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Amor proibido
Fandom: .
Criado: 25/05/2026
Tags
RomanceDramaPsicológicoPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaEstudo de Personagem
Entre o Pecado e a Promessa
A chuva batia com força contra a vidraça do quarto de Mayra, um som rítmico que abafava o caos que fervilhava dentro dela. No reflexo do espelho, ela via a imagem da "garota perfeita": o pijama de seda comportado, os cabelos cacheados meticulosamente hidratados caindo em cascatas escuras sobre os ombros, e o olhar de quem nunca quebrou uma regra na vida. Mas, sentado na beirada de sua cama, estava o motivo de todas as suas futuras infrações.
Lucas era o oposto de qualquer plano que os pais de Mayra tinham para ela. Loiro, com os músculos tensionados sob a camiseta preta justa e aquela aura de quem conhece todos os becos perigosos da cidade, ele era o melhor amigo de infância que se transformara em uma tentação insuportável.
— Você sabe que não deveria estar aqui — sussurrou Mayra, embora não fizesse menção de se afastar. — Meus pais chegam em uma hora. Se eles te virem no meu quarto a essa hora...
Lucas soltou uma risada rouca, um som que vibrou no peito de Mayra como um acorde de baixo. Ele se levantou, caminhando com a lentidão de um predador que sabe que a presa já se rendeu.
— Seus pais ainda acham que somos aquelas crianças que brincavam de esconde-esconde no jardim, May — ele disse, parando a centímetros dela. O cheiro de chuva e couro que emanava dele era inebriante. — Mas eu não quero mais me esconder.
Ele estendeu a mão, enrolando um dos cachos morenos de Mayra no dedo. O contraste da pele clara dele contra a dela, morena e quente, era quase obsceno.
— Você é tão certinha, Mayra. Tão cheia de "nãos" e "deverias" — Lucas murmurou, aproximando o rosto do pescoço dela. — Mas eu sinto seu coração. Ele está batendo mais rápido que o meu.
Mayra fechou os olhos, sentindo o hálito quente dele contra sua pele.
— Lucas, por favor... — O pedido soou mais como um convite do que como um aviso.
— Por favor o quê? — Ele baixou a voz, os lábios roçando o lóbulo da orelha dela. — Quer que eu pare? Se você disser "pare" agora, eu saio por aquela janela e a gente volta a ser os melhores amigos que fingem que não se desejam.
Mayra não disse nada. Em vez disso, ela inclinou a cabeça para o lado, dando a ele mais acesso. Lucas sorriu contra a pele dela e, em um movimento rápido, segurou-a pela cintura, puxando-a para que seus corpos se colassem. A firmeza dos braços dele, o peito largo e forte contra os seios dela, fez a respiração de Mayra falhar.
— Eu sabia — ele sussurrou.
Lucas começou a trilhar um caminho de beijos úmidos e lentos pela linha da mandíbula dela. Não era um beijo apressado; era uma tortura deliberada. Quando ele finalmente alcançou sua boca, não a beijou de imediato. Ele apenas roçou os lábios nos dela, provocando, sentindo a urgência dela crescer.
— Você é uma pecadora silenciosa, sabia? — Lucas provocou, passando a ponta da língua pelo lábio inferior de Mayra.
— Cala a boca — ela murmurou, perdendo a paciência e puxando-o pela nuca para selar seus lábios.
O beijo foi uma explosão de anos de repressão. Lucas a beijava com uma fome que beirava a agressividade, mas com uma destreza que a deixava sem forças nas pernas. As mãos dele desceram para as coxas de Mayra, levantando-a e sentando-a sobre a escrivaninha de estudos, derrubando alguns livros de medicina no processo.
— Seus livros de anatomia não te ensinaram o que eu vou ensinar hoje — ele disse entre beijos ofegantes.
Ele se encaixou entre as pernas dela, as mãos grandes apertando a carne macia de suas coxas. Mayra soltou um gemido baixo quando sentiu os dentes dele prenderem levemente a pele de seu ombro, deixando uma marca que ela teria que esconder com cuidado no dia seguinte.
— Lucas, a gente não pode... — ela tentou dizer, enquanto as mãos dela exploravam o relevo dos músculos das costas dele por baixo da camisa.
— Eu não vou te tirar a virgindade hoje, boneca — ele sussurrou, a voz carregada de uma promessa perigosa. — Mas eu vou te deixar tão louca que você vai esquecer até o próprio nome.
