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O Ceo das Sombras
Fandom: BTS
Criado: 22/05/2026
Tags
RomanceSombrioCrimeDor/ConfortoAngústiaViolência GráficaSuspenseUA (Universo Alternativo)DramaLinguagem Explícita
Entre Cicatrizes e Sombras
O escritório no último andar da JCD cheirava a couro caro e pólvora fria. Jeon Jungkook estava parado diante da imensa parede de vidro, observando as luzes de Seul como se a cidade fosse um tabuleiro de xadrez que ele já havia vencido. Aos vinte e nove anos, o líder da Máfia Jeon não carregava apenas o peso de um império corporativo, mas a responsabilidade de manter o sangue longe das mãos de quem ele amava.
A porta se abriu suavemente. S/N entrou, seus passos hesitantes denunciando a timidez que ainda a habitava, mesmo após meses vivendo sob a proteção de Jungkook. Ela apertava as mangas do casaco de lã, um hábito que desenvolvera para esconder os tremores que surgiam sempre que o silêncio se tornava profundo demais.
Jungkook se virou. O olhar frio que ele reservava para os subordinados derreteu-se instantaneamente, substituído por uma possessividade feroz e protetora.
— Você está atrasada para o jantar, pequena — disse ele, a voz rouca vibrando no ar denso da sala.
— Eu me distraí — sussurrou ela, aproximando-se. — Estava pensando no que você me disse ontem. Sobre... o passado.
Jungkook caminhou até ela, cada passo exalando a confiança de um predador. Ele envolveu a cintura de S/N com um braço firme, puxando-a para o seu calor. Sentir o corpo dela contra o dele era a única coisa que acalmava os demônios que rugiam em sua mente.
— O passado morreu no momento em que eu coloquei meus olhos em você, S/N — afirmou ele, acariciando o rosto dela com o polegar. — Se alguém tentar trazê-lo de volta, eu pessoalmente garantirei que essa pessoa nunca mais veja a luz do dia.
O clima de calmaria foi interrompido pelo toque estridente do telefone de Jungkook. Ele atendeu com um rosnado. Do outro lado, a voz gélida de Min Yoongi, seu braço direito e especialista em interrogatórios, trouxe a notícia que Jungkook esperava — e temia.
— Nós o pegamos, Jeon. Shin Yujin está no galpão 4. Ele resistiu, mas agora está... cooperativo. À nossa maneira.
Jungkook sentiu o corpo de S/N enrijecer ao ouvir o nome. O trauma não era apenas uma memória; era uma cicatriz invisível que queimava. A imagem de Yujin, o ex-namorado abusivo que a perseguira desde o Brasil até a Coreia, ainda assombrava os pesadelos dela.
— Eu volto logo — disse Jungkook, beijando a testa de S/N com uma ternura que contrastava com o brilho assassino em seus olhos.
— Jungkook, por favor... — ela implorou, segurando o braço dele. — Não se torne um monstro por minha causa.
— Eu já sou um monstro, S/N — ele respondeu, soltando-se gentilmente. — Só estou garantindo que o seu monstro particular nunca mais te toque.
O galpão na zona portuária era úmido e fétido. No centro, amarrado a uma cadeira de metal sob uma luz crua, Shin Yujin estava irreconhecível. O rosto estava inchado, sangue escorria de um corte profundo no supercílio e dois dedos de sua mão esquerda estavam dobrados em ângulos impossíveis.
Yoongi estava sentado em uma caixa de madeira próxima, limpando meticulosamente uma lâmina de bisturi.
— Ele é barulhento — comentou Yoongi sem desviar o olhar da faca. — Gritou o nome dela dez vezes nos primeiros cinco minutos. Tive que lembrá-lo de que a língua é um músculo opcional.
Jungkook caminhou até Yujin, cujos olhos se arregalaram em puro terror.
— Então você é o homem que acha que pode tocar no que é meu? — a voz de Jungkook era um sussurro letal.
— Ela... ela me ama — gaguejou Yujin, cuspindo sangue no chão de concreto. — S/N é minha. Você é só um... um substituto.
