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Um amor prefeito
Fandom: Jiranaru
Criado: 10/05/2026
Tags
RomanceHistória DomésticaLinguagem ExplícitaOOC (Fora do Personagem)UA (Universo Alternativo)Estudo de PersonagemFofuraCenário CanônicoDivergênciaDramaDor/ConfortoPWP (Enredo? Que enredo?)
O Despertar das Chamas sob o Luar de Tanzaku
O silêncio do quarto de estalagem em Tanzaku era preenchido apenas pelo som da respiração descompassada dos dois. Naruto sentia o coração martelar contra as costelas, uma mistura de adrenalina e uma felicidade que ele mal conseguia processar. Jiraiya, o lendário Sannin, o homem que ele admirava acima de qualquer outro, estava ali, a poucos centímetros de distância, com um olhar que Naruto nunca tinha visto antes — um olhar carregado de um desejo profundo e uma ternura avassaladora.
— Eu não aguento mais guardar isso, Ero-Sennin — confessou Naruto, a voz embargada, mas firme. — Eu amo você. Não é só como mestre, é... é tudo.
Jiraiya sentiu um solavanco no peito. Ele, que já tinha viajado o mundo e escrito inúmeros romances sobre o amor, sentia-se um aprendiz diante da sinceridade crua do garoto à sua frente.
— Naruto... — Jiraiya murmurou, aproximando-se e segurando o rosto do jovem entre as mãos grandes e calejadas. — Eu achei que estava ficando louco. Eu te amo tanto que chega a doer.
Eles não precisaram de mais palavras. O movimento foi simultâneo, uma força magnética que os atraiu até que seus lábios se encontrassem em um beijo desesperado. Não era um beijo casto; era o encontro de anos de convivência, de piadas compartilhadas e de uma conexão que transcendia o laço de mestre e discípulo. Naruto passou os braços pelo pescoço de Jiraiya, puxando-o para mais perto, querendo fundir seus corpos.
— Jiraiya... — ofegou Naruto contra a boca do mais velho quando se separaram por um breve segundo para buscar ar.
— Tem certeza disso, Naruto? — perguntou Jiraiya, a voz rouca, os olhos fixos nos azuis intensos do loiro. — Uma vez que cruzarmos essa linha, não haverá volta.
— Eu nunca tive tanta certeza de nada na minha vida — respondeu Naruto, puxando-o novamente para o beijo.
Jiraiya não hesitou mais. Ele guiou Naruto gentilmente em direção à cama, os movimentos agora mais lentos, carregados de uma reverência quase sagrada. Ele começou a desamarrar o protetor de testa de Naruto, deixando-o cair no chão com um baque surdo, seguido pelo seu próprio. As roupas foram deixadas de lado com uma urgência contida, revelando a pele dourada de Naruto sob a luz fraca das velas.
— Você é lindo — sussurrou Jiraiya, traçando a linha das marcas de bigode nas bochechas de Naruto com o polegar.
— E você continua sendo um velho pervertido — brincou Naruto, embora seus olhos estivessem brilhando de emoção —, mas é o meu velho pervertido.
Jiraiya riu baixo, um som vibrante que reverberou no peito de Naruto. Ele se inclinou, beijando o pescoço do rapaz, sentindo o pulso acelerado sob a pele. Naruto soltou um gemido baixo, arqueando o corpo quando as mãos de Jiraiya começaram a explorar seu abdômen definido.
O contato da pele com a pele era eletrizante. Jiraiya movia-se com a experiência de um homem que conhecia os prazeres do mundo, mas com a delicadeza de quem protegia o tesouro mais valioso de sua vida. Ele desceu os beijos pelo peito de Naruto, parando para morder levemente o ombro dele, arrancando um suspiro trêmulo do loiro.
— Por favor, Jiraiya... — pediu Naruto, as mãos perdidas nos cabelos longos e brancos do Sannin. — Eu quero sentir você.
— Calma, garoto — murmurou Jiraiya contra sua pele. — Temos a noite toda. Eu quero que você aproveite cada segundo disso.
