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Fandom: BBB 26

Criado: 08/05/2026

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O Jogo de Sedução no Quarto do Líder

A música eletrônica batia forte contra as paredes de vidro da casa, mas o clima já não era mais de festa coreografada. O relógio marcava quatro da manhã quando a produção, em um gesto de misericórdia ou puro sadismo para gerar entretenimento, enviou um cooler extra carregado de espumante e cerveja artesanal. Era o combustível que faltava para o caos.

Ana Paula Renault, com seu vestido justo que mal escondia as curvas, segurava uma taça de cristal com a ponta dos dedos, o olhar semicerrado e um sorriso de puro deboche nos lábios perfeitamente pintados de vermelho. Ela sabia o efeito que causava. Passara a noite inteira desfilando pela pista, roçando propositalmente nos corpos suados, jogando o cabelo loiro e soltando risadinhas que eram como convites venenosos.

No gramado sintético, Leandro Boneco estava jogado em um puff, a camisa aberta revelando o peito negro, definido e brilhante de suor. Ele a observava com uma intensidade predatória. Leandro não era de muitas palavras, mas seu corpo falava por ele. Quando Ana Paula começou a rebolar sozinha, de costas para ele, descendo até o chão com uma lentidão calculada, ele não aguentou. A mão dele desceu vagarosamente para a calça de moletom, começando um movimento rítmico e despudorado enquanto seus olhos devoravam cada movimento da loira.

— Olha só o baiano... — murmurou Ana Paula para si mesma, olhando por cima do ombro com um brilho de malícia nos olhos. — Tá passando vontade, Boneco? Quer que eu chegue mais perto?

Ela deu um passo em direção a ele, mas um braço forte e musculoso envolveu sua cintura por trás, puxando-a com força contra um peito sólido. Era Jonas. O gaúcho exalava o cheiro de perfume caro misturado com álcool, a mandíbula travada de um ciúme que ele tentava, sem sucesso, disfarçar sob a pose de "bom moço" da academia.

— Você está provocando demais hoje, Ana — sussurrou Jonas no ouvido dela, a voz rouca. — Acho que o cooler já deu o que tinha que dar pra você.

Ana Paula soltou uma gargalhada aguda, jogando a cabeça para trás no ombro dele.

— Ai, Jonas, não seja chato! O Boneco ali está apenas apreciando a vista. Você devia aprender com ele a ser mais direto.

Jonas olhou para Leandro no gramado, que não parou o que estava fazendo, apenas sustentou o olhar com um sorriso desafiador. O clima de testosterona era palpável. Jonas, num impulso de posse, virou Ana Paula de frente para si e a beijou com uma fome desesperada, uma mistura de desejo e autoridade. A língua dele invadiu a boca dela com urgência, enquanto suas mãos apertavam as nádegas da loira por cima do tecido fino.

— Chega de show para as câmeras — disse Jonas, ofegante, ao romper o beijo por um segundo. — Vamos para o Quarto do Líder. Agora.

Ana Paula sorriu, o olhar de deboche voltando com força total. Ela olhou para Jonas e depois para Leandro, que já se levantava, a ereção claramente marcada no moletom.

— Só se ele for junto — disse ela, apontando com o queixo para o baiano. — O que foi, Jonas? O "perfeitinho" tem medo de dividir o brinquedo? Ou tá com medo de não dar conta do recado sozinho?

Jonas sentiu o sangue ferver. Ele olhou para Leandro, que parou ao lado deles, imponente.

— Por mim, tranquilo — disse Leandro, a voz grave ecoando no silêncio da madrugada. — O que a loira quiser, eu faço dobrado.

O trajeto até o elevador foi silencioso, carregado de uma eletricidade que parecia prestes a explodir. Assim que a porta do Quarto do Líder se fechou e a tranca eletrônica ecoou, o ambiente mudou. O luxo do quarto, com suas luzes indiretas e a cama king size, parecia pequeno demais para a tensão entre os três.

Ana Paula caminhou até o centro do quarto, desfazendo-se do salto alto com um chute descuidado.

— Nossa, quanta testosterona num lugar só — debochou ela, sentando-se na beira da cama e cruzando as pernas. — Dois gostosões, um loiro e um negro, prontinhos para me servir. Quem vai ser o primeiro a mostrar que não é só músculo de academia e pose de malandro?

