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De amigos a amores
Fandom: Off campus série
Creado: 16/5/2026
Etiquetas
RomanceRecortes de VidaFluffSongficHistoria DomésticaEstudio de Personaje
Acordes Ocultos e Discos de Vinil
O som do disco de vinil girando na vitrola era o único ruído no quarto de Maya, além do ronronar baixo de Fred e Jorge. Os dois gatos laranjas estavam devidamente esparramados sobre sua colcha de retalhos, ignorando completamente o fato de que Maya tentava terminar um artigo para a faculdade de jornalismo.
Ela passou a mão pelo cabelo cacheado curto, sentindo os fios castanho-mel entre os dedos, e suspirou. Seus olhos âmbar voltaram-se para o espelho da escrivaninha, captando o reflexo das inúmeras tatuagens em seus braços e mãos. A estrela na mão, idêntica à de Rita Lee, parecia brilhar sob a luz do abajur. Cada centímetro de sua pele contava uma história: desde o "Carpe Diem" em homenagem à Sociedade dos Poetas Mortos até a pequena TARDIS navegando pela Noite Estrelada de Van Gogh.
O celular vibrou sobre a mesa. Era uma mensagem no grupo com Hannah e Allie.
"Hannah: Logan está perguntando se você vai ao jogo hoje. Ele disse que você prometeu."
"Allie: Ele está sendo um Golden Retriever carente de novo, Maya. Apareça."
Maya sorriu, balançando a cabeça. John Logan era seu melhor amigo desde que ela chegara à Briar vinda do Brasil. Ele fora o primeiro a não rir quando ela explicou que seu sotaque sumia quando cantava, e o primeiro a aceitar um desafio de jiu-jitsu com ela — e perder feio, para o deleite de Garrett Graham.
— Ele não desiste, não é, rapazes? — Maya murmurou para os gatos. Jorge apenas bocejou, esticando as patas gorduchas.
Ela se levantou, vestindo um moletom oversized por cima da camiseta do Fleetwood Mac. Antes de sair, conferiu se sua guitarra estava bem guardada no estojo. Às sextas-feiras, ela tinha um compromisso que ninguém em Briar conhecia. Nem Hannah, nem Allie, e definitivamente nem Logan. Ela cantava no "The Velvet Note", um bar de jazz e blues a trinta minutos do campus, sob o pseudônimo de "Daisy".
Ao chegar ao ginásio de hóquei, o frio característico a atingiu, mas o calor da torcida compensava. Ela avistou as amigas nas primeiras fileiras.
— Finalmente! — Hannah exclamou, abraçando-a. — Achei que tivesse se perdido em algum episódio de Friends ou em uma maratona de Orgulho e Preconceito.
— Eu estava escrevendo! — Maya defendeu-se, rindo. — E o Fred decidiu que meu colo era o melhor lugar do mundo para um cochilo.
— Onde está o Logan? — Allie perguntou com um sorriso malicioso. — Ele não parou de olhar para a entrada desde que o aquecimento começou.
Maya sentiu o rosto esquentar, uma reação que ela odiava. Logan era seu amigo. O cara que a ajudava a escolher novos vinis e que assistia a *Como Treinar o Seu Dragão* com ela pela milésima vez sem reclamar. Mas, ultimamente, o jeito que ele a olhava... era diferente.
No gelo, os jogadores começaram a sair após o hino. Logan, com o uniforme número 12, patinou até a borda do vidro onde elas estavam. Ele tirou o capacete, o suor grudando o cabelo na testa, e abriu um sorriso que sempre fazia o estômago de Maya dar uma pirueta.
— Você veio — disse ele, a voz abafada pelo vidro, mas perfeitamente legível pelos lábios.
Maya encostou a mão no vidro, logo acima da tatuagem de "Alinhamento Milenar" no pulso.
— Eu disse que viria, não disse? — ela gritou de volta. — Agora vai lá e não seja derrubado!
Logan deu uma piscadela e voltou para o centro do gelo.