O soco de Jungkook foi tão rápido que o som do impacto ecoou por todo o galpão. O estalo do nariz de Yujin quebrando foi seguido por um grito abafado. Jungkook agarrou o cabelo de Yujin, forçando-o a olhar para cima.
— Ela nunca foi sua. Ela foi sua vítima. Mas agora, você é a minha.
Jungkook pegou o alicate das mãos de Yoongi. O que se seguiu foi uma sinfonia de agonia. Ele não tinha pressa. Cada centímetro de dor que S/N sentira — cada hematoma que Yujin deixara no corpo dela, cada noite em que ela chorou de medo de ser forçada a algo que não queria — seria devolvido com juros.
— Isso é pelo braço dela que você apertou até ficar roxo — disse Jungkook, aplicando pressão na junta do ombro de Yujin até que o osso saltasse da cavidade com um som úmido.
— E isso — continuou ele, pegando uma faca e cravando-a lentamente na coxa do homem —, é por cada vez que você a fez sentir que não era dona do próprio corpo.
Horas depois, Jungkook saiu do galpão. Suas mãos estavam manchadas de vermelho, e sua camisa branca estava arruinada. Yoongi terminaria o serviço; não haveria corpo para ser encontrado.
Quando Jungkook chegou à cobertura, encontrou S/N sentada no sofá, encolhida, com os olhos fixos na porta. Ao vê-lo, ela se levantou, mas parou ao notar o sangue. Uma crise de pânico começou a subir por sua garganta. As lembranças das brigas com Yujin, do cheiro de ferro e do medo da morte, inundaram seus sentidos.
— Não... por favor, não se aproxime — soluçou ela, recuando até bater na parede.
Jungkook parou imediatamente. Ele conhecia aquele olhar. Era o olhar de uma sobrevivente que ainda via o agressor em cada sombra.
— S/N, sou eu. Ele se foi. Ele nunca mais vai te machucar — ele disse, mantendo a voz baixa e firme, mantendo a distância.
— Eu vejo o sangue, Jungkook... eu sinto o cheiro dele — ela tremia violentamente, as mãos cobrindo os ouvidos.
Jungkook tirou a camisa ensanguentada, jogando-a no chão, e caminhou lentamente até o banheiro, lavando-se rapidamente antes de voltar para ela apenas de calça. Ele se ajoelhou à frente dela, sem tocá-la.
— Respire comigo. Um, dois, três... — ele comandou.
Aos poucos, o foco de S/N voltou. Ela olhou para os olhos escuros de Jungkook, encontrando ali não a violência que ele acabara de exercer, mas uma adoração absoluta.
— Ele morreu? — perguntou ela em um fio de voz.
— Ele nunca mais existirá para você — respondeu Jungkook. — Agora, deixe-me cuidar de você.
Ele a pegou no colo, levando-a para o quarto principal. O medo de S/N começou a se transformar em uma necessidade desesperada de reafirmação, de sentir que estava viva e segura. Quando ele a colocou na cama de lençóis de seda negra, ela não se afastou. Pelo contrário, ela o puxou para perto.
— Eu preciso sentir você — sussurrou ela, as mãos trêmulas subindo pelo peito tatuado dele. — Preciso saber que isso é real. Que você é real.
Jungkook a beijou com uma intensidade que tirou o fôlego dela. Não era apenas desejo; era uma reivindicação. Suas mãos, que horas antes causavam dor, agora exploravam cada curva do corpo de S/N com uma delicadeza possessiva.
— Você é minha, S/N. Cada milímetro de você pertence a mim — ele murmurou contra a pele do pescoço dela, deixando marcas leves que logo seriam substituídas por carícias.
Ele removeu as roupas dela com agilidade, admirando a pele bronzeada que tanto contrastava com a sua palidez. Quando seus corpos se encontraram, a eletricidade foi instantânea. Jungkook desceu os beijos pelo ventre dela, as mãos firmes segurando as coxas de S/N, abrindo-as para ele.
