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Vingança do gray
Fandom: Sprunki
Creado: 19/2/2026
Etiquetas
AcciónDramaEstudio de PersonajeOscuroRealismoViolencia GráficaAngustia
A Vingança do Cinzento
Gray era um gato de poucas palavras, com olhos de esmeralda que raramente revelavam qualquer emoção, e um pelo cinzento que se misturava perfeitamente com as sombras. Sua vida era uma rotina meticulosa de caça, sonecas ao sol e observação silenciosa do mundo. Mas havia uma mancha cinzenta – ou, para ser mais exato, uma mancha rosa berrante – em sua existência pacífica: Wenda.
Wenda era tudo o que Gray não era. Barulhenta, extravagante, e com uma energia que beirava a insanidade, ela parecia ter feito da vida de Gray seu passatempo favorito. Desde que ela chegara ao beco, há alguns meses, a paz de Gray se esvaíra como fumaça num dia ventoso. Ela o seguia, o provocava, roubava seus ratos recém-caçados e, para piorar, tinha um hábito irritante de flertar com ele de uma forma que Gray achava repugnante.
Ele tentou ignorá-la. Tentou sibilá-la. Tentou até mesmo fugir dela. Nada funcionava. Wenda era como uma sombra persistente, uma mosca irritante que zumbia constantemente em seu ouvido. Mas hoje, algo mudou. A paciência de Gray, que já era uma quantidade limitada, finalmente se esgotou.
O ponto de ruptura veio quando ele estava desfrutando de uma rara tarde de sol, cochilando em seu lugar favorito no telhado. Wenda apareceu, como sempre, com um sorriso presunçoso e um balançar exagerado de seu rabo felpudo. Ela se aproximou, suas patas fazendo um som irritante no telhado de telhas, e sussurrou em seu ouvido com uma voz melosa que fez os pelos de Gray se arrepiarem.
"Ora, ora, Gray. Parece que você está sonhando comigo de novo", ela ronronou, roçando a cabeça em seu flanco. "Não se preocupe, querido. Eu vou te provocar até você ser meu. Você não tem escolha."
Gray abriu os olhos lentamente, suas esmeraldas fulminando. Ele se levantou, sua postura tensa e ameaçadora, e olhou para Wenda com uma intensidade que a fez recuar um passo. O ar ao redor deles pareceu ficar mais pesado, carregado de uma eletricidade perigosa.
"Nada disso vai ter sucesso sua v@di@", ele sibilou, sua voz baixa e rouca, mas carregada de uma fúria contida que fez Wenda congelar.
A expressão de Wenda, que antes era de deboche, mudou para uma de surpresa. Ela nunca o vira tão irritado. Geralmente, ele apenas a ignorava ou bufava. Mas desta vez, algo era diferente. Gray parecia um animal selvagem encurralado, prestes a explodir.
Antes que Wenda pudesse sequer processar o que estava acontecendo, Gray se lançou. Sua velocidade era surpreendente, um borrão cinzento que a atingiu antes que ela pudesse reagir. Ele não estava simplesmente lutando; ele estava descarregando meses de frustração e raiva.
A primeira patada atingiu o flanco de Wenda, fazendo-a guinchar. Ela cambaleou, tentando se recuperar, mas Gray já estava em cima dela. Suas garras, afiadas como navalhas, rasgaram seu pelo, e seus dentes cravaram em sua orelha. A dor era aguda, e Wenda soltou um miado desesperado.
Ela tentou revidar, arranhando o ar com suas patas dianteiras, mas Gray era mais rápido, mais forte e, o mais importante, mais determinado. Cada tentativa de defesa de Wenda era recebida com um ataque ainda mais feroz de Gray. Ele a empurrava, a mordia, a arranhava, sem dar trégua.
Wenda rolou no chão, tentando se levantar, mas Gray a imobilizava com seu peso. Ele mordeu seu pescoço, não com a intenção de matar, mas de subjugar, de mostrar a ela quem estava no controle. O gosto de sangue encheu a boca de Gray, mas ele não parou. Ele estava cego pela fúria, movido pela necessidade de fazer Wenda sentir pelo menos uma fração da irritação que ela lhe causou.
A cada golpe, a cada mordida, Gray sentia a tensão em seus ombros diminuir. Era uma liberação catártica, uma explosão de energia reprimida. Ele viu o medo nos olhos de Wenda, o choque e a dor, e uma parte sombria dele sentiu uma satisfação distorcida.
Outros gatos do beco, atraídos pelos gritos e miados, começaram a se aglomerar, observando a cena com uma mistura de choque e fascínio. Ninguém se atreveu a intervir. Gray, o gato quieto e reservado, havia se transformado em uma máquina de combate implacável.
