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Fandom: BBB 26

Criado: 09/05/2026

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O Olhar que a Maternidade não Explica

A cobertura de Juliano Floss e Marina Sena em São Paulo ainda cheirava a tinta fresca e móveis caros, um contraste gritante com o confinamento caótico do BBB 26 que havia terminado há apenas uma semana. Ana Paula Renault, a loira que incendiou a edição com seu deboche ácido e sua falta de paciência com a mediocridade, estava jogada no sofá de couro italiano, segurando uma taça de vinho que custava mais que o prêmio de alguns paredões.

— Olha, eu vou te falar uma coisa, Juliano... Se eu soubesse que ser sua "mãe" no programa me daria esse direito de usufruir dessa mordomia, eu teria te adotado logo no primeiro dia — debochou Ana, ajeitando os fios loiros e olhando para o rapaz que, aos seus olhos, ainda era apenas um "novinho" talentoso.

Juliano riu, mas não era aquele riso de menino que ele dava nas festas da casa. Ele estava sem camisa, exibindo o corpo que a academia e a genética haviam esculpido com precisão. Ele se aproximou de Ana, sentando-se no braço do sofá, perigosamente perto.

— Você sabe que eu não te vejo assim, Ana. Esse papo de "mãe" era pro público. Aqui fora o buraco é mais embaixo — disse ele, a voz um tom mais grave, os olhos fixos na boca dela.

— Deixa de ser abusado, garoto! — Ana deu um gole no vinho, sentindo um calafrio que não admitiria. — Vai lá com a sua namorada que ganha mais. Cadê a Marina?

— Tomando banho. Ela tá exausta do show de ontem — respondeu Juliano, sem desviar o olhar. — Mas eu não tô cansado. Nem um pouco.

Ana Paula soltou uma risada anasalada, aquele "olha elaaaa" interno que sempre surgia quando ela sentia que alguém estava tentando peitá-la.

— Pois eu vou dormir, porque não tenho mais idade pra aguentar hormônio de tiktoker em ebulição. Boa noite, "filhinho".

Ela se retirou para o quarto de hóspedes, mas o sono não veio fácil. O ar estava carregado. Havia algo no jeito que Juliano a olhava que não tinha nada de filial. Era um desejo cru, uma fome que ela reconhecia de longe.

Por volta das três da manhã, a sede a acordou. Ana levantou-se, vestindo apenas uma camisola de seda preta que mal cobria o necessário. Ela caminhou descalça pelo corredor frio até a cozinha gourmet, mas parou abruptamente na entrada.

A luz da coifa estava acesa, criando um cenário cinematográfico. Marina Sena estava de costas, debruçada sobre a ilha de mármore, completamente nua, a pele morena brilhando sob a luz fraca. E atrás dela, Juliano, também nu, com as mãos possessivas nos quadris da cantora, movendo-se com uma força bruta que fez os copos de cristal no armário vibrarem discretamente.

— Puta que pariu... — sussurrou Ana para si mesma, mas não recuou. O deboche deu lugar à excitação.

O som da carne batendo contra a carne ecoava na cozinha silenciosa. Marina soltou um gemido alto, a voz de sereia agora rouca e entregue.

— Vai, Juliano... Caralho, assim... — gemeu Marina, jogando a cabeça para trás.

Juliano não respondeu com palavras. Ele a puxou pelo cabelo com uma mão, enquanto a outra apertava a nádega dela, e mudou o ângulo, entrando com tudo. Ele parecia um animal. Ana Paula, encostada no batente da porta, sentiu o próprio corpo responder. Ela não era de passar vontade, nunca foi.

— Que cena linda, hein? — disparou Ana, a voz saindo mais rouca do que ela pretendia. — E eu achando que vocês iam dormir cedo porque estavam "exaustos".

O casal congelou por um segundo, mas para surpresa de Ana, Juliano não parou. Ele apenas olhou por cima do ombro, um sorriso diabólico brincando nos lábios.

— Eu disse que não estava cansado, Ana — disse Juliano, dando uma estocada profunda que fez Marina arquear as costas. — E a Marina adora uma plateia. Não é, amor?

Marina Sena virou o rosto, os olhos nublados de prazer, e viu a loira ali. Em vez de choque, um sorriso malicioso surgiu em seu rosto de deusa.

— Ana... — Marina ofegou. — Para de falar e vem logo aqui. Eu sei que você tá querendo desde que a gente saiu daquela casa.

Ana Paula soltou um riso curto, soltando a alça da camisola.

— Vocês são uns desgraçados, sabiam? — Ela caminhou em direção a eles, a confiança de quem sempre domina o ambiente. — Mas eu não vou deixar esse novinho passar vontade sozinho.

Ela parou na frente de Marina, enquanto Juliano continuava o ritmo frenético por trás. Ana segurou o rosto da cantora e a beijou com vontade, uma mistura de língua e desejo reprimido. Juliano soltou um rosnado de satisfação, sentindo o calor das duas mulheres.

— Caralho, Ana... — Juliano exclamou, as veias do braço saltadas enquanto ele se esforçava para não gozar rápido demais. — Eu sonhei com isso o programa inteiro. Você me dando esporro e eu querendo te calar desse jeito.

— Pois cala a boca e faz o seu trabalho, Juliano! — Ana se separou do beijo de Marina, olhando fixamente para o rapaz. — Menos conversa e mais ação, que eu não vim aqui pra ver tutorial de dança.

Juliano puxou Marina para cima, virando-a de frente para Ana na ilha de mármore, e o que se seguiu foi um caos de corpos e gemidos que faria a produção do BBB pedir demissão por não poder transmitir. No meio da cozinha, entre garrafas de vinho e o luxo de São Paulo, a hierarquia de "mãe e filho" foi enterrada de vez sob o peso de um desejo que nenhum contrato de realidade poderia conter.

— Olha elaaaa! — gritou Marina entre risos e gemidos, provocando Ana.

— Cala a boca, Marina! — rebateu Ana, puxando Juliano para si. — Hoje quem manda nessa porra sou eu.

A madrugada estava apenas começando, e o pós-BBB nunca tinha sido tão interessante.
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