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Cuidando do anjinho
Fandom: Destiel
Creado: 22/2/2026
Etiquetas
RomanceUA (Universo Alternativo)Lenguaje ExplícitoPWP (¿Trama? ¿Qué trama?)Historia DomésticaEstudio de Personaje
O Banho Revelador
– Então, Cas, pronto para a sua primeira aula de higiene humana? – Dean sorriu, um brilho malicioso nos olhos verdes, enquanto observava Castiel parado na porta do banheiro, com uma toalha enrolada precariamente na cintura.
Castiel, ainda um pouco desorientado com a recente queda e a perda de seus poderes angelicais, assentiu timidamente. – Eu... eu acho que sim, Dean. É um processo complexo?
– Nah, é moleza. Mas tem umas regrinhas, sabe? Coisa de humano. – Dean gesticulou para o chuveiro. – Primeiro, a gente tira a roupa. Toda a roupa.
Castiel franziu a testa, confuso. – Mas eu já tirei a maioria. Estou apenas com esta... – Ele apontou para a toalha.
– E a cueca. – Dean completou, a voz um pouco mais rouca do que o normal. Ele já estava sem camisa, exibindo seus músculos definidos, e com a calça jeans jogada no chão, restando apenas uma cueca boxer preta que mal continha o volume protuberante.
Castiel olhou para baixo, para a cueca azul-marinho de algodão que Dean havia lhe emprestado. – Ah, sim. A cueca. É... essencial tirá-la?
– Absolutamente essencial, Cas. – Dean se aproximou, o olhar fixo na região da virilha de Castiel. Ele havia notado, desde que Cas começou a usar roupas humanas, que algo era diferente. A cueca de Castiel não tinha o mesmo volume que a dele. Na verdade, mal tinha volume algum. Aquilo o intrigava, e a curiosidade de Dean, como sempre, era um poço sem fundo. – É uma regra universal do banho humano. Ninguém toma banho de cueca.
Castiel, confiando cegamente em Dean, como sempre, hesitou por um momento, mas então, com um suspiro, desfez o nó da toalha e a deixou cair no chão. Em seguida, puxou a cueca para baixo, revelando-se completamente.
Dean sentiu o ar sair de seus pulmões. Seus olhos se arregalaram. Ele esperava algo diferente, mas não *isso*. No lugar do que ele esperava encontrar, havia uma pequena fenda rosada, úmida e convidativa, com um clitóris proeminente que parecia pulsar levemente. Não havia pênis. Não havia absolutamente nada que indicasse que Castiel era biologicamente masculino.
– Puta merda, Cas! – Dean exclamou, a voz rouca, quase um sussurro.
Castiel, nu e vulnerável, olhou para Dean, os olhos azuis arregalados. – Eu... eu fiz algo errado? Você parece... surpreso.
Surpreso era eufemismo. Dean estava chocado, excitado e, de alguma forma, ainda mais atraído por Castiel do que antes. A imagem de Castiel, com aquela bucetinha gostosa e o clitóris grande, gravou-se instantaneamente em sua mente. O cafajeste dentro de Dean acordou com força total.
– Errado? Não, Cas. Nada de errado. – Dean deu um passo à frente, os olhos fixos na intimidade de Castiel. – Na verdade, isso é... incrivelmente certo.
Castiel inclinou a cabeça, confuso. – Eu não entendo. Meu recipiente Jimmy... ele era assim. Eu pensei que era... normal.
– Normal? Cas, você é tudo, menos normal. – Dean riu, um riso rouco e carregado de desejo. Ele estendeu a mão e tocou levemente o clitóris de Castiel. Castiel estremeceu, um pequeno som escapando de seus lábios. – E isso aqui... é uma obra de arte.
O toque de Dean enviou uma onda de calor através do corpo de Castiel. Ele nunca havia sentido algo assim. Era uma sensação estranha, mas não desagradável. Pelo contrário, era... excitante.
– Dean... o que é essa sensação? – Castiel perguntou, a voz um pouco embargada.
– Isso, meu anjo, é o começo de muita coisa boa. – Dean sorriu, um sorriso predador. Ele se abaixou, ajoelhando-se diante de Castiel, e beijou suavemente a buceta úmida. O gosto era doce, salgado e divino.