O jogo foi tenso, mas Briar venceu. No vestiário, após o banho, Logan encontrou Maya esperando por ele no corredor habitual. Ela estava distraída, cantarolando algo baixo enquanto mexia no celular.
— "The Chain"? — Logan perguntou, aproximando-se.
Maya deu um pulo, rindo.
— Fleetwood Mac é essencial para a sobrevivência, Logan. Você sabe disso.
— Eu sei. — Ele parou na frente dela, exalando aquele cheiro de sabonete e adrenalina. — Ei, vamos comer algo no Dana’s? O pessoal vai estar lá.
Maya olhou para o relógio de pulso. Eram quase dez da noite. Ela precisava estar no Velvet Note às onze.
— Eu não posso, Logan. Tenho que... terminar aquele artigo de jornalismo. O prazo é rigoroso.
Logan franziu o cenho, seus olhos azuis analisando-a com uma intensidade que a deixava desconfortável.
— Você tem trabalhado muito nesse artigo, Maya. Há semanas que você some nas noites de sexta.
— É uma investigação séria — ela mentiu, sentindo uma pontada de culpa. — Coisa de jornalista.
— Tudo bem. — Ele colocou a mão no ombro dela, o polegar roçando levemente a pele exposta perto do pescoço. — Mas amanhã não tem desculpa. Maratona de Harry Potter na minha casa? Eu compro a pizza.
— Fechado. Fred e Jorge vão ficar com ciúmes se eu não for.
Maya saiu apressada, pegando seu carro velho e dirigindo até o bar. No camarim minúsculo, ela trocou o moletom por um vestido de veludo bordô e soltou os cachos. Passou um batom escuro e pegou sua guitarra.
No palco, sob as luzes suaves, ela era outra pessoa. Ou talvez fosse a versão mais real de si mesma.
— Boa noite — disse ela ao microfone, o sotaque brasileiro levemente presente na voz em inglês. — Esta é para quem sente que nasceu na década errada.
Ela começou a dedilhar os acordes de "Dreams". Sua voz preencheu o ambiente, rica e profunda. Maya fechou os olhos, perdendo-se na música. Ela não viu quando a porta do bar se abriu silenciosamente.
Logan não tinha ido para o Dana’s. Ele sabia que Maya estava escondendo algo, e sua preocupação de melhor amigo — misturada com algo muito mais possessivo — o levara a segui-la. Ele esperava encontrar um namorado secreto ou algo terrível.
O que ele encontrou foi a visão mais bonita de sua vida.
Maya estava lá em cima, iluminada, parecendo uma deusa do rock dos anos 70. A maneira como ela tocava a guitarra, a paixão em seu rosto... ele sentiu o coração bater contra as costelas como se tivesse acabado de fazer um sprint no gelo.
Ele ficou parado nas sombras até o set terminar. Quando ela desceu do palco, dez minutos depois, ele a interceptou perto da saída dos fundos.
— Então este é o seu "artigo de jornalismo"?
Maya soltou um grito curto, levando a mão ao peito.
— Logan! O que você está fazendo aqui? Você me seguiu?
— Eu estava preocupado! — ele exclamou, embora o sorriso em seu rosto traísse sua admiração. — Maya, você é incrível. Por que não contou para ninguém? Por que se esconder?
Ela suspirou, encostando-se na parede de tijolos do beco. O frio da noite de Massachusetts começou a penetrar seu vestido.
— No campus, eu sou a Maya nerd, a brasileira que luta jiu-jitsu e fala sobre super-heróis e Jane Austen. Aqui... aqui eu sou apenas a música. Eu não queria que as pessoas fossem me ver por obrigação ou porque sou amiga dos jogadores de hóquei.
Logan deu um passo à frente, entrando no espaço pessoal dela.
— Ninguém faria isso por obrigação. Você tem um talento absurdo. — Ele hesitou, tocando uma mecha de seu cabelo. — E você é linda, Maya.
A tensão entre eles mudou instantaneamente. O barulho abafado do bar desapareceu, restando apenas o som da respiração de ambos.