— Jungkook... — ela arqueou as costas quando a língua dele a encontrou, os dedos dela se enterrando nos cabelos negros dele.
Ele a preparou com paciência, ouvindo cada gemido, cada mudança em sua respiração. Ele queria que ela estivesse presente, que o prazer apagasse as memórias de dor. Quando ele finalmente se posicionou entre as pernas dela, seus olhos se encontraram.
— Olhe para mim — ele ordenou. — Quero que saiba exatamente quem está te amando.
Jungkook entrou nela em um movimento lento e profundo, preenchendo-a completamente. S/N soltou um suspiro longo, as pernas envolvendo a cintura dele para trazê-lo ainda mais para dentro. O ritmo começou calmo, mas logo a paixão acumulada e a adrenalina da noite tomaram conta.
Os sons no quarto eram apenas o impacto dos corpos, a respiração pesada e os sussurros de nomes. Jungkook se movia com uma força dominante, cada estocada fazendo S/N delirar. Ela se sentia protegida naquela tempestade. O prazer era tão intenso que beirava a dor, uma liberação catártica de tudo o que ela havia reprimido.
— Mais... por favor, Jungkook — ela implorou, as unhas cravando-se nos ombros largos dele.
Ele rosnou, aumentando a velocidade. O suor brilhava em seus corpos sob a luz fraca do abajur. Jungkook a virou de costas, puxando-a pelos quadris, atingindo o ponto que a fazia gritar o nome dele. A possessividade dele era palpável; ele a queria marcada, saturada dele.
Quando o ápice chegou, foi como uma explosão. Jungkook se derramou dentro dela enquanto S/N tremia em seus braços, as lágrimas de alívio e prazer finalmente caindo.
Depois, no silêncio que se seguiu, Jungkook não se afastou. Ele a envolveu em um abraço protetor, cobrindo ambos com o edredom. Ele beijou as cicatrizes emocionais dela com a mesma devoção com que beijara seu corpo.
— Você está segura agora — ele disse, enquanto ela adormecia em seu peito. — O mundo pode queimar lá fora, mas aqui, nada vai te tocar.
Jungkook ficou acordado por muito tempo, vigiando o sono dela. Ele era o líder da máfia, um homem cujas mãos estavam sujas de sangue, mas para S/N, ele seria o escudo que ela nunca teve. E ele mataria quantos homens fossem necessários para garantir que ela nunca mais tivesse que olhar para trás.
A porta se abriu suavemente. S/N entrou, seus passos hesitantes denunciando a timidez que ainda a habitava, mesmo após meses vivendo sob a proteção de Jungkook. Ela apertava as mangas do casaco de lã, um hábito que desenvolvera para esconder os tremores que surgiam sempre que o silêncio se tornava profundo demais.
Jungkook se virou. O olhar frio que ele reservava para os subordinados derreteu-se instantaneamente, substituído por uma possessividade feroz e protetora.
— Você está atrasada para o jantar, pequena — disse ele, a voz rouca vibrando no ar denso da sala.
— Eu me distraí — sussurrou ela, aproximando-se. — Estava pensando no que você me disse ontem. Sobre... o passado.
Jungkook caminhou até ela, cada passo exalando a confiança de um predador. Ele envolveu a cintura de S/N com um braço firme, puxando-a para o seu calor. Sentir o corpo dela contra o dele era a única coisa que acalmava os demônios que rugiam em sua mente.
— O passado morreu no momento em que eu coloquei meus olhos em você, S/N — afirmou ele, acariciando o rosto dela com o polegar. — Se alguém tentar trazê-lo de volta, eu pessoalmente garantirei que essa pessoa nunca mais veja a luz do dia.
O clima de calmaria foi interrompido pelo toque estridente do telefone de Jungkook. Ele atendeu com um rosnado. Do outro lado, a voz gélida de Min Yoongi, seu braço direito e especialista em interrogatórios, trouxe a notícia que Jungkook esperava — e temia.
— Nós o pegamos, Jeon. Shin Yujin está no galpão 4. Ele resistiu, mas agora está... cooperativo. À nossa maneira.
