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Mãe solteira

Fandom: Engene, Enhypen

Creado: 11/5/2026

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RomanceRecortes de VidaDolor/ConsueloHistoria DomésticaLenguaje ExplícitoPWP (¿Trama? ¿Qué trama?)
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Sabor de Proibido

A chuva batia ritmicamente contra a janela do apartamento, criando uma bolha de isolamento do mundo exterior. Dentro, o ar estava carregado com o cheiro de café recém-passado e o som suave de desenhos animados vindos do quarto ao lado, onde seu filho finalmente tinha caído no sono.

Jake estava sentado no sofá, observando você guardar os últimos brinquedos espalhados pelo tapete. Ele era seu melhor amigo há anos, o porto seguro que aparecia com comida coreana e um ombro amigo sempre que a rotina de mãe solo pesava. Mas, ultimamente, o brilho nos olhos dele quando te olhava não era apenas de amizade. Havia uma tensão, um fio invisível que se esticava cada vez mais entre os dois.

— Você precisa descansar — Jake disse, a voz profunda e calma, quebrando o silêncio.

Você parou, com um urso de pelúcia na mão, e sorriu cansada.

— Eu estou bem, Jake. É só o cansaço normal de terça-feira.

— Não, você não está. — Ele se levantou, caminhando até você com aquela elegância natural que ele possuía. Jake tirou o brinquedo da sua mão e o colocou sobre a mesa. — Deixe que eu cuido das coisas por aqui. Vá tomar um banho, relaxar.

— Jake, você já faz tanto...

— Eu faço porque quero. — Ele deu um passo para mais perto, o calor do corpo dele irradiando em sua direção. — E porque eu gosto de cuidar de você.

O olhar dele caiu para seus lábios por um milésimo de segundo antes de voltar para seus olhos. O ar entre vocês pareceu sumir. Você assentiu, incapaz de dizer qualquer coisa, e se retirou para o banheiro.

Quarenta minutos depois, você saiu do banho vestindo apenas um robe de seda curto, a pele ainda quente e úmida. A casa estava silenciosa. Jake estava na cozinha, de costas, bebendo um copo de água. A luz baixa da bancada realçava os ombros largos dele sob a camiseta preta justa.

Você se aproximou silenciosamente, sentindo uma coragem repentina alimentada por meses de desejo reprimido.

— Jake? — chamou baixinho.

Ele se virou e o copo quase escorregou de sua mão. O olhar dele percorreu seu corpo, desde o cabelo úmido até as pernas expostas, parando no decote generoso do robe.

— Você... — Ele pigarreou, tentando recuperar a compostura. — Você parece mais relaxada.

— Eu estou. — Você caminhou até ele, parando a centímetros de distância. — Mas ainda sinto um pouco de tensão aqui. — Você levou a mão ao pescoço dele, os dedos acariciando a nuca curta.

Jake soltou um suspiro pesado, fechando os olhos por um momento.

— Você não tem ideia do que está fazendo, tem? — ele murmurou, a voz agora rouca.

— Eu sei exatamente o que estou fazendo.

— Eu venho aqui há meses — ele disse, abrindo os olhos, que agora queimavam com uma intensidade sombria —, respeitando seu espaço, sendo o "bom amigo". Mas eu estou morrendo de vontade de te tocar desde o primeiro dia em que te vi com esse robe.

— Então por que não toca? — você desafiou, a voz mal passando de um sussurro.

Jake não precisou de outro convite. Ele largou o copo e envolveu sua cintura com as mãos grandes, puxando-a contra o corpo dele. O contraste entre o jeans áspero dele e a seda do seu robe fez seus mamilos enrijecerem instantaneamente.

— Eu não quero apenas te tocar — ele sussurrou contra o seu ouvido, os lábios roçando sua pele. — Eu quero provar você. Quero saber qual é o gosto da mulher que me tira o sono todas as noites.

Ele selou os lábios nos seus em um beijo urgente, faminto. Não havia delicadeza ali, apenas a liberação de meses de tensão acumulada. A língua dele explorava sua boca com domínio, e você gemeu contra ele, as mãos perdidas nos cabelos macios de Jake.

Ele te levantou com facilidade, suas pernas se entrelaçando na cintura dele automaticamente. Jake te levou até o balcão da cozinha, sentando-a ali enquanto continuava o beijo, as mãos descendo para suas coxas, apertando a carne macia com possessividade.

— Jake... — você ofegou quando ele desceu os beijos para seu pescoço. — O quarto... o bebê pode acordar...

— Shh... — ele murmurou, mordiscando o lóbulo da sua orelha. — Eu tranquei a porta do corredor. Ninguém vai nos interromper. Eu quero você aqui. Agora.

Ele des amarrou o laço do seu robe com uma agilidade surpreendente, expondo seu corpo nu para a luz suave da cozinha. Jake parou por um segundo, os olhos devorando cada curva sua.

— Você é perfeita — ele sussurrou, a voz carregada de adoração e luxúria. — Absolutamente perfeita.

Jake se ajoelhou entre suas pernas, abrindo-as ainda mais. Você sentiu o ar frio da cozinha contra sua intimidade úmida, mas o calor que emanava de Jake era tudo o que importava.

— Jake, o que você está fazendo? — você perguntou, a voz trêmula.

— Eu disse que queria te provar, não disse? — Ele olhou para cima, um sorriso ladino e perigoso nos lábios. — Eu ouvi dizer que o chá de uma mãe é o mais doce que existe. Quero ver se é verdade.

