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Entre cansado e o amor

Fandom: MISAMO

Criado: 20/04/2026

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RomanceDor/ConfortoHistória DomésticaPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaFatias de Vida
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O Refúgio do Prazer

O som da chave girando na fechadura da mansão em Seul soou como um fardo pesado para Mina. Seus ombros estavam tensos, a nuca latejava e o brilho das telas do escritório ainda parecia queimar em suas retinas. Como CEO da empresa da família, as últimas semanas haviam sido um turbilhão de reuniões intermináveis e decisões críticas. Tudo o que ela queria era um banho quente e doze horas de sono.

No entanto, ao entrar na sala de estar, o silêncio não era o vazio que ela esperava. O ar estava impregnado com o perfume doce de Sana e o aroma sutil e amadeirado de Momo. Velas aromáticas estavam espalhadas pelo corredor, criando uma trilha de luz bruxuleante que levava diretamente ao quarto principal.

— Finalmente em casa, meu amor — a voz de Sana surgiu como um sussurro vindo da penumbra do corredor.

Mina se virou e viu Sana encostada no batente da porta. Ela usava apenas um robe de seda vermelho, aberto o suficiente para revelar as curvas perigosas e o olhar predatório que Mina conhecia tão bem. Logo atrás dela, Momo apareceu, os cabelos levemente bagunçados e um sorriso de canto que prometia tudo, menos descanso.

— Vocês ainda estão acordadas? — Mina perguntou, deixando a bolsa cair no sofá. — Eu estou exausta, meninas...

— Nós sabemos — Momo deu um passo à frente, aproximando-se de Mina e circulando sua cintura com os braços fortes. — Vimos como você tem se esforçado. Por isso, a noite de hoje não é sobre trabalho. É sobre nós cuidarmos de você.

— De todas as formas possíveis — completou Sana, deslizando a mão pelo rosto de Mina, puxando-a para um beijo lento e profundo que provava o gosto de cereja de seu gloss.

Mina sentiu a resistência derreter. O cansaço mental começou a ser substituído por um calor que subia por seu ventre. Ela foi guiada até o quarto, onde a cama king-size estava preparada com lençóis de cetim negro.

O primeiro round começou com uma urgência faminta. Assim que as roupas de Mina foram descartadas no chão, Momo a jogou contra o colchão, posicionando-se entre suas pernas. A estrutura atlética de Momo contrastava com a delicadeza de Mina. Sem aviso, Momo a possuiu com força, o membro rígido preenchendo Mina de uma forma que a fez arquear as costas e soltar um grito agudo. Sana não ficou atrás; ela se posicionou acima do rosto de Mina, oferecendo seu corpo enquanto seus dedos trabalhavam os mamilos da esposa. Era uma sinfonia de estocadas pesadas e beijos famintos. Mina sentia que estava sendo devorada por suas duas esposas, e o prazer era tão intenso que suas unhas cravaram nos ombros de Momo enquanto o primeiro orgasmo a atingia como uma onda de choque.

— Isso é só o começo, Minari — sussurrou Momo em seu ouvido, o suor brilhando em sua pele sob a luz das velas.

Sem dar tempo para Mina recuperar o fôlego, o segundo round teve Sana como protagonista. Ela trocou de lugar com Momo, assumindo o controle com uma intensidade quase agressiva. Sana sempre foi a mais provocadora, e agora ela usava seu corpo para levar Mina ao limite. Ela penetrou Mina com vigor, mantendo um ritmo acelerado que fazia a cama ranger contra a parede. Enquanto isso, Momo se posicionou atrás de Mina, usando a boca e as mãos para explorar cada centímetro de sua pele sensível.

— Olhe para mim, Mina — ordenou Sana, segurando o queixo da esposa. — Esqueça os contratos. Esqueça o escritório. Sinta apenas a gente.

Mina só conseguia gemer o nome de Sana, seus olhos revirando de prazer enquanto a fricção e o peso dos corpos de suas esposas a esmagavam deliciosamente. O clímax veio rápido e violento, deixando-as ofegantes e emaranhadas.