Jungkook sentiu o corpo de S/N enrijecer ao ouvir o nome. O trauma não era apenas uma memória; era uma cicatriz invisível que queimava. A imagem de Yujin, o ex-namorado abusivo que a perseguira desde o Brasil até a Coreia, ainda assombrava os pesadelos dela.
— Eu volto logo — disse Jungkook, beijando a testa de S/N com uma ternura que contrastava com o brilho assassino em seus olhos.
— Jungkook, por favor... — ela implorou, segurando o braço dele. — Não se torne um monstro por minha causa.
— Eu já sou um monstro, S/N — ele respondeu, soltando-se gentilmente. — Só estou garantindo que o seu monstro particular nunca mais te toque.
O galpão na zona portuária era úmido e fétido. No centro, amarrado a uma cadeira de metal sob uma luz crua, Shin Yujin estava irreconhecível. O rosto estava inchado, sangue escorria de um corte profundo no supercílio e dois dedos de sua mão esquerda estavam dobrados em ângulos impossíveis.
Yoongi estava sentado em uma caixa de madeira próxima, limpando meticulosamente uma lâmina de bisturi.
— Ele é barulhento — comentou Yoongi sem desviar o olhar da faca. — Gritou o nome dela dez vezes nos primeiros cinco minutos. Tive que lembrá-lo de que a língua é um músculo opcional.
Jungkook caminhou até Yujin, cujos olhos se arregalaram em puro terror.
— Então você é o homem que acha que pode tocar no que é meu? — a voz de Jungkook era um sussurro letal.
— Ela... ela me ama — gaguejou Yujin, cuspindo sangue no chão de concreto. — S/N é minha. Você é só um... um substituto.
O soco de Jungkook foi tão rápido que o som do impacto ecoou por todo o galpão. O estalo do nariz de Yujin quebrando foi seguido por um grito abafado. Jungkook agarrou o cabelo de Yujin, forçando-o a olhar para cima.
— Ela nunca foi sua. Ela foi sua vítima. Mas agora, você é a minha.
Jungkook pegou o alicate das mãos de Yoongi. O que se seguiu foi uma sinfonia de agonia. Ele não tinha pressa. Cada centímetro de dor que S/N sentira — cada hematoma que Yujin deixara no corpo dela, cada noite em que ela chorou de medo de ser forçada a algo que não queria — seria devolvido com juros.
— Isso é pelo braço dela que você apertou até ficar roxo — disse Jungkook, aplicando pressão na junta do ombro de Yujin até que o osso saltasse da cavidade com um som úmido.
— E isso — continuou ele, pegando uma faca e cravando-a lentamente na coxa do homem —, é por cada vez que você a fez sentir que não era dona do próprio corpo.
Horas depois, Jungkook saiu do galpão. Suas mãos estavam manchadas de vermelho, e sua camisa branca estava arruinada. Yoongi terminaria o serviço; não haveria corpo para ser encontrado.
Quando Jungkook chegou à cobertura, encontrou S/N sentada no sofá, encolhida, com os olhos fixos na porta. Ao vê-lo, ela se levantou, mas parou ao notar o sangue. Uma crise de pânico começou a subir por sua garganta. As lembranças das brigas com Yujin, do cheiro de ferro e do medo da morte, inundaram seus sentidos.
— Não... por favor, não se aproxime — soluçou ela, recuando até bater na parede.
Jungkook parou imediatamente. Ele conhecia aquele olhar. Era o olhar de uma sobrevivente que ainda via o agressor em cada sombra.
— S/N, sou eu. Ele se foi. Ele nunca mais vai te machucar — ele disse, mantendo a voz baixa e firme, mantendo a distância.
— Eu vejo o sangue, Jungkook... eu sinto o cheiro dele — ela tremia violentamente, as mãos cobrindo os ouvidos.
Jungkook tirou a camisa ensanguentada, jogando-a no chão, e caminhou lentamente até o banheiro, lavando-se rapidamente antes de voltar para ela apenas de calça. Ele se ajoelhou à frente dela, sem tocá-la.