Jiraiya continuou sua exploração, usando as mãos e a boca para mapear cada centímetro do corpo de Naruto. Ele sabia exatamente onde tocar para fazer o jovem estremecer. Quando suas mãos desceram mais, Naruto sentiu uma onda de calor percorrer sua espinha, o prazer começando a nublar seus sentidos de uma forma que ele nunca imaginara ser possível.
Naruto, movido pelo puro instinto e pelo desejo de retribuir, puxou Jiraiya para cima dele, buscando novamente seus lábios. O beijo agora era mais profundo, as línguas dançando em um ritmo frenético. Ele sentia a força de Jiraiya, a massa muscular do homem mais velho pressionando-o contra o colchão, e isso o fazia se sentir seguro e desejado.
— Eu te amo — repetiu Naruto entre beijos, a voz falhando. — Eu te amo muito.
— Eu também te amo, Naruto — respondeu Jiraiya, olhando nos olhos dele com uma intensidade que quase fez o loiro desviar o olhar. — Mais do que as palavras dos meus livros poderiam descrever.
Jiraiya preparou Naruto com paciência, seus dedos sendo gentis e precisos, garantindo que o jovem estivesse pronto para ele. Naruto gemia seu nome como uma prece, os olhos fechados, a mente focada apenas na sensação das mãos de Jiraiya e no calor que emanava de seus corpos unidos.
Quando finalmente chegou o momento da união completa, o tempo pareceu parar. Naruto soltou um grito abafado no ombro de Jiraiya, as unhas cravando-se nas costas do Sannin enquanto ele se ajustava à sensação de plenitude. Jiraiya esperou, beijando a testa de Naruto, esperando que ele se acostumasse com a nova sensação.
— Está tudo bem? — perguntou Jiraiya, preocupado.
— Sim... — respondeu Naruto, abrindo os olhos e sorrindo através das lágrimas de prazer. — É perfeito. Não para.
Jiraiya começou a se mover, primeiro de forma lenta e rítmica, sentindo a resistência e o acolhimento do corpo de Naruto. A cada investida, o prazer aumentava, uma espiral ascendente que ameaçava consumi-los. Naruto acompanhava o ritmo, seus quadris movendo-se em sincronia, a respiração de ambos tornando-se um único som no quarto escuro.
— Jiraiya! — Naruto exclamou, o prazer atingindo um nível insuportável. — Eu... eu estou quase...
— Vem comigo, Naruto — disse Jiraiya, acelerando o passo, o suor brilhando em seus corpos. — Não se segure.
O clímax veio como uma explosão de luz branca. Naruto sentiu cada nervo de seu corpo vibrar, sua mente perdendo-se no êxtase enquanto ele se agarrava a Jiraiya como se ele fosse sua única âncora no mundo. Segundos depois, Jiraiya seguiu-o, soltando um rosnado baixo e profundo ao desmoronar sobre o peito de Naruto, ambos ofegantes e exaustos.
O silêncio retornou ao quarto, mas era um silêncio diferente agora — preenchido por uma paz profunda e a certeza de um laço inquebrável. Jiraiya rolou para o lado, puxando Naruto para o seu abraço, deixando que a cabeça do loiro repousasse em seu braço.
— Você está bem? — perguntou Jiraiya, sua voz agora um sussurro suave.
— Eu nunca estive melhor — respondeu Naruto, aconchegando-se ao calor do corpo de Jiraiya. — Isso foi... uau.
Jiraiya soltou uma risada curta e beijou o topo da cabeça de Naruto.
— É, "uau" resume bem as coisas.
— Ei, Ero-Sennin? — Naruto chamou, levantando um pouco a cabeça para olhar para ele.
— O que foi, Naruto?
— Isso não muda nada entre a gente, né? — perguntou o loiro, uma ponta de insegurança surgindo. — Quer dizer, ainda vamos treinar e viajar e...
— Naruto — interrompeu Jiraiya, segurando o queixo dele para que seus olhos se encontrassem —, isso muda tudo e não muda nada ao mesmo tempo. Ainda seremos mestre e aluno, ainda vamos brigar por causa de dinheiro e de comida, mas agora... agora eu sou seu, e você é meu. Para sempre.
Naruto sorriu, aquele sorriso largo e radiante que sempre iluminava o dia de Jiraiya.
