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A insegurança
Fandom: Vinnie hacker
Creado: 19/5/2026
Etiquetas
RomanceDramaAngustiaDolor/ConsueloRecortes de VidaCelos
Entre Vassouras e Cicatrizes
O corredor principal do internato St. Jude cheirava a cera de assoalho e ao perfume caro de Karen. Ela caminhava com a postura ereta de quem sabia que, além de ser a aluna mais popular, era a filha do Diretor Miller. Mas aquele prestígio, que antes parecia inabalável, estava sendo corroído dia após dia por uma presença indesejada: Megan.
Desde que o pai de Karen se casara novamente, a vida da garota se tornara um campo de batalha silencioso. Megan não era apenas sua nova "irmã"; ela era uma sombra que tentava brilhar mais que a luz. E o alvo principal de Megan, para o desespero de Karen, era Vinnie Hacker.
Vinnie e Karen namoravam há dois anos. Ele era o porto seguro dela, o garoto dos cachos loiros e tatuagens que entendia seus surtos de perfeccionismo. Ou, pelo menos, entendia até Megan chegar com seu ar de "garota indefesa" e olhos pidões.
Naquela tarde, o refeitório estava lotado. Karen avistou Vinnie em uma mesa de canto, mas Megan já estava lá, sentada ao lado dele, rindo de algo que ele dizia. A mão de Megan tocou levemente o braço de Vinnie enquanto ela se inclinava para falar algo em seu ouvido.
O sangue de Karen ferveu. Ela caminhou até a mesa, o som de seus saltos batendo no chão como um aviso de tempestade.
— Perdeu alguma coisa no braço do meu namorado, Megan? — Karen perguntou, a voz gélida.
Megan se encolheu de forma teatral, arregalando os olhos.
— Credo, Karen, estávamos apenas conversando sobre o treino de amanhã. Não precisa de todo esse show.
— O show ainda nem começou — rebateu Karen, fulminando Vinnie com o olhar.
— Amor, relaxa — Vinnie disse, suspirando. — Ela só estava perguntando sobre o horário da academia.
— E ela não tem Google? Ou um relógio? — Karen cruzou os braços. — Eu sei exatamente o que você está fazendo, Megan. Você quer a minha casa, quer a atenção do meu pai e agora quer o meu namorado. Mas adivinha? Você é só uma cópia barata.
Megan se levantou, limpando uma lágrima imaginária no canto do olho.
— Você é tão insegura, Karen. Dá até pena. Talvez seja por isso que o seu pai prefira passar o tempo comigo agora.
O estalo foi ouvido em todo o refeitório. Karen não pensou. A mão voou direto para o rosto de Megan, um tapa seco que deixou a marca dos dedos na pele clara da outra garota. Megan soltou um grito agudo, caindo dramaticamente sobre a mesa, derrubando bandejas e suco.
— Karen! O que você fez? — Vinnie exclamou, levantando-se para segurar os ombros da namorada, impedindo que ela avançasse novamente.
— Me solta, Vinnie! Ela mereceu! — Karen gritava, tentando se desvencilhar, enquanto via o Diretor Miller entrar no refeitório com uma expressão de horror.
...
Uma hora depois, o silêncio na sala do diretor era sufocante. O pai de Karen, o homem que sempre a mimara, parecia ter envelhecido dez anos.
— Eu não criei uma agressora, Karen — disse ele, a voz baixa e decepcionada. — Megan está lá fora com gelo no rosto. A mãe dela está furiosa.
— Ela me provocou, pai! Ela está tentando roubar a minha vida! — Karen sentia as lágrimas de frustração queimarem seus olhos.
— Nada justifica o que você fez. Você vai ter uma punição exemplar para entender que o seu status nesta escola não te dá o direito de tocar em ninguém.
— O que você vai fazer? Me suspender? — ela desafiou.
— Não. Você vai limpar o estádio de futebol. Sozinha. Todas as tardes, depois das aulas, durante uma semana. E vai começar agora.
