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Nova
Fandom: Twice
Criado: 24/05/2026
Tags
RomanceFofuraHistória DomésticaFatias de VidaLinguagem Explícita
O Refúgio de Almofadas e Desejos
O apartamento estava mergulhado em uma penumbra suave, iluminado apenas por algumas velas aromáticas de baunilha que espalhavam um perfume doce e acolhedor pelo ar. No centro da sala de estar, o tapete felpudo havia sido transformado em um verdadeiro ninho. Jihyo havia espalhado dezenas de almofadas de corpo inteiro, criando uma superfície macia e convidativa que parecia uma nuvem esquecida no chão.
Sana estava sentada no meio daquela maciez, com as pernas cruzadas, observando Jihyo se aproximar. A luz das chamas dançava na pele de Jihyo, destacando a serenidade de seu rosto. Para o mundo lá fora, Jihyo era a líder firme, a mulher de poucas palavras e postura inabalável. Mas ali, entre aquelas quatro paredes e sob o olhar atento de Sana, ela se transformava. Jihyo era pura devoção, um oceano de carinho reservado exclusivamente para a mulher que amava.
— Você preparou tudo isso para mim? — perguntou Sana, com a voz doce e um sorriso que iluminava o ambiente mais do que qualquer vela.
Jihyo não respondeu imediatamente com palavras. Ela se ajoelhou à frente de Sana, estendendo a mão para acariciar o rosto da namorada. Seus dedos traçaram o contorno da mandíbula de Sana com uma leveza quase reverente.
— Eu queria que hoje fosse especial — disse Jihyo em seu tom baixo e calmo. — Só nós duas, sem pressa, sem o resto do mundo.
Sana inclinou a cabeça, fechando os olhos para aproveitar o toque. Jihyo usava um robe de seda preta, curto o suficiente para mostrar suas pernas torneadas, mas o que realmente chamava a atenção era a forma como a seda se moldava ao seu corpo. Por baixo, ela vestia uma lingerie de renda fina, provocante e elegante ao mesmo tempo.
Sana puxou Jihyo pelo colarinho do robe, trazendo-a para um beijo. O contato inicial foi lento, um encontro de lábios que carregava meses de saudade e carinho acumulado. A língua de Sana explorou a de Jihyo com uma curiosidade gentil, e Jihyo respondeu com uma intensidade controlada, as mãos descendo para a cintura de Sana, puxando-a para mais perto até que seus corpos estivessem colados sobre as almofadas.
— Jihyo... — sussurrou Sana entre os beijos, o hálito quente contra a pele da outra. — Eu amo como você me olha.
— É impossível olhar para você de outra forma, Sana — respondeu Jihyo, a voz levemente rouca.
Elas tombaram para o lado, afundando nas almofadas macias. O clima começou a esquentar, o romance doce dando lugar a um desejo palpável. Jihyo desamarrou o cinto de seu robe, deixando a seda deslizar pelos ombros e revelar a lingerie preta que contrastava perfeitamente com sua pele bronzeada. A calcinha de renda era desenhada para acomodar seu corpo de forma única, e o volume ali presente deixava claro o quanto ela estava excitada pela proximidade de Sana.
A primeira rodada foi marcada pela exploração. Jihyo posicionou-se sobre Sana, usando os braços para sustentar o peso enquanto distribuía beijos pelo pescoço e colo da amada. Sana gemia baixinho, as mãos perdidas nos cabelos curtos de Jihyo, incentivando-a a continuar. Quando Jihyo finalmente se libertou da lingerie, seu pênis, ereto e pulsante, revelou-se. Era uma parte dela que Sana adorava, não apenas pelo prazer que proporcionava, mas pela intimidade e confiança que representava.
Jihyo deslizou para dentro de Sana com uma lentidão torturante, querendo sentir cada centímetro da conexão. O encaixe era perfeito. Sana arqueou as costas, os olhos revirando de prazer enquanto Jihyo começava a se mover em estocadas rítmicas e profundas. Não havia pressa; era uma dança de peles e suspiros. Jihyo mantinha o contato visual, a expressão calma agora transparecendo uma paixão avassaladora.
