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Yakuza
Fandom: Jjk
Criado: 24/05/2026
Tags
RomanceFofuraDor/ConfortoHistória DomésticaFatias de VidaEstudo de PersonagemOmegaverso
O Doce Refúgio de Toji
O silêncio no quarto era quase absoluto, quebrado apenas pelo som rítmico e suave da respiração de Fefi. O quarto estava imerso em uma penumbra acolhedora, com a luz da lua filtrando-se timidamente pelas frestas da cortina de seda, desenhando linhas prateadas sobre os lençóis de linho egípcio. No centro da imensa cama de casal, Toji Zenin repousava como uma fera que, por milagre, havia encontrado a paz.
Toji, um homem cuja mera presença costumava inspirar terror nos corações mais corajosos do mundo jujutsu, parecia transformado. Seus ombros largos e musculosos, marcados por cicatrizes de batalhas que ele preferia esquecer, serviam agora de travesseiro para a criatura mais preciosa de sua vida. Seus olhos escuros, geralmente frios e calculistas, transbordavam uma ternura que ele jamais imaginou possuir antes de conhecer Fefi.
Fefi era o oposto de tudo o que Toji representava. Com seus vinte e três anos, ele possuía uma delicadeza que beirava o etéreo. Seus cabelos azuis, macios como fios de nuvem, estavam espalhados pelo peito largo de Toji, criando um contraste vívido com a pele bronzeada do marido. Ele era pequeno, uma figura frágil e perfeita que Toji jurara proteger contra o mundo inteiro, inclusive contra a própria família Zenin, se necessário fosse.
Toji passou a ponta dos dedos, com uma leveza extrema para alguém de sua força, pelos fios azulados de Fefi. Ele observava cada detalhe do rosto do marido: os cílios longos que repousavam sobre as bochechas pálidas, o nariz pequeno e a expressão de pureza absoluta que ele mantinha mesmo mergulhado no sono mais profundo. Fefi era sua princesa, sua âncora, a única coisa pura em uma vida manchada por sangue e sombras.
De repente, Fefi soltou um murmúrio baixinho, um som sonolento e manhoso que fez o coração de Toji saltar uma batida. O menor se mexeu levemente, buscando mais calor, e seu rosto se aninhou mais profundamente contra o peitoral despido de Toji. Em seu estado de semiconsciência, movido por um instinto infantil de conforto e segurança, Fefi começou a fazer pequenos movimentos com os lábios contra a pele firme de Toji.
Toji sentiu a pressão úmida e o movimento de sucção leve em seu peito, como se Fefi estivesse buscando leite, como um bebê que procura o acalento materno em meio à noite. O mercenário prendeu a respiração por um momento, pego de surpresa pela demonstração de inocência tão crua.
— Oh, minha pequena... — sussurrou Toji, a voz rouca carregada de um afeto que doía no peito.
Ele não se afastou. Pelo contrário, envolveu Fefi com mais firmeza, mas mantendo a delicadeza, permitindo que o marido continuasse aquele movimento instintivo. Para Toji, não havia nada de estranho ou desconfortável naquilo; era apenas mais uma prova da confiança absoluta que Fefi depositava nele. Fefi sentia-se tão seguro nos braços de Toji que seu subconsciente voltava a um estado de vulnerabilidade total, onde ele sabia que nada de mal poderia alcançá-lo.
Toji levou a mão grande à nuca de Fefi, acariciando a base do couro cabeludo, sentindo a pele macia sob seus dedos calejados. Ele se sentia um gigante protegendo um tesouro de cristal.
— Você é tão perfeito — murmurou Toji, os olhos brilhando na escuridão. — Como alguém como você acabou nos braços de um monstro como eu?
Fefi não respondeu com palavras, apenas apertou as mãozinhas na lateral do corpo de Toji, as unhas curtas arranhando levemente a pele do marido enquanto ele continuava a mamar de forma suave, em um ritmo que acalmava a ambos. O som baixo da sucção e a respiração pesada de Toji criavam uma sinfonia particular, um segredo compartilhado entre quatro paredes.