— Logan... — ela sussurrou.
— Eu não consigo mais fingir que sou só seu amigo, Maya. Eu tentei. Juro que tentei. Mas ver você lá em cima, ouvindo você cantar... é como se todas as peças tivessem se encaixado. Como o seu "alinhamento milenar".
Maya sorriu, as lágrimas brilhando nos olhos âmbar.
— Você prestou atenção na letra da música que eu te mostrei?
— Eu presto atenção em tudo o que você diz. — Logan se inclinou, a testa encostada na dela. — Eu sei que seu filme favorito é Mamma Mia, que você odeia quando as pessoas confundem Marvel com DC e que você tem uma tatuagem de Karma is a Cat só porque ama a Taylor Swift quase tanto quanto ama seus gatos.
Maya riu, uma risada curta e nervosa.
— Isso foi muito específico.
— Eu sou um homem de detalhes.
Logan não esperou mais. Ele selou a distância entre eles, tomando os lábios dela em um beijo que tinha gosto de descoberta e de algo que já deveria ter acontecido há muito tempo. Maya envolveu o pescoço dele com os braços, puxando-o para mais perto, sentindo o calor do corpo dele contra o seu.
Quando se separaram, ambos estavam sem fôlego.
— Então — Maya disse, tentando recuperar a compostura enquanto ajeitava o cabelo. — Isso significa que a maratona de Harry Potter amanhã vai ser diferente?
Logan riu, abraçando-a pela cintura e puxando-a para caminhar até o carro.
— Vai ter muito mais beijos e muito menos comentários técnicos sobre por que o Prisioneiro de Azkaban é o melhor filme da saga.
— Ei! — ela protestou, dando um soco leve no braço dele. — Os comentários técnicos são parte do meu charme.
— Tudo em você é puro charme, Maya. — Ele abriu a porta do carro para ela. — Mas agora, vamos para casa. Fred e Jorge devem estar querendo saber por que a dona deles está demorando tanto para admitir que está apaixonada pelo melhor amigo.
Maya entrou no carro, o coração transbordando. Enquanto Logan dava a volta para o lado do motorista, ela olhou para a tatuagem de "Carpe Diem" em seu braço.
Ela finalmente estava colhendo o dia. E o dia tinha o sorriso de John Logan.
Ela passou a mão pelo cabelo cacheado curto, sentindo os fios castanho-mel entre os dedos, e suspirou. Seus olhos âmbar voltaram-se para o espelho da escrivaninha, captando o reflexo das inúmeras tatuagens em seus braços e mãos. A estrela na mão, idêntica à de Rita Lee, parecia brilhar sob a luz do abajur. Cada centímetro de sua pele contava uma história: desde o "Carpe Diem" em homenagem à Sociedade dos Poetas Mortos até a pequena TARDIS navegando pela Noite Estrelada de Van Gogh.
O celular vibrou sobre a mesa. Era uma mensagem no grupo com Hannah e Allie.
"Hannah: Logan está perguntando se você vai ao jogo hoje. Ele disse que você prometeu."
"Allie: Ele está sendo um Golden Retriever carente de novo, Maya. Apareça."
Maya sorriu, balançando a cabeça. John Logan era seu melhor amigo desde que ela chegara à Briar vinda do Brasil. Ele fora o primeiro a não rir quando ela explicou que seu sotaque sumia quando cantava, e o primeiro a aceitar um desafio de jiu-jitsu com ela — e perder feio, para o deleite de Garrett Graham.
— Ele não desiste, não é, rapazes? — Maya murmurou para os gatos. Jorge apenas bocejou, esticando as patas gorduchas.
Ela se levantou, vestindo um moletom oversized por cima da camiseta do Fleetwood Mac. Antes de sair, conferiu se sua guitarra estava bem guardada no estojo. Às sextas-feiras, ela tinha um compromisso que ninguém em Briar conhecia. Nem Hannah, nem Allie, e definitivamente nem Logan. Ela cantava no "The Velvet Note", um bar de jazz e blues a trinta minutos do campus, sob o pseudônimo de "Daisy".
