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O melhor desafio

Fandom: Demon slayer

Creado: 6/5/2026

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Entre Lâminas e Desejos Ocultos

A noite na Mansão Borboleta estava incomumente silenciosa, exceto pelo som rítmico dos grilos e pelo leve sussurro do vento nas glicínias. No entanto, dentro de um dos aposentos privados, a atmosfera estava carregada de uma tensão que nada tinha a ver com a caça aos demônios. Sentados em círculo, quatro dos Hashiras mais poderosos do Esquadrão de Exterminadores tentavam fingir que eram apenas jovens comuns, longe das responsabilidades de sangue e morte.

Mitsuri Kanroji, a Hashira do Amor, estava radiante. Suas bochechas estavam rosadas de empolgação e seu uniforme, sempre justo, parecia mal conter sua vitalidade e suas curvas generosas que tanto chamavam a atenção. Ao lado dela, Obanai Iguro mantinha a postura rígida, mas seus olhos heterocromáticos dificilmente se desviavam de Mitsuri, queimando com uma adoração silenciosa e possessiva por trás das bandagens.

Do outro lado, Shinobu Kocho exibia seu sorriso enigmático de sempre, embora seus olhos violetas brilhassem com uma malícia travessa. Ela estava sentada perigosamente perto de Giyu Tomioka. O Hashira da Água, como de costume, parecia querer estar em qualquer outro lugar do mundo, mantendo sua expressão estoica e antissocial, embora a proximidade de Shinobu fizesse seu coração martelar contra as costelas de uma forma que ele jamais admitiria.

— Vamos lá, Giyu-san! Não seja tão chato — disse Shinobu, cutucando o ombro dele com o dedo indicador. — É apenas um jogo de verdade ou desafio. Ou você tem medo de que eu descubra seus segredos mais profundos?

— Eu não tenho segredos — respondeu Tomioka, com sua voz baixa e rouca, evitando olhar diretamente para o rosto angelical e provocante de Shinobu.

— Oh, todos temos segredos! — exclamou Mitsuri, batendo palmas animada, o que fez seus seios fartos balançarem sob o tecido fino do uniforme. — É a minha vez de girar a garrafa!

A garrafa de saquê vazia girou rapidamente no centro do tatame, parando com o gargalo apontado diretamente para Obanai e o fundo para Tomioka. Obanai estreitou os olhos, um brilho desafiador surgindo em seu olhar. Ele sabia muito bem da tensão não resolvida entre o "solitário" da água e a mestre dos venenos.

— Tomioka — disse Obanai, sua voz saindo abafada pelas bandagens, mas carregada de intenção. — Verdade ou desafio?

Giyu hesitou. Ele sabia que escolher "verdade" com Obanai seria um erro tático.

— Desafio — respondeu ele, curto e grosso.

Um sorriso cruel, mas cúmplice, surgiu nos lábios de Obanai. Ele olhou para Mitsuri por um segundo e depois voltou-se para Giyu.

— Eu te desafio a levar a Shinobu para um dos quartos privados... e não sair de lá até que tenham consumado o que ambos estão escondendo há meses. Eu desafio vocês a fazerem sexo. Agora.

O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Mitsuri soltou um ganido de surpresa, cobrindo o rosto com as mãos, embora deixasse espaço entre os dedos para observar. Shinobu, pela primeira vez na vida, perdeu o sorriso por um breve segundo, antes de uma chama de desejo puro substituir sua expressão de deboche. Ela olhou para Giyu, cujas orelhas estavam vermelhas, mas cujo olhar finalmente se encontrou com o dela.

— Bem... — começou Shinobu, sua voz agora mais grave, carregada de uma sensualidade perigosa. — Um desafio é uma questão de honra para um Hashira, não é, Tomioka-san?

Sem dizer uma palavra, Giyu levantou-se. Ele estendeu a mão para Shinobu, que a aceitou prontamente. O toque de suas peles foi como um choque elétrico.

— Vamos — disse Giyu, sua voz soando mais dominante do que nunca.

Eles caminharam em direção ao corredor, deixando Obanai e Mitsuri sozinhos. Obanai virou-se para a Hashira do Amor, que ainda estava processando a cena.

— Mitsuri — disse ele, aproximando-se dela, a voz carregada de uma carência que ele só mostrava a ela. — Acho que não precisamos de um desafio para fazer o mesmo, não é?

Mitsuri sentiu o rosto queimar, mas seu corpo respondeu instantaneamente à proximidade do homem que amava.

— Oh, Obanai-san... eu achei que você nunca pediria.

Enquanto Obanai guiava Mitsuri para outro aposento, o clima na Mansão Borboleta mudou de brincadeira para uma urgência carnal.

No quarto de Giyu, a porta de correr mal se fechou antes que ele prensasse Shinobu contra a parede de madeira. O beijo que se seguiu foi violento, uma explosão de meses de desejo reprimido, sarcasmo e sentimentos não ditos. Shinobu passou os braços pelo pescoço dele, puxando-o para mais perto, enquanto a língua de Giyu explorava a boca dela com uma fome desesperada.

— Eu pensei que você me odiasse, Tomioka-san — sussurrou ela entre beijos ofegantes, enquanto as mãos grandes dele subiam pelas coxas dela, levantando o haori de borboleta.

