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casais
Fandom: nenhum
Creado: 19/4/2026
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RomanceRecortes de VidaPWP (¿Trama? ¿Qué trama?)Ambientación CanonDramaLenguaje Explícito
Entre Saques e Suspiros
O ginásio da escola ainda ressoava com o som das bolas de vôlei batendo contra o chão de madeira, mas para Helena, o mundo parecia ter entrado em câmera lenta. Ela limpou o suor da testa, os olhos verdes fixos na figura de Leonardo do outro lado da rede. Ele estava sem camisa, o corpo moreno e definido brilhando sob as luzes fortes, e toda vez que ele sorria, exibindo o aparelho que, estranhamente, o deixava ainda mais charmoso, o coração dela errava uma batida.
— Ótimo treino hoje, Helena — disse Leonardo, aproximando-se com uma timidez que contrastava com seu porte físico.
— Você também jogou muito, Leo — ela respondeu, sentindo o rosto esquentar. — Aquele último bloqueio foi incrível.
Leonardo coçou a nuca, sem saber como continuar. O desejo de chamá-la para sair queimava em seu peito, mas a falta de atitude o prendia. Helena, percebendo o silêncio, deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles. O cheiro de adrenalina e o calor que emanava dele eram inebriantes.
Enquanto isso, no vestiário feminino, Emilly guardava sua joelheira. Ela era a estrela do time, morena com as pontas do cabelo roxas que balançavam conforme ela se movia. Seu celular vibrou no banco: uma chamada de vídeo de Letícia.
— Oi, minha linda — a voz de Letícia saiu rouca pelo alto-falante. Ela estava em seu quarto, em outro estado, usando um boné virado para trás e um moletom largo que Emilly adorava.
— Que saudade desse sorriso, Lety — disse Emilly, sentindo um aperto no peito. — Queria você aqui agora.
— Eu também, morena. Não aguento mais essa distância.
A tensão entre as duas era palpável, mesmo através da tela. Letícia mordeu o lábio inferior, um gesto que sempre desarmava Emilly. A conexão entre elas era intensa, uma mistura de amizade profunda e um desejo que atravessava fronteiras.
Longe dali, na biblioteca da escola que já estava quase vazia, Eduardo e Lorenna fingiam estudar para a prova de biologia. Eduardo, com seu cabelo moreno sempre levemente bagunçado, não conseguia tirar os olhos de Lorenna. Ela era perfeita: a pele branca, o cabelo preto como a asa de uma graúna e um rosto que parecia esculpido por um artista.
— Eduardo, você não leu nem uma página — sussurrou Lorenna, com um sorriso travesso.
— É difícil focar em células quando a coisa mais linda do mundo está sentada na minha frente — ele respondeu, fechando o livro bruscamente.
Lorenna sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ela era completamente apaixonada por ele, mas sua natureza passiva a fazia esperar sempre pelo primeiro passo dele. Eduardo, percebendo a abertura, segurou a mão dela por cima da mesa.
— Vamos sair daqui? — perguntou ele, a voz carregada de intenção.
Lorenna apenas assentiu, o coração disparado.
Eduardo a levou para uma sala de música desativada no final do corredor. Assim que a porta se fechou, ele a prensou contra a madeira fria. O contraste entre a pele alva dela e as mãos morenas dele era hipnotizante.
— Eu esperei o dia todo por isso — sussurrou Eduardo, antes de selar seus lábios nos dela.
O beijo começou lento, uma exploração faminta, mas logo se tornou urgente. As mãos de Eduardo desceram para a cintura de Lorenna, puxando-a para mais perto, enquanto ela passava os dedos pelos cabelos dele, entregando-se completamente ao momento.
— Você é tão linda, Lorenna — ele murmurou entre beijos, descendo para o pescoço dela.
Lorenna soltou um suspiro baixo, a cabeça pendendo para trás.
— Eduardo... por favor...
Ele a levantou, colocando-a sobre o piano coberto por um lençol. As mãos dele subiram por baixo da saia do uniforme, encontrando a pele macia das coxas dela. Lorenna arqueou as costas, sentindo o calor dele contra o seu. Eduardo desabotoou a camisa com pressa, revelando o peito largo, e logo estavam despidos de inibições e roupas.