— Gostei disso. "Para sempre" soa como um bom plano.
— É o melhor plano que já tive — concordou Jiraiya, fechando os olhos e sentindo o cheiro de Naruto.
Eles ficaram ali, abraçados, enquanto a lua de Tanzaku vigiava o sono dos dois amantes, que finalmente tinham encontrado nos braços um do outro o que sempre buscaram no mundo: um lugar para chamar de lar.
— Eu não aguento mais guardar isso, Ero-Sennin — confessou Naruto, a voz embargada, mas firme. — Eu amo você. Não é só como mestre, é... é tudo.
Jiraiya sentiu um solavanco no peito. Ele, que já tinha viajado o mundo e escrito inúmeros romances sobre o amor, sentia-se um aprendiz diante da sinceridade crua do garoto à sua frente.
— Naruto... — Jiraiya murmurou, aproximando-se e segurando o rosto do jovem entre as mãos grandes e calejadas. — Eu achei que estava ficando louco. Eu te amo tanto que chega a doer.
Eles não precisaram de mais palavras. O movimento foi simultâneo, uma força magnética que os atraiu até que seus lábios se encontrassem em um beijo desesperado. Não era um beijo casto; era o encontro de anos de convivência, de piadas compartilhadas e de uma conexão que transcendia o laço de mestre e discípulo. Naruto passou os braços pelo pescoço de Jiraiya, puxando-o para mais perto, querendo fundir seus corpos.
— Jiraiya... — ofegou Naruto contra a boca do mais velho quando se separaram por um breve segundo para buscar ar.
— Tem certeza disso, Naruto? — perguntou Jiraiya, a voz rouca, os olhos fixos nos azuis intensos do loiro. — Uma vez que cruzarmos essa linha, não haverá volta.
— Eu nunca tive tanta certeza de nada na minha vida — respondeu Naruto, puxando-o novamente para o beijo.
Jiraiya não hesitou mais. Ele guiou Naruto gentilmente em direção à cama, os movimentos agora mais lentos, carregados de uma reverência quase sagrada. Ele começou a desamarrar o protetor de testa de Naruto, deixando-o cair no chão com um baque surdo, seguido pelo seu próprio. As roupas foram deixadas de lado com uma urgência contida, revelando a pele dourada de Naruto sob a luz fraca das velas.
— Você é lindo — sussurrou Jiraiya, traçando a linha das marcas de bigode nas bochechas de Naruto com o polegar.
— E você continua sendo um velho pervertido — brincou Naruto, embora seus olhos estivessem brilhando de emoção —, mas é o meu velho pervertido.
Jiraiya riu baixo, um som vibrante que reverberou no peito de Naruto. Ele se inclinou, beijando o pescoço do rapaz, sentindo o pulso acelerado sob a pele. Naruto soltou um gemido baixo, arqueando o corpo quando as mãos de Jiraiya começaram a explorar seu abdômen definido.
O contato da pele com a pele era eletrizante. Jiraiya movia-se com a experiência de um homem que conhecia os prazeres do mundo, mas com a delicadeza de quem protegia o tesouro mais valioso de sua vida. Ele desceu os beijos pelo peito de Naruto, parando para morder levemente o ombro dele, arrancando um suspiro trêmulo do loiro.
— Por favor, Jiraiya... — pediu Naruto, as mãos perdidas nos cabelos longos e brancos do Sannin. — Eu quero sentir você.
— Calma, garoto — murmurou Jiraiya contra sua pele. — Temos a noite toda. Eu quero que você aproveite cada segundo disso.
Jiraiya continuou sua exploração, usando as mãos e a boca para mapear cada centímetro do corpo de Naruto. Ele sabia exatamente onde tocar para fazer o jovem estremecer. Quando suas mãos desceram mais, Naruto sentiu uma onda de calor percorrer sua espinha, o prazer começando a nublar seus sentidos de uma forma que ele nunca imaginara ser possível.
Naruto, movido pelo puro instinto e pelo desejo de retribuir, puxou Jiraiya para cima dele, buscando novamente seus lábios. O beijo agora era mais profundo, as línguas dançando em um ritmo frenético. Ele sentia a força de Jiraiya, a massa muscular do homem mais velho pressionando-o contra o colchão, e isso o fazia se sentir seguro e desejado.