Toji lembrou-se de todas as vezes que o mundo tentou ser cruel com Fefi. Lembrou-se do desdém dos outros membros do clã, que não entendiam como alguém tão "inútil" aos olhos deles poderia cativar o homem mais perigoso da linhagem. Mas Toji sabia a verdade. Fefi não era inútil; ele era a salvação. Sem Fefi, Toji seria apenas uma arma; com Fefi, ele era um homem, um marido, alguém que tinha um lar para onde voltar.
Minutos se passaram, e o movimento de Fefi foi diminuindo gradualmente até que ele parou, soltando um suspiro longo e satisfeito. Ele não acordou, apenas relaxou completamente, a boquinha entreaberta repousando sobre o músculo peitoral de Toji, deixando uma pequena marca de umidade que o moreno considerou a coisa mais adorável do mundo.
Lentamente, Fefi começou a abrir os olhos. Seus grandes olhos azuis, ainda nublados pelo sono, piscaram algumas vezes antes de focarem no rosto de Toji, que o observava de cima com um sorriso de canto, raro e genuíno.
— Toji...? — a voz de Fefi saiu como um sopro, doce e melódica.
— Estou aqui, pequena princesa — respondeu Toji, depositando um beijo casto na testa do azulado. — Dormiu bem?
Fefi sorriu, um sorriso que iluminava o quarto mais do que qualquer luz artificial poderia. Ele se espreguiçou como um gato, esfregando o rosto no peito de Toji, percebendo vagamente o que estivera fazendo segundos antes. Suas bochechas ganharam um tom rosado encantador.
— Eu tive um sonho bom — disse Fefi, escondendo o rosto no pescoço de Toji. — Eu sonhei que estava em um lugar quente, seguro... que nada podia me tocar.
Toji apertou o abraço, sentindo o cheiro de baunilha e sabonete que sempre emanava da pele de Fefi.
— E nada pode — afirmou Toji com uma determinação feroz. — Enquanto eu respirar, nada vai chegar perto de você para te machucar. Você sabe disso, não sabe?
Fefi levantou o rosto, olhando profundamente nos olhos de Toji. Ele estendeu a mão pequena e tocou a cicatriz no canto da boca do marido, traçando o contorno com o polegar.
— Eu sei — disse ele suavemente. — Você é o meu herói, Toji. Mesmo que você diga que não é uma pessoa boa, para mim, você é tudo.
Toji sentiu aquele nó familiar na garganta. Ele não era bom em lidar com sentimentos, não era bom em expressar o quanto Fefi significava para ele através de palavras rebuscadas. Sua linguagem era a proteção, a presença constante e a submissão total aos desejos daquele pequeno ser azul.
— Você está com fome? — perguntou Toji, tentando desviar do peso emocional que o deixava vulnerável. — Posso preparar algo para você.
Fefi soltou uma risadinha baixa, o som mais bonito que Toji já ouvira.
— Agora não — respondeu Fefi, aninhando-se novamente. — Só quero ficar assim mais um pouco. O seu coração bate tão forte... eu gosto de ouvir.
Toji acomodou-se melhor nos travesseiros, puxando o edredom para cobrir os ombros de Fefi. Ele sabia que o mundo lá fora era um lugar caótico, cheio de maldições, feiticeiros gananciosos e perigos constantes. Mas ali, naquele quarto, sob o calor daquela cama, nada disso importava.
— Você é muito manhoso, sabia? — brincou Toji, embora sua mão continuasse a acariciar as costas de Fefi em movimentos circulares.
— Sou porque você me mima — retrucou Fefi, fechando os olhos novamente, sentindo-se o ser mais sortudo do universo. — Você me trata como se eu fosse de porcelana.
— E você é — disse Toji com seriedade. — A porcelana mais valiosa do mundo. Se você quebrasse, eu não saberia como consertar o que restaria de mim.