— Você é tão linda, Sana — murmurou Jihyo, inclinando-se para beijar as lágrimas de felicidade que escapavam dos olhos de Sana.
— Mais... por favor, Jihyo — pediu Sana, as pernas envolvendo a cintura da líder.
O ápice veio como uma onda quente, ambas atingindo o clímax juntas, abraçadas com força enquanto os corpos tremiam sobre as almofadas. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som das respirações ofegantes.
Após um breve descanso, onde Jihyo insistiu em cobrir Sana com beijos suaves e palavras de amor, a segunda rodada começou com uma energia diferente. Sana, agora mais audaciosa, inverteu as posições. Ela queria retribuir todo o carinho que recebia.
— Deixe-me cuidar de você agora — disse Sana, sentando-se sobre o colo de Jihyo.
Sana começou a brincar com o membro de Jihyo, usando as mãos e a boca com uma delicadeza que fazia Jihyo perder a compostura habitual. A líder fechou os olhos, a cabeça jogada para trás, soltando gemidos baixos e guturais que eram música para os ouvidos de Sana. Quando Sana finalmente se sentou sobre ela, guiando Jihyo para dentro de si novamente, o ritmo foi mais rápido, mais urgente. As almofadas ao redor pareciam abafar o som dos corpos se chocando, criando um casulo de luxúria e ternura.
— Sana, eu... — Jihyo tentou falar, mas as palavras se perderam quando Sana acelerou o movimento, rebolando com uma maestria que levava Jihyo ao limite.
— Não fale, apenas sinta — respondeu Sana, inclinando-se para morder levemente o ombro de Jihyo.
Nesta segunda vez, o prazer foi explosivo, deixando-as exaustas e com a pele brilhando de suor sob a luz das velas. Elas ficaram ali, entrelaçadas, por um longo tempo. Jihyo acariciava o cabelo de Sana, enquanto a japonesa desenhava círculos imaginários no peito de Jihyo.
— Você está bem? — perguntou Jihyo, a voz carregada de preocupação amorosa.
— Estou maravilhosa — sorriu Sana, aninhando-se no pescoço de Jihyo. — Eu poderia ficar aqui para sempre.
Mas a noite ainda não havia acabado. Após compartilharem um pouco de água e alguns morangos que Jihyo havia deixado por perto, a terceira rodada floresceu de forma natural, como o desabrochar de uma flor noturna. Desta vez, foi a vez do puro romance. Jihyo deitou Sana de lado, ficando atrás dela, em uma posição de "conchinha" íntima.
Jihyo penetrou Sana por trás, uma entrada suave e protetora. Suas mãos subiram para os seios de Sana, massageando-os enquanto seus lábios encontravam a nuca da menor. Era um sexo de entrega total, onde cada movimento de Jihyo dizia "eu te protejo", e cada resposta de Sana dizia "eu sou sua".
— Eu amo você, Jihyo — sussurrou Sana, a voz embargada pela emoção.
— Eu amo você mais do que as palavras podem dizer, minha doce Sana — respondeu Jihyo, apertando-a mais contra si.
O movimento era lento, quase uma carícia interna. Jihyo sentia cada contração de Sana, cada suspiro que escapava de seus lábios. O pênis de Jihyo parecia pulsar em sincronia com o coração de Sana. Elas atingiram o terceiro ápice da noite de forma suave, uma transição doce do prazer intenso para o sono tranquilo.
Jihyo limpou Sana com cuidado, usando uma toalha macia, e depois a cobriu com um edredom leve, sem saírem daquele mar de almofadas. Ela abraçou Sana por trás, sentindo o calor do corpo da namorada contra o seu.
— Durma bem, meu amor — disse Jihyo, depositando um último beijo na têmpora de Sana.
