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Marvin x Nezu !
Fandom: Fundamental paper education Advanced Class
Criado: 19/05/2026
Tags
FantasiaSombrioPWP (Enredo? Que enredo?)HorrorIsekai / Fantasia PortalPsicológicoLinguagem ExplícitaHorror Corporal
Sombras Geométricas e a Presença do Vazio
O corredor leste da Paper School estava mergulhado em um silêncio atípico. Marvin caminhava com passos medidos, o som rítmico de suas pernas de régua batendo contra o chão polido ecoando pelas paredes brancas e minimalistas. O transferidor azul-claro em seu olho direito brilhava levemente sob a luz fluorescente, ajustando o ângulo de sua visão enquanto ele buscava por qualquer sinal de sua irmã.
— Margret? — chamou ele, a voz saindo em um tom moderado. — Margret, se isso for uma brincadeira para testar minha paciência, saiba que os cálculos de probabilidade para eu me irritar estão subindo.
Não houve resposta. Marvin ajustou o colete preto sobre a camisa branca, sentindo uma leve brisa vinda de uma porta entreaberta no final do corredor. Era uma sala que ele não costumava frequentar, uma zona que parecia esquecida pelo corpo docente e pelos alunos da classe avançada. Movido por uma mistura de dever fraternal e curiosidade analítica, ele empurrou a porta.
A escuridão dentro da sala era densa, quase sólida. Marvin deu alguns passos para dentro, os sensores de seu olho mecânico tentando compensar a falta de luminosidade. O ambiente estava frio, com um cheiro metálico e antigo pairando no ar.
— Margret, você está aqui? — perguntou ele, dando mais um passo para o centro do vazio.
De repente, uma sensação gélida tocou seu ombro. Não era o toque de uma mão humana comum; parecia a pressão de algo que existia entre dois planos de realidade. Marvin congelou. Ele sentiu uma presença atrás de si, algo vasto e, ao mesmo tempo, terrivelmente vazio.
Ao se virar lentamente, ele deu de cara com Nezu. A assombração flutuava levemente, seus cabelos brancos com mechas roxas claras caindo em cascata sobre os ombros. Os olhos amarelos dela brilhavam com uma intensidade predatória, fixos nos dele. Ela vestia apenas uma camisa branca com um decote profundo, revelando formas generosas que desafiavam a lógica bidimensional daquele mundo. Suas pernas estavam totalmente expostas, e a aura que emanava dela era de uma carência absoluta e ameaçadora.
— Você não deveria ter entrado aqui, Marvin — sussurrou Nezu. A voz dela era tão baixa que parecia vibrar diretamente dentro do crânio dele, um som sem fôlego.
Marvin sentiu o rosto esquentar instantaneamente. O contraste entre a aparência etérea dela e a exposição explícita de seu corpo causou um curto-circuito em sua compostura lógica. Ele tentou recuar, mas Nezu foi mais rápida. Ela agarrou o colarinho de sua camisa, puxando-o para mais perto, até que o transferidor em seu olho roçasse a pele pálida da testa dela.
— O que... o que você quer? — gaguejou Marvin, perdendo a firmeza habitual.
— Você é tão cheio de ângulos retos — disse ela, a voz quase inaudível. — Eu quero ver como você se dobra.
Sem dar tempo para uma resposta, Nezu o arrastou para uma fenda na realidade daquela sala. O cenário mudou bruscamente. Eles agora estavam no que parecia ser o quarto dela: um espaço desprovido de móveis, sem cama, sem janelas, apenas paredes cinzentas que pareciam pulsar conforme o humor da assombração.
Nezu empurrou Marvin contra a parede fria. O jovem sentiu o pânico subir pela garganta, mas o choque visual de ter aquela entidade tão próxima, com sua nudez parcial e olhar hipnótico, o paralisava. Ela começou a agir com uma urgência faminta, suas mãos percorrendo o colete de Marvin com uma destreza sobrenatural.
— Espere, Nezu! Isso não é... — Marvin tentou protestar, mas um gemido escapou de seus lábios quando ela pressionou o corpo contra o dele.
O medo inicial de Marvin começou a se misturar com uma sensação avassaladora e desconhecida. Nezu não tinha pressa, mas cada toque dela era carregado de uma intensidade que parecia sugar a energia do ambiente. Ela o forçou a se sentar no chão frio, posicionando-se de forma a dominar completamente o espaço entre eles.
— Sinta o vazio, Marvin — sussurrou ela contra o pescoço dele. — Deixe que eu o preencha.
Marvin soltou um gemido agudo, assustado com a rapidez das sensações. Seu corpo, composto por réguas e lógica, estava sendo submetido a uma experiência que nenhuma equação poderia explicar. Nezu, por outro lado, começou a emitir sons baixos de satisfação, seus olhos amarelos revirando enquanto ela buscava o contato íntimo que tanto desejava.