Ele desceu o rosto para o decote do pijama dela. Com uma agilidade pecaminosa, Lucas começou a distribuir lambidas lentas e quentes sobre a parte superior de seus seios, subindo até a base do pescoço. Mayra arqueou as costas, as mãos enterradas nos cabelos loiros dele, puxando-o para mais perto.
— Você é tão gostosa, Mayra — ele murmurou contra a pele dela. — Eu passei anos imaginando o gosto da sua pele. É melhor do que eu pensei.
Ele começou a desabotoar os primeiros botões da seda, não para despi-la completamente, mas para ganhar espaço. A língua dele traçou o contorno de sua clavícula, descendo em direção ao vale entre seus seios. Cada toque era calculado para incendiar. Mayra sentia que o ar no quarto estava rarefeito, o calor entre eles era quase palpável.
— Olha para mim — Lucas ordenou.
Mayra abriu os olhos, a visão turva de desejo. Lucas estava com o rosto a milímetros do dela, os olhos azuis escurecidos pela luxúria, mas com aquele brilho de desafio que sempre o acompanhava.
— Você quer que eu continue? — perguntou ele, a mão subindo pela perna dela, os dedos roçando perigosamente a borda da calcinha de renda.
— Se você parar agora, eu te mato — ela respondeu com uma voz que nem reconhecia como sua.
Lucas soltou um riso vitorioso e voltou a atacá-la. Ele a deitou sobre a mesa, espalhando beijos por seu abdômen, cada lambida enviando choques elétricos por todo o corpo de Mayra. Ele não tinha pressa. Ele explorava cada centímetro de pele exposta com uma reverência profana.
As mãos de Mayra agora puxavam a camisa de Lucas para cima, querendo sentir a pele nua. Ele atendeu ao desejo dela, livrando-se da peça e exibindo o tronco definido, as tatuagens nos braços brilhando sob a luz fraca do abajur. Quando ele se pressionou novamente contra ela, o contato pele com pele fez Mayra soltar um grito abafado contra o ombro dele.
— Shhh... — ele sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha dela. — Lembra? Seus pais.
A provocação era parte do jogo. O perigo de serem pegos apenas alimentava a fogueira. Lucas começou a usar as mãos para massagear o corpo dela, descobrindo exatamente onde Mayra era mais sensível. Ele a tocava com uma possessividade que dizia claramente que, embora ela fosse a "garota certinha" para o resto do mundo, para ele, ela era dele.
— Você é minha, Mayra. Desde que a gente corria descalço na lama — ele disse, a voz vibrando contra o colo dela. — Só demorou para você aceitar que gosta do lado errado da rua.
— Eu odeio o quanto você está certo — ela ofegou, enquanto sentia a língua dele traçar círculos em volta de seu mamilo por cima do tecido fino que restava.
Lucas subiu novamente, capturando os lábios dela em um beijo profundo, as línguas se entrelaçando em uma dança frenética. Ele levou uma das mãos até o rosto dela, acariciando sua bochecha com o polegar enquanto a outra mão continuava a torturá-la com toques precisos e rítmicos.
— A gente vai parar aqui — ele disse, a voz falha, afastando-se apenas o suficiente para olhá-la nos olhos. O suor brilhava na testa dele, e Mayra podia ver o esforço que ele fazia para manter o controle.
— Lucas... — ela protestou, o corpo inteiro clamando por mais.
— Não — ele sorriu, aquele sorriso torto e cafajeste que a fazia perder o juízo. — Eu quero que você passe a noite inteira acordada pensando no que eu *não* fiz. Quero que você vá para a igreja amanhã com seus pais e sinta o peso de cada toque meu na sua pele.
Ele deu um último beijo casto e demorado na testa dela, antes de se afastar e vestir a camisa com uma calma irritante. Mayra ficou ali, sentada na escrivaninha, o cabelo bagunçado, as roupas desalinhadas e o corpo pulsando.
— Você é um idiota — ela disse, tentando recuperar a respiração.
Lucas caminhou até a janela, saltando para o parapeito com a agilidade de quem já fez aquilo mil vezes. Ele olhou para trás uma última vez, piscando para ela.
— Sou o seu idiota, May. E amanhã, no mesmo horário, eu volto para terminar o que comecei. Ou talvez só para te deixar um pouco mais louca.
