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Instinto fora do controle

Fandom: Twice

Creado: 19/4/2026

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Instinto Enclausurado

O som metálico do elevador parando abruptamente entre o 12º e o 13º andar ecoou como um veredito. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo zumbido baixo da ventilação insuficiente e pela respiração descompassada de Mina. Ela não conhecia a mulher alta e de ombros largos que estava ao seu lado, mas o cheiro que emanava dela — uma mistura inebriante de sândalo, chuva e algo profundamente selvagem — indicava que aquele não era um momento comum.

Momo estava encostada na parede de metal, as mãos fechadas em punhos tão apertados que os nós dos dedos estavam brancos. Ela sentia o calor subindo por sua espinha, uma febre que nublava seu raciocínio. O cio havia começado antes do esperado, uma onda avassaladora que transformava seu autocontrole em cinzas.

— Você está bem? — a voz de Mina era suave, mas carregada de uma ansiedade instintiva.

Como ômega, Mina sentia a pressão da aura de Momo. O ar no elevador estava ficando denso, saturado com feromônios de alfa em estado de alerta máximo. O cheiro de Mina, por outro lado, era como pêssegos maduros e flores brancas, um convite silencioso que agredia os sentidos de Momo.

— Afaste-se — rosnou Momo, a voz oitavas abaixo do normal, vibrando com uma autoridade que fez as pernas de Mina tremerem. — O elevador travou. Eu não... eu não consigo controlar isso agora.

— Eu percebi — Mina deu um passo cauteloso à frente, ignorando o aviso. — O painel de emergência não está respondendo. Vamos ficar presas aqui por um tempo.

Momo soltou um gemido baixo, uma mistura de dor e desejo reprimido. Ela deslizou as costas pela parede até se sentar no chão frio, puxando os joelhos contra o peito. O suor brilhava em sua testa, e seus olhos, geralmente gentis, agora brilhavam com uma intensidade predatória.

— Você é uma ômega — disse Momo, tentando focar na luz fraca do teto. — Se você ficar perto, eu vou perder o juízo. Por favor, fique do outro lado.

Mina observou a agonia da desconhecida. Havia algo na vulnerabilidade daquela alfa que a atraía. Em vez de se afastar, ela se ajoelhou à frente de Momo. O aroma de pêssego intensificou-se conforme Mina se inclinava, o calor de seu corpo quase tocando o de Momo.

— Eu não sou uma estranha aos ciclos, alfa — sussurrou Mina, estendendo a mão para tocar o rosto de Momo. — E eu não vou deixar você sofrer sozinha nesse espaço apertado. Se você precisa ceder, ceda comigo.

O toque foi o estopim. Momo agarrou o pulso de Mina com uma força que beirava a agressão, mas Mina não recuou. Os olhos de Momo encontraram os dela, e a barreira final de civilidade se quebrou.

— Você não tem ideia do que está pedindo — Momo rosnou, puxando Mina para o seu colo com um movimento brusco.

— Eu sei exatamente o que quero — respondeu Mina, envolvendo o pescoço de Momo com os braços, sentindo o volume rígido entre as pernas da alfa pressionando contra sua coxa.

Momo não esperou mais. Ela atacou os lábios de Mina com uma fome desesperada, uma colisão de dentes e línguas que buscavam domínio e alívio. Suas mãos subiram por baixo da blusa de Mina, apertando a carne macia de sua cintura, enquanto o som de respirações pesadas preenchia a caixa de metal.

— Tire isso — ordenou Momo contra a pele do pescoço de Mina, antes de morder o local onde a glândula de cheiro pulsava.

Mina gemeu alto, a cabeça jogada para trás. Com dedos trêmulos, ela se livrou da blusa e ajudou Momo a se despir. Quando a alfa se libertou das calças, seu membro — longo, pulsante e já lubrificado pelo desejo — saltou, pronto para o combate. Mina arqueou as costas, sentindo a ponta quente roçar em sua entrada já úmida através da calcinha.

— Agora, alfa — implorou Mina, rasgando a própria lingerie para se abrir completamente. — Me use. Me ajude a passar por isso com você.

Momo posicionou Mina sobre seu colo, as mãos grandes segurando os quadris da ômega com firmeza. Com um impulso ascendente, ela penetrou Mina de uma só vez. O grito de Mina foi abafado pelo beijo de Momo. O preenchimento era total, bruto e profundo.