O toque de Eduardo era firme, mas carregado de uma adoração que fazia Lorenna se sentir única. Quando ele finalmente se uniu a ela, o mundo lá fora deixou de existir. Cada movimento era uma sincronia perfeita de desejo e entrega. Lorenna gemia o nome dele, as unhas cravadas nos ombros morenos, enquanto Eduardo se perdia na imensidão branca daquela pele que ele tanto cobiçava.
Enquanto isso, a quilômetros de distância, Emilly e Letícia levavam sua conexão para outro nível. A tela do celular era a única ponte entre elas.
— Tira o moletom, Lety — pediu Emilly, a voz falhando. — Quero ver você.
Letícia obedeceu, revelando a pele morena e as curvas que Emilly conhecia de cor. A distância física era torturante, mas a química era inegável. Elas começaram a se tocar, guiadas pelas palavras uma da outra, uma dança de prazer solitário, mas compartilhado intensamente.
— Imagina que sou eu, Lety... imagina minha mão aí — sussurrou Emilly, fechando os olhos e deixando-se levar pela voz da namorada.
— Eu sinto você, Em... eu sinto.
No ginásio, o silêncio finalmente reinava. Helena e Leonardo ainda estavam perto da rede. A tensão acumulada durante meses de treinos e olhares furtivos finalmente explodiu. Foi Helena quem quebrou a barreira, puxando Leonardo pela gola da camiseta de treino que ele havia voltado a vestir.
— Chega de desculpas, Leo — disse ela, os olhos verdes brilhando de determinação.
Ele não precisou de mais nada. O beijo de Leonardo foi intenso, o metal do aparelho roçando levemente nos lábios dela, trazendo uma sensação elétrica. Ele a conduziu para o depósito de materiais esportivos, um lugar escuro e privado.
Entre bolas de vôlei e redes guardadas, Leonardo mostrou que sua falta de atitude era apenas externa. Ele a envolveu com seus braços fortes, o sorriso perfeito agora transformado em uma expressão de desejo puro. Helena se perdeu no toque dele, no contraste de sua delicadeza com a força bruta do atleta. O prazer ali era urgente, uma celebração de dois corpos que se desejavam em silêncio por tempo demais.
De volta à sala de música, o silêncio pós-êxtase era preenchido apenas pela respiração pesada de Eduardo e Lorenna. Ele a abraçava por trás, o queixo apoiado no ombro dela.
— Eu te amo, Lorenna — disse ele, a voz sincera.
— Eu também te amo, Edu — ela respondeu, sentindo-se completa.
Naquela noite, em diferentes lugares e de diferentes formas, os desejos que fervilhavam nos corredores da escola e através das telas de celular encontraram seu ápice. O amor e a paixão, em todas as suas cores e intensidades, haviam finalmente vencido.
— Ótimo treino hoje, Helena — disse Leonardo, aproximando-se com uma timidez que contrastava com seu porte físico.
— Você também jogou muito, Leo — ela respondeu, sentindo o rosto esquentar. — Aquele último bloqueio foi incrível.
Leonardo coçou a nuca, sem saber como continuar. O desejo de chamá-la para sair queimava em seu peito, mas a falta de atitude o prendia. Helena, percebendo o silêncio, deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles. O cheiro de adrenalina e o calor que emanava dele eram inebriantes.
Enquanto isso, no vestiário feminino, Emilly guardava sua joelheira. Ela era a estrela do time, morena com as pontas do cabelo roxas que balançavam conforme ela se movia. Seu celular vibrou no banco: uma chamada de vídeo de Letícia.
— Oi, minha linda — a voz de Letícia saiu rouca pelo alto-falante. Ela estava em seu quarto, em outro estado, usando um boné virado para trás e um moletom largo que Emilly adorava.
— Que saudade desse sorriso, Lety — disse Emilly, sentindo um aperto no peito. — Queria você aqui agora.
— Eu também, morena. Não aguento mais essa distância.
A tensão entre as duas era palpável, mesmo através da tela. Letícia mordeu o lábio inferior, um gesto que sempre desarmava Emilly. A conexão entre elas era intensa, uma mistura de amizade profunda e um desejo que atravessava fronteiras.
Longe dali, na biblioteca da escola que já estava quase vazia, Eduardo e Lorenna fingiam estudar para a prova de biologia. Eduardo, com seu cabelo moreno sempre levemente bagunçado, não conseguia tirar os olhos de Lorenna. Ela era perfeita: a pele branca, o cabelo preto como a asa de uma graúna e um rosto que parecia esculpido por um artista.
— Eduardo, você não leu nem uma página — sussurrou Lorenna, com um sorriso travesso.