Enquanto isso, nos corredores principais da Paper School, Margret caminhava com uma expressão de preocupação. Ela já havia procurado na biblioteca, nos laboratórios e até no refeitório.
— Marvin! — gritou ela, parando perto da sala escura. — Se você estiver escondido para me dar um susto, eu juro que vou quebrar suas réguas!
Ela parou de falar bruscamente. O silêncio do corredor foi quebrado por um som abafado vindo de trás da porta entreaberta. Eram gemidos. Margret franziu a testa, reconhecendo a voz de seu irmão, mas havia algo diferente. O tom era de choque, mas também de uma entrega involuntária. E acompanhando a voz de Marvin, havia um som mais agudo, mais etéreo — o prazer manifesto de algo que não deveria ser humano.
Margret aproximou-se da porta, o coração batendo forte. Ela empurrou a madeira velha com cuidado. O quarto de Nezu não era visível para quem estava de fora, mas o som atravessava as dimensões.
— Marvin? — ela chamou, a voz trêmula.
Lá dentro, no vazio cinzento, a situação havia atingido seu ápice. Nezu arqueava as costas, os cabelos roxos balançando enquanto ela se entregava ao êxtase do momento. Marvin estava exausto, a mente nublada, o transferidor em seu olho brilhando em um tom de azul errático.
— Mais... — murmurou Nezu, a voz finalmente ganhando volume em um grito de prazer que ecoou tanto no quarto quanto no corredor onde Margret estava.
Margret recuou, cobrindo a boca com as mãos. Ela reconhecia aquele som. Era uma mistura de agonia e satisfação que ela nunca esperaria ouvir de seu irmão metódico e reservado. O pavor de que algo terrível estivesse acontecendo lutava contra a percepção óbvia da natureza daqueles sons.
— O que você está fazendo com ele? — sussurrou Margret para o nada, sem coragem de entrar na escuridão total.
Dentro do quarto, Nezu finalmente relaxou sobre Marvin. O suor frio cobria a pele de ambos. A assombração olhou para o jovem, que respirava com dificuldade, os olhos fixos no teto inexistente.
— Você é um bom material, Marvin — disse Nezu, recuperando o tom baixo e ameaçador. — Talvez eu o guarde aqui por mais algum tempo.
Marvin não conseguiu responder. Ele apenas fechou os olhos, sentindo o peso daquela presença sobre si, enquanto o eco dos gemidos ainda parecia vibrar nas paredes da escola, deixando Margret do lado de fora, perdida em um labirinto de dúvidas e medo pelo que seu irmão havia se tornado nas mãos do vazio.
— Margret? — chamou ele, a voz saindo em um tom moderado. — Margret, se isso for uma brincadeira para testar minha paciência, saiba que os cálculos de probabilidade para eu me irritar estão subindo.
Não houve resposta. Marvin ajustou o colete preto sobre a camisa branca, sentindo uma leve brisa vinda de uma porta entreaberta no final do corredor. Era uma sala que ele não costumava frequentar, uma zona que parecia esquecida pelo corpo docente e pelos alunos da classe avançada. Movido por uma mistura de dever fraternal e curiosidade analítica, ele empurrou a porta.
A escuridão dentro da sala era densa, quase sólida. Marvin deu alguns passos para dentro, os sensores de seu olho mecânico tentando compensar a falta de luminosidade. O ambiente estava frio, com um cheiro metálico e antigo pairando no ar.
— Margret, você está aqui? — perguntou ele, dando mais um passo para o centro do vazio.
De repente, uma sensação gélida tocou seu ombro. Não era o toque de uma mão humana comum; parecia a pressão de algo que existia entre dois planos de realidade. Marvin congelou. Ele sentiu uma presença atrás de si, algo vasto e, ao mesmo tempo, terrivelmente vazio.
Ao se virar lentamente, ele deu de cara com Nezu. A assombração flutuava levemente, seus cabelos brancos com mechas roxas claras caindo em cascata sobre os ombros. Os olhos amarelos dela brilhavam com uma intensidade predatória, fixos nos dele. Ela vestia apenas uma camisa branca com um decote profundo, revelando formas generosas que desafiavam a lógica bidimensional daquele mundo. Suas pernas estavam totalmente expostas, e a aura que emanava dela era de uma carência absoluta e ameaçadora.
— Você não deveria ter entrado aqui, Marvin — sussurrou Nezu. A voz dela era tão baixa que parecia vibrar diretamente dentro do crânio dele, um som sem fôlego.
