
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
Entre laço
Fandom: .
Criado: 25/05/2026
Tags
RomanceDramaPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaCiúmesRealismoEstudo de Personagem
Entre o Pecado e a Promessa
A chuva batia contra as vidraças do sótão da mansão dos pais de Nicolas, um som rítmico que abafava o resto do mundo. Ali dentro, o ar estava denso, carregado de uma eletricidade que não vinha da tempestade, mas de anos de silêncios acumulados, olhares furtivos e uma tensão que finalmente havia transbordado. Eles eram inseparáveis desde os cinco anos. O loiro, a morena e o moreno. Um trio perfeito aos olhos da sociedade, mas um segredo perigoso entre quatro paredes.
Nicolas estava encostado na mesa de bilhar, a camisa branca de linho aberta até o meio do peito, revelando a pele bronzeada e o físico atlético que ele ostentava com uma confiança quase irritante. Ele era o "loiro gostoso" que todas as garotas da faculdade cobiçavam, mas seus olhos azuis, agora escurecidos pelo desejo, estavam fixos apenas em Maria.
Ela estava sentada no centro do tapete felpudo, as pernas cruzadas, observando os dois homens que moldaram sua vida. Maria era dona de uma beleza magnética, com cabelos escuros que caíam em ondas pelas costas e uma pele cor de jambo que parecia brilhar sob a luz fraca das luminárias.
— Vocês sabem que isso é um erro — sussurrou Maria, embora sua voz não tivesse nenhuma convicção. — Se nossos pais sonharem que estamos aqui desse jeito...
Matheus, que até então estava nas sombras perto da estante de livros, aproximou-se lentamente. Ele era o contraste perfeito de Nicolas: cabelos negros e curtos, uma barba por fazer que lhe dava um ar maduro e perigoso, e ombros largos que pareciam ocupar todo o espaço. Ele se ajoelhou atrás de Maria, sentindo o calor que emanava dela.
— O erro foi termos esperado tanto tempo, Maria — disse Matheus, sua voz grave vibrando contra a nuca dela. — A gente cresceu prometendo lealdade um ao outro. Isso aqui? Isso é a forma mais pura de lealdade.
Nicolas deu um passo à frente, fechando o cerco. Ele se inclinou, apoiando as mãos nos joelhos de Maria, forçando-a a olhar para ele.
— Eu não aguento mais ver você saindo com caras que não te conhecem — Nicolas confessou, a voz rouca. — Eu quero ser o primeiro a te tocar onde eles nem sonham. E quero que o Matheus esteja lá comigo.
Maria sentiu um arrepio percorrer sua espinha. A provocação estava no limite. Ela esticou a mão e puxou Nicolas pela gola da camisa, trazendo-o para perto, enquanto sentia as mãos de Matheus deslizarem pelos seus ombros, descendo lentamente até a curva de sua cintura.
— Então provem — desafiou ela, os olhos brilhando. — Mas nada de pressa. Eu quero sentir cada centímetro desse pecado.
Nicolas não esperou. Ele selou os lábios nos dela em um beijo que misturava urgência e uma ternura possessiva. Era o gosto da infância transformado em desejo adulto. Ao mesmo tempo, Matheus começou a distribuir beijos lentos e úmidos pelo pescoço de Maria, sua língua traçando o caminho da clavícula até a orelha, onde ele deu uma leve mordida.
— Você é tão macia — murmurou Matheus entre os beijos. — Passei anos imaginando se o seu cheiro era assim.
Maria soltou um gemido baixo, a cabeça pendendo para trás, encontrando o ombro de Matheus, enquanto as mãos de Nicolas subiam por baixo de seu vestido de seda, as pontas dos dedos roçando a parte interna de suas coxas com uma delicadeza torturante.
— Nicolas... — ela arquejou, sentindo o calor subir.
— Shhh — sussurrou o loiro, afastando-se apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. — Só toques, Maria. Vou te deixar louca sem nem precisar chegar lá.
Ele começou a subir os dedos, centímetro por centímetro, parando propositalmente antes de atingir o centro de seu prazer. Ele brincava com a renda da lingerie dela, sentindo a umidade que denunciava o quanto ela o queria. Enquanto isso, Matheus desceu as mãos para os seios dela, massageando-os por cima do tecido fino, os polegares circulando os mamilos que já estavam rígidos sob a pressão.
— Olhe para mim, Matheus — pediu Nicolas, sua voz soando como um comando.