— É difícil focar em células quando a coisa mais linda do mundo está sentada na minha frente — ele respondeu, fechando o livro bruscamente.
Lorenna sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ela era completamente apaixonada por ele, mas sua natureza passiva a fazia esperar sempre pelo primeiro passo dele. Eduardo, percebendo a abertura, segurou a mão dela por cima da mesa.
— Vamos sair daqui? — perguntou ele, a voz carregada de intenção.
Lorenna apenas assentiu, o coração disparado.
Eduardo a levou para uma sala de música desativada no final do corredor. Assim que a porta se fechou, ele a prensou contra a madeira fria. O contraste entre a pele alva dela e as mãos morenas dele era hipnotizante.
— Eu esperei o dia todo por isso — sussurrou Eduardo, antes de selar seus lábios nos dela.
O beijo começou lento, uma exploração faminta, mas logo se tornou urgente. As mãos de Eduardo desceram para a cintura de Lorenna, puxando-a para mais perto, enquanto ela passava os dedos pelos cabelos dele, entregando-se completamente ao momento.
— Você é tão linda, Lorenna — ele murmurou entre beijos, descendo para o pescoço dela.
Lorenna soltou um suspiro baixo, a cabeça pendendo para trás.
— Eduardo... por favor...
Ele a levantou, colocando-a sobre o piano coberto por um lençol. As mãos dele subiram por baixo da saia do uniforme, encontrando a pele macia das coxas dela. Lorenna arqueou as costas, sentindo o calor dele contra o seu. Eduardo desabotoou a camisa com pressa, revelando o peito largo, e logo estavam despidos de inibições e roupas.
O toque de Eduardo era firme, mas carregado de uma adoração que fazia Lorenna se sentir única. Quando ele finalmente se uniu a ela, o mundo lá fora deixou de existir. Cada movimento era uma sincronia perfeita de desejo e entrega. Lorenna gemia o nome dele, as unhas cravadas nos ombros morenos, enquanto Eduardo se perdia na imensidão branca daquela pele que ele tanto cobiçava.
Enquanto isso, a quilômetros de distância, Emilly e Letícia levavam sua conexão para outro nível. A tela do celular era a única ponte entre elas.
— Tira o moletom, Lety — pediu Emilly, a voz falhando. — Quero ver você.
Letícia obedeceu, revelando a pele morena e as curvas que Emilly conhecia de cor. A distância física era torturante, mas a química era inegável. Elas começaram a se tocar, guiadas pelas palavras uma da outra, uma dança de prazer solitário, mas compartilhado intensamente.
— Imagina que sou eu, Lety... imagina minha mão aí — sussurrou Emilly, fechando os olhos e deixando-se levar pela voz da namorada.
— Eu sinto você, Em... eu sinto.
No ginásio, o silêncio finalmente reinava. Helena e Leonardo ainda estavam perto da rede. A tensão acumulada durante meses de treinos e olhares furtivos finalmente explodiu. Foi Helena quem quebrou a barreira, puxando Leonardo pela gola da camiseta de treino que ele havia voltado a vestir.
— Chega de desculpas, Leo — disse ela, os olhos verdes brilhando de determinação.
Ele não precisou de mais nada. O beijo de Leonardo foi intenso, o metal do aparelho roçando levemente nos lábios dela, trazendo uma sensação elétrica. Ele a conduziu para o depósito de materiais esportivos, um lugar escuro e privado.
Entre bolas de vôlei e redes guardadas, Leonardo mostrou que sua falta de atitude era apenas externa. Ele a envolveu com seus braços fortes, o sorriso perfeito agora transformado em uma expressão de desejo puro. Helena se perdeu no toque dele, no contraste de sua delicadeza com a força bruta do atleta. O prazer ali era urgente, uma celebração de dois corpos que se desejavam em silêncio por tempo demais.
De volta à sala de música, o silêncio pós-êxtase era preenchido apenas pela respiração pesada de Eduardo e Lorenna. Ele a abraçava por trás, o queixo apoiado no ombro dela.
— Eu te amo, Lorenna — disse ele, a voz sincera.
— Eu também te amo, Edu — ela respondeu, sentindo-se completa.
Naquela noite, em diferentes lugares e de diferentes formas, os desejos que fervilhavam nos corredores da escola e através das telas de celular encontraram seu ápice. O amor e a paixão, em todas as suas cores e intensidades, haviam finalmente vencido.