Jonas não esperou. Ele avançou sobre ela, jogando-a para trás na cama enquanto voltava a beijá-la com violência. Leandro, no entanto, não ficou apenas assistindo. Ele se aproximou por trás de Jonas, ajudando-o a despir a loira, mas suas mãos grandes logo encontraram o caminho para a pele de Ana Paula.

— Calma, Jonas — disse Leandro, a voz suave mas firme. — Deixa eu cuidar da parte de baixo enquanto você ocupa a boca dela.

A dinâmica se transformou rapidamente em um emaranhado de membros e gemidos. Ana Paula, fiel ao seu estilo, não parava de provocar entre um suspiro e outro.

— É só isso, Jonas? — provocou ela, enquanto o gaúcho a penetrava com força. — Achei que o líder tivesse mais energia. Olha o Leandro... ele sabe exatamente onde tocar sem precisar de manual.

Leandro estava posicionado atrás dela, explorando cada centímetro de seu corpo com uma perícia que fazia Ana Paula arquear as costas. O contraste da pele escura dele contra a brancura dela era visualmente hipnótico. Quando Jonas, instigado pelo deboche, aumentou o ritmo, Leandro decidiu que era hora de levar o jogo para outro nível.

— Você fala demais, Ana Paula — murmurou Leandro, aproximando-se do ouvido dela enquanto Jonas a segurava pelos pulsos. — Vamos ver se você continua valente quando eu usar o outro caminho.

Ana Paula sentiu um calafrio de antecipação.

— Ah, é? — ela desafiou, embora sua voz estivesse falhando. — Duvido que você tenha coragem, Boneco.

Leandro não respondeu com palavras. Ele usou o lubrificante que estava na mesa de cabeceira e, com uma paciência cruel, começou a preparar o terreno. Jonas, percebendo a intenção, colaborou, mantendo Ana Paula imobilizada e preenchendo sua boca com beijos e mordidas para abafar os gritos que ele sabia que viriam.

Quando a invasão aconteceu, Ana Paula arregalou os olhos, as unhas cravando-se nos lençóis de cetim. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma onda de prazer avassaladora que ela nunca experimentara naquela intensidade.

— Isso... — gemeu ela, o deboche finalmente dando lugar à entrega total. — Meu Deus... os dois...

— Quem é o melhor agora, loira? — perguntou Jonas, o suor pingando de seu rosto no dela, enquanto ele continuava o movimento rítmico na frente.

— Os dois... — ela ofegava, o corpo tremendo sob o peso e a força dos dois homens. — Vocês são... uns animais...

Leandro, por trás, mantinha um ritmo poderoso e constante, sua mão grande apertando a cintura de Ana Paula com tanta força que deixaria marcas. Ele não estava ali para brincadeira. Jonas, por sua vez, parecia querer provar sua superioridade, mas a verdade é que os dois trabalhavam em uma sincronia involuntária, unidos pelo desejo de dominar a mulher que passara semanas desafiando a paciência de todos na casa.

O quarto estava quente, o ar condicionado incapaz de combater o calor gerado pelo ato. Ana Paula já não conseguia mais articular frases completas. Seus insultos e deboches haviam se transformado em súplicas ininteligíveis e gemidos altos que, felizmente, as paredes acústicas do Quarto do Líder protegiam do resto da casa.

— Olha pra mim, Ana — ordenou Leandro, puxando o rosto dela para o lado para que ela visse o próprio reflexo no espelho do teto. — Olha o que a gente está fazendo com você.

Ela olhou, e a visão de si mesma sendo possuída por dois dos homens mais cobiçados do país a levou ao limite. O clímax veio como uma explosão, sacudindo seu corpo em espasmos violentos. Jonas e Leandro vieram logo em seguida, desabando sobre ela em um silêncio exausto e satisfeito.

Minutos depois, Ana Paula, ainda recuperando o fôlego e com o cabelo loiro totalmente bagunçado, abriu um sorriso pequeno, mas ainda carregado de sua essência.

— É... — disse ela, limpando o canto da boca. — Para um começo de madrugada, até que vocês não foram de todo mal. Mas amanhã eu quero o round dois, e vê se capricham mais, tá?

Jonas e Leandro se entreolharam, rindo da audácia daquela mulher. Eles sabiam que, no BBB, o jogo era perigoso, mas ali, entre aquelas quatro paredes, ninguém jogava melhor que Ana Paula Renault.
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