Marvin sentiu o rosto esquentar instantaneamente. O contraste entre a aparência etérea dela e a exposição explícita de seu corpo causou um curto-circuito em sua compostura lógica. Ele tentou recuar, mas Nezu foi mais rápida. Ela agarrou o colarinho de sua camisa, puxando-o para mais perto, até que o transferidor em seu olho roçasse a pele pálida da testa dela.
— O que... o que você quer? — gaguejou Marvin, perdendo a firmeza habitual.
— Você é tão cheio de ângulos retos — disse ela, a voz quase inaudível. — Eu quero ver como você se dobra.
Sem dar tempo para uma resposta, Nezu o arrastou para uma fenda na realidade daquela sala. O cenário mudou bruscamente. Eles agora estavam no que parecia ser o quarto dela: um espaço desprovido de móveis, sem cama, sem janelas, apenas paredes cinzentas que pareciam pulsar conforme o humor da assombração.
Nezu empurrou Marvin contra a parede fria. O jovem sentiu o pânico subir pela garganta, mas o choque visual de ter aquela entidade tão próxima, com sua nudez parcial e olhar hipnótico, o paralisava. Ela começou a agir com uma urgência faminta, suas mãos percorrendo o colete de Marvin com uma destreza sobrenatural.
— Espere, Nezu! Isso não é... — Marvin tentou protestar, mas um gemido escapou de seus lábios quando ela pressionou o corpo contra o dele.
O medo inicial de Marvin começou a se misturar com uma sensação avassaladora e desconhecida. Nezu não tinha pressa, mas cada toque dela era carregado de uma intensidade que parecia sugar a energia do ambiente. Ela o forçou a se sentar no chão frio, posicionando-se de forma a dominar completamente o espaço entre eles.
— Sinta o vazio, Marvin — sussurrou ela contra o pescoço dele. — Deixe que eu o preencha.
Marvin soltou um gemido agudo, assustado com a rapidez das sensações. Seu corpo, composto por réguas e lógica, estava sendo submetido a uma experiência que nenhuma equação poderia explicar. Nezu, por outro lado, começou a emitir sons baixos de satisfação, seus olhos amarelos revirando enquanto ela buscava o contato íntimo que tanto desejava.
Enquanto isso, nos corredores principais da Paper School, Margret caminhava com uma expressão de preocupação. Ela já havia procurado na biblioteca, nos laboratórios e até no refeitório.
— Marvin! — gritou ela, parando perto da sala escura. — Se você estiver escondido para me dar um susto, eu juro que vou quebrar suas réguas!
Ela parou de falar bruscamente. O silêncio do corredor foi quebrado por um som abafado vindo de trás da porta entreaberta. Eram gemidos. Margret franziu a testa, reconhecendo a voz de seu irmão, mas havia algo diferente. O tom era de choque, mas também de uma entrega involuntária. E acompanhando a voz de Marvin, havia um som mais agudo, mais etéreo — o prazer manifesto de algo que não deveria ser humano.
Margret aproximou-se da porta, o coração batendo forte. Ela empurrou a madeira velha com cuidado. O quarto de Nezu não era visível para quem estava de fora, mas o som atravessava as dimensões.
— Marvin? — ela chamou, a voz trêmula.
Lá dentro, no vazio cinzento, a situação havia atingido seu ápice. Nezu arqueava as costas, os cabelos roxos balançando enquanto ela se entregava ao êxtase do momento. Marvin estava exausto, a mente nublada, o transferidor em seu olho brilhando em um tom de azul errático.
— Mais... — murmurou Nezu, a voz finalmente ganhando volume em um grito de prazer que ecoou tanto no quarto quanto no corredor onde Margret estava.
Margret recuou, cobrindo a boca com as mãos. Ela reconhecia aquele som. Era uma mistura de agonia e satisfação que ela nunca esperaria ouvir de seu irmão metódico e reservado. O pavor de que algo terrível estivesse acontecendo lutava contra a percepção óbvia da natureza daqueles sons.
— O que você está fazendo com ele? — sussurrou Margret para o nada, sem coragem de entrar na escuridão total.
Dentro do quarto, Nezu finalmente relaxou sobre Marvin. O suor frio cobria a pele de ambos. A assombração olhou para o jovem, que respirava com dificuldade, os olhos fixos no teto inexistente.
— Você é um bom material, Marvin — disse Nezu, recuperando o tom baixo e ameaçador. — Talvez eu o guarde aqui por mais algum tempo.
Marvin não conseguiu responder. Ele apenas fechou os olhos, sentindo o peso daquela presença sobre si, enquanto o eco dos gemidos ainda parecia vibrar nas paredes da escola, deixando Margret do lado de fora, perdida em um labirinto de dúvidas e medo pelo que seu irmão havia se tornado nas mãos do vazio.