Matheus levantou o olhar, encontrando o do melhor amigo. Não havia ciúme, apenas uma comunhão profunda. Matheus inclinou-se para frente e beijou o canto da boca de Nicolas, um selinho rápido que carregava o peso de uma irmandade que havia evoluído para algo muito mais complexo.
— Ela é nossa — afirmou Matheus.
— Sempre foi — concordou Nicolas.
Os dois começaram uma exploração coordenada. Nicolas agora usava a língua para traçar desenhos na barriga de Maria, descendo o zíper do vestido dela com os dentes, revelando a pele morena que ele tanto cobiçava. Matheus, por sua vez, concentrava-se em despir a parte de cima, seus lábios encontrando a pele quente das costas de Maria, deixando marcas que seriam impossíveis de esconder no dia seguinte.
— Isso é tortura — reclamou Maria, as mãos perdidas nos cabelos loiros de Nicolas e nos fios escuros de Matheus.
— É adoração — corrigiu Nicolas, subindo novamente para morder o lábio inferior dela.
Ele começou a lamber o rastro que Matheus havia deixado no pescoço dela, as línguas dos dois homens se encontrando brevemente na pele de Maria, criando uma sensação de calor duplo que a fazia tremer. Matheus desceu as mãos para as coxas dela, ajudando Nicolas a abrir espaço. Eles não foram além do toque, mas a intensidade era tanta que Maria sentia como se estivesse pegando fogo.
— Sente como meu coração está batendo? — Matheus pegou a mão de Maria e a colocou sobre seu peito firme. — Ele bate assim por você. E pelo que nós três somos juntos.
Nicolas, agora posicionado entre as pernas dela, apenas observava, seus dedos fazendo um trabalho lento e rítmico, roçando, pressionando, mas nunca entrando. Ele queria que ela implorasse, queria que a provocação atingisse o ápice.
— Você quer mais, não quer? — provocou Nicolas, um sorriso convencido brincando em seus lábios.
— Eu odeio vocês dois — Maria respondeu, embora estivesse puxando os dois para mais perto, querendo ser consumida por aquele triângulo proibido.
— Não odeia não — disse Matheus, voltando a beijá-la com uma paixão avassaladora. — Você ama que a gente saiba exatamente como te levar ao limite.
A noite estava apenas começando. Ali, no refúgio do sótão, as regras do mundo lá fora não se aplicavam. Eles eram apenas três amigos de infância descobrindo que o amor, quando dividido por três, não diminuía — ele incendiava tudo ao redor. E enquanto a chuva continuava a cair, o fogo entre o loiro, a morena e o moreno só aumentava, prometendo uma noite de descobertas que mudaria suas vidas para sempre.
Nicolas estava encostado na mesa de bilhar, a camisa branca de linho aberta até o meio do peito, revelando a pele bronzeada e o físico atlético que ele ostentava com uma confiança quase irritante. Ele era o "loiro gostoso" que todas as garotas da faculdade cobiçavam, mas seus olhos azuis, agora escurecidos pelo desejo, estavam fixos apenas em Maria.
Ela estava sentada no centro do tapete felpudo, as pernas cruzadas, observando os dois homens que moldaram sua vida. Maria era dona de uma beleza magnética, com cabelos escuros que caíam em ondas pelas costas e uma pele cor de jambo que parecia brilhar sob a luz fraca das luminárias.
— Vocês sabem que isso é um erro — sussurrou Maria, embora sua voz não tivesse nenhuma convicção. — Se nossos pais sonharem que estamos aqui desse jeito...
Matheus, que até então estava nas sombras perto da estante de livros, aproximou-se lentamente. Ele era o contraste perfeito de Nicolas: cabelos negros e curtos, uma barba por fazer que lhe dava um ar maduro e perigoso, e ombros largos que pareciam ocupar todo o espaço. Ele se ajoelhou atrás de Maria, sentindo o calor que emanava dela.
— O erro foi termos esperado tanto tempo, Maria — disse Matheus, sua voz grave vibrando contra a nuca dela. — A gente cresceu prometendo lealdade um ao outro. Isso aqui? Isso é a forma mais pura de lealdade.
Nicolas deu um passo à frente, fechando o cerco. Ele se inclinou, apoiando as mãos nos joelhos de Maria, forçando-a a olhar para ele.
— Eu não aguento mais ver você saindo com caras que não te conhecem — Nicolas confessou, a voz rouca. — Eu quero ser o primeiro a te tocar onde eles nem sonham. E quero que o Matheus esteja lá comigo.
