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O filme

Fandom: Enhpeyn Nishimura riki

Creado: 30/12/2025

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Doce Pecado Gelado


A noite caía suavemente sobre Seul, pintando o céu com tons de roxo e laranja que se esvaíam lentamente para o azul escuro. Dentro do aconchegante apartamento que dividíamos, a atmosfera era igualmente suave, mas com um toque de excitação latente. Niki, meu namorado, estava deitado no sofá, um braço estendido para mim enquanto eu aninhava a cabeça em seu peito. O filme que tínhamos escolhido, uma comédia romântica um tanto clichê, rodava na televisão, mas nossa atenção estava longe da tela.

Seus dedos brincavam com as mechas do meu cabelo, um carinho leve que me fazia suspirar de contentamento. O cheiro dele – uma mistura de lavanda do amaciante e seu perfume amadeirado característico – era inebriante. Eu podia sentir o ritmo constante de seu coração sob minha orelha, uma melodia tranquilizadora que me fazia sentir segura e amada.

“Esse filme é tão bobo,” eu murmurei, mas sem qualquer tom de desaprovação. A verdade é que eu nem estava realmente assistindo. Meus olhos estavam fixos no contorno de seu queixo, na curva de seus lábios que se abriam em um sorriso preguiçoso.

Ele riu baixinho, um som rouco que vibrava em meu peito. “Eu escolhi ele de propósito. Para não termos que prestar atenção.”

Levantei a cabeça para encará-lo, e nossos olhos se encontraram. O brilho travesso em seu olhar me fez sorrir. Niki era assim – sempre um pouco imprevisível, sempre encontrando maneiras de tornar os momentos simples em algo especial.

“Ah, é? E qual era o seu plano então, senhor Nishimura?” perguntei, fingindo indignação, mas já sentindo um calor subir pelo meu corpo.

Ele se inclinou, selando meus lábios com os seus em um beijo lento e demorado. O gosto de morango, do suco que tínhamos acabado de beber, ainda pairava em sua boca. O beijo aprofundou-se, seus lábios se movendo com uma experiência que sempre me pegava desprevenida, mesmo depois de todo esse tempo. Era macio e firme ao mesmo tempo, um convite silencioso para mais.

Minhas mãos se moveram para seu pescoço, meus dedos se enroscando em seus cabelos macios enquanto eu respondia com a mesma intensidade. O filme, a televisão, o mundo exterior – tudo desapareceu. Havia apenas Niki e eu, imersos em nosso próprio universo.

Ele quebrou o beijo, mas apenas para sussurrar contra meus lábios inchados. “Meu plano era muito mais interessante do que qualquer enredo de filme.”

Um arrepio percorreu minha espinha. Niki tinha essa habilidade de me desarmar completamente com apenas algumas palavras, com um olhar. Eu estava completamente rendida a ele.

Ele se afastou um pouco, mas não o suficiente para que eu perdesse o contato com seu corpo quente. Seus olhos escanearam meu rosto, um brilho de desejo acendendo-se em suas íris escuras. “Você está linda hoje, SN.”

Corei, sentindo o calor em minhas bochechas. “Você sempre diz isso.”

“Porque é sempre verdade,” ele retrucou, com um sorriso gentil. “Mas hoje, especialmente.”

Ele começou a beijar meu pescoço, seus lábios traçando um caminho lento e deliberado, deixando uma trilha de arrepios por onde passava. Eu fechei os olhos, inclinando a cabeça para dar-lhe mais acesso. Suas mãos escorregaram pela minha cintura, apertando-a suavemente, puxando-me ainda mais para perto.

A respiração dele se tornou mais pesada, e a minha também. O calor entre nós crescia, uma chama que ameaçava consumir tudo. Eu podia sentir a excitação dele, pulsando contra mim, e a minha própria resposta era um eco selvagem.

Seus beijos desceram pelos meus ombros, e eu senti suas mãos habilidosas desabotoarem minha blusa. Cada toque era um choque elétrico, cada carícia me levava mais fundo em um torpor prazeroso. Eu ansiava por ele, por sua pele contra a minha, pela intensidade de sua paixão.

