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Naruto a vadia do quarto raikage
Fandom: Naruto
Criado: 26/05/2026
Tags
DramaAngústiaSombrioPsicológicoEstudo de PersonagemDivergênciaLinguagem ExplícitaCenário Canônico
O Peso da Aliança
A poeira da Quarta Guerra Mundial Shinobi ainda não havia baixado completamente. O mundo estava em um estado de euforia melancólica; as vilas celebravam a vitória contra Madara e Kaguya, mas os cemitérios estavam mais cheios do que nunca. No centro de tudo isso, Naruto Uzumaki era o nome que todos sussurravam com reverência. O herói da profecia, o salvador que uniu as Nações.
No entanto, para o Quarto Raikage, A, Naruto era algo muito mais complexo do que um símbolo de paz. Ele era um recurso. E, mais importante, ele era dele.
A reunião dos Cinco Kages em Kumogakure para discutir a reconstrução das fronteiras havia terminado tarde. O clima era de cooperação, mas a tensão política sempre fervilhava abaixo da superfície. Quando as luzes do grande salão se apagaram e os outros líderes se retiraram para seus aposentos, Naruto não foi para o quarto que lhe fora designado pela delegação de Konoha. Ele conhecia o caminho, os corredores de pedra fria da Vila da Nuvem eram familiares de uma forma que ele nunca admitiria a Kakashi ou Sakura.
Naruto empurrou a porta pesada do escritório particular de A sem bater. O Raikage estava de pé diante da janela panorâmica, observando as nuvens que cercavam o pico da montanha. Ele não se virou quando o jovem entrou.
— Você demorou — disse A, sua voz um trovão contido que reverberou no peito de Naruto.
— Kakashi-sensei não parava de falar sobre os novos tratados comerciais — respondeu Naruto, fechando a porta e encostando-se nela. Ele parecia exausto, as bandagens em seu braço direito — o novo braço feito das células de Hashirama — ainda brancas e imaculadas. — Todo mundo quer um pedaço do "Herói da Guerra".
O Raikage finalmente se virou. Sua presença física era esmagadora, uma massa de músculos e cicatrizes que exalava autoridade. Ele caminhou lentamente em direção a Naruto, cada passo fazendo o assoalho ranger.
— O mundo inteiro pode querer o herói — disse A, parando a poucos centímetros do rosto de Naruto e segurando o queixo do loiro com uma mão bruta —, mas eles não sabem o que o herói faz para manter essa paz tão estável.
Naruto sentiu o calor emanando do corpo do homem mais velho. Ele não desviou o olhar. Havia uma chama de desafio em seus olhos azuis, mas também uma submissão que ele só permitia que uma pessoa visse.
— Eu faço o que for preciso pela vila — sussurrou Naruto.
— Pela vila? — O Raikage soltou uma risada rca e gutural. — Não minta para si mesmo, garoto. Você está aqui porque gosta do peso da minha mão. Você gosta de saber que, apesar de todo o seu poder de Jinchuuriki, ainda existe alguém que pode te dominar.
Sem aviso, A empurrou Naruto contra a porta. O impacto não doeu — Naruto já tinha enfrentado deuses, afinal —, mas a intenção por trás do gesto fez seu sangue ferver. As mãos grandes do Raikage desceram para o quadril de Naruto, apertando com força possessiva.
— O que os seus fãs em Konoha diriam se vissem o Salvador do Mundo agora? — provocou A, sua respiração quente contra a orelha de Naruto. — De joelhos para o homem que tentou matar o seu precioso Sasuke?
Naruto estremeceu, os dentes cravando-se no lábio inferior.
— Isso não tem nada a ver com o Sasuke.
— Tem tudo a ver com o que você é — rosnou o Raikage. — Você é a arma mais poderosa do mundo, Naruto. Mas aqui, nesta sala, você é apenas o meu brinquedo. Diga.
Naruto soltou um suspiro trêmulo, fechando os olhos enquanto sentia as mãos ásperas de A subirem por baixo de sua camisa laranja e preta.
— Eu sou... — Naruto hesitou por um segundo, sentindo a pressão dos dedos de A cravando-se em sua pele. — Eu sou sua.
— Mais alto.
— Eu sou o seu brinquedo — repetiu Naruto, a voz agora um pouco mais firme, aceitando o papel que desempenhava desde que a guerra exigira alianças que nem todos os tratados poderiam selar.