Wenda, que antes era tão cheia de vida e arrogância, estava agora uma bagunça de pelos emaranhados e feridas. Seus miados se tornaram mais fracos, seus movimentos mais lentos. Ela estava exausta, derrotada.
Finalmente, Gray deu um último empurrão, jogando Wenda para o lado. Ele ofegava, seu peito subindo e descendo rapidamente, mas seus olhos ainda brilhavam com uma intensidade perigosa. Ele olhou para Wenda, que estava deitada no chão, tremendo, com o pelo rasgado e sangue escorrendo de várias feridas. Seu olhar era de terror puro.
Gray se aproximou dela lentamente, cada passo deliberado. Ele se inclinou, e Wenda encolheu-se, esperando o golpe final. Mas ele apenas sussurrou, sua voz ainda rouca, mas agora tingida com um tom de aviso gélido.
"Se você se atrever a me incomodar novamente, Wenda, eu não serei tão... contido."
Ele se afastou, deixando Wenda para trás, machucada e humilhada. Os outros gatos se abriram para ele, seus olhos evitando os dele. Gray não olhou para trás. Ele sentiu uma estranha combinação de exaustão e uma satisfação sombria. A paz, ele sabia, seria temporária. Mas, por enquanto, ele havia estabelecido um limite. E Wenda, ele esperava, havia aprendido sua lição.
Wenda ficou ali por um longo tempo, o corpo dolorido e a mente em choque. O cheiro de seu próprio sangue era forte, metálico. Ela havia subestimado Gray, o gato silencioso que parecia nunca se importar. Agora, ela sabia a verdade. Por trás daquela fachada de indiferença, havia uma tempestade esperando para ser liberada. E ela havia sido pega bem no meio dela.
Ela levantou a cabeça com dificuldade, seus olhos embaçados procurando por Gray. Ele já havia desaparecido, como um fantasma, deixando-a sozinha com suas feridas e o eco de suas palavras. O sol que antes era tão quente agora parecia frio e distante. Wenda, pela primeira vez em muito tempo, sentiu-se pequena e vulnerável.
Os dias que se seguiram foram de recuperação lenta para Wenda. Suas feridas físicas cicatrizaram, mas as cicatrizes emocionais demorariam mais. Ela evitava o telhado, o local da sua humilhação. E, sempre que via Gray à distância, ela desviava o olhar, seus olhos cheios de um respeito recém-descoberto, e um medo que ela nunca pensou que sentiria.
Gray, por sua vez, voltou à sua rotina. Mas havia uma diferença sutil. Os outros gatos o olhavam com um novo respeito, uma reverência que antes não existia. E Wenda, para sua imensa satisfação, o deixava em paz. A paz que ele tanto ansiava havia sido restaurada, embora a um preço considerável. Ele não se arrependia. Às vezes, para se ter paz, era preciso lutar por ela.
Wenda era tudo o que Gray não era. Barulhenta, extravagante, e com uma energia que beirava a insanidade, ela parecia ter feito da vida de Gray seu passatempo favorito. Desde que ela chegara ao beco, há alguns meses, a paz de Gray se esvaíra como fumaça num dia ventoso. Ela o seguia, o provocava, roubava seus ratos recém-caçados e, para piorar, tinha um hábito irritante de flertar com ele de uma forma que Gray achava repugnante.
Ele tentou ignorá-la. Tentou sibilá-la. Tentou até mesmo fugir dela. Nada funcionava. Wenda era como uma sombra persistente, uma mosca irritante que zumbia constantemente em seu ouvido. Mas hoje, algo mudou. A paciência de Gray, que já era uma quantidade limitada, finalmente se esgotou.
O ponto de ruptura veio quando ele estava desfrutando de uma rara tarde de sol, cochilando em seu lugar favorito no telhado. Wenda apareceu, como sempre, com um sorriso presunçoso e um balançar exagerado de seu rabo felpudo. Ela se aproximou, suas patas fazendo um som irritante no telhado de telhas, e sussurrou em seu ouvido com uma voz melosa que fez os pelos de Gray se arrepiarem.
"Ora, ora, Gray. Parece que você está sonhando comigo de novo", ela ronronou, roçando a cabeça em seu flanco. "Não se preocupe, querido. Eu vou te provocar até você ser meu. Você não tem escolha."
Gray abriu os olhos lentamente, suas esmeraldas fulminando. Ele se levantou, sua postura tensa e ameaçadora, e olhou para Wenda com uma intensidade que a fez recuar um passo. O ar ao redor deles pareceu ficar mais pesado, carregado de uma eletricidade perigosa.
"Nada disso vai ter sucesso sua v@di@", ele sibilou, sua voz baixa e rouca, mas carregada de uma fúria contida que fez Wenda congelar.
A expressão de Wenda, que antes era de deboche, mudou para uma de surpresa. Ela nunca o vira tão irritado. Geralmente, ele apenas a ignorava ou bufava. Mas desta vez, algo era diferente. Gray parecia um animal selvagem encurralado, prestes a explodir.