Castiel arfou, as mãos agarrando os ombros de Dean. Seu corpo inteiro tremia. – Dean! – Ele mal conseguiu formar a palavra.
Dean lambeu o clitóris de Castiel, fazendo-o inchar ainda mais. – Você tem uma buceta incrível, Cas. Eu quero encher você de porra. Eu quero ouvir você gemer meu nome.
A vulgaridade de Dean era chocante para Castiel, mas, estranhamente, não o repeliu. Pelo contrário, o excitou ainda mais. A inocência de Castiel estava sendo desfeita, pedaço por pedaço, pela luxúria desenfreada de Dean.
– Porra? – Castiel repetiu, a voz quase um gemido.
– Sim, porra. Minha porra. Dentro de você. – Dean disse, a voz rouca de desejo. Ele começou a chupar o clitóris de Castiel com mais força, a língua trabalhando habilmente para provocá-lo.
Castiel sentiu uma onda de prazer explodir em seu corpo. Ele nunca havia experimentado algo tão intenso. Era avassalador, viciante. Seus joelhos começaram a ceder.
– Dean... eu... eu não sei o que está acontecendo... – Ele gemeu, as mãos afundando no cabelo de Dean.
Dean sorriu contra a buceta de Castiel. – Está acontecendo que você está prestes a ter o melhor orgasmo da sua vida, meu anjo. E eu vou ter o prazer de te dar.
Ele continuou a chupar e lamber, as mãos apertando as coxas de Castiel. O corpo de Castiel arqueou-se, seus quadris se movendo contra a boca de Dean em um ritmo frenético. O gemido de Castiel se tornou mais alto, mais urgente.
– Dean! Eu... eu vou... ahhh! – Castiel gritou, o corpo convulsionando em um orgasmo poderoso. O líquido quente jorrou sobre a boca de Dean, que o engoliu com avidez.
Dean se levantou, limpando a boca com as costas da mão. Um sorriso satisfeito brincava em seus lábios. – Viu? Eu disse que ia ser bom.
Castiel estava ofegante, o corpo ainda tremendo. Ele olhou para Dean, os olhos nublados de prazer. – Eu... eu nunca senti nada assim. É... é maravilhoso.
– E isso foi só o começo, Cas. – Dean disse, puxando Castiel para perto, beijando-o profundamente. A língua de Dean explorou a boca de Castiel, saboreando o gosto do prazer que ele havia acabado de proporcionar.
Castiel, ainda em choque com a intensidade da experiência, retribuiu o beijo com uma paixão recém-descoberta. Ele estava entregue a Dean, corpo e alma.
Dean quebrou o beijo, os olhos fixos nos de Castiel. – Agora, vamos tomar um banho de verdade. E depois... a gente pode continuar explorando essas suas novas sensações.
Castiel assentiu, um pequeno sorriso surgindo em seus lábios. – Eu... eu gostaria disso, Dean. Muito.
Dean o puxou para o chuveiro, a água quente caindo sobre seus corpos. Ele pegou o sabonete e começou a ensaboar Castiel, as mãos deslizando sobre a pele macia do ex-anjo. Ele lavou cada centímetro do corpo de Castiel, dedicando atenção especial à buceta que o havia deixado tão excitado.
Castiel gemeu quando Dean massageou seu clitóris com o sabonete, a sensação familiar de prazer começando a borbulhar novamente.
– Dean... – Ele sussurrou.
– Shhh... apenas relaxe, Cas. – Dean respondeu, seus olhos verdes fixos nos azuis de Castiel. Ele sabia que estava totalmente fodido por Castiel. A inocência do anjo combinada com a sua nova descoberta sexual era uma mistura explosiva. E Dean estava mais do que disposto a ser o pavio.
Ele terminou de ensaboar Castiel e então o virou, começando a lavar suas costas. As mãos de Dean eram firmes e gentis, mas havia uma tensão subjacente em seus toques, um desejo que não podia ser contido.
– Você é lindo, Cas. – Dean sussurrou em seu ouvido, a voz rouca. – Por dentro e por fora.
Castiel se virou, olhando para Dean. – Eu... eu sou?
