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Oliver, zip, Edward rotina
Fandom: Fundamental paper education FPE
Creado: 19/5/2026
Etiquetas
Recortes de VidaHumorCrack / Humor ParódicoHistoria DomésticaAventuraAmbientación CanonPelícula de Amigos
Sabonetes, Canhões e Ciência: Um Caos Matinal
A luz pálida da manhã filtrava-se pelas janelas da Academia Paper, mas dentro do quarto compartilhado pelo trio mais problemático da escola, o tempo parecia ter parado em um emaranhado de lençóis e cabelos brancos. A cama de casal, grande o suficiente para acomodar os três, era um campo de batalha de travesseiros. Oliver ocupava o centro, com seus longos cabelos brancos espalhados como uma teia de aranha. Edward estava em um canto, ressonando levemente com a cauda de demônio enrolada no próprio tornozelo, enquanto a pequena Zip dormia abraçada a um chapéu de pirata de feltro, como se fosse o tesouro mais valioso do oceano.
Oliver abriu um dos olhos. Sua língua bifurcada deslizou rapidamente pelos lábios, um tique nervoso que ele tinha ao acordar. Ele olhou para os dois companheiros de travessuras e um sorriso malicioso surgiu em seu rosto. Ele não era do tipo que acordava os outros com um "bom dia" gentil.
Com um movimento brusco e coordenado, Oliver esticou as pernas e os braços — incluindo o braço de lápis — e empurrou Zip e Edward para fora da cama com toda a força que tinha.
O baque foi duplo e seco.
— Mas o que... pelos sete mares! — gritou Zip, sentando-se no chão frio, ainda agarrada ao seu chapéu de pirata.
— Oliver! Eu estava no meio de uma fórmula de fusão! — Edward reclamou, ajustando a postura enquanto sua cauda chicoteava o ar em sinal de irritação.
— O sol já nasceu, preguiçosos! — Oliver riu, saltando da cama com a agilidade de um felino. A marca de "A+" em seu cabelo brilhou sob a luz matinal. — Temos um dia inteiro de caos para planejar e vocês querem ficar hibernando?
Ainda resmungando, o trio se dirigiu ao banheiro. O ritual matinal deles era, no mínimo, peculiar. Zip, sendo a menor de todos, arrastou um banquinho de madeira até a pia para conseguir alcançar a torneira. Ela pegou sua escova de dentes com determinação, enquanto Oliver, em um de seus momentos de pura energia caótica, decidiu que uma escova não era suficiente e começou a escovar os dentes com duas ao mesmo tempo, fazendo uma espuma exagerada.
Edward, por outro lado, era o retrato da observação metódica. Ele escovava os dentes com precisão cirúrgica, observando o reflexo dos amigos no espelho com um olhar analítico, como se estivesse estudando a aerodinâmica da espuma de sabão que Oliver cuspia.
— Zip, você tem certeza de que essa equação no seu cabelo não deveria ser corrigida hoje? — perguntou Edward, apontando para o "2 + 2 = 8" escrito no lado branco do cabelo dela.
— Nem pensar! — Zip respondeu entre um bochecho e outro. — É a minha marca registrada. Matemática comum é para gente sem imaginação. Piratas não seguem regras aritméticas!
Após a higiene, voltaram ao quarto para se vestirem. O caos se intensificou. Oliver começou a rodar pelo quarto como um redemoinho, fazendo seus cabelos de quase dois metros de comprimento chicotearem o ar. Ele girou até parar em frente ao armário, puxando sua camisa preta de gola com listras brancas. Ele a vestiu com um movimento teatral, ajustando o relógio no pulso esquerdo e garantindo que seu braço de lápis estivesse bem posicionado.
Zip, tentando ser rápida, acabou escalando o armário para alcançar sua roupa favorita. No processo, ela perdeu o equilíbrio e caiu de costas em cima da pilha de roupas, rindo alto.
— Eu encontrei! — exclamou ela, surgindo debaixo de um monte de tecidos com seu vestido branco e o poncho curto decorado com desenhos infantis.
Ela vestiu a roupa rapidamente, calçou suas botas de salto e, claro, colocou o chapéu de pirata firmemente sobre a cabeça bicolor. Sua cauda de dragão balançava de um lado para o outro, derrubando alguns papéis da mesa de Edward.
Edward, ignorando a bagunça ao redor, procurava por algo vital.
— Alguém viu meus óculos? — perguntou ele, tateando a escrivaninha cheia de béqueres e tubos de ensaio.
— Estão no topo da sua cabeça, gênio da ciência — disse Oliver, mastigando algo que definitivamente não era comida.