O Raikage sorriu, uma expressão predatória. Ele não perdeu tempo. Com um movimento brusco, ele virou Naruto de costas para ele, forçando-o contra a madeira dura da porta. Naruto apoiou as mãos na superfície fria, sentindo o contraste entre o metal da maçaneta e o calor abrasador que vinha de trás.
A desfez o cinto de Naruto com uma eficiência brutal. Não havia delicadeza, não havia romance. Era uma transação de poder, um alívio de tensão que ambos buscavam desesperadamente após meses de massacre e morte no campo de batalha. O Raikage precisava reafirmar seu domínio sobre algo tão indomável quanto o Nove Caudas; Naruto precisava de um momento onde não tivesse que ser o pilar de esperança de ninguém.
— Você está tenso — comentou A, sentindo os músculos das costas de Naruto se contraírem sob seu toque. — A responsabilidade de ser o "Salvador" está pesando?
— Cala a boca — resmungou Naruto, embora sua cabeça tenha caído para frente com um gemido quando A mordeu a curva de seu pescoço, marcando o território onde a pele era mais sensível.
— Você não está em posição de me dar ordens — disse o Raikage, sua voz descendo para um tom perigosamente baixo.
Ele penetrou Naruto com uma urgência que refletia a violência da era que acabavam de deixar para trás. Naruto soltou um grito sufocado, abafando o som contra o próprio braço. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma onda de prazer cru e avassalador. O ritmo de A era implacável, como o bater de um martelo em uma bigorna. Cada estocada fazia o corpo de Naruto chocar-se contra a porta, um som rítmico que preenchia o silêncio do escritório.
Dentro da mente de Naruto, Kurama rosnava em desaprovação, mas o loiro bloqueava a conexão. Naquele momento, ele não queria ser o Jinchuuriki, não queria ser o herói, e certamente não queria ser o futuro Hokage. Ele queria apenas ser possuído, sentir algo que fosse real e físico, longe das expectativas impossíveis que o mundo depositara sobre seus ombros.
A segurou o cabelo de Naruto, puxando sua cabeça para trás para que pudesse ver o rosto distorcido pelo prazer e pela entrega.
— Olhe para mim — ordenou o Raikage.
Naruto forçou os olhos a se abrirem, as orbes azuis nubladas. Ele viu o rosto severo de A, os olhos do homem brilhando com uma satisfação sombria.
— Você pertence a Kumogakure tanto quanto a Konoha agora — disse A, sua voz falhando levemente pela primeira vez. — Eu nunca vou deixar você esquecer quem realmente te controla.
— Eu sei... — ofegou Naruto, as pernas começando a fraquejar. — Eu sei.
O ápice veio como uma explosão de chakra, deixando ambos exaustos e suados. O Raikage manteve Naruto pressionado contra a porta por vários minutos, sua respiração pesada acalmando-se gradualmente. Naruto estava mole em seus braços, a testa encostada na madeira, sentindo o latejar de seu próprio coração.
Lentamente, A se afastou, recompondo suas vestes com a mesma dignidade austera de sempre. Naruto se virou, tentando limpar o suor da testa com o braço enfaixado. Ele parecia jovem, quase vulnerável, se não fosse pelas marcas de bigode em suas bochechas que lembravam a todos do monstro que ele carregava.
— Amanhã, na reunião, você apoiará minha proposta sobre as rotas de suprimentos — afirmou A, não como um pedido, mas como um fato.
Naruto ajeitou as calças, soltando um suspiro longo. Ele caminhou até a mesa do Raikage e pegou um copo de água que estava ali, bebendo-o de um gole só.
— Vou fazer o que for melhor para a aliança — respondeu Naruto, recuperando um pouco de sua postura de herói. — Mas você sabe que o Kakashi-sensei é difícil de convencer.
— Você dará um jeito — disse A, cruzando os braços sobre o peito maciço. — Você sempre dá.
Naruto caminhou até a porta, parando com a mão na maçaneta. Ele olhou por cima do ombro, um sorriso pequeno e quase triste brincando em seus lábios.
— Até a próxima, Raikage-sama.
— Até a próxima, Naruto.
O loiro saiu, deslizando pelas sombras dos corredores de Kumogakure. Ele sabia que esse ciclo não terminaria ali. A guerra havia acabado, mas as correntes que o prendiam ao homem mais poderoso da Nuvem estavam apenas começando a se apertar.
Alguns anos se passariam. O mundo mudaria. Naruto cresceria, o cabelo ficaria mais curto, as responsabilidades aumentariam. Ele veria a Lua quase cair sobre a Terra, ele veria seus amigos se casarem e, eventualmente, ele mesmo estaria diante de um altar. Mas, no fundo de sua mente, ele sempre saberia que, independentemente do título que carregasse — Herói, Hokage, Marido —, haveria sempre um escritório no topo de uma montanha onde ele era apenas a propriedade de um homem que não aceitava um "não" como resposta.