– Mais do que você imagina. – Dean beijou o pescoço de Castiel, descendo até seu ombro. Ele sabia que não poderia se conter por muito mais tempo. A visão de Castiel nu, molhado e excitado era demais para ele.
Dean pegou o sabonete novamente e começou a se ensaboar, seus olhos nunca deixando os de Castiel. Ele lavou seu peito, seus braços, seu abdômen, e então, com um olhar sugestivo para Castiel, ele lavou seu membro, que já estava duro e pulsando de desejo.
Castiel observou, fascinado. Ele nunca havia visto um pênis antes, e a visão do de Dean, grande e ereto, o deixou um pouco intimidado, mas também incrivelmente curioso.
– Dean... o que é... isso? – Castiel perguntou, apontando para o pênis de Dean.
Dean sorriu, um sorriso cafajeste. – Isso, meu anjo, é o que eu vou usar para te encher de porra.
Castiel corou, mas não desviou o olhar. Ele sentiu uma nova onda de calor percorrer seu corpo.
Dean terminou de se lavar e desligou o chuveiro. Ele pegou uma toalha e a enrolou em Castiel, secando-o gentilmente. Em seguida, pegou outra toalha para si mesmo.
– Agora, vamos sair daqui antes que eu te foda contra a parede. – Dean disse, um sorriso malicioso no rosto.
Castiel engoliu em seco, mas um pequeno sorriso surgiu em seus lábios. Ele estava começando a gostar da vulgaridade de Dean.
Eles saíram do banheiro, Dean puxando Castiel para o quarto. O ar estava carregado de desejo e expectativa. Dean jogou Castiel na cama, caindo sobre ele.
– Você não sabe o quanto eu esperei por isso, Cas. – Dean sussurrou, beijando o pescoço de Castiel.
Castiel gemeu, as mãos agarrando os cabelos de Dean. – Eu... eu também, Dean. Eu não sabia, mas eu esperei.
Dean sorriu contra a pele de Castiel. Ele sabia que essa noite seria longa. Ele iria encher Castiel de prazer, de porra, e de amor, mesmo que ele ainda não estivesse pronto para admitir a última parte. Mas, olhando para Castiel, para a sua buceta inchada e o clitóris pulsante, Dean sabia que estava perdido. E ele não se importava. Ele estava mais do que feliz em se perder em Castiel.
Castiel, ainda um pouco desorientado com a recente queda e a perda de seus poderes angelicais, assentiu timidamente. – Eu... eu acho que sim, Dean. É um processo complexo?
– Nah, é moleza. Mas tem umas regrinhas, sabe? Coisa de humano. – Dean gesticulou para o chuveiro. – Primeiro, a gente tira a roupa. Toda a roupa.
Castiel franziu a testa, confuso. – Mas eu já tirei a maioria. Estou apenas com esta... – Ele apontou para a toalha.
– E a cueca. – Dean completou, a voz um pouco mais rouca do que o normal. Ele já estava sem camisa, exibindo seus músculos definidos, e com a calça jeans jogada no chão, restando apenas uma cueca boxer preta que mal continha o volume protuberante.
Castiel olhou para baixo, para a cueca azul-marinho de algodão que Dean havia lhe emprestado. – Ah, sim. A cueca. É... essencial tirá-la?
– Absolutamente essencial, Cas. – Dean se aproximou, o olhar fixo na região da virilha de Castiel. Ele havia notado, desde que Cas começou a usar roupas humanas, que algo era diferente. A cueca de Castiel não tinha o mesmo volume que a dele. Na verdade, mal tinha volume algum. Aquilo o intrigava, e a curiosidade de Dean, como sempre, era um poço sem fundo. – É uma regra universal do banho humano. Ninguém toma banho de cueca.
Castiel, confiando cegamente em Dean, como sempre, hesitou por um momento, mas então, com um suspiro, desfez o nó da toalha e a deixou cair no chão. Em seguida, puxou a cueca para baixo, revelando-se completamente.