Ele desapareceu na escuridão da chuva, deixando para trás apenas o perfume de perigo e o rastro de um incêndio que Mayra sabia que jamais conseguiria apagar. Ela encostou a mão no pescoço, onde a pele ainda queimava, e sorriu. A garota certinha havia morrido naquela noite, e ela não sentia a menor saudade dela.
Lucas era o oposto de qualquer plano que os pais de Mayra tinham para ela. Loiro, com os músculos tensionados sob a camiseta preta justa e aquela aura de quem conhece todos os becos perigosos da cidade, ele era o melhor amigo de infância que se transformara em uma tentação insuportável.
— Você sabe que não deveria estar aqui — sussurrou Mayra, embora não fizesse menção de se afastar. — Meus pais chegam em uma hora. Se eles te virem no meu quarto a essa hora...
Lucas soltou uma risada rouca, um som que vibrou no peito de Mayra como um acorde de baixo. Ele se levantou, caminhando com a lentidão de um predador que sabe que a presa já se rendeu.
— Seus pais ainda acham que somos aquelas crianças que brincavam de esconde-esconde no jardim, May — ele disse, parando a centímetros dela. O cheiro de chuva e couro que emanava dele era inebriante. — Mas eu não quero mais me esconder.
Ele estendeu a mão, enrolando um dos cachos morenos de Mayra no dedo. O contraste da pele clara dele contra a dela, morena e quente, era quase obsceno.
— Você é tão certinha, Mayra. Tão cheia de "nãos" e "deverias" — Lucas murmurou, aproximando o rosto do pescoço dela. — Mas eu sinto seu coração. Ele está batendo mais rápido que o meu.
Mayra fechou os olhos, sentindo o hálito quente dele contra sua pele.
— Lucas, por favor... — O pedido soou mais como um convite do que como um aviso.
— Por favor o quê? — Ele baixou a voz, os lábios roçando o lóbulo da orelha dela. — Quer que eu pare? Se você disser "pare" agora, eu saio por aquela janela e a gente volta a ser os melhores amigos que fingem que não se desejam.
Mayra não disse nada. Em vez disso, ela inclinou a cabeça para o lado, dando a ele mais acesso. Lucas sorriu contra a pele dela e, em um movimento rápido, segurou-a pela cintura, puxando-a para que seus corpos se colassem. A firmeza dos braços dele, o peito largo e forte contra os seios dela, fez a respiração de Mayra falhar.
— Eu sabia — ele sussurrou.
Lucas começou a trilhar um caminho de beijos úmidos e lentos pela linha da mandíbula dela. Não era um beijo apressado; era uma tortura deliberada. Quando ele finalmente alcançou sua boca, não a beijou de imediato. Ele apenas roçou os lábios nos dela, provocando, sentindo a urgência dela crescer.
— Você é uma pecadora silenciosa, sabia? — Lucas provocou, passando a ponta da língua pelo lábio inferior de Mayra.
— Cala a boca — ela murmurou, perdendo a paciência e puxando-o pela nuca para selar seus lábios.
O beijo foi uma explosão de anos de repressão. Lucas a beijava com uma fome que beirava a agressividade, mas com uma destreza que a deixava sem forças nas pernas. As mãos dele desceram para as coxas de Mayra, levantando-a e sentando-a sobre a escrivaninha de estudos, derrubando alguns livros de medicina no processo.
— Seus livros de anatomia não te ensinaram o que eu vou ensinar hoje — ele disse entre beijos ofegantes.
Ele se encaixou entre as pernas dela, as mãos grandes apertando a carne macia de suas coxas. Mayra soltou um gemido baixo quando sentiu os dentes dele prenderem levemente a pele de seu ombro, deixando uma marca que ela teria que esconder com cuidado no dia seguinte.
— Lucas, a gente não pode... — ela tentou dizer, enquanto as mãos dela exploravam o relevo dos músculos das costas dele por baixo da camisa.
— Eu não vou te tirar a virgindade hoje, boneca — ele sussurrou, a voz carregada de uma promessa perigosa. — Mas eu vou te deixar tão louca que você vai esquecer até o próprio nome.
Ele desceu o rosto para o decote do pijama dela. Com uma agilidade pecaminosa, Lucas começou a distribuir lambidas lentas e quentes sobre a parte superior de seus seios, subindo até a base do pescoço. Mayra arqueou as costas, as mãos enterradas nos cabelos loiros dele, puxando-o para mais perto.