O filme na televisão continuava, mas o som era apenas um zumbido distante. O mundo se resumia ao toque de Niki, ao cheiro dele, ao som de nossas respirações aceleradas.

Ele me ajudou a me livrar da blusa, seus olhos nunca deixando os meus. Havia uma intimidade tão profunda em seu olhar, um conhecimento que me fazia sentir completamente exposta e completamente segura ao mesmo tempo. Era como se ele pudesse ver minha alma, e eu a dele.

Niki me beijou novamente, dessa vez com mais urgência, com um desejo que me fez ofegar. Minhas mãos se moveram para sua camisa, e eu a puxei para fora de seu corpo, querendo sentir a pele dele contra a minha. Seus músculos tensos e definidos sob meus dedos eram uma prova de sua força, mas a forma como ele me tocava era sempre tão gentil.

Nós nos beijamos e nos tocamos até que nossas roupas fossem apenas um obstáculo, descartadas no chão ao redor do sofá. Nossos corpos se uniram em um abraço apaixonado, a pele contra a pele, o calor de um consumindo o outro.

Ele me deitou suavemente no sofá, seus olhos fixos nos meus, cheios de adoração. Eu podia sentir o pulsar de seu desejo, o mesmo que espelhava o meu. Niki era sempre tão atencioso, tão preocupado em me dar prazer.

Seus lábios desceram pelo meu pescoço, pelo meu peito, e eu arquiei as costas, um gemido escapando dos meus lábios. Ele sabia exatamente onde tocar, como tocar, para me levar ao limite. Cada carícia era um convite, cada beijo uma promessa.

A intensidade aumentava, e eu me entreguei completamente ao momento, aos seus toques, à sua presença. Minhas mãos se apertavam em seus cabelos, e eu o puxava para mais perto, querendo sentir cada pedacinho dele.

A medida que o prazer me consumia, eu me senti à beira de um abismo, prestes a cair em um êxtase avassalador. Niki estava lá comigo, seus olhos fixos nos meus, guiando-me com cada movimento, cada sussurro.

E então, o ápice. Uma onda de prazer me atingiu, fazendo-me gritar o nome dele, e eu senti meu corpo se contorcer, tremendo com a força do orgasmo. Meus músculos se contraíram, e um gemido prolongado escapou de meus lábios.

Niki me segurou com força, seus próprios gemidos se misturando aos meus, e eu senti o calor de seu corpo em resposta ao meu. Ele esperou, me abraçando enquanto as ondas de prazer diminuíam, e eu me senti completamente exausta, mas incrivelmente satisfeita.

Ele se afastou um pouco, seus olhos ainda brilhando com a paixão, mas agora com um toque de ternura. Um sorriso lento se espalhou por seus lábios enquanto ele observava o meu corpo, ainda tremendo levemente.

“Você está… linda,” ele sussurrou, a voz rouca de desejo e satisfação.

Eu ri baixinho, ainda ofegante. “Você disse isso antes.”

“E vou dizer de novo,” ele respondeu, beijando minha testa.

Ele se levantou, e eu o observei, curiosa. Ele caminhou até a cozinha, e eu ouvi o som da geladeira se abrindo. O que ele estava fazendo?

Niki voltou para a sala, segurando uma pequena tigela de vidro. Dentro dela, havia alguns morangos frescos, e um deles, o maior e mais vermelho, estava coberto por uma fina camada de gelo. A visão era inesperada, mas intrigante.

Ele se ajoelhou ao meu lado, um brilho travesso em seus olhos. “Eu tenho uma surpresa para você.”

Eu o encarei, meu coração batendo um pouco mais rápido. Niki era sempre cheio de surpresas.

Ele pegou o morango gelado da tigela e o aproximou de mim. Minha respiração ficou presa na garganta enquanto eu observava seus movimentos.

Então, ele fez algo que me deixou sem palavras, algo que eu nunca esperaria. Com um movimento lento e deliberado, ele esfregou o morango gelado na minha intimidade, que ainda estava úmida e sensível do nosso momento de paixão.