Dean sentiu o ar sair de seus pulmões. Seus olhos se arregalaram. Ele esperava algo diferente, mas não *isso*. No lugar do que ele esperava encontrar, havia uma pequena fenda rosada, úmida e convidativa, com um clitóris proeminente que parecia pulsar levemente. Não havia pênis. Não havia absolutamente nada que indicasse que Castiel era biologicamente masculino.
– Puta merda, Cas! – Dean exclamou, a voz rouca, quase um sussurro.
Castiel, nu e vulnerável, olhou para Dean, os olhos azuis arregalados. – Eu... eu fiz algo errado? Você parece... surpreso.
Surpreso era eufemismo. Dean estava chocado, excitado e, de alguma forma, ainda mais atraído por Castiel do que antes. A imagem de Castiel, com aquela bucetinha gostosa e o clitóris grande, gravou-se instantaneamente em sua mente. O cafajeste dentro de Dean acordou com força total.
– Errado? Não, Cas. Nada de errado. – Dean deu um passo à frente, os olhos fixos na intimidade de Castiel. – Na verdade, isso é... incrivelmente certo.
Castiel inclinou a cabeça, confuso. – Eu não entendo. Meu recipiente Jimmy... ele era assim. Eu pensei que era... normal.
– Normal? Cas, você é tudo, menos normal. – Dean riu, um riso rouco e carregado de desejo. Ele estendeu a mão e tocou levemente o clitóris de Castiel. Castiel estremeceu, um pequeno som escapando de seus lábios. – E isso aqui... é uma obra de arte.
O toque de Dean enviou uma onda de calor através do corpo de Castiel. Ele nunca havia sentido algo assim. Era uma sensação estranha, mas não desagradável. Pelo contrário, era... excitante.
– Dean... o que é essa sensação? – Castiel perguntou, a voz um pouco embargada.
– Isso, meu anjo, é o começo de muita coisa boa. – Dean sorriu, um sorriso predador. Ele se abaixou, ajoelhando-se diante de Castiel, e beijou suavemente a buceta úmida. O gosto era doce, salgado e divino.
Castiel arfou, as mãos agarrando os ombros de Dean. Seu corpo inteiro tremia. – Dean! – Ele mal conseguiu formar a palavra.
Dean lambeu o clitóris de Castiel, fazendo-o inchar ainda mais. – Você tem uma buceta incrível, Cas. Eu quero encher você de porra. Eu quero ouvir você gemer meu nome.
A vulgaridade de Dean era chocante para Castiel, mas, estranhamente, não o repeliu. Pelo contrário, o excitou ainda mais. A inocência de Castiel estava sendo desfeita, pedaço por pedaço, pela luxúria desenfreada de Dean.
– Porra? – Castiel repetiu, a voz quase um gemido.
– Sim, porra. Minha porra. Dentro de você. – Dean disse, a voz rouca de desejo. Ele começou a chupar o clitóris de Castiel com mais força, a língua trabalhando habilmente para provocá-lo.
Castiel sentiu uma onda de prazer explodir em seu corpo. Ele nunca havia experimentado algo tão intenso. Era avassalador, viciante. Seus joelhos começaram a ceder.
– Dean... eu... eu não sei o que está acontecendo... – Ele gemeu, as mãos afundando no cabelo de Dean.
Dean sorriu contra a buceta de Castiel. – Está acontecendo que você está prestes a ter o melhor orgasmo da sua vida, meu anjo. E eu vou ter o prazer de te dar.
Ele continuou a chupar e lamber, as mãos apertando as coxas de Castiel. O corpo de Castiel arqueou-se, seus quadris se movendo contra a boca de Dean em um ritmo frenético. O gemido de Castiel se tornou mais alto, mais urgente.
– Dean! Eu... eu vou... ahhh! – Castiel gritou, o corpo convulsionando em um orgasmo poderoso. O líquido quente jorrou sobre a boca de Dean, que o engoliu com avidez.
Dean se levantou, limpando a boca com as costas da mão. Um sorriso satisfeito brincava em seus lábios. – Viu? Eu disse que ia ser bom.
Castiel estava ofegante, o corpo ainda tremendo. Ele olhou para Dean, os olhos nublados de prazer. – Eu... eu nunca senti nada assim. É... é maravilhoso.
