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Nosso romance proibido
Fandom: Stray kids
Criado: 26/05/2026
Tags
RomanceFofuraFatias de VidaHistória DomésticaCenário CanônicoLirismo
Pincéis, Promessas e o Brilho de um Olhar
O crepúsculo tingia o céu de Seul com nuances de violeta e dourado, uma paleta que parecia ter sido emprestada diretamente de uma das telas de Hwang Hyunjin. No estúdio particular que ele mantinha no dormitório, o cheiro suave de tinta a óleo e terebentina flutuava no ar, misturando-se ao aroma do café recém-passado que eu havia trazido para ele.
Hyunjin estava sentado em frente a um cavalete, mas, curiosamente, não estava pintando. Ele segurava um pincel fino entre os dedos longos e elegantes, mas sua atenção estava completamente voltada para mim. Desde que cheguei, há cerca de uma hora, ele mal havia tocado na tela.
— Hyunjin, você vai acabar deixando a tinta secar no pincel — eu disse, soltando uma risada baixa enquanto me acomodava no pequeno sofá de veludo a poucos metros dele.
Ele não desviou o olhar. Seus olhos escuros brilhavam sob a luz quente dos abajures, carregando uma intensidade que sempre fazia meu coração errar a batida. Havia uma doçura ali, uma vulnerabilidade que ele raramente mostrava ao mundo, mas que parecia transbordar toda vez que estávamos sozinhos.
— Deixe que seque — ele respondeu, sua voz soando como uma carícia. — A vista aqui de onde estou é muito mais interessante do que qualquer coisa que eu possa colocar nesse quadro.
Senti minhas bochechas esquentarem. Hyunjin tinha esse dom: ele era um romântico incurável, alguém que transformava os momentos mais simples em cenas de um filme clássico.
— Você está muito galanteador hoje — comentei, tentando disfarçar o nervosismo ao mexer na barra da minha blusa. — Aconteceu alguma coisa no ensaio?
Hyunjin largou o pincel sobre a mesa lateral e se levantou. Ele vestia uma camisa de seda branca, levemente aberta no colarinho, e seus cabelos loiros caíam em ondas suaves sobre o rosto. Ele caminhou até mim com passos lentos, sem nunca quebrar o contato visual. Era como se ele estivesse tentando ler minha alma, ou talvez, gravando cada detalhe do meu rosto em sua memória.
— Aconteceu que eu não conseguia parar de pensar em você — ele admitiu, parando bem na minha frente. — O dia todo. Cada passo da coreografia, cada nota que eu ouvia... tudo parecia me levar de volta para aquele momento no parque, na semana passada.
Ele se ajoelhou no tapete à minha frente, apoiando as mãos nos meus joelhos. O toque era leve, mas carregado de uma eletricidade que percorreu todo o meu corpo.
— Você se lembra do que conversamos? — ele perguntou, inclinando a cabeça levemente para o lado. — Sobre como o tempo parece passar de um jeito diferente quando estamos juntos?
— Lembro — respondi em um sussurro. — Você disse que o mundo parecia ficar em silêncio.
— E fica — ele confirmou, estendendo a mão para afastar uma mecha de cabelo do meu rosto. Seus dedos roçaram minha pele com uma delicadeza extrema. — É como se o Stray Kids, a fama, a correria e o barulho de Seul desaparecessem. Só sobra você. E eu nunca me senti tão em paz quanto me sinto agora, apenas olhando para você.
O silêncio que se seguiu não foi desconfortável. Pelo contrário, era preenchido pelo som da respiração dele e pelo bater frenético do meu próprio coração. Hyunjin continuava a me olhar daquela maneira profunda, com um brilho de admiração que me fazia sentir a pessoa mais especial do universo. Ele era naturalmente fofo, mas havia uma seriedade em seus olhos agora que indicava que algo importante estava prestes a ser dito.
— Eu tentei escrever uma música sobre isso — ele começou, soltando um riso curto e tímido, desviando o olhar por apenas um segundo antes de voltar a focar em mim. — Mas as palavras pareciam insuficientes. Tentei pintar, mas nenhuma cor é vibrante o suficiente para capturar como eu me sinto quando você sorri para mim.
— Hyunjin... — eu tentei falar, mas ele colocou um dedo sobre meus lábios, pedindo silêncio.
