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Uzuiren✨️🍩
Fandom: Demon slayer
Creado: 6/5/2026
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RomancePWP (¿Trama? ¿Qué trama?)Ambientación CanonLenguaje ExplícitoHistóricoHistoria Doméstica
O Brilho das Chamas e a Extravagância do Prazer
A noite em Tóquio exalava um perfume de jasmim e madeira queimada, uma combinação que Uzui Tengen considerava apropriada para um encontro com Kyojuro Rengoku. O jantar havia sido, como esperado, barulhento e memorável. Rengoku gritara "Umai!" a cada nova tigela de tempura e udon, atraindo olhares de todos os clientes do restaurante, enquanto Uzui, com sua postura imponente e joias brilhando sob a luz das lanternas, apenas sorria de forma convencida, aproveitando o espetáculo que era o Hashira das Chamas.
Agora, no silêncio do casarão de Uzui, a energia era diferente. A extravagância das ruas dera lugar a uma tensão elétrica e palpável. Uzui observava Rengoku, que tentava desamarrar sua capa com uma elegância que parecia contrastar com a intensidade de sua voz.
— Uzui! O jantar foi verdadeiramente magnífico! — gritou Rengoku, com os olhos brilhando como brasas. — Sinto-me revigorado!
Uzui deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles. O som dos seus guizos ecoou suavemente no quarto. Ele estendeu a mão e segurou o queixo de Kyojuro, obrigando o homem mais baixo a focar naqueles olhos pintados com maquiagem vermelha.
— Você grita demais, Kyojuro — sussurrou Uzui, sua voz agora baixa e rouca, carregada de uma intenção que não deixava margem para dúvidas. — Mas eu admito... essa sua energia é o que me deixa mais excitado.
Rengoku sorriu, um sorriso largo e honesto que costumava desarmar qualquer um, mas Uzui não estava ali para ser desarmado. Ele queria dominar. O desejo de Uzui pelo Hashira das Chamas havia crescido a cada minuto do encontro, alimentado pela forma como Rengoku comia, como ria e como olhava para o mundo com uma paixão avassaladora.
Sem aviso, Uzui avançou. Ele agarrou Rengoku pela cintura e o empurrou contra a parede de madeira entalhada, selando seus lábios em um beijo calcinante. Não era um beijo delicado; era uma colisão de dentes, línguas e uma sede desesperada. Rengoku soltou um som abafado, uma mistura de surpresa e aceitação, enquanto suas mãos buscavam os ombros largos de Uzui, apertando os músculos firmes do Shinobi.
Uzui separou o beijo apenas o suficiente para olhar nos olhos de Rengoku, que estavam levemente nublados pelo desejo.
— Quero ver se você queima tão forte na cama quanto no campo de batalha — disse Uzui, exibindo um sorriso atrevido.
Com um movimento rápido e extravagante, Uzui pegou Rengoku no colo e o levou até o futon centralizado no quarto. Ele o empurrou para os lençóis de seda com uma força controlada, mas possessiva. Rengoku caiu de costas, o cabelo loiro com pontas vermelhas espalhando-se como chamas sobre o tecido escuro.
— Uzui! Você é realmente um homem de ações rápidas! — Rengoku exclamou, embora sua respiração estivesse curta.
— Menos conversa, Kyojuro — Uzui subiu em cima dele, prendendo os pulsos de Rengoku acima da cabeça. — Deixe que eu mostre como um Shinobi faz as coisas com estilo.
Uzui começou a se livrar de suas próprias roupas com uma agilidade impressionante. As braçadeiras de ouro caíram no chão com um baque surdo, seguidas pelo uniforme de caçador. Quando ele finalmente se livrou de tudo, sua figura imponente e musculosa ficou exposta à luz fraca das velas. Rengoku, ainda deitado e tentando recuperar o fôlego, deixou seu olhar descer pelo corpo de Uzui.
Quando os olhos de Rengoku encontraram o membro de Uzui, já pulsante e pronto, ele sentiu um calor diferente subir pelo seu peito. Não era o calor da respiração das chamas, mas algo carnal, urgente e avassalador.
— Uzui... — Rengoku murmurou, sua voz perdendo um pouco do volume habitual, mas ganhando uma nota de súplica. — Eu... eu quero você. Agora. Coloque-se dentro de mim!
Uzui arqueou uma sobrancelha, deliciado com a franqueza de Rengoku. Ele adorava como o Hashira das Chamas não escondia nada, nem mesmo seus desejos mais profundos.
— Como desejar, meu caro — respondeu Uzui, sua voz vibrando de antecipação.
Ele se posicionou entre as pernas de Rengoku, que se abriram prontamente para recebê-lo. Uzui não perdeu tempo com delicadezas excessivas; ele sabia que Rengoku era um guerreiro, alguém que aguentava a pressão e que, naquele momento, ansiava pela mesma intensidade que aplicava em seus golpes de espada.
Uzui preparou o caminho com dedos ágeis, ouvindo Rengoku arfar e arquear as costas, os olhos fechados com força enquanto sua pele queimava ao toque. Quando Uzui sentiu que Rengoku estava pronto, ele segurou os quadris do outro com firmeza, os dedos cravando-se na carne.