— Você fala demais, Shinobu — rosnou ele, atacando o pescoço dela com mordidas e sucções que deixariam marcas profundas na pele alva.

As roupas foram descartadas com uma pressa frenética. O uniforme de caçador, a proteção de pernas, as meias... em instantes, ambos estavam nus sob a luz fraca do luar que entrava pela fresta da janela. Shinobu olhou para baixo e sentiu o fôlego escapar. Giyu era esculpido, cada músculo de seu corpo era um testemunho de anos de treinamento árduo, e sua masculinidade, agora plenamente ereta e pulsante, era impressionante.

— Giyu... — ela arfou, os olhos violetas dilatados de luxúria. — Eu quero você. Agora. Dentro de mim. Sem delicadeza.

Giyu a deitou no futon, posicionando-se entre suas pernas. Ele não perdeu tempo. Com um impulso firme e poderoso, ele a preencheu por completo. Shinobu soltou um grito agudo, enterrando as unhas nas costas largas dele, sentindo uma plenitude que nunca imaginara.

— Mais... mais forte! — implorou ela, envolvendo a cintura dele com as pernas.

Giyu obedeceu, estabelecendo um ritmo violento e implacável. Cada estocada fazia o corpo de Shinobu quicar contra o futon, os gemidos dela preenchendo o quarto, misturando-se ao som do impacto de seus corpos. Ele estava possesso, movido por um amor profundo que só conseguia expressar através daquela entrega física bruta.

Enquanto isso, em outro quarto, a cena era igualmente intensa, mas envolta em uma doçura ardente. Obanai havia retirado suas bandagens, revelando as cicatrizes que tanto o envergonhavam, mas Mitsuri as beijava com uma ternura que o fazia tremer.

— Você é lindo, Obanai-san — murmurou ela, antes de se sentar sobre ele.

Os seios de Mitsuri, livres do uniforme, eram colossais e macios, balançando ritmicamente enquanto ela se movia sobre ele. Obanai apertava aquela carne farta com as mãos, sentindo-se no paraíso. Mitsuri era calor puro, e a forma como ela gemia o nome dele, com a voz embargada de prazer, o levava ao limite da sanidade.

— Eu te amo, Mitsuri — confessou Obanai, a voz falhando enquanto ele a puxava para um beijo profundo, sentindo o aperto úmido e quente dela ao redor de seu membro.

De volta ao quarto de Giyu, o Hashira da Água fez uma pausa, ofegante, o suor escorrendo por seu peito definido. Shinobu, com o cabelo bagunçado e os lábios inchados, sorriu maliciosamente. Ela se ajoelhou diante dele, empurrando-o levemente para que ele se sentasse no futon.

— Minha vez de cuidar de você, Giyu-san — disse ela, sua voz um sussurro sedutor.

Ela envolveu o membro dele com as mãos pequenas e delicadas, antes de levá-lo à boca. Giyu soltou um gemido gutural, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos enquanto sentia a língua habilidosa de Shinobu e a sucção quente e rítmica. Ela o olhava de baixo, com um olhar de pura adoração e luxúria, submetendo o homem mais antissocial do esquadrão aos seus desejos.

O prazer era insuportável. Giyu sentia que ia explodir a qualquer momento. Ele a puxou para cima novamente, não aguentando mais a distância.

— De quatro, Shinobu — ordenou ele, sua voz rouca de desejo.

Ela obedeceu prontamente, apreciando a visão dele por cima do ombro. Giyu entrou nela por trás com uma força avassaladora, suas mãos agarrando os quadris dela com força, deixando marcas vermelhas na pele sensível. O som dos corpos se encontrando era como aplausos rítmicos na quietude da noite.

— Giyu! Ah, Giyu! — Shinobu gritava, sem se importar se alguém na mansão a ouviria. Naquele momento, só existia a sensação de ser possuída por ele, o homem que ela sempre amou em segredo.

A intensidade aumentou até que ambos atingiram o ápice juntos. Giyu descarregou-se dentro dela com um rugido abafado, enquanto Shinobu sentia ondas de prazer paralisante percorrerem seu corpo, desabando sobre o futon enquanto o espasmo final a sacudia.

No outro quarto, Obanai e Mitsuri também alcançavam seu limite. Mitsuri arqueou as costas, gritando o nome de Obanai enquanto ele se entregava completamente a ela, ambos colapsando em um abraço suado e exausto, mas finalmente completos.

Minutos depois, o silêncio retornou à Mansão Borboleta, mas era um silêncio diferente. Não havia mais a tensão da incerteza, apenas a paz de quatro corações que finalmente encontraram seu porto seguro na escuridão da guerra contra os demônios.

Giyu abraçou Shinobu por trás, cobrindo ambos com o lençol. Ela se aconchegou nele, sentindo o batimento cardíaco lento e constante do Hashira da Água.

— Tomioka-san? — chamou ela baixinho.

— Hum?

— Amanhã... você ainda vai ser chato e antissocial?

Giyu deu um beijo leve no topo da cabeça dela, permitindo-se um raro e pequeno sorriso que ela não podia ver, mas podia sentir.

— Provavelmente. Mas agora eu tenho um motivo para voltar das missões mais rápido.

Shinobu sorriu, fechando os olhos, finalmente em paz nos braços do homem que, por trás da máscara de gelo, possuía o fogo mais quente que ela já conhecera.
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