Fefi suspirou, sentindo a vibração da voz de Toji contra seu corpo. Ele se sentia tão pequeno e protegido, uma sensação de segurança que só Toji conseguia proporcionar. O contraste físico entre os dois era gritante — a força bruta de Toji contra a delicadeza de Fefi —, mas a conexão entre suas almas era perfeitamente simétrica.
— Toji? — chamou Fefi após um longo silêncio.
— Sim?
— Promete que nunca vai me deixar? Mesmo se eu for um fardo às vezes?
Toji parou o movimento da mão por um segundo, apenas para segurar o queixo de Fefi e forçá-lo a olhar para ele. A expressão de Toji era intensa, quase selvagem em sua devoção.
— Escute bem — disse Toji, a voz baixa e firme. — Você nunca, jamais, será um fardo. Você é a única razão pela qual eu ainda me dou ao trabalho de acordar todos os dias. Eu te seguiria até o inferno se você pedisse, e lutaria contra o próprio destino para te manter ao meu lado. Você é meu, Fefi. E eu sou seu. Para sempre.
Lágrimas de felicidade brotaram nos olhos grandes de Fefi. Ele se inclinou e selou seus lábios aos de Toji em um beijo calmo, cheio de promessas silenciosas e um amor que transcendia a compreensão humana. Era um beijo que provava que, apesar de todas as cicatrizes e da escuridão, a luz de Fefi sempre encontraria um caminho para o coração de Toji.
Quando se separaram, Fefi descansou a cabeça novamente no peito do marido, ouvindo o ritmo agora mais calmo do coração do homem que amava.
— Eu te amo, Toji — sussurrou Fefi, já começando a se entregar ao sono novamente.
Toji fechou os olhos, encostando o queixo no topo da cabeça azulada de Fefi, sentindo uma paz que nunca acreditou ser possível para alguém como ele.
— Eu também te amo, minha princesa — respondeu ele, tão baixo que apenas as sombras do quarto puderam ouvir.
E ali, abraçados na imensidão daquela cama, o guerreiro e sua joia preciosa adormeceram, protegidos pelo amor inabalável que os unia, enquanto a lua continuava sua vigília silenciosa sobre o refúgio perfeito que eles haviam construído um para o outro.
Toji, um homem cuja mera presença costumava inspirar terror nos corações mais corajosos do mundo jujutsu, parecia transformado. Seus ombros largos e musculosos, marcados por cicatrizes de batalhas que ele preferia esquecer, serviam agora de travesseiro para a criatura mais preciosa de sua vida. Seus olhos escuros, geralmente frios e calculistas, transbordavam uma ternura que ele jamais imaginou possuir antes de conhecer Fefi.
Fefi era o oposto de tudo o que Toji representava. Com seus vinte e três anos, ele possuía uma delicadeza que beirava o etéreo. Seus cabelos azuis, macios como fios de nuvem, estavam espalhados pelo peito largo de Toji, criando um contraste vívido com a pele bronzeada do marido. Ele era pequeno, uma figura frágil e perfeita que Toji jurara proteger contra o mundo inteiro, inclusive contra a própria família Zenin, se necessário fosse.
Toji passou a ponta dos dedos, com uma leveza extrema para alguém de sua força, pelos fios azulados de Fefi. Ele observava cada detalhe do rosto do marido: os cílios longos que repousavam sobre as bochechas pálidas, o nariz pequeno e a expressão de pureza absoluta que ele mantinha mesmo mergulhado no sono mais profundo. Fefi era sua princesa, sua âncora, a única coisa pura em uma vida manchada por sangue e sombras.
De repente, Fefi soltou um murmúrio baixinho, um som sonolento e manhoso que fez o coração de Toji saltar uma batida. O menor se mexeu levemente, buscando mais calor, e seu rosto se aninhou mais profundamente contra o peitoral despido de Toji. Em seu estado de semiconsciência, movido por um instinto infantil de conforto e segurança, Fefi começou a fazer pequenos movimentos com os lábios contra a pele firme de Toji.