— Prepare-se, Kyojuro — avisou Uzui. — Vai ser extravagante.
Com um impulso potente e decidido, Uzui entrou nele de uma só vez. Rengoku soltou um grito — desta vez não era um grito de guerra, mas um som puramente visceral de preenchimento e prazer. Ele jogou a cabeça para trás, o pescoço exposto, enquanto Uzui começava a se mover com toda a força e ritmo que seu corpo treinado permitia.
— Isso! — gritou Rengoku, as mãos agarrando os lençóis com tanta força que o tecido parecia prestes a rasgar. — Mais forte, Uzui!
Uzui rugiu em resposta, aumentando a velocidade. Cada estocada era profunda, precisa e carregada de uma luxúria que vinha sendo acumulada há meses. O som da pele batendo contra a pele preenchia o quarto, ritmado como o tambor de uma celebração. Uzui estava em seu elemento, amando a forma como Rengoku reagia a cada movimento, como ele clamava por mais, sem vergonha, sem hesitação.
— Você é incrível, Kyojuro! — Uzui exclamou entre dentes, o suor escorrendo por seu rosto e pingando no peito de Rengoku. — Olhe para mim!
Rengoku abriu os olhos, e o que Uzui viu foi um incêndio de paixão.
— Eu não... eu não consigo parar! — Rengoku exclamou, as pernas agora envolvendo a cintura de Uzui para puxá-lo ainda mais para perto. — Continue! Não pare por nada!
O ritmo tornou-se frenético. Uzui não retinha nada, usando toda a sua força e resistência. Ele sentia as contrações de Rengoku ao redor dele, o que só o levava mais perto do limite. O Hashira das Chamas estava em chamas, literalmente suando e vibrando sob o comando de Uzui, mas também guiando o ritmo com seus próprios quadris, encontrando o prazer em cada impacto.
— Uzui! Eu vou...! — Rengoku não conseguiu terminar a frase, sua voz quebrando em um gemido alto quando o ápice o atingiu.
Uzui sentiu o aperto final e, com uma última estocada poderosa e profunda, ele se entregou também, rugindo o nome de Rengoku enquanto ambos desmoronavam em um mar de sensações intensas e exaustão prazerosa.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de respirações pesadas e sincronizadas. Uzui deitou-se sobre Rengoku por um momento, sentindo o coração do outro bater freneticamente contra o seu.
— Isso... — começou Uzui, afastando uma mecha de cabelo do rosto de Rengoku — ...foi verdadeiramente extravagante.
Rengoku soltou uma risada fraca, mas ainda cheia de vida, e abraçou Uzui com o que restava de suas forças.
— Sim! — concordou Rengoku, sorrindo para o teto. — Foi um encontro excelente, Uzui Tengen! Devemos repetir isso com a mesma intensidade!
Uzui riu, beijando a testa de Rengoku.
— Pode apostar que sim, Kyojuro. Pode apostar que sim.
Agora, no silêncio do casarão de Uzui, a energia era diferente. A extravagância das ruas dera lugar a uma tensão elétrica e palpável. Uzui observava Rengoku, que tentava desamarrar sua capa com uma elegância que parecia contrastar com a intensidade de sua voz.
— Uzui! O jantar foi verdadeiramente magnífico! — gritou Rengoku, com os olhos brilhando como brasas. — Sinto-me revigorado!
Uzui deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles. O som dos seus guizos ecoou suavemente no quarto. Ele estendeu a mão e segurou o queixo de Kyojuro, obrigando o homem mais baixo a focar naqueles olhos pintados com maquiagem vermelha.
— Você grita demais, Kyojuro — sussurrou Uzui, sua voz agora baixa e rouca, carregada de uma intenção que não deixava margem para dúvidas. — Mas eu admito... essa sua energia é o que me deixa mais excitado.
Rengoku sorriu, um sorriso largo e honesto que costumava desarmar qualquer um, mas Uzui não estava ali para ser desarmado. Ele queria dominar. O desejo de Uzui pelo Hashira das Chamas havia crescido a cada minuto do encontro, alimentado pela forma como Rengoku comia, como ria e como olhava para o mundo com uma paixão avassaladora.
Sem aviso, Uzui avançou. Ele agarrou Rengoku pela cintura e o empurrou contra a parede de madeira entalhada, selando seus lábios em um beijo calcinante. Não era um beijo delicado; era uma colisão de dentes, línguas e uma sede desesperada. Rengoku soltou um som abafado, uma mistura de surpresa e aceitação, enquanto suas mãos buscavam os ombros largos de Uzui, apertando os músculos firmes do Shinobi.
Uzui separou o beijo apenas o suficiente para olhar nos olhos de Rengoku, que estavam levemente nublados pelo desejo.
— Quero ver se você queima tão forte na cama quanto no campo de batalha — disse Uzui, exibindo um sorriso atrevido.
Com um movimento rápido e extravagante, Uzui pegou Rengoku no colo e o levou até o futon centralizado no quarto. Ele o empurrou para os lençóis de seda com uma força controlada, mas possessiva. Rengoku caiu de costas, o cabelo loiro com pontas vermelhas espalhando-se como chamas sobre o tecido escuro.
