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A noite
Fandom: .
Criado: 25/05/2026
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PWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaRealismoRomanceSombrio
No Limite do Desejo
O calor em São Paulo estava insuportável, mas dentro daquele apartamento no vigésimo andar, o clima era ainda mais quente. Mayra, com sua pele morena reluzente sob a luz baixa dos abajures e curvas que pareciam esculpidas à mão, observava Lucas encostado no batente da porta. Ele era o contraste perfeito: loiro, com olhos claros que queimavam de antecipação e um corpo atlético que denotava cada hora gasta em treino e disciplina. Mas ali, entre quatro paredes, a única disciplina que importava era a do prazer.
— Você demorou — disse ela, a voz rouca, enquanto terminava de tomar seu vinho, deixando uma gota escorrer pelo canto da boca.
— O trânsito estava um inferno, mas a visão que eu tenho agora faz cada minuto ter valer a pena — respondeu Lucas, aproximando-se com passos lentos e predatórios.
Ele a puxou pela cintura, sentindo a maciez da pele de Mayra contra suas mãos grandes. O beijo começou urgente, uma batalha de línguas que buscava domínio. Lucas a prensou contra a parede, as mãos descendo para apertar as coxas fartas dela, enquanto Mayra entrelaçava os dedos nos cabelos loiros dele, puxando-os com força.
— Tira logo essa porra de roupa — sussurrou ela contra os lábios dele, a respiração ofegante.
Eles se livraram das vestes com uma pressa febril. O corpo moreno de Mayra, agora nu, brilhava. Lucas a admirou por um segundo, o pau já rígido e latejando, antes de se deitarem transversalmente na cama.
Sem perder tempo, eles se posicionaram para um 69. Mayra montou sobre o rosto dele, sentindo a língua habilidosa de Lucas traçar seu clitóris com precisão, enquanto ela envolvia o membro dele com a boca. O gosto de ambos se misturava em uma dança de fluidos e sons obscenos. Lucas gemia abafado contra a intimidade dela, usando as mãos para abrir as nádegas de Mayra, expondo-a completamente ao seu toque e olhar faminto.
— Caralho, Mayra... você é gostosa demais — murmurou Lucas, recuperando o fôlego por um segundo antes de voltar a lambê-la com voracidade.
— Cala a boca e continua, não para — comandou ela, intensificando o ritmo da sucção, sentindo o corpo dele retesar sob o seu comando.
O ápice do oral os deixou trêmulos, mas era apenas o começo. Lucas a virou de costas, deixando-a de quatro no centro da cama. Ele pegou o lubrificante na gaveta da cabeceira, espalhando uma quantidade generosa nos dedos.
— Eu quero você por trás hoje. Toda — disse ele, a voz carregada de uma intenção sombria.
Mayra olhou por cima do ombro, os olhos escuros brilhando de luxúria.
— Então para de falar e me fode de uma vez. Eu quero sentir você rasgando tudo aqui dentro.
Ele começou a massagear a entrada estreita dela, sentindo a resistência inicial ceder ao prazer. Com cuidado, mas com uma firmeza que não aceitava negativas, ele introduziu o primeiro dedo, depois o segundo. Mayra soltou um palavrão pesado, o corpo arqueando enquanto ela empurrava o quadril contra a mão dele.
— Isso, piranha... relaxa para mim — instigou Lucas, a voz baixa no ouvido dela.
Quando ele finalmente se posicionou e empurrou a cabeça do pau contra o ânus dela, Mayra cravou as unhas nos lençóis. A entrada lenta foi uma tortura deliciosa. Lucas preencheu cada espaço, sentindo o aperto absurdo que só aquele lugar proporcionava.
— Puta que pariu, Lucas! — gritou ela, a voz ecoando pelo quarto. — É isso... não para, continua!
Ele começou a estocar, inicialmente curto e rítmico, depois longo e profundo. O som da carne batendo contra a carne preenchia o silêncio do quarto, acompanhado pelos gemidos sujos de Mayra. Lucas segurou o cabelo dela, puxando a cabeça para trás para que pudesse ver a expressão de agonia e êxtase no rosto moreno.
— Você gosta assim, não gosta? — perguntou ele, dando um tapa estalado em uma das nádegas dela, deixando a marca de seus dedos na pele escura. — Gosta de ser usada como a vadia que você é.
— Eu adoro... fode meu rabo com força, seu loiro desgraçado! — respondeu ela, o corpo suado deslizando sob o dele.
A posição mudou. Lucas a deitou de costas, puxando as pernas dela até os ombros, deixando-a completamente aberta. Ele entrou novamente, desta vez com uma angústia maior, buscando atingir o fundo de sua resistência. Mayra gemia alto, sem se importar se os vizinhos ouviam. Cada estocada era um choque elétrico que percorria sua espinha.
— Eu vou gozar, Lucas! Eu vou... — ela avisou, as pernas tremendo violentamente.
— Espera, porra. A gente vai junto.
Ele acelerou o ritmo, os movimentos tornando-se quase violentos, uma entrega total aos instintos mais primitivos. O suor pingava do peito dele sobre os seios dela. Mayra levou as mãos ao próprio clitóris, estimulando-se enquanto era possuída por trás, criando uma sobrecarga sensorial que a levou ao limite.
Quando o orgasmo veio, foi devastador. Mayra gritou, o corpo entrando em espasmos enquanto sentia as paredes internas se contraírem ao redor do membro de Lucas. Ele, soltando um rosnado gutural, descarregou-se profundamente dentro dela, sentindo a pulsação do prazer final.