No terceiro round, a dinâmica mudou para algo mais cru e experimental. Elas se moveram para a poltrona de couro no canto do quarto. Mina foi colocada de costas, com as mãos apoiadas no assento, enquanto Momo a tomava por trás com estocadas profundas que atingiam o fundo de seu colo. Sana se ajoelhou à frente de Mina, fazendo-a gozar apenas com a habilidade de sua língua, enquanto as mãos de Mina puxavam os cabelos de ambas. Era uma imagem de pura luxúria; o som dos corpos colidindo e os gemidos altos preenchiam o quarto, abafando qualquer pensamento sobre o mundo exterior.

— Você é nossa, Mina — Momo rosnou, aumentando a velocidade, sentindo Mina pulsar ao redor dela. — Inteiramente nossa.

O quarto round foi uma celebração da resistência. Elas voltaram para a cama, mas desta vez o foco era uma possessão dupla e coordenada. Mina estava no centro de um furacão de prazer. Sana e Momo alternavam-se, explorando-a juntas, criando uma sobrecarga sensorial que fazia Mina chorar de êxtase. O suor misturava-se, o cheiro de sexo era inebriante. Cada estocada era um lembrete de que, apesar do estresse do mundo lá fora, ali, entre aquelas quatro paredes, ela era a rainha absoluta de suas esposas.

— Eu não... eu não aguento mais — Mina arquejou, a voz falhando, mas suas pernas se fechavam ao redor da cintura de Sana, pedindo por mais.

— Você aguenta sim — Sana sorriu, beijando-lhe a testa antes de afundar mais uma vez. — Nós vamos tirar todo o estresse do seu corpo, nem que leve a noite inteira.

Finalmente, o quinto round chegou como o ápice daquela maratona de luxúria. Foi o mais intenso e "pesado" de todos. Não havia mais delicadeza, apenas a necessidade animal de se pertencerem. As três se moviam como um único organismo. Momo e Sana, movidas por um desejo possessivo, levaram Mina a um estado de transe. As estocadas eram rítmicas, profundas e implacáveis. Mina sentia que sua alma estava sendo arrancada de seu corpo e devolvida a cada orgasmo sucessivo. Quando o ápice final chegou para as três, o grito uníssono ecoou pelo quarto, seguido pelo som das respirações pesadas e o colapso dos corpos exaustos sobre o cetim.

O silêncio que se seguiu não era mais o silêncio tenso do início da noite. Era um silêncio preenchido pela satisfação plena.

Momo rolou para o lado, puxando Mina para o seu peito, enquanto Sana se aninhou nas costas de Mina, abraçando-as as duas. O calor dos corpos era o melhor cobertor que poderiam ter. O cansaço de Mina agora era físico, um peso bom que prometia um sono profundo e sem sonhos de planilhas ou prazos.

Sana beijou o ombro suado de Mina, sua voz agora apenas um fio de som doce.

— Melhor agora, meu amor? — perguntou ela.

Mina soltou um suspiro longo, fechando os olhos e sentindo o coração desacelerar gradualmente.

— Muito melhor — respondeu Mina, virando o rosto levemente para encontrar o olhar de ambas. — Eu precisava disso. Eu precisava de vocês.

Momo apertou o abraço, deixando um beijo no topo da cabeça de Mina.

— Nós sempre estaremos aqui para te trazer de volta para casa — disse Momo com sinceridade.

As três se ajeitaram sob o edredom, os membros ainda entrelaçados, recusando-se a criar qualquer espaço entre elas.

— Eu amo vocês duas — sussurrou Mina, sentindo o peso do sono finalmente chegar, mas desta vez, era um sono de paz.

— Nós também te amamos, Mina — Sana e Momo responderam quase ao mesmo tempo.

Ali, no refúgio que construíram juntas, o mundo exterior não tinha poder. Elas eram o mundo umas das outras, e aquela noite era apenas mais uma prova de que, não importava quão difícil fosse o dia, o amor e o desejo que compartilhavam seriam sempre o seu porto seguro. O cansaço havia sido lavado pelo prazer, e o que restava era apenas a serenidade de serem, finalmente, completas.
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