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Amor proibido
Fandom: .
Criado: 25/05/2026
Tags
RomanceDramaAngústiaTragédiaLinguagem ExplícitaViolência GráficaPedofilia
Entre o Pecado e a Inocência
O calor no quarto de Lucas era sufocante, mas nenhum deles se importava em abrir a janela. A penumbra, cortada apenas por um feixe de luz que vinha da fresta da porta, criava o cenário perfeito para o que vinha se acumulando há anos. Mayra, aos catorze anos, já possuía curvas que desafiavam a sua idade, um corpo que florescia com uma intensidade que atraía olhares por onde passava. Lucas, três anos mais velho, observava esse crescimento de perto, sentindo a transição da amizade de infância para algo visceral e perigoso.
Eles estavam sentados no tapete, cercados por livros escolares que serviam apenas como fachada. A tensão entre os dois era quase palpável, um fio invisível que se esticava a cada segundo de silêncio.
— Você não consegue se concentrar, não é? — Lucas perguntou, a voz mais grave do que o normal, os olhos azuis fixos nos lábios de Mayra.
— E a culpa é de quem? — Mayra retrucou, desafiadora. Ela se aproximou, o perfume doce de sua pele invadindo o espaço pessoal dele. — Você fica me olhando desse jeito, como se quisesse me devorar.
Lucas soltou uma risada curta, sem humor, e fechou o livro de física com força.
— E se eu quiser? A gente prometeu que não ia passar do limite, Mayra. Suas mães me matariam se soubessem o que eu penso sobre você.
— Elas não estão aqui. — Ela se ajoelhou na frente dele, as mãos pequenas subindo pelo peito largo do rapaz, sentindo os músculos rígidos sob a camiseta. — E eu cansei de só pensar.
O movimento foi rápido. Lucas a puxou pela cintura, colando os corpos. A provocação nos olhos dela se transformou em um brilho de desejo puro. Ele desceu a mão pelas costas dela, apertando a curva do quadril com força, arrancando um suspiro pesado da garota.
— Você é uma tentação desgraçada — ele sussurrou contra o pescoço dela, antes de cravar os dentes na pele macia, deixando uma marca que queimava.
— Me mostra, Lucas. Para de falar e me mostra o quanto você me quer.
Os beijos começaram lentos, mas logo escalaram para algo faminto. As línguas se entrelaçavam em uma dança desesperada. Lucas a deitou no tapete, posicionando-se entre as pernas dela. A mão dele subiu por baixo da blusa de Mayra, encontrando a pele quente e firme. Ele não tinha pressa, cada toque era uma tortura deliberada, uma provocação que a deixava ofegante, implorando por mais.
— Lucas, por favor... — ela murmurou, arqueando o corpo quando ele desceu os beijos para o seu decote, a língua traçando caminhos úmidos que a faziam estremecer.
— Calma — ele disse, a voz rouca, carregada de um desejo que ele mal conseguia controlar. — A gente tem o dia todo.
Ele a explorava com uma intensidade violenta, os dedos apertando a carne dela com uma possessividade que não admitia recusas. Mayra sentia que ia explodir. A amizade de infância tinha morrido ali, substituída por uma necessidade carnal que nenhum dos dois sabia como frear. As mãos dela se perderam nos cabelos loiros dele, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada centímetro daquele corpo forte contra o seu.
— Eu quero ser sua — ela disse, os olhos nublados. — Agora.
O que se seguiu foi uma entrega mútua, desprovida de delicadeza. Foi bruto, urgente, marcado por palavras sussurradas que desafiavam qualquer senso de moralidade. Lucas a possuía com uma força que a deixava sem fôlego, um ato que selava o destino de ambos. A dor inicial de Mayra foi rapidamente abafada pelo prazer avassalador, pelo calor do corpo dele e pela sensação de que, finalmente, eles pertenciam um ao outro da maneira mais absoluta possível.
No entanto, o mundo lá fora não havia parado.
O som da porta da frente batendo ecoou pela casa silenciosa. Passos pesados subiram as escadas. O pânico não teve tempo de se instalar antes que a porta do quarto fosse escancarada.
— Mayra? Você está... — A voz da mãe de Mayra, Dona Helena, morreu na garganta.
O cenário era irremediável. As roupas espalhadas, o suor brilhando nos corpos, a evidência clara do que acabara de acontecer. O silêncio que se seguiu foi aterrorizante, quebrado apenas pela respiração pesada dos dois jovens.
— Sai de cima dela agora! — Helena gritou, a voz tremendo de puro ódio e decepção.
Lucas se levantou rapidamente, tentando cobrir Mayra, mas a fúria de Helena foi mais rápida. Ela avançou sobre a filha, puxando-a pelo braço com uma força violenta.
— Sua vagabunda! É isso que você faz quando eu viro as costas? — O primeiro tapa estalou no rosto de Mayra, seguido por outro. — Eu te dei tudo, e você se entrega como uma qualquer para esse moleque?
— Mãe, para! — Mayra gritava, tentando se proteger, as lágrimas começando a descer.
— Não encosta nela! — Lucas tentou intervir, mas Helena o empurrou com um vigor cego.
— Você suma da minha frente, Lucas! Você destruiu a vida da minha filha! Eu vou acabar com você!
O caos se instalou. Palavras de baixo calão eram lançadas de um lado para o outro. Helena, fora de si, continuava a desferir golpes contra a filha, uma mistura de dor física e humilhação que Mayra nunca esqueceria. Lucas foi expulso aos empurrões, jurando que voltaria, enquanto Mayra era jogada no chão do próprio quarto, trancada sob os gritos de uma mãe que via o futuro da filha manchado por um desejo que ela considerava imperdoável.
