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Fandom: Stray kids

Criado: 27/05/2026

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RomanceUA (Universo Alternativo)PWP (Enredo? Que enredo?)História DomésticaLinguagem Explícita
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O Ritmo Insaciável do Dormitório

A luz suave da tarde filtrava-se pelas cortinas da sala de estar do Stray Kids, criando padrões abstratos no tapete onde Hyunjin e Felix revisavam uma coreografia. O ambiente, que antes era puramente masculino e focado apenas em trabalho, havia mudado drasticamente nos últimos meses. A presença de Lis transformara a dinâmica do grupo de formas que nenhum deles poderia ter previsto quando ela se mudou para lá.

Lis estava sentada no sofá, observando os movimentos fluidos dos rapazes. Ela era pequena, com cachos que moldavam seu rosto de forma selvagem e adorável, mas havia um fogo constante em seus olhos que contrastava com sua estatura baixa. Desde que o relacionamento poliamoroso entre ela e os oito membros se oficializara, a tensão sexual na casa tornou-se um ruído de fundo constante, como uma linha de baixo em uma música de Stray Kids.

Para Lis, o desejo não era algo que vinha em ondas; era uma maré alta permanente. Ela não sentia vergonha. A intimidade que compartilhavam era absoluta, e o conforto de estar com eles permitia que ela não escondesse suas necessidades, não importava quem estivesse na sala.

— Você está encarando de novo, Lis — comentou Minho, passando pela sala com um copo de água, um sorriso de canto nos lábios. — É a coreografia ou é o suor no pescoço do Hyunjin?

Lis soltou um suspiro pesado, suas mãos descendo inconscientemente para as próprias coxas.

— Os dois — respondeu ela, a voz um pouco mais rouca que o normal. — Vocês sabem que eu não consigo evitar.

Hyunjin parou o movimento, secando a testa com a barra da camiseta, revelando o abdômen definido. Ele lançou um olhar intenso para ela.

— O que vamos fazer com você hoje? — perguntou ele, aproximando-se do sofá.

Antes que Lis pudesse responder, a porta do estúdio lateral se abriu e Bang Chan saiu, carregando seu laptop e parecendo exausto, mas seus olhos brilharam instantaneamente ao ver Lis naquele estado. Como líder, Chan sentia uma responsabilidade natural de cuidar de todos, e isso se estendia de forma muito específica aos desejos de sua namorada.

— Ela está assim há muito tempo? — perguntou Chan, colocando o laptop sobre a mesa de centro e indo direto para trás de Lis, massageando os ombros dela.

— Desde que acordou — disse Felix, sentando-se no chão aos pés dela. — Ela tentou ler um livro, mas acabou fechando-o em dez minutos.

Lis inclinou a cabeça para trás, encontrando o olhar de Chan.

— Eu só... eu sinto muito calor, Channie — murmurou ela, sua mão subindo para a nuca dele. — E ver vocês dois dançando não ajudou em nada.

Chan sorriu, aquele sorriso de covinhas que sempre a derretia, mas havia algo mais predatório em seu olhar agora. Ele sabia que Lis não se importava com a audiência. Na verdade, ela prosperava com a atenção de todos eles.

— Você quer se sentir melhor, pequena? — perguntou Chan, sua voz baixando para um tom de comando que sempre a fazia estremecer.

— Quero — respondeu ela, sem hesitar.

Sem qualquer cerimônia, Lis começou a desabotoar o short jeans curto que usava. Os outros membros começaram a aparecer na sala, atraídos pela mudança na atmosfera. Han e Seungmin sentaram-se na poltrona próxima, observando com fascinação e desejo. Changbin encostou-se no batente da porta, cruzando os braços, os músculos sob a regata tensos.

— Você não precisa parar por nossa causa — disse Han, com um sorriso travesso. — Adoramos ver o quanto você gosta de nós.

Lis deslizou a mão para dentro da peça íntima, fechando os olhos e soltando um gemido baixo quando seus dedos encontraram o que procuravam. Ela estava encharcada. A presença de Bang Chan atrás dela, as mãos dele agora descendo para apertar seus seios por cima da blusa fina, era o combustível que ela precisava.

— Assim, Lis — sussurrou Chan em seu ouvido. — Mostre para eles o que você quer.

— Eu quero todos vocês — ofegou ela, o ritmo de sua mão acelerando. — Mas agora... eu só preciso tirar essa pressão.

— Deixe-me ajudar — pediu Hyunjin, ajoelhando-se entre as pernas dela no sofá.

Ele não esperou por uma resposta. Seus lábios encontraram a pele da coxa interna de Lis, subindo lentamente enquanto os dedos dela continuavam o trabalho frenético. O contraste entre a doçura de Felix, que agora beijava as mãos de Lis, e a intensidade de Chan e Hyunjin criava um redemoinho de sensações.