Maria sentiu um arrepio percorrer sua espinha. A provocação estava no limite. Ela esticou a mão e puxou Nicolas pela gola da camisa, trazendo-o para perto, enquanto sentia as mãos de Matheus deslizarem pelos seus ombros, descendo lentamente até a curva de sua cintura.
— Então provem — desafiou ela, os olhos brilhando. — Mas nada de pressa. Eu quero sentir cada centímetro desse pecado.
Nicolas não esperou. Ele selou os lábios nos dela em um beijo que misturava urgência e uma ternura possessiva. Era o gosto da infância transformado em desejo adulto. Ao mesmo tempo, Matheus começou a distribuir beijos lentos e úmidos pelo pescoço de Maria, sua língua traçando o caminho da clavícula até a orelha, onde ele deu uma leve mordida.
— Você é tão macia — murmurou Matheus entre os beijos. — Passei anos imaginando se o seu cheiro era assim.
Maria soltou um gemido baixo, a cabeça pendendo para trás, encontrando o ombro de Matheus, enquanto as mãos de Nicolas subiam por baixo de seu vestido de seda, as pontas dos dedos roçando a parte interna de suas coxas com uma delicadeza torturante.
— Nicolas... — ela arquejou, sentindo o calor subir.
— Shhh — sussurrou o loiro, afastando-se apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. — Só toques, Maria. Vou te deixar louca sem nem precisar chegar lá.
Ele começou a subir os dedos, centímetro por centímetro, parando propositalmente antes de atingir o centro de seu prazer. Ele brincava com a renda da lingerie dela, sentindo a umidade que denunciava o quanto ela o queria. Enquanto isso, Matheus desceu as mãos para os seios dela, massageando-os por cima do tecido fino, os polegares circulando os mamilos que já estavam rígidos sob a pressão.
— Olhe para mim, Matheus — pediu Nicolas, sua voz soando como um comando.
Matheus levantou o olhar, encontrando o do melhor amigo. Não havia ciúme, apenas uma comunhão profunda. Matheus inclinou-se para frente e beijou o canto da boca de Nicolas, um selinho rápido que carregava o peso de uma irmandade que havia evoluído para algo muito mais complexo.
— Ela é nossa — afirmou Matheus.
— Sempre foi — concordou Nicolas.
Os dois começaram uma exploração coordenada. Nicolas agora usava a língua para traçar desenhos na barriga de Maria, descendo o zíper do vestido dela com os dentes, revelando a pele morena que ele tanto cobiçava. Matheus, por sua vez, concentrava-se em despir a parte de cima, seus lábios encontrando a pele quente das costas de Maria, deixando marcas que seriam impossíveis de esconder no dia seguinte.
— Isso é tortura — reclamou Maria, as mãos perdidas nos cabelos loiros de Nicolas e nos fios escuros de Matheus.
— É adoração — corrigiu Nicolas, subindo novamente para morder o lábio inferior dela.
Ele começou a lamber o rastro que Matheus havia deixado no pescoço dela, as línguas dos dois homens se encontrando brevemente na pele de Maria, criando uma sensação de calor duplo que a fazia tremer. Matheus desceu as mãos para as coxas dela, ajudando Nicolas a abrir espaço. Eles não foram além do toque, mas a intensidade era tanta que Maria sentia como se estivesse pegando fogo.
— Sente como meu coração está batendo? — Matheus pegou a mão de Maria e a colocou sobre seu peito firme. — Ele bate assim por você. E pelo que nós três somos juntos.
Nicolas, agora posicionado entre as pernas dela, apenas observava, seus dedos fazendo um trabalho lento e rítmico, roçando, pressionando, mas nunca entrando. Ele queria que ela implorasse, queria que a provocação atingisse o ápice.
— Você quer mais, não quer? — provocou Nicolas, um sorriso convencido brincando em seus lábios.
— Eu odeio vocês dois — Maria respondeu, embora estivesse puxando os dois para mais perto, querendo ser consumida por aquele triângulo proibido.
— Não odeia não — disse Matheus, voltando a beijá-la com uma paixão avassaladora. — Você ama que a gente saiba exatamente como te levar ao limite.
A noite estava apenas começando. Ali, no refúgio do sótão, as regras do mundo lá fora não se aplicavam. Eles eram apenas três amigos de infância descobrindo que o amor, quando dividido por três, não diminuía — ele incendiava tudo ao redor. E enquanto a chuva continuava a cair, o fogo entre o loiro, a morena e o moreno só aumentava, prometendo uma noite de descobertas que mudaria suas vidas para sempre.