Ao chegar ao ginásio de hóquei, o frio característico a atingiu, mas o calor da torcida compensava. Ela avistou as amigas nas primeiras fileiras.
— Finalmente! — Hannah exclamou, abraçando-a. — Achei que tivesse se perdido em algum episódio de Friends ou em uma maratona de Orgulho e Preconceito.
— Eu estava escrevendo! — Maya defendeu-se, rindo. — E o Fred decidiu que meu colo era o melhor lugar do mundo para um cochilo.
— Onde está o Logan? — Allie perguntou com um sorriso malicioso. — Ele não parou de olhar para a entrada desde que o aquecimento começou.
Maya sentiu o rosto esquentar, uma reação que ela odiava. Logan era seu amigo. O cara que a ajudava a escolher novos vinis e que assistia a *Como Treinar o Seu Dragão* com ela pela milésima vez sem reclamar. Mas, ultimamente, o jeito que ele a olhava... era diferente.
No gelo, os jogadores começaram a sair após o hino. Logan, com o uniforme número 12, patinou até a borda do vidro onde elas estavam. Ele tirou o capacete, o suor grudando o cabelo na testa, e abriu um sorriso que sempre fazia o estômago de Maya dar uma pirueta.
— Você veio — disse ele, a voz abafada pelo vidro, mas perfeitamente legível pelos lábios.
Maya encostou a mão no vidro, logo acima da tatuagem de "Alinhamento Milenar" no pulso.
— Eu disse que viria, não disse? — ela gritou de volta. — Agora vai lá e não seja derrubado!
Logan deu uma piscadela e voltou para o centro do gelo.
O jogo foi tenso, mas Briar venceu. No vestiário, após o banho, Logan encontrou Maya esperando por ele no corredor habitual. Ela estava distraída, cantarolando algo baixo enquanto mexia no celular.
— "The Chain"? — Logan perguntou, aproximando-se.
Maya deu um pulo, rindo.
— Fleetwood Mac é essencial para a sobrevivência, Logan. Você sabe disso.
— Eu sei. — Ele parou na frente dela, exalando aquele cheiro de sabonete e adrenalina. — Ei, vamos comer algo no Dana’s? O pessoal vai estar lá.
Maya olhou para o relógio de pulso. Eram quase dez da noite. Ela precisava estar no Velvet Note às onze.
— Eu não posso, Logan. Tenho que... terminar aquele artigo de jornalismo. O prazo é rigoroso.
Logan franziu o cenho, seus olhos azuis analisando-a com uma intensidade que a deixava desconfortável.
— Você tem trabalhado muito nesse artigo, Maya. Há semanas que você some nas noites de sexta.
— É uma investigação séria — ela mentiu, sentindo uma pontada de culpa. — Coisa de jornalista.
— Tudo bem. — Ele colocou a mão no ombro dela, o polegar roçando levemente a pele exposta perto do pescoço. — Mas amanhã não tem desculpa. Maratona de Harry Potter na minha casa? Eu compro a pizza.
— Fechado. Fred e Jorge vão ficar com ciúmes se eu não for.
Maya saiu apressada, pegando seu carro velho e dirigindo até o bar. No camarim minúsculo, ela trocou o moletom por um vestido de veludo bordô e soltou os cachos. Passou um batom escuro e pegou sua guitarra.
No palco, sob as luzes suaves, ela era outra pessoa. Ou talvez fosse a versão mais real de si mesma.
— Boa noite — disse ela ao microfone, o sotaque brasileiro levemente presente na voz em inglês. — Esta é para quem sente que nasceu na década errada.
Ela começou a dedilhar os acordes de "Dreams". Sua voz preencheu o ambiente, rica e profunda. Maya fechou os olhos, perdendo-se na música. Ela não viu quando a porta do bar se abriu silenciosamente.
