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Uma noite no bar
Fandom: Destiel
Criado: 24/05/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)CiúmesLinguagem ExplícitaCenário CanônicoDramaAngústia
Propriedade Privada no Capô do Impala
O cheiro de cerveja barata e o som de uma jukebox desregulada costumavam ser o paraíso para Dean Winchester. Mas naquela noite, o bar em Lebanon parecia um círculo do inferno que ele ainda não tinha visitado. Ele apertou o copo de uísque com tanta força que os nós dos seus dedos ficaram brancos. Ao seu lado, Sam e Bobby discutiam algum caso antigo, mas Dean não ouvia uma palavra. Seus olhos verdes estavam fixos, como os de um predador, em uma mesa de canto.
Lá estava Castiel. O "seu" anjo. Bem, ex-anjo. Agora que Cas era humano, ele parecia estranhamente mais vulnerável e, ao mesmo tempo, irritantemente atraente para o resto do mundo. Ele usava uma camisa xadrez que Dean tinha lhe emprestado, as mangas dobradas revelando antebraços que faziam a garganta de Dean secar.
E havia o problema. Um cara de jaqueta de couro, com um sorriso presunçoso e hálito de tequila, estava debruçado sobre a mesa de Cas.
— Ele está fazendo de novo — rosnou Dean, virando o resto do uísque de uma vez.
Sam suspirou, sem desviar o olhar do jornal.
— Dean, o Cas é um homem adulto. Ele sabe se cuidar. E ele está apenas tentando socializar.
— Socializar? — Dean soltou uma risada amarga. — Aquele idiota está praticamente babando no colo do Cas. Olha para ele, Sam. Ele nem sabe o que fazer com aquela atenção toda.
Bobby deu um tapa no ombro de Dean.
— Deixe o rapaz em paz, Dean. Talvez ele queira companhia. Coisa que você não tem oferecido muito ultimamente, além de resmungos e tortas.
Dean não respondeu. Ele viu o estranho deslizar a mão pela mesa, tocando os dedos de Castiel. O moreno inclinou a cabeça, aquela confusão adorável e perigosa brilhando nos olhos azuis. Cas ainda não entendia as nuances da sedução humana, mas Dean entendia. Ele entendia cada movimento calculado daquele cara.
Dean sentiu o sangue ferver. A ideia de qualquer outra pessoa tocando Castiel, de qualquer outra pessoa descobrindo o que havia por baixo daquela postura rígida, era insuportável. Cas era dele. Tinha sido dele desde que o tirou do inferno. E agora que Cas era de carne e osso, Dean tinha planos. Planos que envolviam o anjo gemendo o seu nome, não o de um desconhecido qualquer em um bar de beira de estrada.
Ele decidiu intervir quando viu o homem se aproximar do ouvido de Cas. Dean aguçou os ouvidos, a raiva nublando sua visão.
— Você tem um olhar tão inocente, bonitão — o homem sussurrou, alto o suficiente para Dean ouvir. — Aposto que nunca teve ninguém que te mostrasse como a vida pode ser boa. Por que você não abre essas pernas para mim lá fora? Eu garanto que você vai adorar o que eu tenho para te dar.
O mundo de Dean ficou vermelho.
— Já chega — Dean sibilou.
Ele se levantou tão rápido que a cadeira quase tombou. Sam tentou segurar seu braço, mas Dean se soltou com um safanão. Ele atravessou o bar em passos pesados, a aura de violência emanando dele como calor.
— Algum problema aqui? — a voz de Dean saiu como um trovão baixo enquanto ele parava atrás de Castiel, colocando uma mão firme e possessiva no ombro do moreno.
O homem olhou para cima, medindo Dean.
— Nenhum, cara. Só estou conversando com o seu amigo. Ele parece interessado.
— Dean? — Castiel olhou para ele, os olhos azuis arregalados. — Ele estava sugerindo uma atividade física...
— Eu ouvi o que ele sugeriu, Cas — Dean rosnou, os olhos fixos no estranho. — Escuta aqui, seu merda. Se você chegar perto dele de novo, eu vou quebrar cada osso do seu corpo e te mandar para um lugar que nem o diabo quer visitar. Ele é meu. Entendeu? Meu.
O homem empalideceu diante da fúria crua nos olhos de Dean. Ele levantou as mãos em rendição, pegou sua bebida e saiu apressado em direção ao outro lado do bar.