Toji sentiu a pressão úmida e o movimento de sucção leve em seu peito, como se Fefi estivesse buscando leite, como um bebê que procura o acalento materno em meio à noite. O mercenário prendeu a respiração por um momento, pego de surpresa pela demonstração de inocência tão crua.
— Oh, minha pequena... — sussurrou Toji, a voz rouca carregada de um afeto que doía no peito.
Ele não se afastou. Pelo contrário, envolveu Fefi com mais firmeza, mas mantendo a delicadeza, permitindo que o marido continuasse aquele movimento instintivo. Para Toji, não havia nada de estranho ou desconfortável naquilo; era apenas mais uma prova da confiança absoluta que Fefi depositava nele. Fefi sentia-se tão seguro nos braços de Toji que seu subconsciente voltava a um estado de vulnerabilidade total, onde ele sabia que nada de mal poderia alcançá-lo.
Toji levou a mão grande à nuca de Fefi, acariciando a base do couro cabeludo, sentindo a pele macia sob seus dedos calejados. Ele se sentia um gigante protegendo um tesouro de cristal.
— Você é tão perfeito — murmurou Toji, os olhos brilhando na escuridão. — Como alguém como você acabou nos braços de um monstro como eu?
Fefi não respondeu com palavras, apenas apertou as mãozinhas na lateral do corpo de Toji, as unhas curtas arranhando levemente a pele do marido enquanto ele continuava a mamar de forma suave, em um ritmo que acalmava a ambos. O som baixo da sucção e a respiração pesada de Toji criavam uma sinfonia particular, um segredo compartilhado entre quatro paredes.
Toji lembrou-se de todas as vezes que o mundo tentou ser cruel com Fefi. Lembrou-se do desdém dos outros membros do clã, que não entendiam como alguém tão "inútil" aos olhos deles poderia cativar o homem mais perigoso da linhagem. Mas Toji sabia a verdade. Fefi não era inútil; ele era a salvação. Sem Fefi, Toji seria apenas uma arma; com Fefi, ele era um homem, um marido, alguém que tinha um lar para onde voltar.
Minutos se passaram, e o movimento de Fefi foi diminuindo gradualmente até que ele parou, soltando um suspiro longo e satisfeito. Ele não acordou, apenas relaxou completamente, a boquinha entreaberta repousando sobre o músculo peitoral de Toji, deixando uma pequena marca de umidade que o moreno considerou a coisa mais adorável do mundo.
Lentamente, Fefi começou a abrir os olhos. Seus grandes olhos azuis, ainda nublados pelo sono, piscaram algumas vezes antes de focarem no rosto de Toji, que o observava de cima com um sorriso de canto, raro e genuíno.
— Toji...? — a voz de Fefi saiu como um sopro, doce e melódica.
— Estou aqui, pequena princesa — respondeu Toji, depositando um beijo casto na testa do azulado. — Dormiu bem?
Fefi sorriu, um sorriso que iluminava o quarto mais do que qualquer luz artificial poderia. Ele se espreguiçou como um gato, esfregando o rosto no peito de Toji, percebendo vagamente o que estivera fazendo segundos antes. Suas bochechas ganharam um tom rosado encantador.
— Eu tive um sonho bom — disse Fefi, escondendo o rosto no pescoço de Toji. — Eu sonhei que estava em um lugar quente, seguro... que nada podia me tocar.
Toji apertou o abraço, sentindo o cheiro de baunilha e sabonete que sempre emanava da pele de Fefi.
— E nada pode — afirmou Toji com uma determinação feroz. — Enquanto eu respirar, nada vai chegar perto de você para te machucar. Você sabe disso, não sabe?
Fefi levantou o rosto, olhando profundamente nos olhos de Toji. Ele estendeu a mão pequena e tocou a cicatriz no canto da boca do marido, traçando o contorno com o polegar.