Logan não tinha ido para o Dana’s. Ele sabia que Maya estava escondendo algo, e sua preocupação de melhor amigo — misturada com algo muito mais possessivo — o levara a segui-la. Ele esperava encontrar um namorado secreto ou algo terrível.
O que ele encontrou foi a visão mais bonita de sua vida.
Maya estava lá em cima, iluminada, parecendo uma deusa do rock dos anos 70. A maneira como ela tocava a guitarra, a paixão em seu rosto... ele sentiu o coração bater contra as costelas como se tivesse acabado de fazer um sprint no gelo.
Ele ficou parado nas sombras até o set terminar. Quando ela desceu do palco, dez minutos depois, ele a interceptou perto da saída dos fundos.
— Então este é o seu "artigo de jornalismo"?
Maya soltou um grito curto, levando a mão ao peito.
— Logan! O que você está fazendo aqui? Você me seguiu?
— Eu estava preocupado! — ele exclamou, embora o sorriso em seu rosto traísse sua admiração. — Maya, você é incrível. Por que não contou para ninguém? Por que se esconder?
Ela suspirou, encostando-se na parede de tijolos do beco. O frio da noite de Massachusetts começou a penetrar seu vestido.
— No campus, eu sou a Maya nerd, a brasileira que luta jiu-jitsu e fala sobre super-heróis e Jane Austen. Aqui... aqui eu sou apenas a música. Eu não queria que as pessoas fossem me ver por obrigação ou porque sou amiga dos jogadores de hóquei.
Logan deu um passo à frente, entrando no espaço pessoal dela.
— Ninguém faria isso por obrigação. Você tem um talento absurdo. — Ele hesitou, tocando uma mecha de seu cabelo. — E você é linda, Maya.
A tensão entre eles mudou instantaneamente. O barulho abafado do bar desapareceu, restando apenas o som da respiração de ambos.
— Logan... — ela sussurrou.
— Eu não consigo mais fingir que sou só seu amigo, Maya. Eu tentei. Juro que tentei. Mas ver você lá em cima, ouvindo você cantar... é como se todas as peças tivessem se encaixado. Como o seu "alinhamento milenar".
Maya sorriu, as lágrimas brilhando nos olhos âmbar.
— Você prestou atenção na letra da música que eu te mostrei?
— Eu presto atenção em tudo o que você diz. — Logan se inclinou, a testa encostada na dela. — Eu sei que seu filme favorito é Mamma Mia, que você odeia quando as pessoas confundem Marvel com DC e que você tem uma tatuagem de Karma is a Cat só porque ama a Taylor Swift quase tanto quanto ama seus gatos.
Maya riu, uma risada curta e nervosa.
— Isso foi muito específico.
— Eu sou um homem de detalhes.
Logan não esperou mais. Ele selou a distância entre eles, tomando os lábios dela em um beijo que tinha gosto de descoberta e de algo que já deveria ter acontecido há muito tempo. Maya envolveu o pescoço dele com os braços, puxando-o para mais perto, sentindo o calor do corpo dele contra o seu.
Quando se separaram, ambos estavam sem fôlego.
— Então — Maya disse, tentando recuperar a compostura enquanto ajeitava o cabelo. — Isso significa que a maratona de Harry Potter amanhã vai ser diferente?
Logan riu, abraçando-a pela cintura e puxando-a para caminhar até o carro.
— Vai ter muito mais beijos e muito menos comentários técnicos sobre por que o Prisioneiro de Azkaban é o melhor filme da saga.
— Ei! — ela protestou, dando um soco leve no braço dele. — Os comentários técnicos são parte do meu charme.
— Tudo em você é puro charme, Maya. — Ele abriu a porta do carro para ela. — Mas agora, vamos para casa. Fred e Jorge devem estar querendo saber por que a dona deles está demorando tanto para admitir que está apaixonada pelo melhor amigo.
Maya entrou no carro, o coração transbordando. Enquanto Logan dava a volta para o lado do motorista, ela olhou para a tatuagem de "Carpe Diem" em seu braço.
Ela finalmente estava colhendo o dia. E o dia tinha o sorriso de John Logan.
