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Room
Fandom: BBB 26
Criado: 14/05/2026
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RomanceDramaPWP (Enredo? Que enredo?)CiúmesLinguagem ExplícitaAbuso de ÁlcoolEstudo de PersonagemCenário CanônicoSombrioPsicológicoViolência GráficaRealismo
O Calor da Madrugada
O sol de Curicica não dava trégua, refletindo intensamente no azul cristalino da piscina da casa mais vigiada do Brasil. Ana Paula, com seus cabelos loiros médios e lisos brilhando sob a luz, estava sentada no degrau mais raso, sentindo a água refrescar sua pele clara. No entanto, o frescor da água contrastava com o calor do corpo de Gabi, que estava literalmente instalada em seu colo.
Gabi, pequena e atrevida, não escondia de ninguém sua personalidade magnética e desinibida. Ela ria alto, jogando a cabeça para trás, enquanto seus braços envolviam o pescoço de Ana Paula. O movimento das duas na água era íntimo, carregado de uma malícia que Gabi fazia questão de exalar em cada gesto, adorando a atenção e o contato físico constante.
Lá do alto, na varanda de vidro do quarto, Milena observava a cena. Ela tinha acabado de acordar, o corpo curvilíneo e escultural ainda carregado pela preguiça do sono. Milena era a personificação da força e da sensualidade; negra, de estatura baixa, mas com curvas que paravam o programa, especialmente sua raba volumosa que atraía olhares toda vez que ela atravessava o jardim de biquíni.
Ao ver a cena na piscina, um nó se apertou em seu peito. O ciúme, frio e cortante, subiu pela garganta. Ela e Ana Paula vinham trocando olhares e carícias discretas há semanas, uma tensão que parecia prestes a explodir, mas ver Gabi ali, ocupando o espaço que Milena sentia ser seu, foi o suficiente para estragar seu dia.
Sem dizer uma palavra, Milena deu meia-volta e retornou para a escuridão do quarto. Ela se jogou na cama, puxou o edredom até o pescoço e decidiu que o mundo lá fora não existia mais.
O dia passou como um borrão. Milena recusou os chamados para o almoço, ignorou as brincadeiras na sala e, sempre que Ana Paula tentava se aproximar, ela simplesmente fechava os olhos ou virava o rosto, fingindo um sono profundo que não vinha. O silêncio era sua única arma, uma barreira de gelo que nem o sol do Rio de Janeiro parecia capaz de derreter.
As luzes da casa se apagaram, restando apenas os tons azulados da iluminação noturna. Por volta das três da manhã, o silêncio era absoluto, interrompido apenas pelo som do ar-condicionado. Ana Paula, inquieta e sentindo a falta da morena que a ignorara o dia todo, decidiu tomar um banho para relaxar.
Ao entrar no banheiro reservado, Ana levou um susto. Milena estava ali, parada diante do espelho, apenas de calcinha e um top preto que realçava cada curva de seu corpo. O olhar de Milena era duro, mas havia uma chama de desejo ali que ela não conseguia esconder totalmente.
— Você passou o dia inteiro fugindo de mim — disse Ana Paula, fechando a porta atrás de si e deixando a voz baixa, quase um sussurro.
Milena não respondeu. Ela apenas pegou sua escova de dentes, os movimentos lentos e deliberados, as costas largas e a raba imponente voltadas para a loira.
Ana Paula deu um passo à frente, a ousadia crescendo conforme o silêncio de Milena a provocava. Ela começou a se despir, deixando o roupão cair no chão. Debaixo de um chuveiro que ainda não fora ligado, Ana começou a passar a mão pelo próprio corpo, os dedos descendo lentamente pelo abdômen até alcançarem a região da buceta.
— Sabe, Milena... — começou Ana, a respiração ficando pesada enquanto seus dedos trabalhavam sob o olhar agora atento da outra. — O dia foi longo na piscina. Mas o que eu queria mesmo era o seu corpo perto do meu. Eu tô com tanto tesão que chega a doer.
Milena travou. O som dos dedos de Ana contra a própria pele, os gemidos baixos que começavam a escapar dos lábios da loira, tudo aquilo destruiu a barreira de ciúme que ela havia construído. Ela se virou, os olhos escuros brilhando de desejo, a respiração tão ofegante quanto a de Ana.
— Você acha que pode passar o dia com aquela garota no colo e depois vir aqui me provocar assim? — Milena perguntou, a voz rouca e carregada de autoridade.