Sana apenas murmurou algo ininteligível, já entregue ao cansaço feliz, sentindo-se a mulher mais amada do mundo nos braços de sua calma e devota Jihyo. Naquela noite, as almofadas foram testemunhas de um amor que ia muito além do físico; era um encontro de almas que se pertenciam inteiramente.
Sana estava sentada no meio daquela maciez, com as pernas cruzadas, observando Jihyo se aproximar. A luz das chamas dançava na pele de Jihyo, destacando a serenidade de seu rosto. Para o mundo lá fora, Jihyo era a líder firme, a mulher de poucas palavras e postura inabalável. Mas ali, entre aquelas quatro paredes e sob o olhar atento de Sana, ela se transformava. Jihyo era pura devoção, um oceano de carinho reservado exclusivamente para a mulher que amava.
— Você preparou tudo isso para mim? — perguntou Sana, com a voz doce e um sorriso que iluminava o ambiente mais do que qualquer vela.
Jihyo não respondeu imediatamente com palavras. Ela se ajoelhou à frente de Sana, estendendo a mão para acariciar o rosto da namorada. Seus dedos traçaram o contorno da mandíbula de Sana com uma leveza quase reverente.
— Eu queria que hoje fosse especial — disse Jihyo em seu tom baixo e calmo. — Só nós duas, sem pressa, sem o resto do mundo.
Sana inclinou a cabeça, fechando os olhos para aproveitar o toque. Jihyo usava um robe de seda preta, curto o suficiente para mostrar suas pernas torneadas, mas o que realmente chamava a atenção era a forma como a seda se moldava ao seu corpo. Por baixo, ela vestia uma lingerie de renda fina, provocante e elegante ao mesmo tempo.
Sana puxou Jihyo pelo colarinho do robe, trazendo-a para um beijo. O contato inicial foi lento, um encontro de lábios que carregava meses de saudade e carinho acumulado. A língua de Sana explorou a de Jihyo com uma curiosidade gentil, e Jihyo respondeu com uma intensidade controlada, as mãos descendo para a cintura de Sana, puxando-a para mais perto até que seus corpos estivessem colados sobre as almofadas.
— Jihyo... — sussurrou Sana entre os beijos, o hálito quente contra a pele da outra. — Eu amo como você me olha.
— É impossível olhar para você de outra forma, Sana — respondeu Jihyo, a voz levemente rouca.
Elas tombaram para o lado, afundando nas almofadas macias. O clima começou a esquentar, o romance doce dando lugar a um desejo palpável. Jihyo desamarrou o cinto de seu robe, deixando a seda deslizar pelos ombros e revelar a lingerie preta que contrastava perfeitamente com sua pele bronzeada. A calcinha de renda era desenhada para acomodar seu corpo de forma única, e o volume ali presente deixava claro o quanto ela estava excitada pela proximidade de Sana.
A primeira rodada foi marcada pela exploração. Jihyo posicionou-se sobre Sana, usando os braços para sustentar o peso enquanto distribuía beijos pelo pescoço e colo da amada. Sana gemia baixinho, as mãos perdidas nos cabelos curtos de Jihyo, incentivando-a a continuar. Quando Jihyo finalmente se libertou da lingerie, seu pênis, ereto e pulsante, revelou-se. Era uma parte dela que Sana adorava, não apenas pelo prazer que proporcionava, mas pela intimidade e confiança que representava.
Jihyo deslizou para dentro de Sana com uma lentidão torturante, querendo sentir cada centímetro da conexão. O encaixe era perfeito. Sana arqueou as costas, os olhos revirando de prazer enquanto Jihyo começava a se mover em estocadas rítmicas e profundas. Não havia pressa; era uma dança de peles e suspiros. Jihyo mantinha o contato visual, a expressão calma agora transparecendo uma paixão avassaladora.
— Você é tão linda, Sana — murmurou Jihyo, inclinando-se para beijar as lágrimas de felicidade que escapavam dos olhos de Sana.