— Deixe-me terminar, por favor — ele pediu, e eu assenti. — Eu passei muito tempo tentando entender esse sentimento. No começo, achei que era apenas uma amizade muito forte, mas depois percebi que eu ficava ansioso para receber uma mensagem sua. Que eu buscava você na plateia em cada show, mesmo sabendo que você não podia estar em todos. Eu percebi que você se tornou a minha musa, a minha melhor amiga e a pessoa que eu quero proteger acima de tudo.
Ele respirou fundo, e eu vi suas mãos tremerem levemente sobre meus joelhos. Foi nesse momento que percebi o quanto ele estava vulnerável. O grande Hwang Hyunjin, o "Prince" do Stray Kids, estava ali, abrindo o coração de forma pura e honesta.
— Eu não quero mais que as pessoas perguntem quem você é e eu tenha que responder apenas "uma pessoa próxima" — ele disse, a voz ganhando uma nova firmeza. — Eu quero poder segurar sua mão e saber que você é minha, assim como eu sou, inteiramente, seu.
Ele se levantou um pouco, ficando na altura dos meus olhos, e buscou algo no bolso da calça. Ele tirou uma pequena caixinha de veludo azul-marinho. Ao abri-la, vi um anel delicado de prata com um pequeno detalhe que lembrava uma estrela cadente.
— Eu sei que nossa vida é complicada — ele continuou, olhando nos meus olhos com uma sinceridade avassaladora. — Sei que haverá dias em que não poderei te ver, que haverá pressão e segredos. Mas se você estiver ao meu lado, eu sinto que posso enfrentar qualquer coisa. Eu prometo ser o seu porto seguro, o seu sorriso nos dias ruins e o homem que nunca vai cansar de te dizer o quanto você é incrível.
Minhas lágrimas já começavam a embaçar minha visão. Eu nunca imaginei que alguém pudesse me amar com tanta intensidade e delicadeza ao mesmo tempo.
— Você aceita namorar comigo? — ele perguntou, a voz quase falhando. — Você aceita ser a dona de todos os meus quadros, de todas as minhas danças e do meu coração?
— Sim — eu respondi, a voz saindo em um sopro de felicidade. — Mil vezes sim, Hyunjin.
Um sorriso radiante iluminou o rosto dele, o tipo de sorriso que ele só dava quando estava verdadeiramente feliz. Ele deslizou o anel no meu dedo e, em seguida, envolveu meu rosto com as duas mãos, aproximando-se lentamente.
— Você não tem ideia de quanto tempo eu esperei para ouvir isso — ele sussurrou contra meus lábios.
Quando ele me beijou, foi como se todas as cores das suas pinturas ganhassem vida ao nosso redor. Era um beijo calmo, doce e cheio de promessas. Hyunjin me puxou para mais perto, abraçando-me como se eu fosse um tesouro precioso que ele finalmente tinha permissão para guardar.
Depois de alguns minutos, ele se afastou apenas o suficiente para encostar a testa na minha. Ele ainda não parava de me olhar, seus olhos agora brilhando com uma alegria travessa.
— Agora eu tenho um problema — ele murmurou, sorrindo.
— Qual? — perguntei, acariciando os cabelos na nuca dele.
— Eu vou querer pintar você o tempo todo — ele riu, dando-me um beijo rápido no nariz. — E não vou conseguir terminar nenhum trabalho, porque vou ficar distraído demais admirando minha namorada.
— Você é um bobo, Hwang Hyunjin — eu disse, rindo junto com ele.
— Sou — ele concordou, puxando-me para levantar e me rodopiando pelo estúdio. — Mas sou o seu bobo. E eu nunca estive tão feliz em toda a minha vida.
Ele me colocou no chão, mas não me soltou. Ficamos ali, dançando lentamente sem música, apenas ao som das batidas dos nossos corações em sincronia. A luz da lua agora entrava pela janela, banhando o estúdio em prata, e eu soube, naquele momento, que não importava o que o futuro reservasse. Enquanto eu tivesse aquele olhar romântico e fofo voltado para mim, eu estaria em casa.
— Eu te amo — ele disse, as palavras soando como a rima mais perfeita de um poema. — E vou passar cada dia da minha vida provando isso para você.
— Eu também te amo, Hyunjin — respondi, escondendo o rosto em seu peito, sentindo o calor de seu abraço.