— Você é tão gostosa, Mayra — ele murmurou contra a pele dela. — Eu passei anos imaginando o gosto da sua pele. É melhor do que eu pensei.
Ele começou a desabotoar os primeiros botões da seda, não para despi-la completamente, mas para ganhar espaço. A língua dele traçou o contorno de sua clavícula, descendo em direção ao vale entre seus seios. Cada toque era calculado para incendiar. Mayra sentia que o ar no quarto estava rarefeito, o calor entre eles era quase palpável.
— Olha para mim — Lucas ordenou.
Mayra abriu os olhos, a visão turva de desejo. Lucas estava com o rosto a milímetros do dela, os olhos azuis escurecidos pela luxúria, mas com aquele brilho de desafio que sempre o acompanhava.
— Você quer que eu continue? — perguntou ele, a mão subindo pela perna dela, os dedos roçando perigosamente a borda da calcinha de renda.
— Se você parar agora, eu te mato — ela respondeu com uma voz que nem reconhecia como sua.
Lucas soltou um riso vitorioso e voltou a atacá-la. Ele a deitou sobre a mesa, espalhando beijos por seu abdômen, cada lambida enviando choques elétricos por todo o corpo de Mayra. Ele não tinha pressa. Ele explorava cada centímetro de pele exposta com uma reverência profana.
As mãos de Mayra agora puxavam a camisa de Lucas para cima, querendo sentir a pele nua. Ele atendeu ao desejo dela, livrando-se da peça e exibindo o tronco definido, as tatuagens nos braços brilhando sob a luz fraca do abajur. Quando ele se pressionou novamente contra ela, o contato pele com pele fez Mayra soltar um grito abafado contra o ombro dele.
— Shhh... — ele sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha dela. — Lembra? Seus pais.
A provocação era parte do jogo. O perigo de serem pegos apenas alimentava a fogueira. Lucas começou a usar as mãos para massagear o corpo dela, descobrindo exatamente onde Mayra era mais sensível. Ele a tocava com uma possessividade que dizia claramente que, embora ela fosse a "garota certinha" para o resto do mundo, para ele, ela era dele.
— Você é minha, Mayra. Desde que a gente corria descalço na lama — ele disse, a voz vibrando contra o colo dela. — Só demorou para você aceitar que gosta do lado errado da rua.
— Eu odeio o quanto você está certo — ela ofegou, enquanto sentia a língua dele traçar círculos em volta de seu mamilo por cima do tecido fino que restava.
Lucas subiu novamente, capturando os lábios dela em um beijo profundo, as línguas se entrelaçando em uma dança frenética. Ele levou uma das mãos até o rosto dela, acariciando sua bochecha com o polegar enquanto a outra mão continuava a torturá-la com toques precisos e rítmicos.
— A gente vai parar aqui — ele disse, a voz falha, afastando-se apenas o suficiente para olhá-la nos olhos. O suor brilhava na testa dele, e Mayra podia ver o esforço que ele fazia para manter o controle.
— Lucas... — ela protestou, o corpo inteiro clamando por mais.
— Não — ele sorriu, aquele sorriso torto e cafajeste que a fazia perder o juízo. — Eu quero que você passe a noite inteira acordada pensando no que eu *não* fiz. Quero que você vá para a igreja amanhã com seus pais e sinta o peso de cada toque meu na sua pele.
Ele deu um último beijo casto e demorado na testa dela, antes de se afastar e vestir a camisa com uma calma irritante. Mayra ficou ali, sentada na escrivaninha, o cabelo bagunçado, as roupas desalinhadas e o corpo pulsando.
— Você é um idiota — ela disse, tentando recuperar a respiração.
Lucas caminhou até a janela, saltando para o parapeito com a agilidade de quem já fez aquilo mil vezes. Ele olhou para trás uma última vez, piscando para ela.
— Sou o seu idiota, May. E amanhã, no mesmo horário, eu volto para terminar o que comecei. Ou talvez só para te deixar um pouco mais louca.
Ele desapareceu na escuridão da chuva, deixando para trás apenas o perfume de perigo e o rastro de um incêndio que Mayra sabia que jamais conseguiria apagar. Ela encostou a mão no pescoço, onde a pele ainda queimava, e sorriu. A garota certinha havia morrido naquela noite, e ela não sentia a menor saudade dela.
