eu não pretendo ser gentil hoje.
Ele inverteu as posições com agilidade, ficando por cima dela. O peso do corpo de Abner era uma pressão bem-vinda, e Monalysa sentiu a umidade crescer entre suas pernas enquanto ele distribuía beijos pelo seu decote, as mãos subindo para apertar seus seios por cima do tecido fino.
— Abner, por favor... — implorou ela, as unhas cravando-se nos ombros largos dele.
— Por favor o quê, Mona? — Ele parou por um segundo, olhando fixamente nos olhos dela, um sorriso desafiador nos lábios. — Diz o que você quer.
— Eu quero você. Agora.
Abner não precisou ouvir mais nada. Com um movimento rápido, ele se livrou do que restava de suas roupas, e logo em seguida, a camisola de Monalysa era apenas um detalhe descartado no chão do quarto. O contato de pele com pele foi como uma explosão. Ele era puro fogo, e ela era a lenha pronta para queimar.
Ele começou a explorar o corpo dela com uma lentidão torturante, usando a língua para mapear cada curva, cada centímetro de sua pele morena. Monalysa jogou a cabeça para trás, abafando um grito contra o próprio braço quando ele encontrou o ponto exato que a fazia perder o juízo.
— Você é tão linda — murmurou ele, a voz abafada contra a pele dela. — E é toda minha.
— Sou... — ela conseguiu dizer, a voz falhando. — Só sua.
Quando ele finalmente se uniu a ela, o mundo lá fora deixou de existir. Não havia casa da mãe, não havia manhã seguinte, não havia nada além do ritmo compassado de seus corpos e do som da respiração acelerada que preenchia o quarto. Abner se movia com uma confiança possessiva, cada estocada profunda fazendo Monalysa se agarrar a ele como se fosse sua única âncora em meio a uma tempestade.
O suor fazia suas peles grudarem, e o som dos corpos se encontrando era o único ritmo que importava. Abner segurou as mãos dela acima da cabeça, entrelaçando seus dedos, enquanto olhava nos olhos dela, querendo ver cada reação, cada centelha de prazer que ele causava.
— Olha para mim — ordenou ele, a voz rouca de desejo.
Monalysa obedeceu, os olhos nublados de luxúria focados no rosto dele. Ela viu a entrega dele, a forma como os músculos de seu pescoço saltavam e como ele mordia o lábio inferior para não fazer barulho. Naquele momento, a conexão entre eles era absoluta.
O clímax veio como uma onda avassaladora, arrastando os dois para um abismo de sensações intensas. Monalysa enterrou o rosto no pescoço de Abner, abafando um grito enquanto sentia o corpo dele estremecer contra o seu, despejando toda a sua energia nela.
Eles ficaram ali por longos minutos, abraçados, o silêncio retornando gradualmente enquanto suas respirações voltavam ao normal. Abner se deitou ao lado dela, puxando o edredom para cobri-los, mas sem soltá-la.
— Viu? — disse ele, dando um beijo carinhoso na testa dela. — Foi muito melhor do que só dormir.
Monalysa soltou uma risadinha cansada, aninhando-se no peito dele.
— Você não tem jeito, Abner.
— E você não me trocaria por nada — afirmou ele, fechando os olhos com um sorriso satisfeito.
— Não trocaria mesmo — confessou ela, deixando-se levar pelo sono, finalmente em paz, protegida pelo abraço do seu moreno.
Monalysa já estava deitada, sentindo o peso macio do edredom sobre suas pernas. Ela era um pouco mais baixa que ele, uma morena de curvas decididas e um olhar que sempre escondia uma pitada de malícia, mesmo quando tentava parecer comportada na casa da sogra. Ela vestia apenas uma camisola de seda curta, que subia perigosamente pelas suas coxas sempre que ela se mexia.
Abner entrou no quarto logo em seguida, fechando a porta com um clique quase inaudível. Ele era alto, de uma elegância rústica, com a pele morena que parecia brilhar sob a luz fraca do abajur de cabeceira. Ele tirou a camiseta, revelando os ombros largos e o abdômen definido, jogando-a em cima de uma cadeira qualquer antes de se enfiar debaixo das cobertas ao lado dela.
— Finalmente sozinhos — sussurrou ele, a voz saindo mais grave e rouca do que o normal.
Monalysa sorriu, fechando os olhos e sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— É melhor a gente dormir, Abner. Sua mãe acorda cedo e eu não quero aparecer na mesa do café com cara de quem não pregou o olho.
Abner soltou uma risada baixa, um som vibrante que Monalysa sentiu contra sua própria pele quando ele se aproximou. Ele não ficou do seu lado; ele se arrastou até que seu peito estivesse colado nas costas dela, envolvendo a cintura dela com um braço pesado e possessivo.
— E quem disse que eu estou com sono? — perguntou ele, roçando os lábios na curva do pescoço dela.
Monalysa sentiu um calafrio percorrer sua espinha. O toque dele era quente, e o cheiro de Abner — uma mistura de sabonete e aquele perfume amadeirado que ela tanto amava — invadiu seus sentidos, desarmando qualquer resistência que ela ainda tentasse manter.
