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Party
Fandom: BBB
Criado: 15/05/2026
Tags
RomanceDramaPWP (Enredo? Que enredo?)CiúmesLinguagem ExplícitaCenário CanônicoEstudo de Personagem
O Gosto da Posse
As luzes estroboscópicas da festa do BBB refletiam no gramado, criando um caleidoscópio de cores que parecia não combinar com o humor sombrio de Ana Paula. Ela segurava um copo de gin, mas seus olhos não estavam na pista de dança, e sim em Milena. A morena baixinha, dona de um corpo escultural e de uma marra que dobrava qualquer um na casa, era o centro das atenções.
O problema não era a atenção geral, mas sim Samira.
Samira dançava perigosamente perto de Milena. O ritmo do funk batia forte nas caixas de som, e Samira não perdia a oportunidade de se esfregar, descendo até o chão e encostando o quadril no de Milena com uma ousadia que fez o sangue de Ana Paula ferver. Milena ria, jogando a cabeça para trás, parecendo ignorar — ou talvez apreciar — a investida.
Ana Paula sentiu uma pontada aguda de ciúmes que a atingiu como um soco no estômago. Ela era assumidamente bi, a "bi festinha" que todos sabiam que não brincava em serviço e que tinha uma fama notória fora da casa por seu talento entre quatro paredes. Ver aquela cena foi o limite. Sem dizer uma palavra, ela virou o resto da bebida de uma vez, bateu o copo em uma mesa lateral e marchou em direção à casa, subindo as escadas direto para o Quarto do Líder, onde tinha o privilégio da privacidade naquela semana.
Milena, apesar da música alta e da distração de Samira, percebeu o movimento brusco. Ela conhecia aquele olhar de "poucos amigos" de Ana Paula. Com um sorriso de canto, ela se desvencilhou de Samira com um gesto rápido e seguiu o rastro da loira.
Ao entrar no Quarto do Líder, o silêncio do isolamento acústico era quase ensurdecedor comparado à festa lá fora. Ana Paula estava de costas, tirando os saltos com uma irritação evidente.
— O que foi aquilo, Ana? — perguntou Milena, encostando-se no batente da porta com os braços cruzados, a postura marrenta de sempre.
Ana Paula não se virou de imediato. Ela respirou fundo, tentando controlar a voz.
— Nada, Milena. Vai lá voltar para a sua dançarina. Ela parece bem interessada em você.
Milena soltou uma risada baixa, provocante, e caminhou devagar até ficar a poucos centímetros de Ana.
— Ih, olha só... A loira tá com ciúmes? — Milena provocou, passando a mão pelo braço de Ana Paula. — Não sabia que você se importava tanto com quem encosta em mim.
— Eu não estou com ciúmes — mentiu Ana Paula, virando-se finalmente. Seus olhos brilhavam de raiva e desejo. — Eu só não tenho paciência para amadorismo. A Samira acha que sabe o que está fazendo, mas ela é básica.
— É mesmo? — Milena arqueou uma sobrancelha, aproximando o rosto. — E você não é básica, é, Ana Paula? Você se acha muito superior?
— Eu não me acho, Milena. Eu sou — Ana Paula deu um passo à frente, diminuindo a distância entre elas. — Todo mundo sabe que eu sou a melhor no que faço. Aquela ali não sabe nem por onde começar. Eu chupo uma buceta melhor que a Samira jamais sonharia em fazer.
O silêncio caiu sobre o quarto, carregado de uma tensão sexual palpável. Milena sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ela adorava o jeito abusado de Ana Paula, e aquela declaração foi o combustível que faltava.
— Você fala demais, loira — disse Milena, a voz agora rouca e autoritária. — Grita para a casa inteira que é a rainha, mas aqui dentro, entre essas quatro paredes, eu quero ver se essa marra toda se sustenta.
Milena deu um passo firme, empurrando Ana Paula levemente em direção à cama grande do líder.
— Você quer provar que é melhor que ela? — Milena continuou, os olhos fixos nos de Ana. — Então prova. Agora. Porque eu estou achando que você é só gogó.
Ana Paula sentou na beira da cama, olhando para cima, para a mulher baixinha e poderosa que a desafiava.
— Você quer ver? — desafiou Ana Paula, a voz firme. — Então se prepara, porque depois de hoje você vai esquecer que qualquer outra mulher já encostou em você.
