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Barulho atrás da porta

Fandom: Bts

Creado: 20/5/2026

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RomancePWP (¿Trama? ¿Qué trama?)Ambientación CanonCelosLenguaje ExplícitoHistoria Doméstica
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O Segredo Atrás da Porta Entreaberta

O silêncio no dormitório do BTS era algo raro, uma joia preciosa que Jimin costumava aproveitar para colocar o sono em dia ou ler algo com tranquilidade. No entanto, naquela tarde de terça-feira, o silêncio foi substituído por algo que fez seu sangue gelar e, logo em seguida, ferver.

Os outros membros haviam saído para um compromisso individual, e Jimin, alegando uma dor de cabeça persistente, decidiu ficar. Ele acreditava que Jungkook também tinha ido ao estúdio, mas o som que vinha do final do corredor provava o contrário.

Eram suspiros. Curtos, agudos e carregados de uma urgência que Jimin reconheceria em qualquer lugar.

— Ora, ora... — murmurou Jimin para si mesmo, um sorriso de lado surgindo em seus lábios. — O nosso pequeno Golden Maknae finalmente trouxe alguém para casa?

Ele sentiu uma pontada de orgulho. Jungkook sempre fora o mais tímido, o "bebê" do grupo que parecia fugir de qualquer contato feminino mais direto. Ver que ele estava se tornando um homem e, aparentemente, um bem ativo, trazia uma sensação de dever cumprido para o mais velho. Curioso e querendo ter material para provocar o amigo mais tarde, Jimin caminhou na ponta dos pés até a porta do quarto de Jungkook.

A porta não estava totalmente fechada. Uma fresta milimétrica permitia que a luz do corredor invadisse o quarto escuro. Jimin se inclinou, prendendo a respiração, esperando ver uma garota desconhecida sob os lençóis.

O que ele viu, no entanto, paralisou seus pulmões.

Não havia garota nenhuma.

Jungkook estava sozinho na cama, deitado de costas, com as calças do pijama arriadas até os joelhos. Sua pele alva brilhava com uma fina camada de suor sob a luz fraca. Uma das mãos do mais novo estava fechada em torno de seu próprio membro, movimentando-se em um ritmo frenético, enquanto a outra mão apertava com força o próprio mamilo, puxando a carne com uma crueza que Jimin nunca imaginou que ele possuísse.

— Ah... humm... — O gemido de Jungkook saiu manhoso, quase como um choro. — Mais... eu quero mais...

Jimin sentiu o coração martelar contra as costelas. Jungkook não estava apenas se tocando; ele estava se contorcendo, arqueando as costas e empurrando o quadril contra o ar, como se buscasse preencher um vazio que suas mãos não podiam alcançar. Ele parecia carente, entregue a um desejo que transbordava em cada som que escapava de sua boca entreaberta.

Jimin deveria ter saído dali. Era uma invasão de privacidade imperdoável. Mas seus pés pareciam colados ao chão, e seus olhos devoravam a cena de um Jungkook que ele não conhecia: o Jungkook safado, o Jungkook que desejava ser possuído.

Nas semanas que se seguiram, o que era um acidente tornou-se um vício.

Sempre que o grupo tinha um tempo livre, Jimin inventava uma desculpa.

— Podem ir na frente, esqueci meu fone de ouvido — dizia ele, já sentindo a antecipação queimar suas veias.

Jungkook, por sua vez, também parecia ter desenvolvido o hábito de ficar para trás.

— Vou praticar mais um pouco de coreografia aqui na sala — mentia o mais novo, esperando que os outros batessem a porta principal para correr para o seu santuário.

E Jimin sempre estaria lá. Escondido nas sombras do corredor, observando pela mesma fresta. Ele via Jungkook usar lubrificante, via-o explorar o próprio corpo com os dedos, tentando simular uma penetração que o deixava delirante. Jimin ficava excitado apenas de olhar, o próprio membro endurecendo dentro da calça enquanto via a expressão de puro prazer e agonia no rosto de seu "irmãozinho".

Em uma tarde particularmente quente, Jimin estava em seu posto habitual. Ele observava Jungkook, que desta vez estava de quatro na cama, olhando-se no espelho da penteadeira enquanto enfiava dois dedos em si mesmo, gemendo alto, sem se importar com quem pudesse ouvir.

— Tão apertado... — Jungkook sibilou, a voz rouca. — Porra, eu queria... eu queria ele aqui...

Jimin sentiu um calafrio. Ele? Quem era ele? O ciúme disparou em seu peito antes mesmo que pudesse processar.

De repente, Jungkook parou o movimento. Ele olhou diretamente para a fresta da porta através do reflexo do espelho. Jimin congelou. Ele tinha certeza de que estava bem escondido, mas o olhar de Jungkook era afiado, consciente.

