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Amor no quarto do lider

Fandom: BBB 26

Creado: 7/5/2026

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O Triângulo de Vidro e Fogo

A música eletrônica ainda reverberava nas paredes da casa, mas para Ana Paula Renault, a festa do líder já tinha entregado tudo o que precisava. Com um copo de champanhe na mão e o brilho debochado de quem sabe exatamente o poder que exerce, ela deslizou os olhos cor de mel pelo gramado, parando deliberadamente nos dois homens que a observavam de longe.

De um lado, Jonas, a personificação do desejo plastificado e perfeito: loiro, com os músculos moldados por horas de academia e um sorriso que desarmava qualquer resistência. Do outro, Alberto Cowboy, a força bruta da terra, com sua barba por fazer, o chapéu bem ajustado e aquele jeito chucro que escondia uma intensidade perigosa.

Ana passou a noite inteira jogando um contra o outro. Um toque no braço de Jonas aqui, um sussurro no ouvido de Alberto ali. Ela adorava o caos. Adorava ver a tensão crescendo entre os dois, como uma corda prestes a arrebentar.

— Você não cansa de brincar com o perigo, Ana Paula? — Jonas se aproximou por trás, a voz rouca rente ao pescoço dela.

Ela virou-se devagar, soltando uma risada curta e anasalada, o olhar carregado de desdém e desejo.

— O perigo é o meu habitat natural, querido. — Ela olhou por cima do ombro de Jonas, encontrando os olhos de Alberto, que se aproximava com passos pesados. — E parece que o perigo resolveu dobrar a aposta hoje.

— A gente já teve paciência demais contigo, loira — disse o Cowboy, parando ao lado deles. A voz era um trovão contido. — Tá na hora de parar de latir e começar a morder.

Jonas trocou um olhar cúmplice com Alberto. Não havia rivalidade ali naquele momento, apenas uma fome compartilhada que Ana havia alimentado meticulosamente durante horas.

— O quarto do líder tá vazio — Jonas sugeriu, a mão descendo para a cintura de Ana Paula, apertando com força. — O que você acha? Vai sustentar esse deboche todo entre quatro paredes?

Ana Paula sentiu um calafrio percorrer a espinha, mas não recuou. Ela nunca recuava.

— Olha só... os dois mocinhos resolveram se unir contra mim? — Ela deu um gole no champanhe e deixou uma gota escorrer pelo canto da boca. — Pois saibam que eu aguento muito mais do que vocês dois juntos conseguem oferecer.

— É o que vamos ver — Alberto sentenciou, tirando o chapéu e passando a mão pelo cabelo, um gesto que exalava uma masculinidade agressiva.

Eles subiram as escadas em um silêncio carregado. O ar no corredor parecia rarefeito. Assim que a porta do quarto se fechou com um estalo seco, a máscara de ironia de Ana Paula não caiu, mas se transformou em algo mais voraz.

— E então? — Ela se encostou na cômoda, cruzando as pernas. — Quem vai ser o primeiro a tentar me calar?

Jonas não deu tempo para resposta. Ele avançou, prensando-a contra o móvel. O beijo foi urgente, uma mistura de hálito de bebida e um desejo reprimido por semanas de confinamento. Ana Paula correspondeu com a mesma agressividade, puxando os fios loiros da nuca dele, enquanto suas unhas arranhavam as costas largas e definidas.

— Calma, garanhão — ela murmurou entre os lábios dele, ofegante. — Eu disse que aguentava os dois, não disse?

Alberto se aproximou por trás, as mãos grandes e calejadas subindo pelas coxas de Ana, levantando o tecido leve do vestido dela. O contraste era absurdo: a delicadeza da pele dela contra a rudeza do Cowboy.

— Você fala demais, Ana — Alberto sussurrou no ouvido dela, a barba roçando em sua pele sensível. — Tá na hora de usar essa boca pra outra coisa.

— Olha só o chucro tentando ser autoritário — Ana provocou, jogando a cabeça para trás, encontrando o ombro de Alberto. — Me mostra do que essa força toda é capaz, Cowboy. Ou vai me dizer que é só fachada?

