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Naquela cabana
Fandom: NCT
Criado: 26/05/2026
Tags
RomanceDramaPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaUA (Universo Alternativo)Estudo de Personagem
O Som da Chuva e o Eco do Pecado
O ônibus da escola sacolejava pela estrada de terra, levantando uma poeira que parecia prever o caos que seriam aqueles três dias de acampamento. Para Jaemin, o plano era simples: sobreviver às gincanas idiotas, codificar um pouco em seu notebook e ignorar a existência de Lee Jeno. Mas o destino, com seu humor ácido, decidiu trancá-los na mesma cabana de madeira.
A cabana era rústica, com cheiro de pinho e cinco beliches distribuídos de forma apertada. De um lado, Mark e Haechan já haviam reivindicado a cama de baixo de um dos cantos, trocando carícias que faziam Jaemin revirar os olhos. Do outro lado, o pesadelo de Jaemin se materializava.
— Você só pode estar brincando que vai colocar esse seu computador em cima da mesa, Jaemin. — Jeno jogou sua mochila pesada no chão, fazendo um barulho surdo. Ele usava uma regata que deixava seus braços musculosos e tatuagens temporárias à mostra, o suor brilhando levemente em seu pescoço. — Viemos para a natureza, não para o seu porão de nerd.
Jaemin ajeitou os óculos no rosto, lançando um olhar de puro deboche.
— E você veio para exercitar os músculos ou o cérebro, Jeno? Ah, esqueci, o segundo é inexistente. — Jaemin sorriu, aquele sorriso cínico que sempre tirava Jeno do sério.
— Calma vocês dois. — Taeyoung entrou na cabana por último, carregando suas coisas com a elegância de quem parecia estar em um comercial de perfume, mesmo em um acampamento. — Vamos passar três dias aqui. Tentem não se matar antes do jantar.
— Diz isso para o seu bicho de estimação, Taeyoung — retrucou Jaemin, apontando para Jeno. — Ele parece que vai morder alguém a qualquer momento.
— Talvez eu morda mesmo — Jeno deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal de Jaemin. O capitão do time de futebol exalava uma intensidade que sempre deixava o ar pesado. — Mas duvido que você aguentaria a pressão.
O dia seguiu nesse ritmo. Durante as provas da gincana, Jeno fazia questão de esbarrar em Jaemin, provocando-o com comentários sobre sua falta de resistência física. Taeyoung, embora mais contido, não perdia a chance de lançar olhares de superioridade, corrigindo a postura de Jaemin ou fazendo piadas sutis sobre como ele parecia um peixe fora d'água.
Ao cair da noite, uma tempestade violenta desabou sobre a floresta. O som dos trovões ecoava pelas paredes de madeira, e o vento uivava entre as frestas. Dentro da cabana, o clima era de um silêncio tenso, quebrado apenas pela respiração pesada de Mark e Haechan, que dormiam abraçados no canto oposto.
Jaemin estava em seu beliche, mas o sono não vinha. O frio da noite contrastava com o calor estranho que subia por seu corpo. Ele se sentia inquieto, uma tensão acumulada de meses trocando farpas com Jeno e Taeyoung atingindo o ápice. Cada insulto de Jeno, cada vez que Taeyoung o olhava de cima a baixo... tudo aquilo estava se transformando em algo perigoso.
Ele se encolheu debaixo do cobertor, tentando abafar o som da própria respiração. Sua mão desceu, quase involuntariamente, para dentro da calça de moletom. O toque inicial foi um choque, mas logo o prazer começou a nublar seu julgamento. Ele imaginou as mãos grandes de Jeno apertando sua cintura, a voz autoritária de Taeyoung ditando o que ele deveria fazer.
Um gemido baixo escapou de seus lábios, sendo imediatamente abafado pelo som de um trovão.
— Mas o que é isso? — A voz de Jeno soou vinda da cama ao lado, rouca e carregada de malícia.
Jaemin congelou. O coração batia tão forte que ele achou que Jeno pudesse ouvi-lo.
— Vá dormir, Jeno — sussurrou Jaemin, a voz falhando terrivelmente.
Ouviu-se o ranger da madeira. Jeno se levantou e caminhou até a beirada da cama de Jaemin. A luz de um relâmpago iluminou o rosto de Jeno, revelando um sorriso predatório.
— Você está se tocando, Jaemin? — Jeno se inclinou, o rosto a centímetros do dele. — O "nerd certinho" está tão desesperado assim?
— Cala a boca... — Jaemin soluçou, o tesão falando mais alto que o orgulho. Ele olhou para cima, os olhos lacrimejando pelo esforço de se conter. — Por favor, Jeno... eu não aguento mais. Me fode logo.