O mundo lá fora podia continuar girando, barulhento e caótico, mas ali, entre quadros inacabados e o perfume de tinta, tudo o que importava era o brilho nos olhos de Hyunjin e a certeza de que nossa história estava apenas começando. Ele me apertou um pouco mais forte, beijando o topo da minha cabeça, e eu soube que, não importa para onde a vida nos levasse, aquele estúdio sempre seria o lugar onde o amor encontrou sua forma mais bonita.
Hyunjin estava sentado em frente a um cavalete, mas, curiosamente, não estava pintando. Ele segurava um pincel fino entre os dedos longos e elegantes, mas sua atenção estava completamente voltada para mim. Desde que cheguei, há cerca de uma hora, ele mal havia tocado na tela.
— Hyunjin, você vai acabar deixando a tinta secar no pincel — eu disse, soltando uma risada baixa enquanto me acomodava no pequeno sofá de veludo a poucos metros dele.
Ele não desviou o olhar. Seus olhos escuros brilhavam sob a luz quente dos abajures, carregando uma intensidade que sempre fazia meu coração errar a batida. Havia uma doçura ali, uma vulnerabilidade que ele raramente mostrava ao mundo, mas que parecia transbordar toda vez que estávamos sozinhos.
— Deixe que seque — ele respondeu, sua voz soando como uma carícia. — A vista aqui de onde estou é muito mais interessante do que qualquer coisa que eu possa colocar nesse quadro.
Senti minhas bochechas esquentarem. Hyunjin tinha esse dom: ele era um romântico incurável, alguém que transformava os momentos mais simples em cenas de um filme clássico.
— Você está muito galanteador hoje — comentei, tentando disfarçar o nervosismo ao mexer na barra da minha blusa. — Aconteceu alguma coisa no ensaio?
Hyunjin largou o pincel sobre a mesa lateral e se levantou. Ele vestia uma camisa de seda branca, levemente aberta no colarinho, e seus cabelos loiros caíam em ondas suaves sobre o rosto. Ele caminhou até mim com passos lentos, sem nunca quebrar o contato visual. Era como se ele estivesse tentando ler minha alma, ou talvez, gravando cada detalhe do meu rosto em sua memória.
— Aconteceu que eu não conseguia parar de pensar em você — ele admitiu, parando bem na minha frente. — O dia todo. Cada passo da coreografia, cada nota que eu ouvia... tudo parecia me levar de volta para aquele momento no parque, na semana passada.
Ele se ajoelhou no tapete à minha frente, apoiando as mãos nos meus joelhos. O toque era leve, mas carregado de uma eletricidade que percorreu todo o meu corpo.
— Você se lembra do que conversamos? — ele perguntou, inclinando a cabeça levemente para o lado. — Sobre como o tempo parece passar de um jeito diferente quando estamos juntos?
— Lembro — respondi em um sussurro. — Você disse que o mundo parecia ficar em silêncio.
— E fica — ele confirmou, estendendo a mão para afastar uma mecha de cabelo do meu rosto. Seus dedos roçaram minha pele com uma delicadeza extrema. — É como se o Stray Kids, a fama, a correria e o barulho de Seul desaparecessem. Só sobra você. E eu nunca me senti tão em paz quanto me sinto agora, apenas olhando para você.
O silêncio que se seguiu não foi desconfortável. Pelo contrário, era preenchido pelo som da respiração dele e pelo bater frenético do meu próprio coração. Hyunjin continuava a me olhar daquela maneira profunda, com um brilho de admiração que me fazia sentir a pessoa mais especial do universo. Ele era naturalmente fofo, mas havia uma seriedade em seus olhos agora que indicava que algo importante estava prestes a ser dito.
— Eu tentei escrever uma música sobre isso — ele começou, soltando um riso curto e tímido, desviando o olhar por apenas um segundo antes de voltar a focar em mim. — Mas as palavras pareciam insuficientes. Tentei pintar, mas nenhuma cor é vibrante o suficiente para capturar como eu me sinto quando você sorri para mim.
— Hyunjin... — eu tentei falar, mas ele colocou um dedo sobre meus lábios, pedindo silêncio.
— Deixe-me terminar, por favor — ele pediu, e eu assenti. — Eu passei muito tempo tentando entender esse sentimento. No começo, achei que era apenas uma amizade muito forte, mas depois percebi que eu ficava ansioso para receber uma mensagem sua. Que eu buscava você na plateia em cada show, mesmo sabendo que você não podia estar em todos. Eu percebi que você se tornou a minha musa, a minha melhor amiga e a pessoa que eu quero proteger acima de tudo.