— Abner... — ela murmurou, mas o tom não era de reprovação.
— Shh... — Ele começou a trilhar um caminho de beijos lentos e úmidos desde o lóbulo da orelha dela até o ombro. — Você sabe que eu não consigo ficar parado do seu lado sem querer te sentir.
A mão dele, que antes apenas repousava na cintura dela, começou a subir, a palma áspera e quente deslizando pela seda da camisola. Monalysa arqueou as costas instintivamente, entregando-se ao toque. Ela se virou na cama, ficando de frente para ele, os rostos a poucos centímetros de distância. Os olhos escuros de Abner brilhavam com uma intensidade predatória e safada que ela conhecia muito bem.
— Você é muito abusado — disse ela, passando os dedos pelos cabelos curtos dele.
— E você adora isso — rebateu ele, abrindo um sorriso de canto. — Ou vai dizer que prefere ir dormir agora?
Monalysa não respondeu com palavras. Em vez disso, ela puxou a nuca dele, colando seus lábios nos dele em um beijo urgente. Não era um beijo de boa noite; era um beijo carregado de desejo acumulado, as línguas se encontrando em um ritmo frenético e familiar.
Abner soltou um gemido baixo contra a boca dela e a puxou para mais perto, fazendo com que as pernas dela se entrelaçassem nas dele. A diferença de altura ficava evidente mesmo deitados, mas Monalysa se encaixava perfeitamente no abraço dele. As mãos dele desceram para o quadril dela, apertando a carne macia com firmeza, enquanto ele a trazia para cima de si.
— A gente tem que fazer silêncio — sussurrou Monalysa entre respirações ofegantes, sentindo o coração dele bater forte contra o seu peito.
— Então é melhor você morder o travesseiro — disse ele, a voz carregada de malícia —, porque eu não pretendo ser gentil hoje.
Ele inverteu as posições com agilidade, ficando por cima dela. O peso do corpo de Abner era uma pressão bem-vinda, e Monalysa sentiu a umidade crescer entre suas pernas enquanto ele distribuía beijos pelo seu decote, as mãos subindo para apertar seus seios por cima do tecido fino.
— Abner, por favor... — implorou ela, as unhas cravando-se nos ombros largos dele.
— Por favor o quê, Mona? — Ele parou por um segundo, olhando fixamente nos olhos dela, um sorriso desafiador nos lábios. — Diz o que você quer.
— Eu quero você. Agora.
Abner não precisou ouvir mais nada. Com um movimento rápido, ele se livrou do que restava de suas roupas, e logo em seguida, a camisola de Monalysa era apenas um detalhe descartado no chão do quarto. O contato de pele com pele foi como uma explosão. Ele era puro fogo, e ela era a lenha pronta para queimar.
Ele começou a explorar o corpo dela com uma lentidão torturante, usando a língua para mapear cada curva, cada centímetro de sua pele morena. Monalysa jogou a cabeça para trás, abafando um grito contra o próprio braço quando ele encontrou o ponto exato que a fazia perder o juízo.
— Você é tão linda — murmurou ele, a voz abafada contra a pele dela. — E é toda minha.
— Sou... — ela conseguiu dizer, a voz falhando. — Só sua.
Quando ele finalmente se uniu a ela, o mundo lá fora deixou de existir. Não havia casa da mãe, não havia manhã seguinte, não havia nada além do ritmo compassado de seus corpos e do som da respiração acelerada que preenchia o quarto. Abner se movia com uma confiança possessiva, cada estocada profunda fazendo Monalysa se agarrar a ele como se fosse sua única âncora em meio a uma tempestade.
O suor fazia suas peles grudarem, e o som dos corpos se encontrando era o único ritmo que importava. Abner segurou as mãos dela acima da cabeça, entrelaçando seus dedos, enquanto olhava nos olhos dela, querendo ver cada reação, cada centelha de prazer que ele causava.
— Olha para mim — ordenou ele, a voz rouca de desejo.
Monalysa obedeceu, os olhos nublados de luxúria focados no rosto dele. Ela viu a entrega dele, a forma como os músculos de seu pescoço saltavam e como ele mordia o lábio inferior para não fazer barulho. Naquele momento, a conexão entre eles era absoluta.
O clímax veio como uma onda avassaladora, arrastando os dois para um abismo de sensações intensas. Monalysa enterrou o rosto no pescoço de Abner, abafando um grito enquanto sentia o corpo dele estremecer contra o seu, despejando toda a sua energia nela.
Eles ficaram ali por longos minutos, abraçados, o silêncio retornando gradualmente enquanto suas respirações voltavam ao normal. Abner se deitou ao lado dela, puxando o edredom para cobri-los, mas sem soltá-la.
— Viu? — disse ele, dando um beijo carinhoso na testa dela. — Foi muito melhor do que só dormir.
Monalysa soltou uma risadinha cansada, aninhando-se no peito dele.
— Você não tem jeito, Abner.
— E você não me trocaria por nada — afirmou ele, fechando os olhos com um sorriso satisfeito.
— Não trocaria mesmo — confessou ela, deixando-se levar pelo sono, finalmente em paz, protegida pelo abraço do seu moreno.