— Uzui! Você é realmente um homem de ações rápidas! — Rengoku exclamou, embora sua respiração estivesse curta.
— Menos conversa, Kyojuro — Uzui subiu em cima dele, prendendo os pulsos de Rengoku acima da cabeça. — Deixe que eu mostre como um Shinobi faz as coisas com estilo.
Uzui começou a se livrar de suas próprias roupas com uma agilidade impressionante. As braçadeiras de ouro caíram no chão com um baque surdo, seguidas pelo uniforme de caçador. Quando ele finalmente se livrou de tudo, sua figura imponente e musculosa ficou exposta à luz fraca das velas. Rengoku, ainda deitado e tentando recuperar o fôlego, deixou seu olhar descer pelo corpo de Uzui.
Quando os olhos de Rengoku encontraram o membro de Uzui, já pulsante e pronto, ele sentiu um calor diferente subir pelo seu peito. Não era o calor da respiração das chamas, mas algo carnal, urgente e avassalador.
— Uzui... — Rengoku murmurou, sua voz perdendo um pouco do volume habitual, mas ganhando uma nota de súplica. — Eu... eu quero você. Agora. Coloque-se dentro de mim!
Uzui arqueou uma sobrancelha, deliciado com a franqueza de Rengoku. Ele adorava como o Hashira das Chamas não escondia nada, nem mesmo seus desejos mais profundos.
— Como desejar, meu caro — respondeu Uzui, sua voz vibrando de antecipação.
Ele se posicionou entre as pernas de Rengoku, que se abriram prontamente para recebê-lo. Uzui não perdeu tempo com delicadezas excessivas; ele sabia que Rengoku era um guerreiro, alguém que aguentava a pressão e que, naquele momento, ansiava pela mesma intensidade que aplicava em seus golpes de espada.
Uzui preparou o caminho com dedos ágeis, ouvindo Rengoku arfar e arquear as costas, os olhos fechados com força enquanto sua pele queimava ao toque. Quando Uzui sentiu que Rengoku estava pronto, ele segurou os quadris do outro com firmeza, os dedos cravando-se na carne.
— Prepare-se, Kyojuro — avisou Uzui. — Vai ser extravagante.
Com um impulso potente e decidido, Uzui entrou nele de uma só vez. Rengoku soltou um grito — desta vez não era um grito de guerra, mas um som puramente visceral de preenchimento e prazer. Ele jogou a cabeça para trás, o pescoço exposto, enquanto Uzui começava a se mover com toda a força e ritmo que seu corpo treinado permitia.
— Isso! — gritou Rengoku, as mãos agarrando os lençóis com tanta força que o tecido parecia prestes a rasgar. — Mais forte, Uzui!
Uzui rugiu em resposta, aumentando a velocidade. Cada estocada era profunda, precisa e carregada de uma luxúria que vinha sendo acumulada há meses. O som da pele batendo contra a pele preenchia o quarto, ritmado como o tambor de uma celebração. Uzui estava em seu elemento, amando a forma como Rengoku reagia a cada movimento, como ele clamava por mais, sem vergonha, sem hesitação.
— Você é incrível, Kyojuro! — Uzui exclamou entre dentes, o suor escorrendo por seu rosto e pingando no peito de Rengoku. — Olhe para mim!
Rengoku abriu os olhos, e o que Uzui viu foi um incêndio de paixão.
— Eu não... eu não consigo parar! — Rengoku exclamou, as pernas agora envolvendo a cintura de Uzui para puxá-lo ainda mais para perto. — Continue! Não pare por nada!
O ritmo tornou-se frenético. Uzui não retinha nada, usando toda a sua força e resistência. Ele sentia as contrações de Rengoku ao redor dele, o que só o levava mais perto do limite. O Hashira das Chamas estava em chamas, literalmente suando e vibrando sob o comando de Uzui, mas também guiando o ritmo com seus próprios quadris, encontrando o prazer em cada impacto.
— Uzui! Eu vou...! — Rengoku não conseguiu terminar a frase, sua voz quebrando em um gemido alto quando o ápice o atingiu.
Uzui sentiu o aperto final e, com uma última estocada poderosa e profunda, ele se entregou também, rugindo o nome de Rengoku enquanto ambos desmoronavam em um mar de sensações intensas e exaustão prazerosa.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de respirações pesadas e sincronizadas. Uzui deitou-se sobre Rengoku por um momento, sentindo o coração do outro bater freneticamente contra o seu.
— Isso... — começou Uzui, afastando uma mecha de cabelo do rosto de Rengoku — ...foi verdadeiramente extravagante.
Rengoku soltou uma risada fraca, mas ainda cheia de vida, e abraçou Uzui com o que restava de suas forças.
— Sim! — concordou Rengoku, sorrindo para o teto. — Foi um encontro excelente, Uzui Tengen! Devemos repetir isso com a mesma intensidade!
Uzui riu, beijando a testa de Rengoku.
— Pode apostar que sim, Kyojuro. Pode apostar que sim.
