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Minha baby
Fandom: .
Criado: 26/05/2026
Tags
RomanceDor/ConfortoHistória DomésticaPedofiliaEstudo de PersonagemDrama
O Despertar da Doçura
O quarto de Luna era um refúgio de tons pastéis, repleto de bichos de pelúcia que observavam o mundo com olhos de botão. Sobre a cama de dossel, a jovem de quatorze anos abraçava seu urso favorito, embora seus pensamentos estivessem longe dos brinquedos. Luna possuía uma dualidade que muitas vezes confundia quem a via de longe: a mente preservava a pureza e a inocência do infantilismo, mas o corpo florescia com uma exuberância que contrastava com sua doçura.
Matheus, sentado na beirada da cama, observava-a com um olhar protetor. Aos dezenove anos, ele era a âncora dela. Alto, loiro e com ombros largos que pareciam capazes de carregar o mundo, ele assumira o papel de cuidador e melhor amigo. No entanto, o ar entre eles estava mudando. A proteção fraternal começava a se misturar com uma tensão mais densa, algo que Luna sentia em sua pele, mas não sabia nomear.
— Matheus, meu corpo está formigando de um jeito estranho — disse ela, a voz suave e infantil, enquanto se remexia nos lençóis.
Matheus suspirou, passando a mão pelos cabelos claros. Ele sabia que esse momento chegaria. Luna era virgem de corpo e alma, mas a natureza não ignorava o desenvolvimento físico.
— É normal, pequena. Você está crescendo — respondeu ele, tentando manter a voz firme.
— Mas dói um pouquinho... aqui embaixo — explicou ela, apontando para o próprio corpo com uma inocência que desarmava qualquer barreira. — Você pode cuidar de mim? Como o meu Daddy faz sempre?
A palavra "Daddy", usada no contexto do cuidado que ele provia, ganhou um peso diferente naquela tarde. Matheus aproximou-se, sentando-se mais perto. Ele estendeu a mão e acariciou o rosto dela, sentindo a pele macia.
— Eu sempre vou cuidar de você, Luna. Você confia em mim?
— Confio mais que em todo o mundo — afirmou ela, abrindo um sorriso radiante que iluminava o rosto angelical.
Matheus começou a orientá-la com paciência. Ele explicou que ela poderia tocar a si mesma para aliviar aquela sensação de pressão. Com os dedos trêmulos, Luna seguiu as instruções dele, explorando o próprio corpo sob o olhar atento e encorajador de Matheus. O contraste entre a beleza curvilínea dela e a expressão de descoberta infantil era hipnotizante.
— Isso... isso é bom, Matheus — sussurrou ela, fechando os olhos enquanto a respiração acelerava.
— Continue, Luna. Explore o que você sente — incentivou ele, a voz tornando-se mais rouca.
O ato de masturbação, guiado pelas palavras dele, serviu como uma ponte. Luna descobria prazer sob a tutela de quem mais amava. Quando o ápice chegou, ela soltou um gemido baixo, o corpo relaxando contra os travesseiros. Matheus não se afastou; pelo contrário, ele sentiu que a barreira entre o cuidado e o desejo havia se rompido de forma definitiva, mas suave.
— Eu quero que você me mostre mais — pediu Luna, os olhos brilhando com uma curiosidade nova. — Eu quero ser sua de verdade, Matheus.
— Você tem certeza, minha pequena? Isso é algo muito sério — ponderou ele, embora seu próprio corpo clamasse pela proximidade dela.
— Eu quero que seja com você. Você é meu Daddy, meu melhor amigo... eu me sinto segura aqui.
Matheus inclinou-se e selou os lábios dela com um beijo casto que logo se transformou em algo mais profundo. Ele a tratava como a porcelana mais preciosa do mundo. Cada movimento era calculado para não assustá-la, mantendo o ambiente de carinho e proteção que ela necessitava.
Ele retirou as roupas dela com uma reverência silenciosa. Luna era deslumbrante, uma mistura de curvas maduras e uma aura de pureza absoluta. Matheus, por sua vez, exibia a força de seus dezenove anos, o corpo atlético contrastando com a delicadeza dela.
— Vai doer só um pouquinho no começo — explicou ele, posicionando-se entre as pernas dela. — Mas eu vou parar se você pedir. Eu prometo.
— Eu sei que você não vai me machucar — disse ela, envolvendo o pescoço dele com os braços finos.
O encontro foi marcado por um romantismo profundo. Não havia pressa, apenas a descoberta mútua. Matheus movia-se com lentidão, priorizando o conforto de Luna acima de seu próprio prazer. Quando ele finalmente se uniu a ela, Luna soltou um suspiro longo, as lágrimas de novidade banhando seu rosto, mas não de dor, e sim de uma plenitude que ela nunca imaginara existir.
— Você está bem? — perguntou ele, parando imediatamente para beijar a testa dela.
— Sim... é como se eu estivesse completa agora — respondeu ela, sorrindo entre as lágrimas.
O ritmo que se seguiu foi uma dança de afeto. Matheus sussurrava palavras de encorajamento, chamando-a de sua menina, enquanto Luna se perdia nas sensações que o corpo dele proporcionava. A inocência dela transformava o ato em algo quase sagrado, desprovido de qualquer malícia vulgar. Era a entrega total de uma alma que via no outro seu porto seguro.
Quando ambos alcançaram o clímax, o quarto mergulhou em um silêncio confortável, quebrado apenas pelo som das respirações sincronizadas. Matheus a puxou para o seu peito, cobrindo ambos com o lençol de seda.
