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Luz
Fandom: Harry Potter
Criado: 24/05/2026
Tags
RomanceFantasiaSombrioPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaViolência GráficaMenção de IncestoNoir Gótico
Sombras e Segredos de Família
A mansão dos Riddle estava mergulhada em um silêncio opressor, quebrado apenas pelo estalar distante da lareira. Livy estava jogada em sua cama, o corpo pequeno e loiro quase desaparecendo entre os lençóis de seda negra. Ela vestia apenas um conjunto de lingerie de renda branca, que contrastava violentamente com sua pele pálida e os olhos azuis que pareciam brilhar na penumbra do quarto. O calor de julho em Londres era insuportável, mesmo com os feitiços de resfriamento da casa.
No quarto ao lado, Mattheo Riddle estava jogado em sua poltrona de couro, vestindo apenas um short de moletom cinza. Ele era o oposto dela: alto, de ombros largos, com cabelos escuros e cacheados que caíam sobre olhos tão profundos e sombrios que pareciam poços de segredos. Eles eram meios-irmãos, unidos pelo sangue de um pai que mal conheciam e por uma tensão que crescia a cada dia que passavam sob o mesmo teto.
— Livy! Mattheo! Desçam agora! — A voz da madrasta de Livy ecoou pelas escadarias de mármore.
Livy bufou, revirando os olhos. Ela não se deu ao trabalho de se vestir completamente, apenas jogou um robe de seda transparente por cima da lingerie e desceu as escadas, encontrando Mattheo no corredor. Ele a mediu de cima a baixo, um sorriso de canto surgindo em seus lábios enquanto seus olhos escuros devoravam a visão das pernas dela.
— Decidiu que roupas são opcionais hoje, pequena? — Mattheo perguntou, sua voz rouca vibrando no corredor estreito.
— Está calor, Mattheo. Não enche — ela retrucou, embora o frio na barriga a traísse.
Na sala, os pais estavam de pé com malas prontas. O anúncio foi rápido e direto: uma viagem de negócios ministerial que duraria exatamente um mês. Eles mal esperaram pela resposta dos dois antes de aparatarem, deixando para trás apenas o cheiro de ozônio e a promessa de uma liberdade perigosa.
Livy deu de ombros e voltou para a cozinha, sentindo a sede secar sua garganta. Ela estava pegando um copo de água quando sentiu a presença dele. Mattheo estava encostado no batente da porta, observando como o robe dela se abria levemente.
— Um mês inteirinho sozinhos — Mattheo murmurou, aproximando-se. — O que você sugere que façamos para não morrermos de tédio?
— Eu ia ler — Livy disse, tentando manter a voz firme enquanto ele parava a centímetros dela.
— Ler é chato. Vamos ver um filme na sala de cinema. Eu escolho.
Livy hesitou, mas acabou concordando. Eles se acomodaram no enorme sofá de veludo da sala de cinema privada. O filme era um suspense qualquer, mas nenhum dos dois estava prestando atenção na tela. Livy sentia o calor que emanava do corpo de Mattheo. Ela começou a se mover, "sem querer" encostando o braço no dele, sentindo os músculos rígidos do irmão.
Ela deslizou a mão pelo sofá, deixando que seus dedos roçassem na coxa dele. Mattheo não se moveu, mas sua respiração ficou mais pesada. Livy se inclinou, apoiando a cabeça no ombro dele, sentindo o cheiro de sândalo e tabaco que sempre o acompanhava.
— Você está brincando com fogo, Livy — Mattheo disse, a voz agora um rosnado baixo.
— E se eu quiser me queimar? — ela sussurrou, olhando para cima, encontrando o olhar predatório dele.
Mattheo não esperou por uma segunda resposta. Ele a puxou pela nuca, colando seus lábios em um beijo faminto e agressivo. A língua dele invadiu a boca dela com uma possessividade que a fez gemer. Ele a jogou de costas no sofá, ficando por cima dela, as mãos grandes apertando sua cintura com força.
— Eu vou te ensinar a não me provocar assim — ele disse, e antes que ela pudesse responder, ele desferiu um tapa estalado em sua bochecha.
A dor foi aguda, mas o choque elétrico que percorreu o corpo de Livy foi ainda maior. Ela arqueou as costas, sentindo a umidade entre as pernas aumentar instantaneamente.
— Mais — ela implorou, os olhos azuis nublados de desejo.