— Eu não quero aquela garota, Milena — Ana respondeu, intensificando o toque, os olhos fixos nos da morena. — Eu quero você. Olha pra mim. Olha o que você faz comigo.
Milena deu dois passos rápidos, encurtando a distância. Ela segurou o pulso de Ana, interrompendo o toque dela, mas não para pará-la, e sim para assumir o controle. O clima no banheiro estava sufocante, mas as câmeras ali eram um lembrete constante de que não podiam ir longe demais naquele espaço.
— Aqui não — sussurrou Milena, prendendo Ana contra a parede fria do box. — Vamos pra academia. Tá vazio e a gente tem mais privacidade nos cantos escuros.
Sem esperar resposta, Milena pegou um shortinho curto e uma regata, enquanto Ana se vestia às pressas com o coração batendo na garganta. Elas saíram do quarto em silêncio, atravessando o jardim como sombras. A casa dormia, mas a energia entre as duas era elétrica, capaz de acender cada lâmpada do Projac.
Ao entrarem na academia, o cheiro de borracha e o silêncio do ambiente metálico as envolveram. Milena não esperou nem que a porta se fechasse completamente. Ela empurrou Ana Paula contra um dos aparelhos de musculação, as mãos firmes apertando a cintura da loira.
— Agora você vai me explicar direito aquela história da piscina — ordenou Milena, antes de atacar o pescoço de Ana com beijos vorazes.
— Não tem o que explicar... — gemeu Ana, jogando a cabeça para trás, sentindo as mãos de Milena descerem para apertar sua raba com força. — Ela se jogou, mas eu só pensava em como seria sentir esse seu aperto.
Milena subiu as mãos, puxando o rosto de Ana para um beijo profundo, sedento, uma mistura de punição pelo ciúme e desejo acumulado. As línguas se encontraram em uma dança frenética, enquanto o corpo pequeno e musculoso de Milena pressionava o de Ana contra o metal frio do equipamento.
— Você é minha, Ana Paula — sussurrou Milena entre os beijos, a mão descendo novamente, dessa vez por dentro do short da loira. — Nunca mais me faça assistir uma cena daquelas.
— Eu sou sua... — Ana ofegou, as pernas fraquejando enquanto Milena a dominava com uma intensidade que só o ciúme transformado em luxúria poderia criar. — Faz o que quiser comigo, mas faz agora.
Na penumbra da academia, entre os pesos e as máquinas, o ciúme de Milena se dissolveu em puro fogo, enquanto Ana Paula finalmente conseguia o que desejara o dia inteiro: a entrega total da mulher que a levava à loucura.
Gabi, pequena e atrevida, não escondia de ninguém sua personalidade magnética e desinibida. Ela ria alto, jogando a cabeça para trás, enquanto seus braços envolviam o pescoço de Ana Paula. O movimento das duas na água era íntimo, carregado de uma malícia que Gabi fazia questão de exalar em cada gesto, adorando a atenção e o contato físico constante.
Lá do alto, na varanda de vidro do quarto, Milena observava a cena. Ela tinha acabado de acordar, o corpo curvilíneo e escultural ainda carregado pela preguiça do sono. Milena era a personificação da força e da sensualidade; negra, de estatura baixa, mas com curvas que paravam o programa, especialmente sua raba volumosa que atraía olhares toda vez que ela atravessava o jardim de biquíni.
Ao ver a cena na piscina, um nó se apertou em seu peito. O ciúme, frio e cortante, subiu pela garganta. Ela e Ana Paula vinham trocando olhares e carícias discretas há semanas, uma tensão que parecia prestes a explodir, mas ver Gabi ali, ocupando o espaço que Milena sentia ser seu, foi o suficiente para estragar seu dia.
Sem dizer uma palavra, Milena deu meia-volta e retornou para a escuridão do quarto. Ela se jogou na cama, puxou o edredom até o pescoço e decidiu que o mundo lá fora não existia mais.
O dia passou como um borrão. Milena recusou os chamados para o almoço, ignorou as brincadeiras na sala e, sempre que Ana Paula tentava se aproximar, ela simplesmente fechava os olhos ou virava o rosto, fingindo um sono profundo que não vinha. O silêncio era sua única arma, uma barreira de gelo que nem o sol do Rio de Janeiro parecia capaz de derreter.