Jeno arqueou as sobrancelhas, surpreso pela rendição súbita, mas a adrenalina de quebrar as regras — e de quebrar Jaemin — era tentadora demais para resistir. Ele subiu na cama estreita, empurrando Jaemin contra o colchão.
— Você não tem ideia do quanto eu queria que você implorasse — sussurrou Jeno, sua mão descendo para apertar a coxa de Jaemin com força.
O som da chuva lá fora era o único disfarce que tinham. Jeno começou a beijar o pescoço de Jaemin com uma voracidade selvagem, enquanto suas mãos trabalhavam para livrar ambos das roupas desnecessárias. Jaemin gemia contra o ombro de Jeno, os dedos cravados nas costas musculosas do outro.
O balanço da cama e os estalidos da madeira começaram a ecoar. Jeno não era gentil; ele era impulsivo, intenso, movendo-se com uma urgência que deixava Jaemin sem fôlego.
— Shhh... — Jeno murmurou, tapando a boca de Jaemin com a mão enquanto entrava nele. — O Taeyoung está dormindo bem ali. Você quer que ele veja o quão vadio você é?
Jaemin arqueou as costas, as lágrimas escorrendo livremente agora, um misto de dor prazerosa e humilhação excitante.
— Eu quero... eu quero que ele veja — Jaemin ofegou entre os dedos de Jeno.
No beliche de cima, Taeyoung abriu os olhos. Ele não estava dormindo. Na verdade, ele estava ouvindo tudo desde o primeiro gemido. Ele se sentou lentamente, observando a cena abaixo dele. A luz fraca da tempestade revelava os corpos entrelaçados, a pele suada de Jeno brilhando enquanto ele se movia com força sobre Jaemin.
— Vocês são inacreditáveis — a voz de Taeyoung soou fria, mas havia uma nota de tensão nela.
Jeno parou por um segundo, olhando para cima com um sorriso desafiador.
— O que foi, Taeyoung? Vai nos dar uma advertência ou vai descer aqui e mostrar que você não é tão certinho assim?
Taeyoung desceu da cama com movimentos calculados. Ele parou ao lado do beliche, observando Jaemin, que estava com o rosto enterrado no travesseiro, soltando sons abafados e doces que faziam o sangue de Taeyoung ferver.
— Isso é contra todas as regras — disse Taeyoung, embora sua mão já estivesse desabotoando a própria calça.
— Por favor... Taeyoung... — Jaemin esticou a mão para ele, os olhos vermelhos e suplicantes. — Por favor, eu preciso de você também. Me fode... os dois... por favor.
Taeyoung hesitou por um breve momento, sua faceta de líder responsável lutando contra o desejo cru que Jaemin despertava nele. Mas ao ver Jaemin naquele estado, totalmente entregue e vulnerável sob o corpo de Jeno, a resistência de Taeyoung desmoronou.
— Se eu fizer isso, Jaemin — Taeyoung sussurrou, aproximando-se e segurando o queixo de Jaemin com firmeza —, você não vai conseguir andar amanhã. Tem certeza?
— Sim... por favor — Jaemin implorou, fechando os olhos quando Taeyoung se juntou a eles na cama pequena.
O que se seguiu foi uma sinfonia de pecado e luxúria, escondida sob o manto da tempestade. Jeno e Taeyoung, rivais na liderança e opostos em temperamento, encontraram um ritmo comum no corpo de Jaemin. Jeno continuava com sua intensidade bruta, enquanto Taeyoung assumia o controle com uma precisão que levava Jaemin ao delírio.
— Você gosta disso, não gosta? — Jeno provocou, soprando no ouvido de Jaemin enquanto Taeyoung o beijava com uma possessividade avassaladora. — O nerd entre os dois populares.
— Eu... eu odeio vocês — Jaemin gemeu, a voz embargada enquanto seu corpo chegava ao limite.
— Não é o que parece — rebateu Taeyoung, sua voz calma agora tingida de um desejo sombrio. — Você está implorando por mais.
A noite se estendeu, longa e exaustiva. Mark e Haechan continuavam em seu sono profundo, alheios ao fato de que, a poucos metros dali, as hierarquias da escola estavam sendo destruídas em meio a gemidos, suor e o som rítmico da chuva batendo no telhado.
Quando os primeiros raios de sol começaram a atravessar as copas das árvores, a cabana voltou ao silêncio. Jeno e Taeyoung estavam deitados, um de cada lado de Jaemin, que dormia profundamente, exausto.
Jeno olhou para Taeyoung por cima da cabeça de Jaemin.
— Amanhã voltamos a nos odiar? — perguntou Jeno, um meio sorriso nos lábios.
Taeyoung ajeitou o cobertor sobre o corpo de Jaemin, sua expressão voltando à calma habitual, embora seus olhos ainda guardassem o brilho da noite anterior.
— Amanhã — disse Taeyoung, num tom baixo. — Mas agora, apenas tente não acordar o Mark.