O choque do gelado contra a minha pele quente me fez ofegar, um arrepio percorrendo todo o meu corpo. Não era doloroso, mas uma sensação estranha e intensamente excitante. O contraste era chocante, mas de uma forma que me fez querer mais.

Meus olhos se arregalaram, e eu observei Niki, que me olhava com uma intensidade que me fez sentir como se eu fosse a única pessoa no mundo. Seus lábios se curvaram em um sorriso malicioso.

Ele continuou a esfregar o morango, seus dedos se movendo com uma delicadeza surpreendente, espalhando o suco da fruta e o gelo por onde a ação anterior tinha acontecido. O frio era refrescante, mas a sugestão e a intimidade do ato eram incrivelmente eróticas.

Eu gemi, não de dor, mas de uma excitação renovada que me pegou de surpresa. Era uma sensação completamente nova, e eu me vi arrepiada, meu corpo respondendo com um tremor incontrolável.

Niki parou, e eu senti a ausência do morango. Meus olhos se abriram, e eu o vi. Ele levou o morango aos lábios, observando-me o tempo todo.

Com um movimento lento e sensual, ele mordeu o morango, seus dentes rasgando a fruta vermelha. O suco escorreu por seus lábios, e ele o lambeu com a língua, seus olhos nunca deixando os meus.

O ato era tão íntimo, tão provocador. Ele estava comendo a fruta que tinha acabado de tocar a parte mais íntima do meu corpo, e a imagem era incrivelmente erótica. Eu senti um calor subindo pelo meu rosto, e meu coração batia como um tambor.

Ele mastigou o morango lentamente, saboreando cada pedaço, e eu senti meu corpo reagir, uma nova onda de desejo me atingindo. Eu queria beijá-lo, queria sentir o gosto do morango em seus lábios, queria sentir o gosto dele em mim.

Quando ele terminou de comer o morango, seus olhos ainda fixos nos meus, ele estendeu a mão para mim, oferecendo-me o último morango da tigela. Era um convite silencioso, um desafio, uma promessa.

“Quer um pouco?” ele perguntou, a voz rouca, seus olhos brilhando com um desejo renovado.

Eu o olhei, meu corpo ainda tremendo levemente, meu coração acelerado. A proposta era tentadora, a ideia de compartilhar aquele momento com ele, de saborear a fruta que ele tinha acabado de comer, de sentir o mesmo prazer que ele tinha me dado.

Um sorriso lento se espalhou por meus lábios. “Sim,” eu sussurrei, minha voz um pouco trêmula. “Eu quero.”

Peguei o morango de sua mão, sentindo a frieza da fruta contra meus dedos. Niki se aproximou, e eu podia sentir o calor de seu corpo, o cheiro dele me envolvendo.

Eu levei o morango aos meus lábios, e ele me observou, seus olhos cheios de antecipação. Mordi a fruta, sentindo o sabor doce e levemente azedo explodir em minha boca. O frio do morango era um contraste bem-vindo, e eu saboreei cada pedaço.

Enquanto eu comia o morango, Niki se inclinou e beijou meus lábios, seus próprios lábios ainda com o gosto da fruta. O beijo era doce e apaixonado, e eu me entreguei a ele completamente, sentindo o gosto do morango e de Niki se misturarem.

Era um momento perfeito, um clímax inesperado para uma noite já cheia de paixão. Niki sempre encontrava maneiras de me surpreender, de me levar a novos patamares de prazer e intimidade.

Quando o beijo terminou, eu o olhei, meus olhos cheios de amor e adoração. “Você é incrível, Niki,” eu sussurrei.

Ele sorriu, seus olhos brilhando. “Você também é, SN. E essa noite, você foi a mais doce de todas.”

E enquanto nos abraçávamos no sofá, envoltos em nosso próprio mundo de amor e desejo, eu sabia que essa noite seria uma que eu nunca esqueceria. Uma noite de doçura, paixão e um toque de pecado gelado que só Niki poderia me oferecer.
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