Karen saiu da sala batendo a porta, o coração batendo na garganta. Ela esperava encontrar Vinnie no corredor, esperando por ela para dizer que entendia, que Megan era mesmo uma cobra. Mas quando o viu, ele estava encostado nos armários com uma expressão de cansaço, não de apoio.
— Você vai mesmo ficar do lado dela? — Karen perguntou, parando na frente dele.
— Não existe "lado", Karen — Vinnie respondeu, passando a mão pelo cabelo. — Existe o fato de que você perdeu a cabeça. Você agrediu uma pessoa na frente de todo mundo.
— Ela estava dando em cima de você! Ela disse que meu pai prefere ela!
— E você deu a ela exatamente o que ela queria: o papel de vítima — Vinnie deu um passo à frente, a voz suave, mas firme. — Eu estou chateado, Karen. Eu não reconheço essa garota que sai batendo nos outros por ciúmes bobo.
— Ciúmes bobo? — ela riu, amarga. — Ótimo. Vá lá ver se ela precisa de mais gelo, Vinnie. Eu tenho um estádio para varrer.
Ela saiu antes que ele pudesse responder, deixando-o sozinho no corredor.
...
O sol estava começando a se pôr quando Karen empurrou a vassoura industrial pela pista de atletismo que cercava o campo de futebol. O estádio era imenso e parecia ainda maior agora que ela estava sozinha, com as mãos começando a criar bolhas e o orgulho ferido.
Cada movimento da vassoura era acompanhado por um pensamento raivoso. Ela odiava Megan. Odiava o pai por ser tão cego. E, acima de tudo, odiava Vinnie por não ter segurado sua mão e dito: "Eu estou com você".
As luzes do estádio se acenderam de repente, ofuscando-a por um momento.
— Você está segurando a vassoura errado. Vai acabar com as costas travadas.
Karen se virou bruscamente. Vinnie estava parado perto do banco de reservas, vestindo um moletom preto, com as mãos nos bolsos.
— O que você está fazendo aqui? Veio ver o mico de perto? — ela perguntou, voltando a varrer com força excessiva.
Vinnie caminhou até ela e, sem pedir permissão, tirou a vassoura de suas mãos.
— Vim ajudar — ele disse simplesmente.
— Não preciso da sua ajuda. Vá ajudar a sua amiguinha Megan.
Vinnie suspirou, deixando a vassoura de lado e segurando as mãos de Karen. Ela tentou puxá-las de volta, mas ele as manteve firmes, virando as palmas para cima e vendo a vermelhidão das bolhas que começavam a surgir.
— Karen, olha para mim — ele pediu.
Ela desviou o olhar para o campo, os lábios tremendo.
— Por que você não me defendeu? — ela sussurrou, a raiva dando lugar à mágoa. — Você viu como ela me olha. Você viu como ela tenta me diminuir.
— Eu vejo tudo isso — Vinnie admitiu, aproximando-se mais, obrigando-a a encostar as costas na grade. — Eu sei que ela é provocadora. Eu sei que a situação na sua casa está difícil. Mas eu não posso aplaudir quando você perde o controle. Eu amo a Karen que é forte e decidida, não a que se rebaixa ao nível de alguém como a Megan.
Karen finalmente olhou para ele. Os olhos de Vinnie estavam cheios de uma sinceridade que a desarmou.
— Eu me senti tão sozinha — ela confessou, uma lágrima solitária escorrendo pelo rosto. — Parece que todo mundo foi enfeitiçado por ela. Até você.
— Ninguém me enfeitiçou, sua boba — Vinnie sorriu de canto, usando o polegar para secar a lágrima dela. — Eu estou com você há dois anos. Você acha mesmo que uma garota que acabou de chegar, só por ser sua meia-irmã, mudaria o que eu sinto?
— Ela é bonita — Karen murmurou.