Edward sentiu o topo da cabeça, encontrou os óculos redondos e os desceu para o nariz por um segundo, antes de colocá-los de volta na testa. Ele vestiu sua camisa preta e branca, calçou suas botas pesadas e, de forma ritualística, pegou um frasco de colírio.
— Meus olhos ardem com a falta de lógica deste quarto — murmurou Edward, pingando as gotas com precisão antes de guardar o frasco.
— O que você está comendo, Oliver? — Zip perguntou, estreitando os olhos enquanto ajeitava o aviãozinho de papel em sua mão.
Oliver deu um sorriso largo, revelando um pedaço de sabão azul entre os dentes.
— É de mirtilo. Ou pelo menos o cheiro é — ele respondeu, dando uma mordida crocante no sabão como se fosse uma maçã.
— Isso é biologicamente preocupante — comentou Edward, ajustando as luvas pretas. — Mas, considerando que você tem um lápis no lugar do braço, acho que o sabão é o menor dos seus problemas.
— Ora, vamos! — Oliver exclamou, pegando sua mochila. — Temos aula com a Senhorita Circle hoje. Se chegarmos atrasados, ela vai usar aquela bússola gigante para algo mais do que desenhar círculos.
— Eu vou na frente! — gritou Zip, lançando seu aviãozinho de papel pelo corredor antes de sair correndo atrás dele. — Primeira parada: o convés principal! Ou melhor, o corredor do segundo andar!
O trio saiu do quarto, deixando para trás um rastro de poeira, cheiro de sabão e a promessa de que a Academia Paper nunca mais teria um momento de paz naquele dia. Oliver liderava o grupo com seu andar confiante, Zip saltitava como se estivesse em um navio em plena tempestade, e Edward caminhava logo atrás, já pensando em qual experimento químico usaria para pregar uma peça nos alunos do primeiro ano.
— Ei, Edward — chamou Oliver, parando de repente na metade do corredor.
— O que foi agora? — perguntou o cientista, parando atrás dele.
— Você acha que o sabão de limão combina com o lanche da tarde ou é muito ácido para o paladar refinado de um artista como eu?
Edward suspirou, balançando a cabeça enquanto Zip voltava correndo para se juntar a eles.
— Oliver, eu realmente acho que deveríamos estudar a composição química do seu estômago um dia desses.
— Só se você me deixar usar seu chapéu de pirata, Zip! — Oliver brincou, tentando pegar o chapéu da amiga.
— Jamais! — Zip deu um salto para trás, mostrando a língua. — Um capitão nunca entrega o seu posto!
E assim, entre risadas, discussões sobre sabonetes e planos de pirataria escolar, os três amigos seguiram em direção às salas de aula, prontos para transformar a rotina da Fundamental Paper Education em seu próprio parque de diversões particular.
Oliver abriu um dos olhos. Sua língua bifurcada deslizou rapidamente pelos lábios, um tique nervoso que ele tinha ao acordar. Ele olhou para os dois companheiros de travessuras e um sorriso malicioso surgiu em seu rosto. Ele não era do tipo que acordava os outros com um "bom dia" gentil.
Com um movimento brusco e coordenado, Oliver esticou as pernas e os braços — incluindo o braço de lápis — e empurrou Zip e Edward para fora da cama com toda a força que tinha.
O baque foi duplo e seco.
— Mas o que... pelos sete mares! — gritou Zip, sentando-se no chão frio, ainda agarrada ao seu chapéu de pirata.
— Oliver! Eu estava no meio de uma fórmula de fusão! — Edward reclamou, ajustando a postura enquanto sua cauda chicoteava o ar em sinal de irritação.
— O sol já nasceu, preguiçosos! — Oliver riu, saltando da cama com a agilidade de um felino. A marca de "A+" em seu cabelo brilhou sob a luz matinal. — Temos um dia inteiro de caos para planejar e vocês querem ficar hibernando?
Ainda resmungando, o trio se dirigiu ao banheiro. O ritual matinal deles era, no mínimo, peculiar. Zip, sendo a menor de todos, arrastou um banquinho de madeira até a pia para conseguir alcançar a torneira. Ela pegou sua escova de dentes com determinação, enquanto Oliver, em um de seus momentos de pura energia caótica, decidiu que uma escova não era suficiente e começou a escovar os dentes com duas ao mesmo tempo, fazendo uma espuma exagerada.
Edward, por outro lado, era o retrato da observação metódica. Ele escovava os dentes com precisão cirúrgica, observando o reflexo dos amigos no espelho com um olhar analítico, como se estivesse estudando a aerodinâmica da espuma de sabão que Oliver cuspia.