– E isso foi só o começo, Cas. – Dean disse, puxando Castiel para perto, beijando-o profundamente. A língua de Dean explorou a boca de Castiel, saboreando o gosto do prazer que ele havia acabado de proporcionar.
Castiel, ainda em choque com a intensidade da experiência, retribuiu o beijo com uma paixão recém-descoberta. Ele estava entregue a Dean, corpo e alma.
Dean quebrou o beijo, os olhos fixos nos de Castiel. – Agora, vamos tomar um banho de verdade. E depois... a gente pode continuar explorando essas suas novas sensações.
Castiel assentiu, um pequeno sorriso surgindo em seus lábios. – Eu... eu gostaria disso, Dean. Muito.
Dean o puxou para o chuveiro, a água quente caindo sobre seus corpos. Ele pegou o sabonete e começou a ensaboar Castiel, as mãos deslizando sobre a pele macia do ex-anjo. Ele lavou cada centímetro do corpo de Castiel, dedicando atenção especial à buceta que o havia deixado tão excitado.
Castiel gemeu quando Dean massageou seu clitóris com o sabonete, a sensação familiar de prazer começando a borbulhar novamente.
– Dean... – Ele sussurrou.
– Shhh... apenas relaxe, Cas. – Dean respondeu, seus olhos verdes fixos nos azuis de Castiel. Ele sabia que estava totalmente fodido por Castiel. A inocência do anjo combinada com a sua nova descoberta sexual era uma mistura explosiva. E Dean estava mais do que disposto a ser o pavio.
Ele terminou de ensaboar Castiel e então o virou, começando a lavar suas costas. As mãos de Dean eram firmes e gentis, mas havia uma tensão subjacente em seus toques, um desejo que não podia ser contido.
– Você é lindo, Cas. – Dean sussurrou em seu ouvido, a voz rouca. – Por dentro e por fora.
Castiel se virou, olhando para Dean. – Eu... eu sou?
– Mais do que você imagina. – Dean beijou o pescoço de Castiel, descendo até seu ombro. Ele sabia que não poderia se conter por muito mais tempo. A visão de Castiel nu, molhado e excitado era demais para ele.
Dean pegou o sabonete novamente e começou a se ensaboar, seus olhos nunca deixando os de Castiel. Ele lavou seu peito, seus braços, seu abdômen, e então, com um olhar sugestivo para Castiel, ele lavou seu membro, que já estava duro e pulsando de desejo.
Castiel observou, fascinado. Ele nunca havia visto um pênis antes, e a visão do de Dean, grande e ereto, o deixou um pouco intimidado, mas também incrivelmente curioso.
– Dean... o que é... isso? – Castiel perguntou, apontando para o pênis de Dean.
Dean sorriu, um sorriso cafajeste. – Isso, meu anjo, é o que eu vou usar para te encher de porra.
Castiel corou, mas não desviou o olhar. Ele sentiu uma nova onda de calor percorrer seu corpo.
Dean terminou de se lavar e desligou o chuveiro. Ele pegou uma toalha e a enrolou em Castiel, secando-o gentilmente. Em seguida, pegou outra toalha para si mesmo.
– Agora, vamos sair daqui antes que eu te foda contra a parede. – Dean disse, um sorriso malicioso no rosto.
Castiel engoliu em seco, mas um pequeno sorriso surgiu em seus lábios. Ele estava começando a gostar da vulgaridade de Dean.
Eles saíram do banheiro, Dean puxando Castiel para o quarto. O ar estava carregado de desejo e expectativa. Dean jogou Castiel na cama, caindo sobre ele.
– Você não sabe o quanto eu esperei por isso, Cas. – Dean sussurrou, beijando o pescoço de Castiel.
Castiel gemeu, as mãos agarrando os cabelos de Dean. – Eu... eu também, Dean. Eu não sabia, mas eu esperei.
Dean sorriu contra a pele de Castiel. Ele sabia que essa noite seria longa. Ele iria encher Castiel de prazer, de porra, e de amor, mesmo que ele ainda não estivesse pronto para admitir a última parte. Mas, olhando para Castiel, para a sua buceta inchada e o clitóris pulsante, Dean sabia que estava perdido. E ele não se importava. Ele estava mais do que feliz em se perder em Castiel.
