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Edward x miss bloomie

Fandom: Fundamental paper education FPE

Criado: 27/05/2026

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O Experimento de Punição da Professora Bloomie

Os corredores da Escola de Papel estavam estranhamente silenciosos naquela tarde. O som habitual de risadas maldosas e o barulho de papel sendo rasgado, que geralmente acompanhavam o trio formado por Oliver, Zip e Edward, haviam cessado. Edward, com seus longos cabelos brancos espetados e seus óculos redondos descansando sobre a cabeça, caminhava tranquilamente, balançando sua cauda de demônio retorcida de um lado para o outro. Ele estava orgulhoso de sua última invenção — um dispositivo que espalhava tinta permanente pelas mesas dos alunos mais aplicados.

No entanto, Edward não percebeu a sombra que se alongava atrás dele. Miss Bloomie, a professora de ciências conhecida por seu temperamento implacável e sua estatura diminuta, mas intimidadora, não estava disposta a deixar passar a última travessura do garoto. Antes que Edward pudesse reagir, uma mão firme e enluvada agarrou o colarinho de sua camisa preta, puxando-o com uma força surpreendente para dentro de uma sala de armazenamento de materiais químicos.

— Mas o que é isso... — Edward tentou protestar, mas sua voz foi abafada pelo som da porta sendo trancada.

Minutos depois, a situação de Edward havia mudado drasticamente. O inventor criativo da escola se encontrava agora sentado em uma cadeira de metal frio, com os pulsos e tornozelos firmemente amarrados por cordas de nylon. Para garantir seu silêncio, Miss Bloomie havia colocado uma mordaça de bola preta em sua boca, prendendo-a com uma tira de couro que contrastava com a pele pálida do garoto.

Edward tentou lutar, seus dedos pontiagudos arranhando o ar inutilmente, enquanto seus olhos vermelhos e expressivos fitavam a professora com uma mistura de choque e indignação. Miss Bloomie, segurando uma de suas ferramentas afiadas, caminhou lentamente ao redor dele. O silêncio da sala era quebrado apenas pelos sons abafados que Edward tentava emitir através da mordaça.

— Você acha que a ciência é apenas sobre criar o caos, Edward? — perguntou Miss Bloomie, sua voz era um sussurro gélido que fazia os pelos da nuca do garoto se arrepiarem. — Eu prefiro pensar nela como uma forma de controle. E hoje, você é o meu objeto de estudo.

Ela se aproximou, estendendo a mão para tocar o pescoço de Edward. Seus dedos deslizaram pela pele sensível, logo abaixo da linha de seus cabelos brancos. Edward estremeceu, sentindo o toque frio da professora. O contraste entre a agressividade habitual dele e a vulnerabilidade atual era palpável.

— Tão tenso... — comentou ela, observando a reação do aluno. — Vamos ver como você reage a estímulos diferentes.

Miss Bloomie então se abaixou, focando sua atenção nos pés de Edward. Ele calçava suas habituais botas pretas grandes, que pareciam pesadas e desproporcionais ao seu corpo esguio. Com movimentos deliberados e lentos, a professora começou a desamarrar os cadarços. Edward tentou chutar, mas as amarras em seus tornozelos não permitiam quase nenhum movimento.

— Shh... — sibilou ela, deslizando a primeira bota para fora, seguida pela segunda.

Os pés de Edward, agora expostos, eram grandes e pálidos, combinando com o restante de sua estética monocromática. Miss Bloomie os segurou com firmeza, sentindo a temperatura da pele dele. Edward arregalou os olhos, a respiração tornando-se pesada e ruidosa através do nariz, enquanto a mordaça de bola forçava sua mandíbula a permanecer aberta em uma posição desconfortável.

— Interessante — disse Bloomie, passando o polegar pela planta do pé dele. — Você é muito sensível aqui, não é?

Edward soltou um gemido abafado, um som que misturava protesto e uma surpresa inesperada. Ele tentou desviar o olhar, mas a presença de Miss Bloomie era magnética e aterrorizante ao mesmo tempo. A professora, movida por uma curiosidade sádica e um desejo de dominação, aproximou o rosto dos pés do garoto.

Sem qualquer aviso, ela começou a usar a língua para traçar linhas lentas e úmidas sobre a pele sensível de seus pés. O choque percorreu a espinha de Edward como uma corrente elétrica.

— Mmmph! — Edward arqueou as costas contra a cadeira, seus dedos pontiagudos se fechando em punhos.

A sensação era avassaladora. Miss Bloomie não parou; ela começou a chupar um de seus dedos do pé, mantendo o contato visual com Edward enquanto o fazia. O rosto do garoto começou a ganhar uma tonalidade acinzentada de puro desespero e confusão sensorial. Os gemidos que escapavam por trás da mordaça tornaram-se mais frequentes e agudos, ecoando pelas paredes repletas de frascos de vidro e fórmulas químicas.

— Você gosta disso, Edward? — perguntou ela, retirando-se por um breve segundo apenas para ver a saliva brilhar na pele dele sob a luz fluorescente da sala. — É uma reação biológica fascinante. O medo e o prazer muitas vezes compartilham os mesmos caminhos neurais.

Ela retomou o que estava fazendo, desta vez com mais intensidade. Edward sentia sua mente girar. Ele, que sempre fora o mestre das pegadinhas e da intimidação, agora estava completamente à mercê de uma mulher que não seguia regra nenhuma. A cauda de demônio de Edward se agitava freneticamente, batendo contra as pernas da cadeira, criando um ritmo metálico que acompanhava seus gemidos abafados.

— Hmmpfh... mmhh! — Edward fechou os olhos com força, sentindo as lágrimas de frustração e sobrecarga sensorial começarem a se formar nos cantos de seus olhos.

Miss Bloomie parecia saborear cada momento daquela punição nada convencional. Ela subiu uma das mãos para o joelho de Edward, apertando a carne ali enquanto continuava a explorar os pés dele com uma dedicação perturbadora. Para Edward, o tempo parecia ter parado. Cada toque da professora era como um experimento químico reagindo em seu sistema nervoso, deixando-o sem fôlego e sem defesas.

— Você vai pensar duas vezes antes de bagunçar meu laboratório novamente, não vai? — disse ela, finalmente se afastando um pouco, mas ainda mantendo os pés dele presos em suas mãos.

Edward apenas assentiu freneticamente, o suor escorrendo por sua testa e molhando as mechas de seu cabelo branco. A mordaça de bola parecia pesar toneladas agora, e sua mandíbula doía, mas nada se comparava à confusão mental que Miss Bloomie havia causado.

— Ótimo — concluiu a professora, exibindo um sorriso gélido e vitorioso. — A aula de hoje terminou. Mas lembre-se, Edward... eu sempre posso conduzir experimentos adicionais se você não se comportar.

Ela começou a desamarrar as cordas com uma agilidade impressionante, deixando Edward livre, mas em um estado de choque profundo. Ele permaneceu sentado por alguns segundos, processando o que acabara de acontecer, enquanto Miss Bloomie limpava as mãos em seu avental de laboratório como se nada tivesse acontecido.

— Pode ir agora — ordenou ela, apontando para a porta.

Edward rapidamente pegou suas botas e saiu da sala quase tropeçando nos próprios pés, sem ousar olhar para trás. O corredor agora parecia ainda mais longo e assustador. Ele sabia que, a partir daquele dia, a Escola de Papel nunca mais seria o mesmo lugar para ele, e que a sombra de Miss Bloomie seria uma lembrança constante de que, na ciência dela, ele era apenas uma cobaia.
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