— Zip, você tem certeza de que essa equação no seu cabelo não deveria ser corrigida hoje? — perguntou Edward, apontando para o "2 + 2 = 8" escrito no lado branco do cabelo dela.
— Nem pensar! — Zip respondeu entre um bochecho e outro. — É a minha marca registrada. Matemática comum é para gente sem imaginação. Piratas não seguem regras aritméticas!
Após a higiene, voltaram ao quarto para se vestirem. O caos se intensificou. Oliver começou a rodar pelo quarto como um redemoinho, fazendo seus cabelos de quase dois metros de comprimento chicotearem o ar. Ele girou até parar em frente ao armário, puxando sua camisa preta de gola com listras brancas. Ele a vestiu com um movimento teatral, ajustando o relógio no pulso esquerdo e garantindo que seu braço de lápis estivesse bem posicionado.
Zip, tentando ser rápida, acabou escalando o armário para alcançar sua roupa favorita. No processo, ela perdeu o equilíbrio e caiu de costas em cima da pilha de roupas, rindo alto.
— Eu encontrei! — exclamou ela, surgindo debaixo de um monte de tecidos com seu vestido branco e o poncho curto decorado com desenhos infantis.
Ela vestiu a roupa rapidamente, calçou suas botas de salto e, claro, colocou o chapéu de pirata firmemente sobre a cabeça bicolor. Sua cauda de dragão balançava de um lado para o outro, derrubando alguns papéis da mesa de Edward.
Edward, ignorando a bagunça ao redor, procurava por algo vital.
— Alguém viu meus óculos? — perguntou ele, tateando a escrivaninha cheia de béqueres e tubos de ensaio.
— Estão no topo da sua cabeça, gênio da ciência — disse Oliver, mastigando algo que definitivamente não era comida.
Edward sentiu o topo da cabeça, encontrou os óculos redondos e os desceu para o nariz por um segundo, antes de colocá-los de volta na testa. Ele vestiu sua camisa preta e branca, calçou suas botas pesadas e, de forma ritualística, pegou um frasco de colírio.
— Meus olhos ardem com a falta de lógica deste quarto — murmurou Edward, pingando as gotas com precisão antes de guardar o frasco.
— O que você está comendo, Oliver? — Zip perguntou, estreitando os olhos enquanto ajeitava o aviãozinho de papel em sua mão.
Oliver deu um sorriso largo, revelando um pedaço de sabão azul entre os dentes.
— É de mirtilo. Ou pelo menos o cheiro é — ele respondeu, dando uma mordida crocante no sabão como se fosse uma maçã.
— Isso é biologicamente preocupante — comentou Edward, ajustando as luvas pretas. — Mas, considerando que você tem um lápis no lugar do braço, acho que o sabão é o menor dos seus problemas.
— Ora, vamos! — Oliver exclamou, pegando sua mochila. — Temos aula com a Senhorita Circle hoje. Se chegarmos atrasados, ela vai usar aquela bússola gigante para algo mais do que desenhar círculos.
— Eu vou na frente! — gritou Zip, lançando seu aviãozinho de papel pelo corredor antes de sair correndo atrás dele. — Primeira parada: o convés principal! Ou melhor, o corredor do segundo andar!
O trio saiu do quarto, deixando para trás um rastro de poeira, cheiro de sabão e a promessa de que a Academia Paper nunca mais teria um momento de paz naquele dia. Oliver liderava o grupo com seu andar confiante, Zip saltitava como se estivesse em um navio em plena tempestade, e Edward caminhava logo atrás, já pensando em qual experimento químico usaria para pregar uma peça nos alunos do primeiro ano.
— Ei, Edward — chamou Oliver, parando de repente na metade do corredor.
— O que foi agora? — perguntou o cientista, parando atrás dele.
— Você acha que o sabão de limão combina com o lanche da tarde ou é muito ácido para o paladar refinado de um artista como eu?
Edward suspirou, balançando a cabeça enquanto Zip voltava correndo para se juntar a eles.
— Oliver, eu realmente acho que deveríamos estudar a composição química do seu estômago um dia desses.
— Só se você me deixar usar seu chapéu de pirata, Zip! — Oliver brincou, tentando pegar o chapéu da amiga.
— Jamais! — Zip deu um salto para trás, mostrando a língua. — Um capitão nunca entrega o seu posto!
E assim, entre risadas, discussões sobre sabonetes e planos de pirataria escolar, os três amigos seguiram em direção às salas de aula, prontos para transformar a rotina da Fundamental Paper Education em seu próprio parque de diversões particular.