E, de alguma forma distorcida, essa era a única coisa que o mantinha são no meio de tanta adoração.
No entanto, para o Quarto Raikage, A, Naruto era algo muito mais complexo do que um símbolo de paz. Ele era um recurso. E, mais importante, ele era dele.
A reunião dos Cinco Kages em Kumogakure para discutir a reconstrução das fronteiras havia terminado tarde. O clima era de cooperação, mas a tensão política sempre fervilhava abaixo da superfície. Quando as luzes do grande salão se apagaram e os outros líderes se retiraram para seus aposentos, Naruto não foi para o quarto que lhe fora designado pela delegação de Konoha. Ele conhecia o caminho, os corredores de pedra fria da Vila da Nuvem eram familiares de uma forma que ele nunca admitiria a Kakashi ou Sakura.
Naruto empurrou a porta pesada do escritório particular de A sem bater. O Raikage estava de pé diante da janela panorâmica, observando as nuvens que cercavam o pico da montanha. Ele não se virou quando o jovem entrou.
— Você demorou — disse A, sua voz um trovão contido que reverberou no peito de Naruto.
— Kakashi-sensei não parava de falar sobre os novos tratados comerciais — respondeu Naruto, fechando a porta e encostando-se nela. Ele parecia exausto, as bandagens em seu braço direito — o novo braço feito das células de Hashirama — ainda brancas e imaculadas. — Todo mundo quer um pedaço do "Herói da Guerra".
O Raikage finalmente se virou. Sua presença física era esmagadora, uma massa de músculos e cicatrizes que exalava autoridade. Ele caminhou lentamente em direção a Naruto, cada passo fazendo o assoalho ranger.
— O mundo inteiro pode querer o herói — disse A, parando a poucos centímetros do rosto de Naruto e segurando o queixo do loiro com uma mão bruta —, mas eles não sabem o que o herói faz para manter essa paz tão estável.
Naruto sentiu o calor emanando do corpo do homem mais velho. Ele não desviou o olhar. Havia uma chama de desafio em seus olhos azuis, mas também uma submissão que ele só permitia que uma pessoa visse.
— Eu faço o que for preciso pela vila — sussurrou Naruto.
— Pela vila? — O Raikage soltou uma risada rca e gutural. — Não minta para si mesmo, garoto. Você está aqui porque gosta do peso da minha mão. Você gosta de saber que, apesar de todo o seu poder de Jinchuuriki, ainda existe alguém que pode te dominar.
Sem aviso, A empurrou Naruto contra a porta. O impacto não doeu — Naruto já tinha enfrentado deuses, afinal —, mas a intenção por trás do gesto fez seu sangue ferver. As mãos grandes do Raikage desceram para o quadril de Naruto, apertando com força possessiva.
— O que os seus fãs em Konoha diriam se vissem o Salvador do Mundo agora? — provocou A, sua respiração quente contra a orelha de Naruto. — De joelhos para o homem que tentou matar o seu precioso Sasuke?
Naruto estremeceu, os dentes cravando-se no lábio inferior.
— Isso não tem nada a ver com o Sasuke.
— Tem tudo a ver com o que você é — rosnou o Raikage. — Você é a arma mais poderosa do mundo, Naruto. Mas aqui, nesta sala, você é apenas o meu brinquedo. Diga.
Naruto soltou um suspiro trêmulo, fechando os olhos enquanto sentia as mãos ásperas de A subirem por baixo de sua camisa laranja e preta.
— Eu sou... — Naruto hesitou por um segundo, sentindo a pressão dos dedos de A cravando-se em sua pele. — Eu sou sua.
— Mais alto.
— Eu sou o seu brinquedo — repetiu Naruto, a voz agora um pouco mais firme, aceitando o papel que desempenhava desde que a guerra exigira alianças que nem todos os tratados poderiam selar.
O Raikage sorriu, uma expressão predatória. Ele não perdeu tempo. Com um movimento brusco, ele virou Naruto de costas para ele, forçando-o contra a madeira dura da porta. Naruto apoiou as mãos na superfície fria, sentindo o contraste entre o metal da maçaneta e o calor abrasador que vinha de trás.