— Eu te amo — repetiu Naruto entre beijos, a voz falhando. — Eu te amo muito.
— Eu também te amo, Naruto — respondeu Jiraiya, olhando nos olhos dele com uma intensidade que quase fez o loiro desviar o olhar. — Mais do que as palavras dos meus livros poderiam descrever.
Jiraiya preparou Naruto com paciência, seus dedos sendo gentis e precisos, garantindo que o jovem estivesse pronto para ele. Naruto gemia seu nome como uma prece, os olhos fechados, a mente focada apenas na sensação das mãos de Jiraiya e no calor que emanava de seus corpos unidos.
Quando finalmente chegou o momento da união completa, o tempo pareceu parar. Naruto soltou um grito abafado no ombro de Jiraiya, as unhas cravando-se nas costas do Sannin enquanto ele se ajustava à sensação de plenitude. Jiraiya esperou, beijando a testa de Naruto, esperando que ele se acostumasse com a nova sensação.
— Está tudo bem? — perguntou Jiraiya, preocupado.
— Sim... — respondeu Naruto, abrindo os olhos e sorrindo através das lágrimas de prazer. — É perfeito. Não para.
Jiraiya começou a se mover, primeiro de forma lenta e rítmica, sentindo a resistência e o acolhimento do corpo de Naruto. A cada investida, o prazer aumentava, uma espiral ascendente que ameaçava consumi-los. Naruto acompanhava o ritmo, seus quadris movendo-se em sincronia, a respiração de ambos tornando-se um único som no quarto escuro.
— Jiraiya! — Naruto exclamou, o prazer atingindo um nível insuportável. — Eu... eu estou quase...
— Vem comigo, Naruto — disse Jiraiya, acelerando o passo, o suor brilhando em seus corpos. — Não se segure.
O clímax veio como uma explosão de luz branca. Naruto sentiu cada nervo de seu corpo vibrar, sua mente perdendo-se no êxtase enquanto ele se agarrava a Jiraiya como se ele fosse sua única âncora no mundo. Segundos depois, Jiraiya seguiu-o, soltando um rosnado baixo e profundo ao desmoronar sobre o peito de Naruto, ambos ofegantes e exaustos.
O silêncio retornou ao quarto, mas era um silêncio diferente agora — preenchido por uma paz profunda e a certeza de um laço inquebrável. Jiraiya rolou para o lado, puxando Naruto para o seu abraço, deixando que a cabeça do loiro repousasse em seu braço.
— Você está bem? — perguntou Jiraiya, sua voz agora um sussurro suave.
— Eu nunca estive melhor — respondeu Naruto, aconchegando-se ao calor do corpo de Jiraiya. — Isso foi... uau.
Jiraiya soltou uma risada curta e beijou o topo da cabeça de Naruto.
— É, "uau" resume bem as coisas.
— Ei, Ero-Sennin? — Naruto chamou, levantando um pouco a cabeça para olhar para ele.
— O que foi, Naruto?
— Isso não muda nada entre a gente, né? — perguntou o loiro, uma ponta de insegurança surgindo. — Quer dizer, ainda vamos treinar e viajar e...
— Naruto — interrompeu Jiraiya, segurando o queixo dele para que seus olhos se encontrassem —, isso muda tudo e não muda nada ao mesmo tempo. Ainda seremos mestre e aluno, ainda vamos brigar por causa de dinheiro e de comida, mas agora... agora eu sou seu, e você é meu. Para sempre.
Naruto sorriu, aquele sorriso largo e radiante que sempre iluminava o dia de Jiraiya.
— Gostei disso. "Para sempre" soa como um bom plano.
— É o melhor plano que já tive — concordou Jiraiya, fechando os olhos e sentindo o cheiro de Naruto.
Eles ficaram ali, abraçados, enquanto a lua de Tanzaku vigiava o sono dos dois amantes, que finalmente tinham encontrado nos braços um do outro o que sempre buscaram no mundo: um lugar para chamar de lar.