— Ela não é você — ele rebateu imediatamente. — Ela não tem o seu sorriso, não tem o seu jeito de revirar os olhos quando está certa, e definitivamente não tem o meu coração.
Karen soltou um suspiro longo, deixando a tensão deixar seu corpo. Ela se inclinou para frente, escondendo o rosto no peito de Vinnie. O cheiro dele, uma mistura de sabonete e perfume amadeirado, era o único remédio que ela precisava.
— Desculpa por ter agido como uma louca — ela disse contra o moletom dele.
— Desculpada — ele respondeu, abraçando-a com força. — Mas você ainda tem que terminar de varrer isso aqui. O Diretor Miller é rigoroso.
Karen riu, afastando-se um pouco para olhá-lo.
— Você disse que veio ajudar.
— E eu vou. Mas você fica com a parte leve e eu com a pesada — ele piscou, pegando a vassoura novamente. — E amanhã, na hora do almoço, nós vamos sentar em outra mesa. Bem longe dela. Justo?
— Justo — ela concordou, sentindo o peso no peito desaparecer.
Eles passaram as duas horas seguintes trabalhando juntos sob as luzes do estádio. Entre uma varrida e outra, trocavam beijos rápidos e conversas bobas, transformando uma punição humilhante em um momento só deles.
Karen sabia que Megan ainda seria um problema. Sabia que a convivência em casa continuaria difícil e que seu pai ainda teria que reconquistar sua confiança. Mas, enquanto olhava para Vinnie, que agora tentava equilibrar a vassoura no nariz apenas para fazê-la rir, ela percebeu que não precisava lutar por tudo ao mesmo tempo.
Ela já tinha o que era mais importante. E, desta vez, não deixaria o ciúme cegar a visão do que era real.
— Vinnie? — ela chamou, enquanto recolhiam o material.
— Oi?
— Obrigada por não ter ido embora.
Vinnie caminhou até ela, selando seus lábios em um beijo calmo e profundo que selava a paz entre os dois.
— Eu nunca vou embora, Karen. Mesmo quando você estiver com uma vassoura na mão e faíscas nos olhos.
Eles saíram do estádio de mãos dadas, deixando para trás o pó e a discórdia, prontos para enfrentar o que quer que o dia seguinte trouxesse — de preferência, sem mais tapas.
Desde que o pai de Karen se casara novamente, a vida da garota se tornara um campo de batalha silencioso. Megan não era apenas sua nova "irmã"; ela era uma sombra que tentava brilhar mais que a luz. E o alvo principal de Megan, para o desespero de Karen, era Vinnie Hacker.
Vinnie e Karen namoravam há dois anos. Ele era o porto seguro dela, o garoto dos cachos loiros e tatuagens que entendia seus surtos de perfeccionismo. Ou, pelo menos, entendia até Megan chegar com seu ar de "garota indefesa" e olhos pidões.
Naquela tarde, o refeitório estava lotado. Karen avistou Vinnie em uma mesa de canto, mas Megan já estava lá, sentada ao lado dele, rindo de algo que ele dizia. A mão de Megan tocou levemente o braço de Vinnie enquanto ela se inclinava para falar algo em seu ouvido.
O sangue de Karen ferveu. Ela caminhou até a mesa, o som de seus saltos batendo no chão como um aviso de tempestade.
— Perdeu alguma coisa no braço do meu namorado, Megan? — Karen perguntou, a voz gélida.
Megan se encolheu de forma teatral, arregalando os olhos.
— Credo, Karen, estávamos apenas conversando sobre o treino de amanhã. Não precisa de todo esse show.
— O show ainda nem começou — rebateu Karen, fulminando Vinnie com o olhar.
— Amor, relaxa — Vinnie disse, suspirando. — Ela só estava perguntando sobre o horário da academia.
— E ela não tem Google? Ou um relógio? — Karen cruzou os braços. — Eu sei exatamente o que você está fazendo, Megan. Você quer a minha casa, quer a atenção do meu pai e agora quer o meu namorado. Mas adivinha? Você é só uma cópia barata.