As luzes da casa se apagaram, restando apenas os tons azulados da iluminação noturna. Por volta das três da manhã, o silêncio era absoluto, interrompido apenas pelo som do ar-condicionado. Ana Paula, inquieta e sentindo a falta da morena que a ignorara o dia todo, decidiu tomar um banho para relaxar.
Ao entrar no banheiro reservado, Ana levou um susto. Milena estava ali, parada diante do espelho, apenas de calcinha e um top preto que realçava cada curva de seu corpo. O olhar de Milena era duro, mas havia uma chama de desejo ali que ela não conseguia esconder totalmente.
— Você passou o dia inteiro fugindo de mim — disse Ana Paula, fechando a porta atrás de si e deixando a voz baixa, quase um sussurro.
Milena não respondeu. Ela apenas pegou sua escova de dentes, os movimentos lentos e deliberados, as costas largas e a raba imponente voltadas para a loira.
Ana Paula deu um passo à frente, a ousadia crescendo conforme o silêncio de Milena a provocava. Ela começou a se despir, deixando o roupão cair no chão. Debaixo de um chuveiro que ainda não fora ligado, Ana começou a passar a mão pelo próprio corpo, os dedos descendo lentamente pelo abdômen até alcançarem a região da buceta.
— Sabe, Milena... — começou Ana, a respiração ficando pesada enquanto seus dedos trabalhavam sob o olhar agora atento da outra. — O dia foi longo na piscina. Mas o que eu queria mesmo era o seu corpo perto do meu. Eu tô com tanto tesão que chega a doer.
Milena travou. O som dos dedos de Ana contra a própria pele, os gemidos baixos que começavam a escapar dos lábios da loira, tudo aquilo destruiu a barreira de ciúme que ela havia construído. Ela se virou, os olhos escuros brilhando de desejo, a respiração tão ofegante quanto a de Ana.
— Você acha que pode passar o dia com aquela garota no colo e depois vir aqui me provocar assim? — Milena perguntou, a voz rouca e carregada de autoridade.
— Eu não quero aquela garota, Milena — Ana respondeu, intensificando o toque, os olhos fixos nos da morena. — Eu quero você. Olha pra mim. Olha o que você faz comigo.
Milena deu dois passos rápidos, encurtando a distância. Ela segurou o pulso de Ana, interrompendo o toque dela, mas não para pará-la, e sim para assumir o controle. O clima no banheiro estava sufocante, mas as câmeras ali eram um lembrete constante de que não podiam ir longe demais naquele espaço.
— Aqui não — sussurrou Milena, prendendo Ana contra a parede fria do box. — Vamos pra academia. Tá vazio e a gente tem mais privacidade nos cantos escuros.
Sem esperar resposta, Milena pegou um shortinho curto e uma regata, enquanto Ana se vestia às pressas com o coração batendo na garganta. Elas saíram do quarto em silêncio, atravessando o jardim como sombras. A casa dormia, mas a energia entre as duas era elétrica, capaz de acender cada lâmpada do Projac.
Ao entrarem na academia, o cheiro de borracha e o silêncio do ambiente metálico as envolveram. Milena não esperou nem que a porta se fechasse completamente. Ela empurrou Ana Paula contra um dos aparelhos de musculação, as mãos firmes apertando a cintura da loira.
— Agora você vai me explicar direito aquela história da piscina — ordenou Milena, antes de atacar o pescoço de Ana com beijos vorazes.
— Não tem o que explicar... — gemeu Ana, jogando a cabeça para trás, sentindo as mãos de Milena descerem para apertar sua raba com força. — Ela se jogou, mas eu só pensava em como seria sentir esse seu aperto.
Milena subiu as mãos, puxando o rosto de Ana para um beijo profundo, sedento, uma mistura de punição pelo ciúme e desejo acumulado. As línguas se encontraram em uma dança frenética, enquanto o corpo pequeno e musculoso de Milena pressionava o de Ana contra o metal frio do equipamento.
— Você é minha, Ana Paula — sussurrou Milena entre os beijos, a mão descendo novamente, dessa vez por dentro do short da loira. — Nunca mais me faça assistir uma cena daquelas.
— Eu sou sua... — Ana ofegou, as pernas fraquejando enquanto Milena a dominava com uma intensidade que só o ciúme transformado em luxúria poderia criar. — Faz o que quiser comigo, mas faz agora.
Na penumbra da academia, entre os pesos e as máquinas, o ciúme de Milena se dissolveu em puro fogo, enquanto Ana Paula finalmente conseguia o que desejara o dia inteiro: a entrega total da mulher que a levava à loucura.