Antes que Wenda pudesse sequer processar o que estava acontecendo, Gray se lançou. Sua velocidade era surpreendente, um borrão cinzento que a atingiu antes que ela pudesse reagir. Ele não estava simplesmente lutando; ele estava descarregando meses de frustração e raiva.
A primeira patada atingiu o flanco de Wenda, fazendo-a guinchar. Ela cambaleou, tentando se recuperar, mas Gray já estava em cima dela. Suas garras, afiadas como navalhas, rasgaram seu pelo, e seus dentes cravaram em sua orelha. A dor era aguda, e Wenda soltou um miado desesperado.
Ela tentou revidar, arranhando o ar com suas patas dianteiras, mas Gray era mais rápido, mais forte e, o mais importante, mais determinado. Cada tentativa de defesa de Wenda era recebida com um ataque ainda mais feroz de Gray. Ele a empurrava, a mordia, a arranhava, sem dar trégua.
Wenda rolou no chão, tentando se levantar, mas Gray a imobilizava com seu peso. Ele mordeu seu pescoço, não com a intenção de matar, mas de subjugar, de mostrar a ela quem estava no controle. O gosto de sangue encheu a boca de Gray, mas ele não parou. Ele estava cego pela fúria, movido pela necessidade de fazer Wenda sentir pelo menos uma fração da irritação que ela lhe causou.
A cada golpe, a cada mordida, Gray sentia a tensão em seus ombros diminuir. Era uma liberação catártica, uma explosão de energia reprimida. Ele viu o medo nos olhos de Wenda, o choque e a dor, e uma parte sombria dele sentiu uma satisfação distorcida.
Outros gatos do beco, atraídos pelos gritos e miados, começaram a se aglomerar, observando a cena com uma mistura de choque e fascínio. Ninguém se atreveu a intervir. Gray, o gato quieto e reservado, havia se transformado em uma máquina de combate implacável.
Wenda, que antes era tão cheia de vida e arrogância, estava agora uma bagunça de pelos emaranhados e feridas. Seus miados se tornaram mais fracos, seus movimentos mais lentos. Ela estava exausta, derrotada.
Finalmente, Gray deu um último empurrão, jogando Wenda para o lado. Ele ofegava, seu peito subindo e descendo rapidamente, mas seus olhos ainda brilhavam com uma intensidade perigosa. Ele olhou para Wenda, que estava deitada no chão, tremendo, com o pelo rasgado e sangue escorrendo de várias feridas. Seu olhar era de terror puro.
Gray se aproximou dela lentamente, cada passo deliberado. Ele se inclinou, e Wenda encolheu-se, esperando o golpe final. Mas ele apenas sussurrou, sua voz ainda rouca, mas agora tingida com um tom de aviso gélido.
"Se você se atrever a me incomodar novamente, Wenda, eu não serei tão... contido."
Ele se afastou, deixando Wenda para trás, machucada e humilhada. Os outros gatos se abriram para ele, seus olhos evitando os dele. Gray não olhou para trás. Ele sentiu uma estranha combinação de exaustão e uma satisfação sombria. A paz, ele sabia, seria temporária. Mas, por enquanto, ele havia estabelecido um limite. E Wenda, ele esperava, havia aprendido sua lição.
Wenda ficou ali por um longo tempo, o corpo dolorido e a mente em choque. O cheiro de seu próprio sangue era forte, metálico. Ela havia subestimado Gray, o gato silencioso que parecia nunca se importar. Agora, ela sabia a verdade. Por trás daquela fachada de indiferença, havia uma tempestade esperando para ser liberada. E ela havia sido pega bem no meio dela.
Ela levantou a cabeça com dificuldade, seus olhos embaçados procurando por Gray. Ele já havia desaparecido, como um fantasma, deixando-a sozinha com suas feridas e o eco de suas palavras. O sol que antes era tão quente agora parecia frio e distante. Wenda, pela primeira vez em muito tempo, sentiu-se pequena e vulnerável.
Os dias que se seguiram foram de recuperação lenta para Wenda. Suas feridas físicas cicatrizaram, mas as cicatrizes emocionais demorariam mais. Ela evitava o telhado, o local da sua humilhação. E, sempre que via Gray à distância, ela desviava o olhar, seus olhos cheios de um respeito recém-descoberto, e um medo que ela nunca pensou que sentiria.
Gray, por sua vez, voltou à sua rotina. Mas havia uma diferença sutil. Os outros gatos o olhavam com um novo respeito, uma reverência que antes não existia. E Wenda, para sua imensa satisfação, o deixava em paz. A paz que ele tanto ansiava havia sido restaurada, embora a um preço considerável. Ele não se arrependia. Às vezes, para se ter paz, era preciso lutar por ela.