Megan se levantou, limpando uma lágrima imaginária no canto do olho.
— Você é tão insegura, Karen. Dá até pena. Talvez seja por isso que o seu pai prefira passar o tempo comigo agora.
O estalo foi ouvido em todo o refeitório. Karen não pensou. A mão voou direto para o rosto de Megan, um tapa seco que deixou a marca dos dedos na pele clara da outra garota. Megan soltou um grito agudo, caindo dramaticamente sobre a mesa, derrubando bandejas e suco.
— Karen! O que você fez? — Vinnie exclamou, levantando-se para segurar os ombros da namorada, impedindo que ela avançasse novamente.
— Me solta, Vinnie! Ela mereceu! — Karen gritava, tentando se desvencilhar, enquanto via o Diretor Miller entrar no refeitório com uma expressão de horror.
...
Uma hora depois, o silêncio na sala do diretor era sufocante. O pai de Karen, o homem que sempre a mimara, parecia ter envelhecido dez anos.
— Eu não criei uma agressora, Karen — disse ele, a voz baixa e decepcionada. — Megan está lá fora com gelo no rosto. A mãe dela está furiosa.
— Ela me provocou, pai! Ela está tentando roubar a minha vida! — Karen sentia as lágrimas de frustração queimarem seus olhos.
— Nada justifica o que você fez. Você vai ter uma punição exemplar para entender que o seu status nesta escola não te dá o direito de tocar em ninguém.
— O que você vai fazer? Me suspender? — ela desafiou.
— Não. Você vai limpar o estádio de futebol. Sozinha. Todas as tardes, depois das aulas, durante uma semana. E vai começar agora.
Karen saiu da sala batendo a porta, o coração batendo na garganta. Ela esperava encontrar Vinnie no corredor, esperando por ela para dizer que entendia, que Megan era mesmo uma cobra. Mas quando o viu, ele estava encostado nos armários com uma expressão de cansaço, não de apoio.
— Você vai mesmo ficar do lado dela? — Karen perguntou, parando na frente dele.
— Não existe "lado", Karen — Vinnie respondeu, passando a mão pelo cabelo. — Existe o fato de que você perdeu a cabeça. Você agrediu uma pessoa na frente de todo mundo.
— Ela estava dando em cima de você! Ela disse que meu pai prefere ela!
— E você deu a ela exatamente o que ela queria: o papel de vítima — Vinnie deu um passo à frente, a voz suave, mas firme. — Eu estou chateado, Karen. Eu não reconheço essa garota que sai batendo nos outros por ciúmes bobo.
— Ciúmes bobo? — ela riu, amarga. — Ótimo. Vá lá ver se ela precisa de mais gelo, Vinnie. Eu tenho um estádio para varrer.
Ela saiu antes que ele pudesse responder, deixando-o sozinho no corredor.
...
O sol estava começando a se pôr quando Karen empurrou a vassoura industrial pela pista de atletismo que cercava o campo de futebol. O estádio era imenso e parecia ainda maior agora que ela estava sozinha, com as mãos começando a criar bolhas e o orgulho ferido.
Cada movimento da vassoura era acompanhado por um pensamento raivoso. Ela odiava Megan. Odiava o pai por ser tão cego. E, acima de tudo, odiava Vinnie por não ter segurado sua mão e dito: "Eu estou com você".
As luzes do estádio se acenderam de repente, ofuscando-a por um momento.
— Você está segurando a vassoura errado. Vai acabar com as costas travadas.
Karen se virou bruscamente. Vinnie estava parado perto do banco de reservas, vestindo um moletom preto, com as mãos nos bolsos.
— O que você está fazendo aqui? Veio ver o mico de perto? — ela perguntou, voltando a varrer com força excessiva.
Vinnie caminhou até ela e, sem pedir permissão, tirou a vassoura de suas mãos.