— Eu vou estar sempre aqui, Luna — prometeu ele, acariciando os cabelos dela.
— Eu sei, Daddy — murmurou ela, já fechando os olhos, entregando-se ao sono com a certeza de que, independentemente de quão bonita e desejada fosse para o mundo, ali, nos braços de Matheus, ela era apenas a sua Luna, amada e protegida.
Matheus, sentado na beirada da cama, observava-a com um olhar protetor. Aos dezenove anos, ele era a âncora dela. Alto, loiro e com ombros largos que pareciam capazes de carregar o mundo, ele assumira o papel de cuidador e melhor amigo. No entanto, o ar entre eles estava mudando. A proteção fraternal começava a se misturar com uma tensão mais densa, algo que Luna sentia em sua pele, mas não sabia nomear.
— Matheus, meu corpo está formigando de um jeito estranho — disse ela, a voz suave e infantil, enquanto se remexia nos lençóis.
Matheus suspirou, passando a mão pelos cabelos claros. Ele sabia que esse momento chegaria. Luna era virgem de corpo e alma, mas a natureza não ignorava o desenvolvimento físico.
— É normal, pequena. Você está crescendo — respondeu ele, tentando manter a voz firme.
— Mas dói um pouquinho... aqui embaixo — explicou ela, apontando para o próprio corpo com uma inocência que desarmava qualquer barreira. — Você pode cuidar de mim? Como o meu Daddy faz sempre?
A palavra "Daddy", usada no contexto do cuidado que ele provia, ganhou um peso diferente naquela tarde. Matheus aproximou-se, sentando-se mais perto. Ele estendeu a mão e acariciou o rosto dela, sentindo a pele macia.
— Eu sempre vou cuidar de você, Luna. Você confia em mim?
— Confio mais que em todo o mundo — afirmou ela, abrindo um sorriso radiante que iluminava o rosto angelical.
Matheus começou a orientá-la com paciência. Ele explicou que ela poderia tocar a si mesma para aliviar aquela sensação de pressão. Com os dedos trêmulos, Luna seguiu as instruções dele, explorando o próprio corpo sob o olhar atento e encorajador de Matheus. O contraste entre a beleza curvilínea dela e a expressão de descoberta infantil era hipnotizante.
— Isso... isso é bom, Matheus — sussurrou ela, fechando os olhos enquanto a respiração acelerava.
— Continue, Luna. Explore o que você sente — incentivou ele, a voz tornando-se mais rouca.
O ato de masturbação, guiado pelas palavras dele, serviu como uma ponte. Luna descobria prazer sob a tutela de quem mais amava. Quando o ápice chegou, ela soltou um gemido baixo, o corpo relaxando contra os travesseiros. Matheus não se afastou; pelo contrário, ele sentiu que a barreira entre o cuidado e o desejo havia se rompido de forma definitiva, mas suave.
— Eu quero que você me mostre mais — pediu Luna, os olhos brilhando com uma curiosidade nova. — Eu quero ser sua de verdade, Matheus.
— Você tem certeza, minha pequena? Isso é algo muito sério — ponderou ele, embora seu próprio corpo clamasse pela proximidade dela.
— Eu quero que seja com você. Você é meu Daddy, meu melhor amigo... eu me sinto segura aqui.
Matheus inclinou-se e selou os lábios dela com um beijo casto que logo se transformou em algo mais profundo. Ele a tratava como a porcelana mais preciosa do mundo. Cada movimento era calculado para não assustá-la, mantendo o ambiente de carinho e proteção que ela necessitava.
Ele retirou as roupas dela com uma reverência silenciosa. Luna era deslumbrante, uma mistura de curvas maduras e uma aura de pureza absoluta. Matheus, por sua vez, exibia a força de seus dezenove anos, o corpo atlético contrastando com a delicadeza dela.
— Vai doer só um pouquinho no começo — explicou ele, posicionando-se entre as pernas dela. — Mas eu vou parar se você pedir. Eu prometo.
— Eu sei que você não vai me machucar — disse ela, envolvendo o pescoço dele com os braços finos.
O encontro foi marcado por um romantismo profundo. Não havia pressa, apenas a descoberta mútua. Matheus movia-se com lentidão, priorizando o conforto de Luna acima de seu próprio prazer. Quando ele finalmente se uniu a ela, Luna soltou um suspiro longo, as lágrimas de novidade banhando seu rosto, mas não de dor, e sim de uma plenitude que ela nunca imaginara existir.
— Você está bem? — perguntou ele, parando imediatamente para beijar a testa dela.
— Sim... é como se eu estivesse completa agora — respondeu ela, sorrindo entre as lágrimas.
O ritmo que se seguiu foi uma dança de afeto. Matheus sussurrava palavras de encorajamento, chamando-a de sua menina, enquanto Luna se perdia nas sensações que o corpo dele proporcionava. A inocência dela transformava o ato em algo quase sagrado, desprovido de qualquer malícia vulgar. Era a entrega total de uma alma que via no outro seu porto seguro.
Quando ambos alcançaram o clímax, o quarto mergulhou em um silêncio confortável, quebrado apenas pelo som das respirações sincronizadas. Matheus a puxou para o seu peito, cobrindo ambos com o lençol de seda.
— Eu vou estar sempre aqui, Luna — prometeu ele, acariciando os cabelos dela.
— Eu sei, Daddy — murmurou ela, já fechando os olhos, entregando-se ao sono com a certeza de que, independentemente de quão bonita e desejada fosse para o mundo, ali, nos braços de Matheus, ela era apenas a sua Luna, amada e protegida.