— Respire comigo. Um, dois, três... — ele comandou.
Aos poucos, o foco de S/N voltou. Ela olhou para os olhos escuros de Jungkook, encontrando ali não a violência que ele acabara de exercer, mas uma adoração absoluta.
— Ele morreu? — perguntou ela em um fio de voz.
— Ele nunca mais existirá para você — respondeu Jungkook. — Agora, deixe-me cuidar de você.
Ele a pegou no colo, levando-a para o quarto principal. O medo de S/N começou a se transformar em uma necessidade desesperada de reafirmação, de sentir que estava viva e segura. Quando ele a colocou na cama de lençóis de seda negra, ela não se afastou. Pelo contrário, ela o puxou para perto.
— Eu preciso sentir você — sussurrou ela, as mãos trêmulas subindo pelo peito tatuado dele. — Preciso saber que isso é real. Que você é real.
Jungkook a beijou com uma intensidade que tirou o fôlego dela. Não era apenas desejo; era uma reivindicação. Suas mãos, que horas antes causavam dor, agora exploravam cada curva do corpo de S/N com uma delicadeza possessiva.
— Você é minha, S/N. Cada milímetro de você pertence a mim — ele murmurou contra a pele do pescoço dela, deixando marcas leves que logo seriam substituídas por carícias.
Ele removeu as roupas dela com agilidade, admirando a pele bronzeada que tanto contrastava com a sua palidez. Quando seus corpos se encontraram, a eletricidade foi instantânea. Jungkook desceu os beijos pelo ventre dela, as mãos firmes segurando as coxas de S/N, abrindo-as para ele.
— Jungkook... — ela arqueou as costas quando a língua dele a encontrou, os dedos dela se enterrando nos cabelos negros dele.
Ele a preparou com paciência, ouvindo cada gemido, cada mudança em sua respiração. Ele queria que ela estivesse presente, que o prazer apagasse as memórias de dor. Quando ele finalmente se posicionou entre as pernas dela, seus olhos se encontraram.
— Olhe para mim — ele ordenou. — Quero que saiba exatamente quem está te amando.
Jungkook entrou nela em um movimento lento e profundo, preenchendo-a completamente. S/N soltou um suspiro longo, as pernas envolvendo a cintura dele para trazê-lo ainda mais para dentro. O ritmo começou calmo, mas logo a paixão acumulada e a adrenalina da noite tomaram conta.
Os sons no quarto eram apenas o impacto dos corpos, a respiração pesada e os sussurros de nomes. Jungkook se movia com uma força dominante, cada estocada fazendo S/N delirar. Ela se sentia protegida naquela tempestade. O prazer era tão intenso que beirava a dor, uma liberação catártica de tudo o que ela havia reprimido.
— Mais... por favor, Jungkook — ela implorou, as unhas cravando-se nos ombros largos dele.
Ele rosnou, aumentando a velocidade. O suor brilhava em seus corpos sob a luz fraca do abajur. Jungkook a virou de costas, puxando-a pelos quadris, atingindo o ponto que a fazia gritar o nome dele. A possessividade dele era palpável; ele a queria marcada, saturada dele.
Quando o ápice chegou, foi como uma explosão. Jungkook se derramou dentro dela enquanto S/N tremia em seus braços, as lágrimas de alívio e prazer finalmente caindo.
Depois, no silêncio que se seguiu, Jungkook não se afastou. Ele a envolveu em um abraço protetor, cobrindo ambos com o edredom. Ele beijou as cicatrizes emocionais dela com a mesma devoção com que beijara seu corpo.
— Você está segura agora — ele disse, enquanto ela adormecia em seu peito. — O mundo pode queimar lá fora, mas aqui, nada vai te tocar.
Jungkook ficou acordado por muito tempo, vigiando o sono dela. Ele era o líder da máfia, um homem cujas mãos estavam sujas de sangue, mas para S/N, ele seria o escudo que ela nunca teve. E ele mataria quantos homens fossem necessários para garantir que ela nunca mais tivesse que olhar para trás.