Eles desabaram um sobre o outro, os corações batendo no mesmo ritmo frenético. O cheiro de sexo e suor era a única coisa que restava no ar.
— Você acaba comigo — ofegou Lucas, beijando o ombro úmido de Mayra.
— Você ainda não viu nada — respondeu ela com um sorriso malicioso, virando-se para encará-lo. — Só estamos começando a noite.
— Você demorou — disse ela, a voz rouca, enquanto terminava de tomar seu vinho, deixando uma gota escorrer pelo canto da boca.
— O trânsito estava um inferno, mas a visão que eu tenho agora faz cada minuto ter valer a pena — respondeu Lucas, aproximando-se com passos lentos e predatórios.
Ele a puxou pela cintura, sentindo a maciez da pele de Mayra contra suas mãos grandes. O beijo começou urgente, uma batalha de línguas que buscava domínio. Lucas a prensou contra a parede, as mãos descendo para apertar as coxas fartas dela, enquanto Mayra entrelaçava os dedos nos cabelos loiros dele, puxando-os com força.
— Tira logo essa porra de roupa — sussurrou ela contra os lábios dele, a respiração ofegante.
Eles se livraram das vestes com uma pressa febril. O corpo moreno de Mayra, agora nu, brilhava. Lucas a admirou por um segundo, o pau já rígido e latejando, antes de se deitarem transversalmente na cama.
Sem perder tempo, eles se posicionaram para um 69. Mayra montou sobre o rosto dele, sentindo a língua habilidosa de Lucas traçar seu clitóris com precisão, enquanto ela envolvia o membro dele com a boca. O gosto de ambos se misturava em uma dança de fluidos e sons obscenos. Lucas gemia abafado contra a intimidade dela, usando as mãos para abrir as nádegas de Mayra, expondo-a completamente ao seu toque e olhar faminto.
— Caralho, Mayra... você é gostosa demais — murmurou Lucas, recuperando o fôlego por um segundo antes de voltar a lambê-la com voracidade.
— Cala a boca e continua, não para — comandou ela, intensificando o ritmo da sucção, sentindo o corpo dele retesar sob o seu comando.
O ápice do oral os deixou trêmulos, mas era apenas o começo. Lucas a virou de costas, deixando-a de quatro no centro da cama. Ele pegou o lubrificante na gaveta da cabeceira, espalhando uma quantidade generosa nos dedos.
— Eu quero você por trás hoje. Toda — disse ele, a voz carregada de uma intenção sombria.
Mayra olhou por cima do ombro, os olhos escuros brilhando de luxúria.
— Então para de falar e me fode de uma vez. Eu quero sentir você rasgando tudo aqui dentro.
Ele começou a massagear a entrada estreita dela, sentindo a resistência inicial ceder ao prazer. Com cuidado, mas com uma firmeza que não aceitava negativas, ele introduziu o primeiro dedo, depois o segundo. Mayra soltou um palavrão pesado, o corpo arqueando enquanto ela empurrava o quadril contra a mão dele.
— Isso, piranha... relaxa para mim — instigou Lucas, a voz baixa no ouvido dela.
Quando ele finalmente se posicionou e empurrou a cabeça do pau contra o ânus dela, Mayra cravou as unhas nos lençóis. A entrada lenta foi uma tortura deliciosa. Lucas preencheu cada espaço, sentindo o aperto absurdo que só aquele lugar proporcionava.
— Puta que pariu, Lucas! — gritou ela, a voz ecoando pelo quarto. — É isso... não para, continua!
Ele começou a estocar, inicialmente curto e rítmico, depois longo e profundo. O som da carne batendo contra a carne preenchia o silêncio do quarto, acompanhado pelos gemidos sujos de Mayra. Lucas segurou o cabelo dela, puxando a cabeça para trás para que pudesse ver a expressão de agonia e êxtase no rosto moreno.
— Você gosta assim, não gosta? — perguntou ele, dando um tapa estalado em uma das nádegas dela, deixando a marca de seus dedos na pele escura. — Gosta de ser usada como a vadia que você é.
— Eu adoro... fode meu rabo com força, seu loiro desgraçado! — respondeu ela, o corpo suado deslizando sob o dele.
A posição mudou. Lucas a deitou de costas, puxando as pernas dela até os ombros, deixando-a completamente aberta. Ele entrou novamente, desta vez com uma angústia maior, buscando atingir o fundo de sua resistência. Mayra gemia alto, sem se importar se os vizinhos ouviam. Cada estocada era um choque elétrico que percorria sua espinha.
— Eu vou gozar, Lucas! Eu vou... — ela avisou, as pernas tremendo violentamente.
— Espera, porra. A gente vai junto.
Ele acelerou o ritmo, os movimentos tornando-se quase violentos, uma entrega total aos instintos mais primitivos. O suor pingava do peito dele sobre os seios dela. Mayra levou as mãos ao próprio clitóris, estimulando-se enquanto era possuída por trás, criando uma sobrecarga sensorial que a levou ao limite.
Quando o orgasmo veio, foi devastador. Mayra gritou, o corpo entrando em espasmos enquanto sentia as paredes internas se contraírem ao redor do membro de Lucas. Ele, soltando um rosnado gutural, descarregou-se profundamente dentro dela, sentindo a pulsação do prazer final.
Eles desabaram um sobre o outro, os corações batendo no mesmo ritmo frenético. O cheiro de sexo e suor era a única coisa que restava no ar.
— Você acaba comigo — ofegou Lucas, beijando o ombro úmido de Mayra.
— Você ainda não viu nada — respondeu ela com um sorriso malicioso, virando-se para encará-lo. — Só estamos começando a noite.