— Dean, você foi desnecessariamente agressivo — disse Castiel, levantando-se. — Eu estava tentando entender a proposta dele.
Dean se virou para ele, a respiração pesada. Ele agarrou o braço de Castiel com uma força que beirava a dor, mas o moreno não recuou.
— Entender a proposta? Ele queria te foder, Cas! No estacionamento, como se você fosse qualquer um!
— E por que isso te incomoda tanto? — Castiel perguntou, a voz baixa e desafiadora. — Você não demonstrou interesse em... me usar dessa forma.
Dean soltou uma risada rouca, o desejo e o ciúme explodindo em seu peito.
— Você não tem ideia, não é? Do que eu quero fazer com você? Se você quer pica, Cas, você vai ter a minha. Só a minha.
Sem dar tempo para resposta, Dean puxou Castiel em direção à saída. Ele mal acenou para Sam e Bobby, que observavam a cena com expressões de "já era hora". Dean empurrou as portas duplas do bar e arrastou Castiel até onde o Impala brilhava sob a luz da lua.
Ele abriu a porta do passageiro e praticamente jogou Castiel lá dentro. Deu a volta, entrou no banco do motorista e arrancou, os pneus cantando no asfalto.
— Dean, para onde estamos indo? — Castiel perguntou, a voz levemente trêmula, mas não de medo. Era antecipação.
— Para um lugar onde ninguém vai nos interromper — Dean respondeu, os dedos apertando o volante com força.
Ele dirigiu por dez minutos, entrando em uma estrada de terra deserta cercada por árvores altas. O silêncio da noite era quebrado apenas pelo ronco do motor. Quando parou o carro, o silêncio se tornou ensurdecedor, preenchido apenas pela respiração pesada de ambos.
Dean saiu do carro e abriu a porta de Castiel.
— Sai — ordenou.
Castiel obedeceu, seus olhos azuis fixos nos de Dean. O Winchester o conduziu até a frente do Impala. O metal ainda estava quente do motor. Dean agarrou a cintura de Castiel e o içou, sentando-o no capô do carro.
— Dean... — Castiel começou, mas foi silenciado por um beijo violento.
Não foi um beijo de filme. Foi uma colisão. Dean invadiu a boca de Castiel com a língua, reivindicando cada centímetro, enquanto suas mãos subiam para o rosto do moreno. Castiel soltou um gemido baixo, suas mãos agarrando a jaqueta de Dean, puxando-o para mais perto.
— Aquele cara não sabe de nada — Dean murmurou contra os lábios de Cas, a voz carregada de luxúria. — Ele não tem o direito de olhar para você desse jeito. Ninguém tem.
— Então me mostre — desafiou Castiel, a respiração falhando. — Me mostre que eu sou seu.
Dean não precisou ouvir duas vezes. Ele começou a abrir os botões da camisa de Castiel com pressa, rasgando o último no processo. Ele queria ver a pele, queria marcar o que era dele. Seus lábios desceram para o pescoço de Castiel, sugando e mordendo, deixando marcas arroxeadas que gritariam para o mundo a quem Castiel pertencia.
— Você é tão lindo, Cas — Dean rosnou, suas mãos descendo para o cinto de Castiel. — E você ainda é virgem, não é? Nunca deixou ninguém chegar perto disso.
— Só você — Castiel ofegou, arqueando as costas quando as mãos de Dean entraram em suas calças. — Sempre foi só você, Dean.
Dean sentiu um surto de triunfo. Ele abriu a calça de Castiel e a empurrou para baixo, junto com a cueca, deixando a ereção do moreno exposta ao ar frio da noite. Castiel estava pulsando, pronto, e o simples toque dos dedos de Dean o fez tremer.
— Eu vou te foder tanto que você vai esquecer como se fala — Dean prometeu, sua voz ríspida e suja. — Eu vou colocar minha marca em cada centímetro desse seu corpo humano.
Dean se livrou das próprias calças com uma agilidade nascida do desespero. Ele pegou um frasco de lubrificante que sempre guardava no porta-luvas para "emergências" e espalhou o líquido nos dedos.
— Isso vai doer um pouco no começo, Cas — avisou Dean, seus olhos fixos no rosto do anjo. — Mas eu vou ser cuidadoso. Pelo menos por enquanto.
Ele deslizou um dedo para dentro de Castiel, ouvindo o moreno soltar um grito abafado e agarrar seus ombros. Dean parou, esperando que ele se acostumasse, mas a luxúria em suas veias era um incêndio fora de controle. Ele adicionou o segundo dedo, esticando a entrada apertada e quente de Castiel.