Jeno riu baixo, fechando os olhos. O acampamento estava apenas começando, e Jaemin, o nerd desafiador, tinha acabado de descobrir que brincar com o fogo — ou com os líderes dos populares — era muito mais viciante do que qualquer código de computador.
A cabana era rústica, com cheiro de pinho e cinco beliches distribuídos de forma apertada. De um lado, Mark e Haechan já haviam reivindicado a cama de baixo de um dos cantos, trocando carícias que faziam Jaemin revirar os olhos. Do outro lado, o pesadelo de Jaemin se materializava.
— Você só pode estar brincando que vai colocar esse seu computador em cima da mesa, Jaemin. — Jeno jogou sua mochila pesada no chão, fazendo um barulho surdo. Ele usava uma regata que deixava seus braços musculosos e tatuagens temporárias à mostra, o suor brilhando levemente em seu pescoço. — Viemos para a natureza, não para o seu porão de nerd.
Jaemin ajeitou os óculos no rosto, lançando um olhar de puro deboche.
— E você veio para exercitar os músculos ou o cérebro, Jeno? Ah, esqueci, o segundo é inexistente. — Jaemin sorriu, aquele sorriso cínico que sempre tirava Jeno do sério.
— Calma vocês dois. — Taeyoung entrou na cabana por último, carregando suas coisas com a elegância de quem parecia estar em um comercial de perfume, mesmo em um acampamento. — Vamos passar três dias aqui. Tentem não se matar antes do jantar.
— Diz isso para o seu bicho de estimação, Taeyoung — retrucou Jaemin, apontando para Jeno. — Ele parece que vai morder alguém a qualquer momento.
— Talvez eu morda mesmo — Jeno deu um passo à frente, invadindo o espaço pessoal de Jaemin. O capitão do time de futebol exalava uma intensidade que sempre deixava o ar pesado. — Mas duvido que você aguentaria a pressão.
O dia seguiu nesse ritmo. Durante as provas da gincana, Jeno fazia questão de esbarrar em Jaemin, provocando-o com comentários sobre sua falta de resistência física. Taeyoung, embora mais contido, não perdia a chance de lançar olhares de superioridade, corrigindo a postura de Jaemin ou fazendo piadas sutis sobre como ele parecia um peixe fora d'água.
Ao cair da noite, uma tempestade violenta desabou sobre a floresta. O som dos trovões ecoava pelas paredes de madeira, e o vento uivava entre as frestas. Dentro da cabana, o clima era de um silêncio tenso, quebrado apenas pela respiração pesada de Mark e Haechan, que dormiam abraçados no canto oposto.
Jaemin estava em seu beliche, mas o sono não vinha. O frio da noite contrastava com o calor estranho que subia por seu corpo. Ele se sentia inquieto, uma tensão acumulada de meses trocando farpas com Jeno e Taeyoung atingindo o ápice. Cada insulto de Jeno, cada vez que Taeyoung o olhava de cima a baixo... tudo aquilo estava se transformando em algo perigoso.
Ele se encolheu debaixo do cobertor, tentando abafar o som da própria respiração. Sua mão desceu, quase involuntariamente, para dentro da calça de moletom. O toque inicial foi um choque, mas logo o prazer começou a nublar seu julgamento. Ele imaginou as mãos grandes de Jeno apertando sua cintura, a voz autoritária de Taeyoung ditando o que ele deveria fazer.
Um gemido baixo escapou de seus lábios, sendo imediatamente abafado pelo som de um trovão.
— Mas o que é isso? — A voz de Jeno soou vinda da cama ao lado, rouca e carregada de malícia.
Jaemin congelou. O coração batia tão forte que ele achou que Jeno pudesse ouvi-lo.
— Vá dormir, Jeno — sussurrou Jaemin, a voz falhando terrivelmente.
Ouviu-se o ranger da madeira. Jeno se levantou e caminhou até a beirada da cama de Jaemin. A luz de um relâmpago iluminou o rosto de Jeno, revelando um sorriso predatório.
— Você está se tocando, Jaemin? — Jeno se inclinou, o rosto a centímetros do dele. — O "nerd certinho" está tão desesperado assim?
— Cala a boca... — Jaemin soluçou, o tesão falando mais alto que o orgulho. Ele olhou para cima, os olhos lacrimejando pelo esforço de se conter. — Por favor, Jeno... eu não aguento mais. Me fode logo.
Jeno arqueou as sobrancelhas, surpreso pela rendição súbita, mas a adrenalina de quebrar as regras — e de quebrar Jaemin — era tentadora demais para resistir. Ele subiu na cama estreita, empurrando Jaemin contra o colchão.
— Você não tem ideia do quanto eu queria que você implorasse — sussurrou Jeno, sua mão descendo para apertar a coxa de Jaemin com força.