Mattheo sorriu, um sorriso cruel e belo. Ele puxou uma corda de seda preta que parecia ter surgido do nada — um toque de magia dele — e rapidamente prendeu os pulsos de Livy acima da cabeça dela, amarrando-os na estrutura do sofá. Ela estava completamente à mercê dele.
— Você acha que isso é uma brincadeira? — Ele deu um tapa forte em sua bunda, fazendo a pele branca ficar instantaneamente vermelha. — Eu vou te mostrar o que acontece quando você tenta me seduzir.
Ele se levantou por um momento, indo até um armário escondido na sala. Quando voltou, trazia um vibrador prateado, elegante e potente. Livy engoliu em seco, vendo o brilho nos olhos dele.
— Sabe o que eu estava pensando? — Mattheo começou, desamarrando-a do sofá, mas mantendo suas mãos presas uma à outra. — A rua está deserta agora. E eu quero ver se você consegue se manter silenciosa enquanto eu te levo para dar um passeio.
Livy arregalou os olhos.
— Mattheo, não... alguém pode ver!
— Ninguém vai ver, pequena. E se virem, que olhem.
Ele a guiou para fora da mansão, sob o luar prateado. O jardim era vasto, mas ele a levou até o portão de ferro que dava para a rua lateral, uma estradinha de pedra raramente usada. Ele a empurrou contra o muro de pedra fria, virando-a de costas.
— Abre — ele ordenou.
Livy obedeceu, tremendo de frio e excitação. Mattheo posicionou o vibrador na potência máxima e o empurrou para dentro dela, bem no fundo. O grito de Livy foi abafado pela mão dele, que se fechou sobre sua boca.
— Shhh... — ele sussurrou no ouvido dela, enquanto sua outra mão desferia tapas rítmicos e pesados em suas nádegas. — Se você gritar, eu paro. E você não quer que eu pare, quer?
Livy negava com a cabeça, as lágrimas de prazer escorrendo. O contraste do metal gelado, a vibração intensa que parecia sacudir seus ossos e a dor ardida dos tapas de Mattheo criavam uma sinfonia de sensações que ela nunca imaginou ser possível. No meio da rua, sob o perigo de serem descobertos, ela sentia que pertencia a ele de uma forma distorcida e absoluta.
Mattheo a puxou pelo cabelo, obrigando-a a olhar para ele enquanto o brinquedo continuava a castigá-la por dentro.
— Você é minha, Livy. Não importa o sangue, não importa o nome. Este mês... você vai aprender o que é ser um Riddle de verdade.
Ele a soltou das amarras de seda com um movimento de varinha, apenas para prendê-la novamente contra seu próprio corpo, levando-a de volta para a segurança sombria da casa, onde a noite estava apenas começando.
No quarto ao lado, Mattheo Riddle estava jogado em sua poltrona de couro, vestindo apenas um short de moletom cinza. Ele era o oposto dela: alto, de ombros largos, com cabelos escuros e cacheados que caíam sobre olhos tão profundos e sombrios que pareciam poços de segredos. Eles eram meios-irmãos, unidos pelo sangue de um pai que mal conheciam e por uma tensão que crescia a cada dia que passavam sob o mesmo teto.
— Livy! Mattheo! Desçam agora! — A voz da madrasta de Livy ecoou pelas escadarias de mármore.
Livy bufou, revirando os olhos. Ela não se deu ao trabalho de se vestir completamente, apenas jogou um robe de seda transparente por cima da lingerie e desceu as escadas, encontrando Mattheo no corredor. Ele a mediu de cima a baixo, um sorriso de canto surgindo em seus lábios enquanto seus olhos escuros devoravam a visão das pernas dela.
— Decidiu que roupas são opcionais hoje, pequena? — Mattheo perguntou, sua voz rouca vibrando no corredor estreito.
— Está calor, Mattheo. Não enche — ela retrucou, embora o frio na barriga a traísse.
Na sala, os pais estavam de pé com malas prontas. O anúncio foi rápido e direto: uma viagem de negócios ministerial que duraria exatamente um mês. Eles mal esperaram pela resposta dos dois antes de aparatarem, deixando para trás apenas o cheiro de ozônio e a promessa de uma liberdade perigosa.
Livy deu de ombros e voltou para a cozinha, sentindo a sede secar sua garganta. Ela estava pegando um copo de água quando sentiu a presença dele. Mattheo estava encostado no batente da porta, observando como o robe dela se abria levemente.
— Um mês inteirinho sozinhos — Mattheo murmurou, aproximando-se. — O que você sugere que façamos para não morrermos de tédio?