Um sorriso lento e desafiador surgiu nos lábios do mais novo. Ele não se cobriu. Pelo contrário, ele abriu mais as pernas, exibindo-se descaradamente para a fresta onde Jimin estava.

— Eu sei que você está aí, Jimin-ssi — disse Jungkook, a voz carregada de um tom pecaminoso que Jimin nunca ouvira.

O coração de Jimin parou por um segundo. Ele deveria fugir, mas a adrenalina era viciante demais.

Jungkook voltou a se tocar, mas desta vez, o ritmo era mais lento, mais provocativo. Ele fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, deixando um gemido longo e arrastado escapar.

— Ah... Jimin... Jimin, dói tanto... — Jungkook chamou, o nome do mais velho saindo como uma oração profana. — Entra logo aqui e resolve isso... Eu sei que você quer... Eu quero você dentro de mim agora!

O autocontrole de Jimin se estilhaçou como vidro. Ele não pensou nas consequências, na dinâmica do grupo ou no amanhã. Ele apenas empurrou a porta com força, fazendo-a bater contra a parede, e entrou no quarto com o olhar em chamas.

Jungkook não se moveu para se esconder. Ele continuava deitado, ofegante, olhando para Jimin com uma mistura de triunfo e luxúria.

— Você é um garoto muito malvado, Jungkook — disse Jimin, a voz baixa e perigosa, enquanto começava a desabotoar a própria camisa. — Espiando você esse tempo todo... você sabia, não sabia?

— Eu queria que você visse — confessou Jungkook, a voz falhando enquanto via Jimin se aproximar da cama. — Eu queria que você ficasse louco como eu estou.

Jimin subiu na cama, engatinhando por cima de Jungkook até que seus rostos estivessem a centímetros de distância. O cheiro de suor e desejo era inebriante.

— Você não tem ideia do que me fez passar nessas últimas semanas — sussurrou Jimin, segurando o queixo de Jungkook com firmeza. — Olhando você se tocar e chamando meu nome... você quer um pau dentro de você, coelhinho? É isso que você está pedindo?

Jungkook arqueou o corpo, roçando seu membro ereto contra a coxa de Jimin, um gemido suplicante escapando de seus lábios.

— Por favor, Jimin... eu não aguento mais os meus dedos... eu quero sentir você. Me fode, por favor.

Jimin não precisou ouvir mais nada. Ele selou seus lábios nos de Jungkook em um beijo faminto, uma batalha de línguas que buscava compensar todo o tempo perdido na observação silenciosa. Suas mãos desceram para o quadril de Jungkook, apertando a carne macia com força, deixando marcas que seriam lembranças duradouras daquela tarde.

— Eu vou te dar exatamente o que você quer — prometeu Jimin contra a pele do pescoço de Jungkook, antes de morder o local com vontade. — Mas eu não vou ser gentil. Você me provocou por tempo demais.

— Não seja... — arfou Jungkook, as unhas cravando-se nos ombros de Jimin. — Eu quero sentir tudo.

Jimin se posicionou, o contraste entre sua postura dominante e a entrega total de Jungkook criando uma eletricidade quase palpável no quarto. Quando ele finalmente se impulsionou para dentro, preenchendo Jungkook por completo, o grito que escapou do mais novo foi uma mistura de alívio e êxtase puro.

— Oh, Deus... Jimin! — Jungkook jogou a cabeça para trás, os olhos revirando enquanto suas paredes internas se apertavam desesperadamente em torno da invasão.

— Tão apertado... — Jimin grunhiu, começando a se movimentar em estocadas longas e profundas. — Você foi feito para mim, Jungkook. Só para mim.

O quarto, antes silencioso e cheio de segredos, agora era palco de uma sinfonia de pele batendo contra pele, gemidos desavergonhados e confissões arrancadas pelo prazer. Jungkook era um caos de sensações, as pernas envolvendo a cintura de Jimin para puxá-lo ainda mais para perto, querendo que cada centímetro dele fosse preenchido.

— Mais... mais rápido! — pedia o mais novo, a voz entrecortada.

Jimin obedeceu, o ritmo tornando-se frenético. Ele observava o rosto de Jungkook, a forma como ele se perdia no prazer, e sentia uma satisfação possessiva queimar em seu peito. Não havia mais frestas, não havia mais segredos.

Quando o ápice finalmente os atingiu, vieram juntos em um clamor de nomes e suspiros exaustos. Jimin desabou sobre o peito de Jungkook, ambos com o coração disparado, o suor colando seus corpos.

O silêncio retornou ao dormitório, mas agora era um silêncio diferente. Era o silêncio da cumplicidade.

— Você vai ficar para trás amanhã também? — perguntou Jungkook com um sorriso travesso, ainda recuperando o fôlego.

Jimin beijou a ponta do nariz do mais novo, um brilho determinado nos olhos.

— Eu nunca mais vou precisar olhar pela fresta da porta, Jungkook. Agora eu tenho a chave.
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