Milena não esperou. Em um movimento rápido e carregado de dominância, ela se aproximou e, sem aviso, montou no colo de Ana Paula, mas de uma forma diferente. Ela não se sentou para um beijo; ela se posicionou de modo que sua intimidade, protegida apenas pelo tecido fino do short curto da festa, ficasse exatamente na altura do rosto de Ana Paula.
— Então começa, cachorra — ordenou Milena, segurando o queixo de Ana com força, obrigando-a a olhar para cima. — Esfrega essa língua e me mostra que você é tudo isso que diz.
Ana Paula sentiu o calor emanando de Milena. O cheiro de perfume e suor da festa era inebriante. Sem hesitar, ela segurou as coxas grossas de Milena, puxando-a ainda mais para perto.
— Você não tem ideia do que te espera — murmurou Ana, antes de mergulhar o rosto contra o tecido úmido.
Milena soltou um gemido baixo, mas imediatamente puxou o cabelo de Ana Paula com força, jogando a cabeça dela para trás por um segundo.
— Menos conversa e mais trabalho — disse Milena, com um sorriso cruel e excitado. — Eu quero ver você implorar para me agradar.
Ana Paula, longe de se sentir ofendida, sentiu um prazer perverso na forma como Milena a tratava. Ela voltou ao ataque, usando a língua com uma precisão que fez os joelhos de Milena tremerem. Ela traçava círculos, pressionava com a ponta, e depois usava a boca inteira, ignorando o tecido que as separava, focada apenas em levar a mulher marrenta ao limite.
Milena segurava a cabeça de Ana, guiando os movimentos com firmeza, tratando-a como se ela fosse seu brinquedo particular.
— Isso... — Milena arqueou as costas, a respiração falhando. — É, você realmente tem uma boca boa... Mas ainda não é o suficiente.
— Eu só estou começando — disse Ana Paula entre uma investida e outra, os olhos fixos nos de Milena, desafiando a autoridade dela enquanto se entregava ao papel de servidão prazerosa.
O quarto do líder, com suas câmeras escondidas e luzes suaves, tornou-se o palco de uma disputa de poder onde ninguém queria realmente vencer, apenas sentir. Ana Paula provou cada palavra que disse, e Milena, em sua marra inabalável, descobriu que ter uma "cachorra" talentosa aos seus pés era exatamente o que ela precisava para coroar aquela noite de festa.
O problema não era a atenção geral, mas sim Samira.
Samira dançava perigosamente perto de Milena. O ritmo do funk batia forte nas caixas de som, e Samira não perdia a oportunidade de se esfregar, descendo até o chão e encostando o quadril no de Milena com uma ousadia que fez o sangue de Ana Paula ferver. Milena ria, jogando a cabeça para trás, parecendo ignorar — ou talvez apreciar — a investida.
Ana Paula sentiu uma pontada aguda de ciúmes que a atingiu como um soco no estômago. Ela era assumidamente bi, a "bi festinha" que todos sabiam que não brincava em serviço e que tinha uma fama notória fora da casa por seu talento entre quatro paredes. Ver aquela cena foi o limite. Sem dizer uma palavra, ela virou o resto da bebida de uma vez, bateu o copo em uma mesa lateral e marchou em direção à casa, subindo as escadas direto para o Quarto do Líder, onde tinha o privilégio da privacidade naquela semana.
Milena, apesar da música alta e da distração de Samira, percebeu o movimento brusco. Ela conhecia aquele olhar de "poucos amigos" de Ana Paula. Com um sorriso de canto, ela se desvencilhou de Samira com um gesto rápido e seguiu o rastro da loira.
Ao entrar no Quarto do Líder, o silêncio do isolamento acústico era quase ensurdecedor comparado à festa lá fora. Ana Paula estava de costas, tirando os saltos com uma irritação evidente.
— O que foi aquilo, Ana? — perguntou Milena, encostando-se no batente da porta com os braços cruzados, a postura marrenta de sempre.
Ana Paula não se virou de imediato. Ela respirou fundo, tentando controlar a voz.
— Nada, Milena. Vai lá voltar para a sua dançarina. Ela parece bem interessada em você.
Milena soltou uma risada baixa, provocante, e caminhou devagar até ficar a poucos centímetros de Ana.