Alberto rosnou, um som baixo e gutural, e a virou de frente para ele, substituindo Jonas no beijo. Era um beijo diferente; mais lento, mais possessivo, com gosto de terra e dominação. Enquanto isso, Jonas se posicionava atrás dela, as mãos explorando cada curva do corpo de Ana, descendo o zíper do vestido com uma precisão que a fez estremecer.

— Você gosta de provocar, não gosta? — Jonas perguntou, a voz vibrando contra as costas dela. — Gosta de ver a gente perdendo o controle.

— Eu gosto de ter o que eu quero — Ana respondeu, a voz falhando conforme o vestido caía aos seus pés. — E agora eu quero os dois. Agora!

O quarto foi tomado por um frenesi de movimentos e sons. Jonas a levou para a cama, deitando-a sobre os lençóis de cetim, enquanto Alberto se livrava da camisa, revelando um peito largo e marcado. A iluminação indireta do quarto realçava o suor que começava a brilhar na pele dos três.

— Olha pra mim, Ana Paula — Jonas comandou, posicionando-se entre as pernas dela. — Quero ver esse seu olhar de deboche sumir agora.

— Tenta a sorte, Jonas — ela desafiou, embora suas pernas já estivessem se entrelaçando na cintura dele, puxando-o para mais perto.

Quando Jonas a possuiu, Ana soltou um grito que não tinha nada de debochado. Era puro êxtase. Ele se movia com uma cadência atlética, potente, enquanto Alberto se sentava na cabeceira da cama, puxando Ana para que ela o beijasse, as mãos dele apertando os seios dela com uma urgência bruta.

— É muito homem pra você, loira? — Alberto provocou, vendo o rosto de Ana transfigurado pelo prazer.

— Nem... nos seus... melhores sonhos — ela conseguiu articular, embora a respiração estivesse curta. — Continua, Alberto... não para...

O Cowboy não precisou de um segundo convite. Ele a manipulava com a facilidade de quem lida com a lida pesada, alternando posições com Jonas num ritmo coreografado pelo puro tesão. A química entre os três era explosiva, uma mistura de técnica e instinto.

— Você é deliciosa quando para de falar merda — Jonas disse, o rosto enterrado no pescoço dela, sentindo o pulsar da artéria de Ana Paula.

— E você é... muito melhor... calado e agindo — ela rebateu, cravando as unhas nos ombros dele. — Mais rápido, Jonas! Alberto, não solta... me aperta mais forte!

O clímax veio como uma onda avassaladora. Ana Paula sentiu o corpo travar, a mente nublada por uma névoa de prazer intenso enquanto os dois homens a levavam ao limite absoluto. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas por respirações pesadas e o som do ar-condicionado.

Minutos depois, Ana Paula estava jogada entre os dois, o cabelo loiro espalhado pelo travesseiro, um sorriso vitorioso e exausto nos lábios.

— E então? — Jonas perguntou, limpando o suor da testa, olhando para o teto. — Ainda tem algum comentário ácido pra fazer?

Ana Paula virou a cabeça devagar, os olhos cor de mel brilhando na penumbra.

— Tenho só um — ela disse, recuperando o tom debochado, embora a voz estivesse rouca. — Achei que vocês iam durar mais. Esperava mais do "setor agro" e da "geração saúde".

Alberto soltou uma risada alta, a primeira da noite, e puxou o lençol para cobri-los.

— Você não tem jeito mesmo, mulher. É insuportável até depois de uma noite dessas.

— É por isso que vocês me amam — ela piscou, esticando-se como uma gata satisfeita. — E agora, quem vai buscar uma água pra mim? O loiro ou o bruto?

Jonas e Alberto se entreolharam, rindo da audácia dela. No fim das contas, a casa do BBB podia ter muitos jogadores, mas naquele quarto, naquela noite, Ana Paula Renault era a única que detinha o poder absoluto.

— Eu vou — Jonas se levantou, exibindo o corpo impecável sem a menor timidez. — Mas só porque eu também tô com sede.

— Aproveita e traz o chapéu do Alberto — Ana completou, fechando os olhos. — Acho que amanhã eu vou tomar café da manhã usando ele. Só pra ver a cara do resto da casa.

— Você quer ver o circo pegar fogo, né? — Alberto comentou, abraçando-a de lado.

— Meu amor — Ana Paula suspirou, o sono finalmente chegando —, eu não quero só ver o fogo. Eu sou o próprio incêndio.
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