— Eu sei — disse ele suavemente. — Você é o meu herói, Toji. Mesmo que você diga que não é uma pessoa boa, para mim, você é tudo.
Toji sentiu aquele nó familiar na garganta. Ele não era bom em lidar com sentimentos, não era bom em expressar o quanto Fefi significava para ele através de palavras rebuscadas. Sua linguagem era a proteção, a presença constante e a submissão total aos desejos daquele pequeno ser azul.
— Você está com fome? — perguntou Toji, tentando desviar do peso emocional que o deixava vulnerável. — Posso preparar algo para você.
Fefi soltou uma risadinha baixa, o som mais bonito que Toji já ouvira.
— Agora não — respondeu Fefi, aninhando-se novamente. — Só quero ficar assim mais um pouco. O seu coração bate tão forte... eu gosto de ouvir.
Toji acomodou-se melhor nos travesseiros, puxando o edredom para cobrir os ombros de Fefi. Ele sabia que o mundo lá fora era um lugar caótico, cheio de maldições, feiticeiros gananciosos e perigos constantes. Mas ali, naquele quarto, sob o calor daquela cama, nada disso importava.
— Você é muito manhoso, sabia? — brincou Toji, embora sua mão continuasse a acariciar as costas de Fefi em movimentos circulares.
— Sou porque você me mima — retrucou Fefi, fechando os olhos novamente, sentindo-se o ser mais sortudo do universo. — Você me trata como se eu fosse de porcelana.
— E você é — disse Toji com seriedade. — A porcelana mais valiosa do mundo. Se você quebrasse, eu não saberia como consertar o que restaria de mim.
Fefi suspirou, sentindo a vibração da voz de Toji contra seu corpo. Ele se sentia tão pequeno e protegido, uma sensação de segurança que só Toji conseguia proporcionar. O contraste físico entre os dois era gritante — a força bruta de Toji contra a delicadeza de Fefi —, mas a conexão entre suas almas era perfeitamente simétrica.
— Toji? — chamou Fefi após um longo silêncio.
— Sim?
— Promete que nunca vai me deixar? Mesmo se eu for um fardo às vezes?
Toji parou o movimento da mão por um segundo, apenas para segurar o queixo de Fefi e forçá-lo a olhar para ele. A expressão de Toji era intensa, quase selvagem em sua devoção.
— Escute bem — disse Toji, a voz baixa e firme. — Você nunca, jamais, será um fardo. Você é a única razão pela qual eu ainda me dou ao trabalho de acordar todos os dias. Eu te seguiria até o inferno se você pedisse, e lutaria contra o próprio destino para te manter ao meu lado. Você é meu, Fefi. E eu sou seu. Para sempre.
Lágrimas de felicidade brotaram nos olhos grandes de Fefi. Ele se inclinou e selou seus lábios aos de Toji em um beijo calmo, cheio de promessas silenciosas e um amor que transcendia a compreensão humana. Era um beijo que provava que, apesar de todas as cicatrizes e da escuridão, a luz de Fefi sempre encontraria um caminho para o coração de Toji.
Quando se separaram, Fefi descansou a cabeça novamente no peito do marido, ouvindo o ritmo agora mais calmo do coração do homem que amava.
— Eu te amo, Toji — sussurrou Fefi, já começando a se entregar ao sono novamente.
Toji fechou os olhos, encostando o queixo no topo da cabeça azulada de Fefi, sentindo uma paz que nunca acreditou ser possível para alguém como ele.
— Eu também te amo, minha princesa — respondeu ele, tão baixo que apenas as sombras do quarto puderam ouvir.
E ali, abraçados na imensidão daquela cama, o guerreiro e sua joia preciosa adormeceram, protegidos pelo amor inabalável que os unia, enquanto a lua continuava sua vigília silenciosa sobre o refúgio perfeito que eles haviam construído um para o outro.