— Ih, olha só... A loira tá com ciúmes? — Milena provocou, passando a mão pelo braço de Ana Paula. — Não sabia que você se importava tanto com quem encosta em mim.
— Eu não estou com ciúmes — mentiu Ana Paula, virando-se finalmente. Seus olhos brilhavam de raiva e desejo. — Eu só não tenho paciência para amadorismo. A Samira acha que sabe o que está fazendo, mas ela é básica.
— É mesmo? — Milena arqueou uma sobrancelha, aproximando o rosto. — E você não é básica, é, Ana Paula? Você se acha muito superior?
— Eu não me acho, Milena. Eu sou — Ana Paula deu um passo à frente, diminuindo a distância entre elas. — Todo mundo sabe que eu sou a melhor no que faço. Aquela ali não sabe nem por onde começar. Eu chupo uma buceta melhor que a Samira jamais sonharia em fazer.
O silêncio caiu sobre o quarto, carregado de uma tensão sexual palpável. Milena sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ela adorava o jeito abusado de Ana Paula, e aquela declaração foi o combustível que faltava.
— Você fala demais, loira — disse Milena, a voz agora rouca e autoritária. — Grita para a casa inteira que é a rainha, mas aqui dentro, entre essas quatro paredes, eu quero ver se essa marra toda se sustenta.
Milena deu um passo firme, empurrando Ana Paula levemente em direção à cama grande do líder.
— Você quer provar que é melhor que ela? — Milena continuou, os olhos fixos nos de Ana. — Então prova. Agora. Porque eu estou achando que você é só gogó.
Ana Paula sentou na beira da cama, olhando para cima, para a mulher baixinha e poderosa que a desafiava.
— Você quer ver? — desafiou Ana Paula, a voz firme. — Então se prepara, porque depois de hoje você vai esquecer que qualquer outra mulher já encostou em você.
Milena não esperou. Em um movimento rápido e carregado de dominância, ela se aproximou e, sem aviso, montou no colo de Ana Paula, mas de uma forma diferente. Ela não se sentou para um beijo; ela se posicionou de modo que sua intimidade, protegida apenas pelo tecido fino do short curto da festa, ficasse exatamente na altura do rosto de Ana Paula.
— Então começa, cachorra — ordenou Milena, segurando o queixo de Ana com força, obrigando-a a olhar para cima. — Esfrega essa língua e me mostra que você é tudo isso que diz.
Ana Paula sentiu o calor emanando de Milena. O cheiro de perfume e suor da festa era inebriante. Sem hesitar, ela segurou as coxas grossas de Milena, puxando-a ainda mais para perto.
— Você não tem ideia do que te espera — murmurou Ana, antes de mergulhar o rosto contra o tecido úmido.
Milena soltou um gemido baixo, mas imediatamente puxou o cabelo de Ana Paula com força, jogando a cabeça dela para trás por um segundo.
— Menos conversa e mais trabalho — disse Milena, com um sorriso cruel e excitado. — Eu quero ver você implorar para me agradar.
Ana Paula, longe de se sentir ofendida, sentiu um prazer perverso na forma como Milena a tratava. Ela voltou ao ataque, usando a língua com uma precisão que fez os joelhos de Milena tremerem. Ela traçava círculos, pressionava com a ponta, e depois usava a boca inteira, ignorando o tecido que as separava, focada apenas em levar a mulher marrenta ao limite.
Milena segurava a cabeça de Ana, guiando os movimentos com firmeza, tratando-a como se ela fosse seu brinquedo particular.
— Isso... — Milena arqueou as costas, a respiração falhando. — É, você realmente tem uma boca boa... Mas ainda não é o suficiente.
— Eu só estou começando — disse Ana Paula entre uma investida e outra, os olhos fixos nos de Milena, desafiando a autoridade dela enquanto se entregava ao papel de servidão prazerosa.
O quarto do líder, com suas câmeras escondidas e luzes suaves, tornou-se o palco de uma disputa de poder onde ninguém queria realmente vencer, apenas sentir. Ana Paula provou cada palavra que disse, e Milena, em sua marra inabalável, descobriu que ter uma "cachorra" talentosa aos seus pés era exatamente o que ela precisava para coroar aquela noite de festa.