— Dean... por favor — Castiel implorou, as pernas se envolvendo na cintura de Dean, puxando-o para o contato total.
— Você quer? — Dean perguntou, posicionando a ponta de seu membro na entrada de Castiel. — Diz
Lá estava Castiel. O "seu" anjo. Bem, ex-anjo. Agora que Cas era humano, ele parecia estranhamente mais vulnerável e, ao mesmo tempo, irritantemente atraente para o resto do mundo. Ele usava uma camisa xadrez que Dean tinha lhe emprestado, as mangas dobradas revelando antebraços que faziam a garganta de Dean secar.
E havia o problema. Um cara de jaqueta de couro, com um sorriso presunçoso e hálito de tequila, estava debruçado sobre a mesa de Cas.
— Ele está fazendo de novo — rosnou Dean, virando o resto do uísque de uma vez.
Sam suspirou, sem desviar o olhar do jornal.
— Dean, o Cas é um homem adulto. Ele sabe se cuidar. E ele está apenas tentando socializar.
— Socializar? — Dean soltou uma risada amarga. — Aquele idiota está praticamente babando no colo do Cas. Olha para ele, Sam. Ele nem sabe o que fazer com aquela atenção toda.
Bobby deu um tapa no ombro de Dean.
— Deixe o rapaz em paz, Dean. Talvez ele queira companhia. Coisa que você não tem oferecido muito ultimamente, além de resmungos e tortas.
Dean não respondeu. Ele viu o estranho deslizar a mão pela mesa, tocando os dedos de Castiel. O moreno inclinou a cabeça, aquela confusão adorável e perigosa brilhando nos olhos azuis. Cas ainda não entendia as nuances da sedução humana, mas Dean entendia. Ele entendia cada movimento calculado daquele cara.
Dean sentiu o sangue ferver. A ideia de qualquer outra pessoa tocando Castiel, de qualquer outra pessoa descobrindo o que havia por baixo daquela postura rígida, era insuportável. Cas era dele. Tinha sido dele desde que o tirou do inferno. E agora que Cas era de carne e osso, Dean tinha planos. Planos que envolviam o anjo gemendo o seu nome, não o de um desconhecido qualquer em um bar de beira de estrada.
Ele decidiu intervir quando viu o homem se aproximar do ouvido de Cas. Dean aguçou os ouvidos, a raiva nublando sua visão.
— Você tem um olhar tão inocente, bonitão — o homem sussurrou, alto o suficiente para Dean ouvir. — Aposto que nunca teve ninguém que te mostrasse como a vida pode ser boa. Por que você não abre essas pernas para mim lá fora? Eu garanto que você vai adorar o que eu tenho para te dar.
O mundo de Dean ficou vermelho.
— Já chega — Dean sibilou.
Ele se levantou tão rápido que a cadeira quase tombou. Sam tentou segurar seu braço, mas Dean se soltou com um safanão. Ele atravessou o bar em passos pesados, a aura de violência emanando dele como calor.
— Algum problema aqui? — a voz de Dean saiu como um trovão baixo enquanto ele parava atrás de Castiel, colocando uma mão firme e possessiva no ombro do moreno.
O homem olhou para cima, medindo Dean.
— Nenhum, cara. Só estou conversando com o seu amigo. Ele parece interessado.
— Dean? — Castiel olhou para ele, os olhos azuis arregalados. — Ele estava sugerindo uma atividade física...
— Eu ouvi o que ele sugeriu, Cas — Dean rosnou, os olhos fixos no estranho. — Escuta aqui, seu merda. Se você chegar perto dele de novo, eu vou quebrar cada osso do seu corpo e te mandar para um lugar que nem o diabo quer visitar. Ele é meu. Entendeu? Meu.
O homem empalideceu diante da fúria crua nos olhos de Dean. Ele levantou as mãos em rendição, pegou sua bebida e saiu apressado em direção ao outro lado do bar.
— Dean, você foi desnecessariamente agressivo — disse Castiel, levantando-se. — Eu estava tentando entender a proposta dele.
Dean se virou para ele, a respiração pesada. Ele agarrou o braço de Castiel com uma força que beirava a dor, mas o moreno não recuou.
— Entender a proposta? Ele queria te foder, Cas! No estacionamento, como se você fosse qualquer um!