— Você é tão apertada... — Momo sibilou, começando a estocar com uma força rítmica que fazia o elevador balançar levemente. — Porra, Mina... seu cheiro está me deixando louca.

— Mais... mais forte — pediu Mina, as unhas cravadas nos ombros de Momo. — Não pare.

A primeira vez foi rápida e violenta. Momo não tinha sutileza; ela era puro instinto. Cada estocada era um impacto seco, o som da pele batendo contra a pele ecoando nas paredes de aço. Mina sentia cada centímetro da alfa dentro dela, o pênis de Momo latejando contra as paredes de seu útero até que ambas atingiram o ápice em um clímax que as deixou ofegantes e trêmulas, o sêmen de Momo preenchendo Mina até transbordar.

O silêncio retornou por alguns minutos, mas o cio de uma alfa não era aplacado tão facilmente. O calor no elevador era sufocante. Momo ainda estava dentro de Mina, sentindo a ômega pulsar ao redor dela.

— Eu não terminei — avisou Momo, a voz rouca, os olhos fixos nos de Mina. — Eu quero você de quatro. Quero ver como você fica por trás.

Mina obedeceu, sentindo-se dominada e excitada pela autoridade na voz de Momo. Ela se apoiou nas mãos e joelhos, de frente para a porta espelhada do elevador. Momo se posicionou atrás dela, admirando a visão da pele pálida de Mina contra o chão escuro.

— Olhe para você — disse Momo, passando a mão com força pelas nádegas de Mina antes de entrar novamente, desta vez com um ângulo mais agressivo. — Você é minha cadela agora, não é? Minha ômega de elevador.

— Sim... sou sua — ofegou Mina, vendo o próprio reflexo, os olhos nublados de luxúria. — Me foda, Momo. Me foda como se eu fosse nada.

Momo acelerou o passo, as mãos puxando o cabelo de Mina para trás para expor seu pescoço. Ela não poupou palavras, descrevendo cada sensação, cada detalhe de como o corpo de Mina a recebia. Era um sexo pesado, sujo, marcado pelo som de tapas e gemidos guturais. Momo gozou novamente, um jorro quente que pintou as coxas de Mina, mas o desejo ainda queimava.

A terceira rodada começou quase imediatamente. A exaustão estava presente, mas a necessidade química era maior. Momo virou Mina de costas no chão, levantando suas pernas e apoiando-as em seus ombros.

— Eu vou marcar você — rosnou Momo, a voz carregada de uma possessividade perigosa. — Ninguém mais vai sentir esse cheiro em você sem saber que eu estive aqui.

— Faça — desafiou Mina, envolvendo as pernas ao redor da cintura de Momo, puxando-a para mais perto. — Me marque. Me preencha até eu não conseguir andar.

Desta vez, o ritmo foi lento e torturante. Momo entrava e saía devagar, fazendo Mina implorar pelo movimento rápido. Ela brincava com o clitóris de Mina com o polegar enquanto se movia dentro dela, criando uma sobrecarga sensorial que fazia Mina soluçar.

— Por favor, Momo... eu não aguento mais... — Mina choramingava, o corpo inteiro em espasmos.

— Agüenta sim. Você vai receber tudo o que eu tenho — Momo respondeu, aumentando a velocidade drasticamente. — Sinta isso, Mina. Sinta como eu sou grande dentro de você. Sinta como você me pertence agora.

O clímax final foi devastador. Momo se prendeu a Mina, o nó na base de seu membro começando a inchar, selando as duas em um abraço biológico inevitável. Elas gritaram juntas, as vozes se fundindo enquanto o prazer as levava ao limite da consciência.

Horas depois, quando as luzes do elevador finalmente piscaram e o motor voltou a girar, elas estavam sentadas lado a lado, vestidas de forma desleixada, o cheiro de sexo e feromônios ainda impregnado em cada centímetro do espaço.

— Eles vão abrir a porta em breve — disse Mina, a voz fraca, mas satisfeita.

Momo olhou para a mulher que, até uma hora atrás, era uma desconhecida. Ela limpou um traço de suor da bochecha de Mina.

— Você salvou minha sanidade hoje — confessou Momo. — Mas eu não acho que vou conseguir deixar você ir embora tão fácil depois disso.

Mina sorriu, um brilho travesso nos olhos enquanto o elevador chegava ao térreo.

— Quem disse que eu quero ir embora?
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