Ele respirou fundo, e eu vi suas mãos tremerem levemente sobre meus joelhos. Foi nesse momento que percebi o quanto ele estava vulnerável. O grande Hwang Hyunjin, o "Prince" do Stray Kids, estava ali, abrindo o coração de forma pura e honesta.
— Eu não quero mais que as pessoas perguntem quem você é e eu tenha que responder apenas "uma pessoa próxima" — ele disse, a voz ganhando uma nova firmeza. — Eu quero poder segurar sua mão e saber que você é minha, assim como eu sou, inteiramente, seu.
Ele se levantou um pouco, ficando na altura dos meus olhos, e buscou algo no bolso da calça. Ele tirou uma pequena caixinha de veludo azul-marinho. Ao abri-la, vi um anel delicado de prata com um pequeno detalhe que lembrava uma estrela cadente.
— Eu sei que nossa vida é complicada — ele continuou, olhando nos meus olhos com uma sinceridade avassaladora. — Sei que haverá dias em que não poderei te ver, que haverá pressão e segredos. Mas se você estiver ao meu lado, eu sinto que posso enfrentar qualquer coisa. Eu prometo ser o seu porto seguro, o seu sorriso nos dias ruins e o homem que nunca vai cansar de te dizer o quanto você é incrível.
Minhas lágrimas já começavam a embaçar minha visão. Eu nunca imaginei que alguém pudesse me amar com tanta intensidade e delicadeza ao mesmo tempo.
— Você aceita namorar comigo? — ele perguntou, a voz quase falhando. — Você aceita ser a dona de todos os meus quadros, de todas as minhas danças e do meu coração?
— Sim — eu respondi, a voz saindo em um sopro de felicidade. — Mil vezes sim, Hyunjin.
Um sorriso radiante iluminou o rosto dele, o tipo de sorriso que ele só dava quando estava verdadeiramente feliz. Ele deslizou o anel no meu dedo e, em seguida, envolveu meu rosto com as duas mãos, aproximando-se lentamente.
— Você não tem ideia de quanto tempo eu esperei para ouvir isso — ele sussurrou contra meus lábios.
Quando ele me beijou, foi como se todas as cores das suas pinturas ganhassem vida ao nosso redor. Era um beijo calmo, doce e cheio de promessas. Hyunjin me puxou para mais perto, abraçando-me como se eu fosse um tesouro precioso que ele finalmente tinha permissão para guardar.
Depois de alguns minutos, ele se afastou apenas o suficiente para encostar a testa na minha. Ele ainda não parava de me olhar, seus olhos agora brilhando com uma alegria travessa.
— Agora eu tenho um problema — ele murmurou, sorrindo.
— Qual? — perguntei, acariciando os cabelos na nuca dele.
— Eu vou querer pintar você o tempo todo — ele riu, dando-me um beijo rápido no nariz. — E não vou conseguir terminar nenhum trabalho, porque vou ficar distraído demais admirando minha namorada.
— Você é um bobo, Hwang Hyunjin — eu disse, rindo junto com ele.
— Sou — ele concordou, puxando-me para levantar e me rodopiando pelo estúdio. — Mas sou o seu bobo. E eu nunca estive tão feliz em toda a minha vida.
Ele me colocou no chão, mas não me soltou. Ficamos ali, dançando lentamente sem música, apenas ao som das batidas dos nossos corações em sincronia. A luz da lua agora entrava pela janela, banhando o estúdio em prata, e eu soube, naquele momento, que não importava o que o futuro reservasse. Enquanto eu tivesse aquele olhar romântico e fofo voltado para mim, eu estaria em casa.
— Eu te amo — ele disse, as palavras soando como a rima mais perfeita de um poema. — E vou passar cada dia da minha vida provando isso para você.
— Eu também te amo, Hyunjin — respondi, escondendo o rosto em seu peito, sentindo o calor de seu abraço.
O mundo lá fora podia continuar girando, barulhento e caótico, mas ali, entre quadros inacabados e o perfume de tinta, tudo o que importava era o brilho nos olhos de Hyunjin e a certeza de que nossa história estava apenas começando. Ele me apertou um pouco mais forte, beijando o topo da minha cabeça, e eu soube que, não importa para onde a vida nos levasse, aquele estúdio sempre seria o lugar onde o amor encontrou sua forma mais bonita.