— Olhem para ela — disse Changbin para os outros, sua voz carregada de orgulho. — Ela é nossa, e ela nunca está satisfeita.

Lis arqueou as costas, sua respiração tornando-se curta e errática. Ela olhou para Seungmin e I.N, que observavam um pouco mais afastados, mas com a mesma intensidade no olhar.

— Venham aqui — pediu ela, estendendo a mão livre.

I.N, o mais novo, mas que aprendera rápido a lidar com a natureza de Lis, aproximou-se e deixou que ela puxasse sua mão para o rosto dela, sentindo o calor de sua pele.

— Você está tão quente, Lis — comentou I.N, sua voz falhando levemente.

— É por causa de vocês — disse ela, voltando o foco para o que Hyunjin estava fazendo agora.

O dançarino havia substituído a mão de Lis pela sua própria, seus dedos longos e habilidosos movendo-se com uma precisão que a levava ao limite. Chan continuava atrás dela, seus beijos agora descendo pelo pescoço dela, deixando marcas que seriam visíveis por dias.

— Vai, pequena — encorajou Chan, sua mão descendo para encontrar a de Hyunjin, os dois trabalhando juntos para levá-la ao ápice. — Estamos todos aqui com você.

A sala de estar, geralmente um lugar de risadas e jogos de videogame, transformara-se em um santuário de desejo compartilhado. Lis não sentia um pingo de timidez. Ela adorava a forma como os olhos de Minho brilhavam de luxúria, ou como Han parecia esquecer como respirar enquanto a observava.

— Eu vou... eu vou... — Lis começou a dizer, sua voz subindo uma oitava.

— Não pare — ordenou Minho, aproximando-se para segurar o rosto dela, forçando-a a olhar para ele. — Quero ver seus olhos quando você chegar lá.

O clímax atingiu Lis como uma explosão de cores. Seu corpo estremeceu violentamente, seus cachos balançando enquanto ela jogava a cabeça para trás no ombro de Chan. Ela gritou o nome deles, uma mistura confusa de sílabas que todos entenderam perfeitamente. Hyunjin não parou até que o último tremor deixasse o corpo dela, e Chan a segurou firme, como se temesse que ela pudesse flutuar para longe.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som da respiração pesada de nove pessoas. Lis estava exausta, mas o brilho em seus olhos sugeria que, em uma hora ou duas, ela estaria pronta para começar tudo de novo.

— Você está bem? — perguntou Felix suavemente, limpando uma lágrima de prazer do canto do olho dela.

— Estou maravilhosa — suspirou ela, abrindo os olhos e sorrindo para cada um deles. — Obrigada, Channie. Obrigada, Jinnie.

— Você sabe que não precisa agradecer — disse Chan, beijando o topo da cabeça dela. — É o nosso papel cuidar de você.

— Mas agora — disse Changbin, levantando-se e caminhando em direção ao grupo —, quem vai cuidar de nós? Porque ver isso e não fazer nada a respeito é uma tortura, Lis.

Lis soltou uma risada travessa, a energia voltando ao seu corpo instantaneamente. Ela olhou para os oito homens que a amavam e a desejavam com uma intensidade avassaladora.

— Bem — disse ela, ajeitando a roupa e sentando-se de forma mais ereta —, eu acho que o quarto de música tem isolamento acústico por um motivo, não é?

Han deu um pulo da poltrona.

— Eu chego primeiro! — gritou ele, correndo em direção ao corredor, seguido de perto por Minho e Seungmin.

Chan ajudou Lis a se levantar, mantendo um braço protetor em volta de sua cintura pequena.

— Você realmente vai acabar com a gente um dia desses — comentou ele, mas não havia um pingo de reclamação em sua voz.

— E você vai adorar cada segundo disso — retrucou ela, puxando-o pelo colarinho para um beijo profundo antes de seguirem os outros.

A vida com o Stray Kids era um caos de agendas lotadas, ensaios exaustivos e pressão constante da fama. Mas, entre as paredes daquele dormitório, Lis era o centro do universo deles, e eles eram o dela. O desejo dela não era um problema a ser resolvido, mas uma chama que mantinha todos eles aquecidos, uma conexão física que transcendia as palavras e as músicas que escreviam.

Enquanto entravam no quarto, Lis sentiu a mão de cada um deles tocá-la de passagem — um aperto no ombro, um carinho no cabelo, um toque na cintura. Ela era baixa, era magra, e seus cachos estavam agora uma bagunça completa, mas ela se sentia a mulher mais poderosa do mundo.

— Próxima rodada? — perguntou Hyunjin, fechando a porta atrás deles e trancando-a.

Lis sorriu, seus olhos brilhando com a promessa de uma noite longa e inesquecível.

— Só se vocês conseguirem me acompanhar.
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