A desfez o cinto de Naruto com uma eficiência brutal. Não havia delicadeza, não havia romance. Era uma transação de poder, um alívio de tensão que ambos buscavam desesperadamente após meses de massacre e morte no campo de batalha. O Raikage precisava reafirmar seu domínio sobre algo tão indomável quanto o Nove Caudas; Naruto precisava de um momento onde não tivesse que ser o pilar de esperança de ninguém.
— Você está tenso — comentou A, sentindo os músculos das costas de Naruto se contraírem sob seu toque. — A responsabilidade de ser o "Salvador" está pesando?
— Cala a boca — resmungou Naruto, embora sua cabeça tenha caído para frente com um gemido quando A mordeu a curva de seu pescoço, marcando o território onde a pele era mais sensível.
— Você não está em posição de me dar ordens — disse o Raikage, sua voz descendo para um tom perigosamente baixo.
Ele penetrou Naruto com uma urgência que refletia a violência da era que acabavam de deixar para trás. Naruto soltou um grito sufocado, abafando o som contra o próprio braço. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma onda de prazer cru e avassalador. O ritmo de A era implacável, como o bater de um martelo em uma bigorna. Cada estocada fazia o corpo de Naruto chocar-se contra a porta, um som rítmico que preenchia o silêncio do escritório.
Dentro da mente de Naruto, Kurama rosnava em desaprovação, mas o loiro bloqueava a conexão. Naquele momento, ele não queria ser o Jinchuuriki, não queria ser o herói, e certamente não queria ser o futuro Hokage. Ele queria apenas ser possuído, sentir algo que fosse real e físico, longe das expectativas impossíveis que o mundo depositara sobre seus ombros.
A segurou o cabelo de Naruto, puxando sua cabeça para trás para que pudesse ver o rosto distorcido pelo prazer e pela entrega.
— Olhe para mim — ordenou o Raikage.
Naruto forçou os olhos a se abrirem, as orbes azuis nubladas. Ele viu o rosto severo de A, os olhos do homem brilhando com uma satisfação sombria.
— Você pertence a Kumogakure tanto quanto a Konoha agora — disse A, sua voz falhando levemente pela primeira vez. — Eu nunca vou deixar você esquecer quem realmente te controla.
— Eu sei... — ofegou Naruto, as pernas começando a fraquejar. — Eu sei.
O ápice veio como uma explosão de chakra, deixando ambos exaustos e suados. O Raikage manteve Naruto pressionado contra a porta por vários minutos, sua respiração pesada acalmando-se gradualmente. Naruto estava mole em seus braços, a testa encostada na madeira, sentindo o latejar de seu próprio coração.
Lentamente, A se afastou, recompondo suas vestes com a mesma dignidade austera de sempre. Naruto se virou, tentando limpar o suor da testa com o braço enfaixado. Ele parecia jovem, quase vulnerável, se não fosse pelas marcas de bigode em suas bochechas que lembravam a todos do monstro que ele carregava.
— Amanhã, na reunião, você apoiará minha proposta sobre as rotas de suprimentos — afirmou A, não como um pedido, mas como um fato.
Naruto ajeitou as calças, soltando um suspiro longo. Ele caminhou até a mesa do Raikage e pegou um copo de água que estava ali, bebendo-o de um gole só.
— Vou fazer o que for melhor para a aliança — respondeu Naruto, recuperando um pouco de sua postura de herói. — Mas você sabe que o Kakashi-sensei é difícil de convencer.
— Você dará um jeito — disse A, cruzando os braços sobre o peito maciço. — Você sempre dá.
Naruto caminhou até a porta, parando com a mão na maçaneta. Ele olhou por cima do ombro, um sorriso pequeno e quase triste brincando em seus lábios.
— Até a próxima, Raikage-sama.
— Até a próxima, Naruto.
O loiro saiu, deslizando pelas sombras dos corredores de Kumogakure. Ele sabia que esse ciclo não terminaria ali. A guerra havia acabado, mas as correntes que o prendiam ao homem mais poderoso da Nuvem estavam apenas começando a se apertar.
Alguns anos se passariam. O mundo mudaria. Naruto cresceria, o cabelo ficaria mais curto, as responsabilidades aumentariam. Ele veria a Lua quase cair sobre a Terra, ele veria seus amigos se casarem e, eventualmente, ele mesmo estaria diante de um altar. Mas, no fundo de sua mente, ele sempre saberia que, independentemente do título que carregasse — Herói, Hokage, Marido —, haveria sempre um escritório no topo de uma montanha onde ele era apenas a propriedade de um homem que não aceitava um "não" como resposta.
E, de alguma forma distorcida, essa era a única coisa que o mantinha são no meio de tanta adoração.