— Mais... por favor, Jihyo — pediu Sana, as pernas envolvendo a cintura da líder.
O ápice veio como uma onda quente, ambas atingindo o clímax juntas, abraçadas com força enquanto os corpos tremiam sobre as almofadas. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som das respirações ofegantes.
Após um breve descanso, onde Jihyo insistiu em cobrir Sana com beijos suaves e palavras de amor, a segunda rodada começou com uma energia diferente. Sana, agora mais audaciosa, inverteu as posições. Ela queria retribuir todo o carinho que recebia.
— Deixe-me cuidar de você agora — disse Sana, sentando-se sobre o colo de Jihyo.
Sana começou a brincar com o membro de Jihyo, usando as mãos e a boca com uma delicadeza que fazia Jihyo perder a compostura habitual. A líder fechou os olhos, a cabeça jogada para trás, soltando gemidos baixos e guturais que eram música para os ouvidos de Sana. Quando Sana finalmente se sentou sobre ela, guiando Jihyo para dentro de si novamente, o ritmo foi mais rápido, mais urgente. As almofadas ao redor pareciam abafar o som dos corpos se chocando, criando um casulo de luxúria e ternura.
— Sana, eu... — Jihyo tentou falar, mas as palavras se perderam quando Sana acelerou o movimento, rebolando com uma maestria que levava Jihyo ao limite.
— Não fale, apenas sinta — respondeu Sana, inclinando-se para morder levemente o ombro de Jihyo.
Nesta segunda vez, o prazer foi explosivo, deixando-as exaustas e com a pele brilhando de suor sob a luz das velas. Elas ficaram ali, entrelaçadas, por um longo tempo. Jihyo acariciava o cabelo de Sana, enquanto a japonesa desenhava círculos imaginários no peito de Jihyo.
— Você está bem? — perguntou Jihyo, a voz carregada de preocupação amorosa.
— Estou maravilhosa — sorriu Sana, aninhando-se no pescoço de Jihyo. — Eu poderia ficar aqui para sempre.
Mas a noite ainda não havia acabado. Após compartilharem um pouco de água e alguns morangos que Jihyo havia deixado por perto, a terceira rodada floresceu de forma natural, como o desabrochar de uma flor noturna. Desta vez, foi a vez do puro romance. Jihyo deitou Sana de lado, ficando atrás dela, em uma posição de "conchinha" íntima.
Jihyo penetrou Sana por trás, uma entrada suave e protetora. Suas mãos subiram para os seios de Sana, massageando-os enquanto seus lábios encontravam a nuca da menor. Era um sexo de entrega total, onde cada movimento de Jihyo dizia "eu te protejo", e cada resposta de Sana dizia "eu sou sua".
— Eu amo você, Jihyo — sussurrou Sana, a voz embargada pela emoção.
— Eu amo você mais do que as palavras podem dizer, minha doce Sana — respondeu Jihyo, apertando-a mais contra si.
O movimento era lento, quase uma carícia interna. Jihyo sentia cada contração de Sana, cada suspiro que escapava de seus lábios. O pênis de Jihyo parecia pulsar em sincronia com o coração de Sana. Elas atingiram o terceiro ápice da noite de forma suave, uma transição doce do prazer intenso para o sono tranquilo.
Jihyo limpou Sana com cuidado, usando uma toalha macia, e depois a cobriu com um edredom leve, sem saírem daquele mar de almofadas. Ela abraçou Sana por trás, sentindo o calor do corpo da namorada contra o seu.
— Durma bem, meu amor — disse Jihyo, depositando um último beijo na têmpora de Sana.
Sana apenas murmurou algo ininteligível, já entregue ao cansaço feliz, sentindo-se a mulher mais amada do mundo nos braços de sua calma e devota Jihyo. Naquela noite, as almofadas foram testemunhas de um amor que ia muito além do físico; era um encontro de almas que se pertenciam inteiramente.