Ele não esperou por uma resposta. Jake mergulhou o rosto entre suas coxas, a língua quente encontrando seu clitóris com uma precisão que te fez arquear as costas e soltar um grito abafado.

— Jake! Meu Deus...

— Relaxa para mim — ele ordenou, a voz abafada contra sua pele. — Só aproveita o que eu vou te dar.

Ele começou a trabalhar em você com uma dedicação fervorosa. A língua dele era firme, traçando círculos lentos antes de sugar com força, fazendo seus dedos enterrarem-se nos ombros dele. Jake usava as mãos para abrir suas dobras, expondo-a completamente ao seu tratamento devasso.

— Você é tão gostosa — ele murmurou, parando apenas por um segundo para olhar como você reagia. — Tão molhada. Você estava querendo isso tanto quanto eu, não estava?

— Sim... por favor, Jake, não para...

Ele voltou ao trabalho, desta vez inserindo dois dedos em você enquanto a língua continuava o ritmo frenético. Você estava à beira do abismo, o prazer subindo em ondas eletrizantes por todo o seu corpo.

— Isso mesmo, goza para mim — ele disse, a voz cheia de um domínio gentil. — Quero sentir cada gota.

Quando o orgasmo te atingiu, foi como uma explosão de cores atrás das suas pálpebras. Você estremeceu violentamente, as pernas tremendo enquanto Jake bebia cada centímetro do seu prazer, sem se afastar até que o último espasmo cessasse.

Ele se levantou lentamente, limpando o canto da boca com o polegar, um brilho de triunfo nos olhos.

— Definitivamente — ele disse, com a voz mais rouca do que nunca — o melhor chá que já provei.

Você ainda estava tentando recuperar o fôlego, o corpo mole e a mente em névoa. Jake te puxou para o colo dele, sentando você no balcão de frente para ele, enquanto ele rapidamente se livrava das próprias roupas.

Quando ele se revelou, você soltou um suspiro. Ele era imenso, pulsante e claramente pronto para você.

— Minha vez de cuidar de você — você sussurrou, sentindo uma nova onda de desejo.

Você se inclinou para frente, fazendo Jake sentar em uma das banquetas altas da cozinha. Com um sorriso travesso, você se posicionou sobre ele.

— Senta no meu rosto — ele ordenou, os olhos escurecidos. — Eu quero sentir seu peso, quero que você me use.

Você obedeceu, descendo lentamente sobre o rosto dele. A sensação da barba rala dele contra sua pele sensível era indescritível. Jake segurou seus quadris com firmeza, guiando seus movimentos enquanto ele usava a língua e a boca para te levar ao limite novamente.

— Você gosta disso, não gosta? — ele perguntou entre as lambidas. — Sentir que eu sou seu? Que eu estou aqui embaixo de você, fazendo exatamente o que você quer?

— Sim... Jake, eu quero você dentro de mim. Agora.

Ele te levantou e, em um movimento fluido, te penetrou profundamente. O preenchimento foi imediato e avassalador. Você soltou um gemido alto, que ele abafou com um beijo profundo.

O ritmo começou lento, cada estocada de Jake atingindo o fundo do seu útero, fazendo você ver estrelas. Ele te segurava com uma força que transmitia segurança e desejo puro.

— Você é minha — ele rosnou contra seu pescoço. — De mais ninguém. Entendeu?

— Sim, Jake... só sua.

O movimento dele se tornou mais rápido, mais urgente. O som da pele batendo contra a pele e os gemidos abafados preenchiam a cozinha. Você sentia que estava perdendo o controle, o prazer se acumulando novamente em um ponto de não retorno.

Jake te pressionou contra o balcão, as mãos dele agora apertando seus seios enquanto ele se movia dentro de você com uma força bruta e apaixonada.

— Eu vou... eu vou... — você gaguejou, sentindo o ápice chegando.

— Vai, amor. Goza para mim de novo. Eu estou logo atrás de você.

Você desmoronou em prazer, os músculos internos apertando Jake com força rítmica. Ele soltou um rosnado baixo e profundo, dando mais algumas estocadas fortes antes de se derramar dentro de você, a testa encostada na sua enquanto ambos tentavam recuperar o fôlego.

O silêncio que se seguiu não era desconfortável. Era preenchido pelo som das respirações pesadas e pelo batimento acelerado de dois corações que finalmente tinham encontrado o que buscavam.

Jake te abraçou forte, escondendo o rosto no seu pescoço.

— Eu deveria ter feito isso há muito tempo — ele admitiu, a voz suave agora.

— Eu também — você sorriu, acariciando o cabelo dele. — Mas acho que a espera valeu a pena.

Ele se afastou apenas o suficiente para olhar nos seus olhos, um sorriso doce substituindo a máscara de luxúria de antes.

— Isso não foi apenas uma coisa de uma noite, você sabe disso, certo? — ele perguntou, sério. — Eu quero tudo. Você, o pequeno... eu quero ser a pessoa que cuida de vocês todos os dias.

Seu coração se aqueceu com as palavras dele.

— Eu adoraria isso, Jake.

Ele te deu um beijo terno nos lábios antes de te ajudar a descer do balcão.

— Agora — ele disse, pegando seu robe e o colocando cuidadosamente sobre seus ombros —, vamos para a cama. Eu quero acordar do seu lado amanhã.

Enquanto caminhavam para o quarto, você sabia que a amizade tinha se transformado em algo muito mais profundo e permanente. E, a julgar pelo sorriso satisfeito no rosto de Jake, ele mal podia esperar para provar aquele "chá" novamente na manhã seguinte.
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