Naquela tarde, o romance proibido que floresceu no calor da provocação encontrou seu inverno mais cruel. Mas, nos olhos de Mayra, apesar da dor e das marcas no rosto, ainda havia a chama do que vivera nos braços de Lucas. E ela sabia que nada, nem mesmo a fúria da própria mãe, poderia apagar o que havia sido consumado.
Eles estavam sentados no tapete, cercados por livros escolares que serviam apenas como fachada. A tensão entre os dois era quase palpável, um fio invisível que se esticava a cada segundo de silêncio.
— Você não consegue se concentrar, não é? — Lucas perguntou, a voz mais grave do que o normal, os olhos azuis fixos nos lábios de Mayra.
— E a culpa é de quem? — Mayra retrucou, desafiadora. Ela se aproximou, o perfume doce de sua pele invadindo o espaço pessoal dele. — Você fica me olhando desse jeito, como se quisesse me devorar.
Lucas soltou uma risada curta, sem humor, e fechou o livro de física com força.
— E se eu quiser? A gente prometeu que não ia passar do limite, Mayra. Suas mães me matariam se soubessem o que eu penso sobre você.
— Elas não estão aqui. — Ela se ajoelhou na frente dele, as mãos pequenas subindo pelo peito largo do rapaz, sentindo os músculos rígidos sob a camiseta. — E eu cansei de só pensar.
O movimento foi rápido. Lucas a puxou pela cintura, colando os corpos. A provocação nos olhos dela se transformou em um brilho de desejo puro. Ele desceu a mão pelas costas dela, apertando a curva do quadril com força, arrancando um suspiro pesado da garota.
— Você é uma tentação desgraçada — ele sussurrou contra o pescoço dela, antes de cravar os dentes na pele macia, deixando uma marca que queimava.
— Me mostra, Lucas. Para de falar e me mostra o quanto você me quer.
Os beijos começaram lentos, mas logo escalaram para algo faminto. As línguas se entrelaçavam em uma dança desesperada. Lucas a deitou no tapete, posicionando-se entre as pernas dela. A mão dele subiu por baixo da blusa de Mayra, encontrando a pele quente e firme. Ele não tinha pressa, cada toque era uma tortura deliberada, uma provocação que a deixava ofegante, implorando por mais.
— Lucas, por favor... — ela murmurou, arqueando o corpo quando ele desceu os beijos para o seu decote, a língua traçando caminhos úmidos que a faziam estremecer.
— Calma — ele disse, a voz rouca, carregada de um desejo que ele mal conseguia controlar. — A gente tem o dia todo.
Ele a explorava com uma intensidade violenta, os dedos apertando a carne dela com uma possessividade que não admitia recusas. Mayra sentia que ia explodir. A amizade de infância tinha morrido ali, substituída por uma necessidade carnal que nenhum dos dois sabia como frear. As mãos dela se perderam nos cabelos loiros dele, puxando-o para mais perto, querendo sentir cada centímetro daquele corpo forte contra o seu.
— Eu quero ser sua — ela disse, os olhos nublados. — Agora.
O que se seguiu foi uma entrega mútua, desprovida de delicadeza. Foi bruto, urgente, marcado por palavras sussurradas que desafiavam qualquer senso de moralidade. Lucas a possuía com uma força que a deixava sem fôlego, um ato que selava o destino de ambos. A dor inicial de Mayra foi rapidamente abafada pelo prazer avassalador, pelo calor do corpo dele e pela sensação de que, finalmente, eles pertenciam um ao outro da maneira mais absoluta possível.
No entanto, o mundo lá fora não havia parado.
O som da porta da frente batendo ecoou pela casa silenciosa. Passos pesados subiram as escadas. O pânico não teve tempo de se instalar antes que a porta do quarto fosse escancarada.
— Mayra? Você está... — A voz da mãe de Mayra, Dona Helena, morreu na garganta.
O cenário era irremediável. As roupas espalhadas, o suor brilhando nos corpos, a evidência clara do que acabara de acontecer. O silêncio que se seguiu foi aterrorizante, quebrado apenas pela respiração pesada dos dois jovens.
— Sai de cima dela agora! — Helena gritou, a voz tremendo de puro ódio e decepção.
Lucas se levantou rapidamente, tentando cobrir Mayra, mas a fúria de Helena foi mais rápida. Ela avançou sobre a filha, puxando-a pelo braço com uma força violenta.
— Sua vagabunda! É isso que você faz quando eu viro as costas? — O primeiro tapa estalou no rosto de Mayra, seguido por outro. — Eu te dei tudo, e você se entrega como uma qualquer para esse moleque?
— Mãe, para! — Mayra gritava, tentando se proteger, as lágrimas começando a descer.
— Não encosta nela! — Lucas tentou intervir, mas Helena o empurrou com um vigor cego.
— Você suma da minha frente, Lucas! Você destruiu a vida da minha filha! Eu vou acabar com você!
O caos se instalou. Palavras de baixo calão eram lançadas de um lado para o outro. Helena, fora de si, continuava a desferir golpes contra a filha, uma mistura de dor física e humilhação que Mayra nunca esqueceria. Lucas foi expulso aos empurrões, jurando que voltaria, enquanto Mayra era jogada no chão do próprio quarto, trancada sob os gritos de uma mãe que via o futuro da filha manchado por um desejo que ela considerava imperdoável.
Naquela tarde, o romance proibido que floresceu no calor da provocação encontrou seu inverno mais cruel. Mas, nos olhos de Mayra, apesar da dor e das marcas no rosto, ainda havia a chama do que vivera nos braços de Lucas. E ela sabia que nada, nem mesmo a fúria da própria mãe, poderia apagar o que havia sido consumado.