— E por que isso te incomoda tanto? — Castiel perguntou, a voz baixa e desafiadora. — Você não demonstrou interesse em... me usar dessa forma.
Dean soltou uma risada rouca, o desejo e o ciúme explodindo em seu peito.
— Você não tem ideia, não é? Do que eu quero fazer com você? Se você quer pica, Cas, você vai ter a minha. Só a minha.
Sem dar tempo para resposta, Dean puxou Castiel em direção à saída. Ele mal acenou para Sam e Bobby, que observavam a cena com expressões de "já era hora". Dean empurrou as portas duplas do bar e arrastou Castiel até onde o Impala brilhava sob a luz da lua.
Ele abriu a porta do passageiro e praticamente jogou Castiel lá dentro. Deu a volta, entrou no banco do motorista e arrancou, os pneus cantando no asfalto.
— Dean, para onde estamos indo? — Castiel perguntou, a voz levemente trêmula, mas não de medo. Era antecipação.
— Para um lugar onde ninguém vai nos interromper — Dean respondeu, os dedos apertando o volante com força.
Ele dirigiu por dez minutos, entrando em uma estrada de terra deserta cercada por árvores altas. O silêncio da noite era quebrado apenas pelo ronco do motor. Quando parou o carro, o silêncio se tornou ensurdecedor, preenchido apenas pela respiração pesada de ambos.
Dean saiu do carro e abriu a porta de Castiel.
— Sai — ordenou.
Castiel obedeceu, seus olhos azuis fixos nos de Dean. O Winchester o conduziu até a frente do Impala. O metal ainda estava quente do motor. Dean agarrou a cintura de Castiel e o içou, sentando-o no capô do carro.
— Dean... — Castiel começou, mas foi silenciado por um beijo violento.
Não foi um beijo de filme. Foi uma colisão. Dean invadiu a boca de Castiel com a língua, reivindicando cada centímetro, enquanto suas mãos subiam para o rosto do moreno. Castiel soltou um gemido baixo, suas mãos agarrando a jaqueta de Dean, puxando-o para mais perto.
— Aquele cara não sabe de nada — Dean murmurou contra os lábios de Cas, a voz carregada de luxúria. — Ele não tem o direito de olhar para você desse jeito. Ninguém tem.
— Então me mostre — desafiou Castiel, a respiração falhando. — Me mostre que eu sou seu.
Dean não precisou ouvir duas vezes. Ele começou a abrir os botões da camisa de Castiel com pressa, rasgando o último no processo. Ele queria ver a pele, queria marcar o que era dele. Seus lábios desceram para o pescoço de Castiel, sugando e mordendo, deixando marcas arroxeadas que gritariam para o mundo a quem Castiel pertencia.
— Você é tão lindo, Cas — Dean rosnou, suas mãos descendo para o cinto de Castiel. — E você ainda é virgem, não é? Nunca deixou ninguém chegar perto disso.
— Só você — Castiel ofegou, arqueando as costas quando as mãos de Dean entraram em suas calças. — Sempre foi só você, Dean.
Dean sentiu um surto de triunfo. Ele abriu a calça de Castiel e a empurrou para baixo, junto com a cueca, deixando a ereção do moreno exposta ao ar frio da noite. Castiel estava pulsando, pronto, e o simples toque dos dedos de Dean o fez tremer.
— Eu vou te foder tanto que você vai esquecer como se fala — Dean prometeu, sua voz ríspida e suja. — Eu vou colocar minha marca em cada centímetro desse seu corpo humano.
Dean se livrou das próprias calças com uma agilidade nascida do desespero. Ele pegou um frasco de lubrificante que sempre guardava no porta-luvas para "emergências" e espalhou o líquido nos dedos.
— Isso vai doer um pouco no começo, Cas — avisou Dean, seus olhos fixos no rosto do anjo. — Mas eu vou ser cuidadoso. Pelo menos por enquanto.
Ele deslizou um dedo para dentro de Castiel, ouvindo o moreno soltar um grito abafado e agarrar seus ombros. Dean parou, esperando que ele se acostumasse, mas a luxúria em suas veias era um incêndio fora de controle. Ele adicionou o segundo dedo, esticando a entrada apertada e quente de Castiel.
— Dean... por favor — Castiel implorou, as pernas se envolvendo na cintura de Dean, puxando-o para o contato total.
— Você quer? — Dean perguntou, posicionando a ponta de seu membro na entrada de Castiel. — Diz