— Eu ia ler — Livy disse, tentando manter a voz firme enquanto ele parava a centímetros dela.
— Ler é chato. Vamos ver um filme na sala de cinema. Eu escolho.
Livy hesitou, mas acabou concordando. Eles se acomodaram no enorme sofá de veludo da sala de cinema privada. O filme era um suspense qualquer, mas nenhum dos dois estava prestando atenção na tela. Livy sentia o calor que emanava do corpo de Mattheo. Ela começou a se mover, "sem querer" encostando o braço no dele, sentindo os músculos rígidos do irmão.
Ela deslizou a mão pelo sofá, deixando que seus dedos roçassem na coxa dele. Mattheo não se moveu, mas sua respiração ficou mais pesada. Livy se inclinou, apoiando a cabeça no ombro dele, sentindo o cheiro de sândalo e tabaco que sempre o acompanhava.
— Você está brincando com fogo, Livy — Mattheo disse, a voz agora um rosnado baixo.
— E se eu quiser me queimar? — ela sussurrou, olhando para cima, encontrando o olhar predatório dele.
Mattheo não esperou por uma segunda resposta. Ele a puxou pela nuca, colando seus lábios em um beijo faminto e agressivo. A língua dele invadiu a boca dela com uma possessividade que a fez gemer. Ele a jogou de costas no sofá, ficando por cima dela, as mãos grandes apertando sua cintura com força.
— Eu vou te ensinar a não me provocar assim — ele disse, e antes que ela pudesse responder, ele desferiu um tapa estalado em sua bochecha.
A dor foi aguda, mas o choque elétrico que percorreu o corpo de Livy foi ainda maior. Ela arqueou as costas, sentindo a umidade entre as pernas aumentar instantaneamente.
— Mais — ela implorou, os olhos azuis nublados de desejo.
Mattheo sorriu, um sorriso cruel e belo. Ele puxou uma corda de seda preta que parecia ter surgido do nada — um toque de magia dele — e rapidamente prendeu os pulsos de Livy acima da cabeça dela, amarrando-os na estrutura do sofá. Ela estava completamente à mercê dele.
— Você acha que isso é uma brincadeira? — Ele deu um tapa forte em sua bunda, fazendo a pele branca ficar instantaneamente vermelha. — Eu vou te mostrar o que acontece quando você tenta me seduzir.
Ele se levantou por um momento, indo até um armário escondido na sala. Quando voltou, trazia um vibrador prateado, elegante e potente. Livy engoliu em seco, vendo o brilho nos olhos dele.
— Sabe o que eu estava pensando? — Mattheo começou, desamarrando-a do sofá, mas mantendo suas mãos presas uma à outra. — A rua está deserta agora. E eu quero ver se você consegue se manter silenciosa enquanto eu te levo para dar um passeio.
Livy arregalou os olhos.
— Mattheo, não... alguém pode ver!
— Ninguém vai ver, pequena. E se virem, que olhem.
Ele a guiou para fora da mansão, sob o luar prateado. O jardim era vasto, mas ele a levou até o portão de ferro que dava para a rua lateral, uma estradinha de pedra raramente usada. Ele a empurrou contra o muro de pedra fria, virando-a de costas.
— Abre — ele ordenou.
Livy obedeceu, tremendo de frio e excitação. Mattheo posicionou o vibrador na potência máxima e o empurrou para dentro dela, bem no fundo. O grito de Livy foi abafado pela mão dele, que se fechou sobre sua boca.
— Shhh... — ele sussurrou no ouvido dela, enquanto sua outra mão desferia tapas rítmicos e pesados em suas nádegas. — Se você gritar, eu paro. E você não quer que eu pare, quer?
Livy negava com a cabeça, as lágrimas de prazer escorrendo. O contraste do metal gelado, a vibração intensa que parecia sacudir seus ossos e a dor ardida dos tapas de Mattheo criavam uma sinfonia de sensações que ela nunca imaginou ser possível. No meio da rua, sob o perigo de serem descobertos, ela sentia que pertencia a ele de uma forma distorcida e absoluta.
Mattheo a puxou pelo cabelo, obrigando-a a olhar para ele enquanto o brinquedo continuava a castigá-la por dentro.
— Você é minha, Livy. Não importa o sangue, não importa o nome. Este mês... você vai aprender o que é ser um Riddle de verdade.
Ele a soltou das amarras de seda com um movimento de varinha, apenas para prendê-la novamente contra seu próprio corpo, levando-a de volta para a segurança sombria da casa, onde a noite estava apenas começando.