O som da chuva lá fora era o único disfarce que tinham. Jeno começou a beijar o pescoço de Jaemin com uma voracidade selvagem, enquanto suas mãos trabalhavam para livrar ambos das roupas desnecessárias. Jaemin gemia contra o ombro de Jeno, os dedos cravados nas costas musculosas do outro.
O balanço da cama e os estalidos da madeira começaram a ecoar. Jeno não era gentil; ele era impulsivo, intenso, movendo-se com uma urgência que deixava Jaemin sem fôlego.
— Shhh... — Jeno murmurou, tapando a boca de Jaemin com a mão enquanto entrava nele. — O Taeyoung está dormindo bem ali. Você quer que ele veja o quão vadio você é?
Jaemin arqueou as costas, as lágrimas escorrendo livremente agora, um misto de dor prazerosa e humilhação excitante.
— Eu quero... eu quero que ele veja — Jaemin ofegou entre os dedos de Jeno.
No beliche de cima, Taeyoung abriu os olhos. Ele não estava dormindo. Na verdade, ele estava ouvindo tudo desde o primeiro gemido. Ele se sentou lentamente, observando a cena abaixo dele. A luz fraca da tempestade revelava os corpos entrelaçados, a pele suada de Jeno brilhando enquanto ele se movia com força sobre Jaemin.
— Vocês são inacreditáveis — a voz de Taeyoung soou fria, mas havia uma nota de tensão nela.
Jeno parou por um segundo, olhando para cima com um sorriso desafiador.
— O que foi, Taeyoung? Vai nos dar uma advertência ou vai descer aqui e mostrar que você não é tão certinho assim?
Taeyoung desceu da cama com movimentos calculados. Ele parou ao lado do beliche, observando Jaemin, que estava com o rosto enterrado no travesseiro, soltando sons abafados e doces que faziam o sangue de Taeyoung ferver.
— Isso é contra todas as regras — disse Taeyoung, embora sua mão já estivesse desabotoando a própria calça.
— Por favor... Taeyoung... — Jaemin esticou a mão para ele, os olhos vermelhos e suplicantes. — Por favor, eu preciso de você também. Me fode... os dois... por favor.
Taeyoung hesitou por um breve momento, sua faceta de líder responsável lutando contra o desejo cru que Jaemin despertava nele. Mas ao ver Jaemin naquele estado, totalmente entregue e vulnerável sob o corpo de Jeno, a resistência de Taeyoung desmoronou.
— Se eu fizer isso, Jaemin — Taeyoung sussurrou, aproximando-se e segurando o queixo de Jaemin com firmeza —, você não vai conseguir andar amanhã. Tem certeza?
— Sim... por favor — Jaemin implorou, fechando os olhos quando Taeyoung se juntou a eles na cama pequena.
O que se seguiu foi uma sinfonia de pecado e luxúria, escondida sob o manto da tempestade. Jeno e Taeyoung, rivais na liderança e opostos em temperamento, encontraram um ritmo comum no corpo de Jaemin. Jeno continuava com sua intensidade bruta, enquanto Taeyoung assumia o controle com uma precisão que levava Jaemin ao delírio.
— Você gosta disso, não gosta? — Jeno provocou, soprando no ouvido de Jaemin enquanto Taeyoung o beijava com uma possessividade avassaladora. — O nerd entre os dois populares.
— Eu... eu odeio vocês — Jaemin gemeu, a voz embargada enquanto seu corpo chegava ao limite.
— Não é o que parece — rebateu Taeyoung, sua voz calma agora tingida de um desejo sombrio. — Você está implorando por mais.
A noite se estendeu, longa e exaustiva. Mark e Haechan continuavam em seu sono profundo, alheios ao fato de que, a poucos metros dali, as hierarquias da escola estavam sendo destruídas em meio a gemidos, suor e o som rítmico da chuva batendo no telhado.
Quando os primeiros raios de sol começaram a atravessar as copas das árvores, a cabana voltou ao silêncio. Jeno e Taeyoung estavam deitados, um de cada lado de Jaemin, que dormia profundamente, exausto.
Jeno olhou para Taeyoung por cima da cabeça de Jaemin.
— Amanhã voltamos a nos odiar? — perguntou Jeno, um meio sorriso nos lábios.
Taeyoung ajeitou o cobertor sobre o corpo de Jaemin, sua expressão voltando à calma habitual, embora seus olhos ainda guardassem o brilho da noite anterior.
— Amanhã — disse Taeyoung, num tom baixo. — Mas agora, apenas tente não acordar o Mark.
Jeno riu baixo, fechando os olhos. O acampamento estava apenas começando, e Jaemin, o nerd desafiador, tinha acabado de descobrir que brincar com o fogo — ou com os líderes dos populares — era muito mais viciante do que qualquer código de computador.