— Vim ajudar — ele disse simplesmente.
— Não preciso da sua ajuda. Vá ajudar a sua amiguinha Megan.
Vinnie suspirou, deixando a vassoura de lado e segurando as mãos de Karen. Ela tentou puxá-las de volta, mas ele as manteve firmes, virando as palmas para cima e vendo a vermelhidão das bolhas que começavam a surgir.
— Karen, olha para mim — ele pediu.
Ela desviou o olhar para o campo, os lábios tremendo.
— Por que você não me defendeu? — ela sussurrou, a raiva dando lugar à mágoa. — Você viu como ela me olha. Você viu como ela tenta me diminuir.
— Eu vejo tudo isso — Vinnie admitiu, aproximando-se mais, obrigando-a a encostar as costas na grade. — Eu sei que ela é provocadora. Eu sei que a situação na sua casa está difícil. Mas eu não posso aplaudir quando você perde o controle. Eu amo a Karen que é forte e decidida, não a que se rebaixa ao nível de alguém como a Megan.
Karen finalmente olhou para ele. Os olhos de Vinnie estavam cheios de uma sinceridade que a desarmou.
— Eu me senti tão sozinha — ela confessou, uma lágrima solitária escorrendo pelo rosto. — Parece que todo mundo foi enfeitiçado por ela. Até você.
— Ninguém me enfeitiçou, sua boba — Vinnie sorriu de canto, usando o polegar para secar a lágrima dela. — Eu estou com você há dois anos. Você acha mesmo que uma garota que acabou de chegar, só por ser sua meia-irmã, mudaria o que eu sinto?
— Ela é bonita — Karen murmurou.
— Ela não é você — ele rebateu imediatamente. — Ela não tem o seu sorriso, não tem o seu jeito de revirar os olhos quando está certa, e definitivamente não tem o meu coração.
Karen soltou um suspiro longo, deixando a tensão deixar seu corpo. Ela se inclinou para frente, escondendo o rosto no peito de Vinnie. O cheiro dele, uma mistura de sabonete e perfume amadeirado, era o único remédio que ela precisava.
— Desculpa por ter agido como uma louca — ela disse contra o moletom dele.
— Desculpada — ele respondeu, abraçando-a com força. — Mas você ainda tem que terminar de varrer isso aqui. O Diretor Miller é rigoroso.
Karen riu, afastando-se um pouco para olhá-lo.
— Você disse que veio ajudar.
— E eu vou. Mas você fica com a parte leve e eu com a pesada — ele piscou, pegando a vassoura novamente. — E amanhã, na hora do almoço, nós vamos sentar em outra mesa. Bem longe dela. Justo?
— Justo — ela concordou, sentindo o peso no peito desaparecer.
Eles passaram as duas horas seguintes trabalhando juntos sob as luzes do estádio. Entre uma varrida e outra, trocavam beijos rápidos e conversas bobas, transformando uma punição humilhante em um momento só deles.
Karen sabia que Megan ainda seria um problema. Sabia que a convivência em casa continuaria difícil e que seu pai ainda teria que reconquistar sua confiança. Mas, enquanto olhava para Vinnie, que agora tentava equilibrar a vassoura no nariz apenas para fazê-la rir, ela percebeu que não precisava lutar por tudo ao mesmo tempo.
Ela já tinha o que era mais importante. E, desta vez, não deixaria o ciúme cegar a visão do que era real.
— Vinnie? — ela chamou, enquanto recolhiam o material.
— Oi?
— Obrigada por não ter ido embora.
Vinnie caminhou até ela, selando seus lábios em um beijo calmo e profundo que selava a paz entre os dois.
— Eu nunca vou embora, Karen. Mesmo quando você estiver com uma vassoura na mão e faíscas nos olhos.
Eles saíram do estádio de mãos dadas, deixando para trás o pó e a discórdia, prontos para enfrentar o que quer que o dia seguinte trouxesse — de preferência, sem mais tapas.
