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Foryou
Fandom: Universo original
Criado: 27/05/2026
Tags
RomanceDramaSobrevivênciaMenção de IncestoLinguagem ExplícitaEstudo de PersonagemNoir GóticoAngústiaPsicológicoSombrioCiúmes
O Gelo que Derrete o Pecado
A mansão dos Black fervilhava com o tipo de hipocrisia que só o dinheiro antigo conseguia comprar. O tilintar de taças de cristal e as risadas forçadas eram o pano de fundo perfeito para o tédio de Jhe. Aos vinte e um anos, ela se sentia um peixe fora d’água naquela celebração familiar. Sua inteligência e sua natureza questionadora sempre a colocavam em rota de colisão com as expectativas rígidas da linhagem.
— Outra vez fugindo da sala de jantar, Jhemini? — A voz profunda, carregada de um barulho metálico e frio, vibrou em suas costas.
Ela se virou lentamente, encontrando o olhar gélido de Richard Black. Seu tio. O homem que governava os negócios da família com punho de ferro e um coração que muitos duvidavam que existisse. Aos trinta e cinco anos, Richard era a personificação da arrogância e do poder. Alto, com ombros largos que pareciam sustentar o peso do mundo, e um rosto esculpido que atraía olhares de desejo e medo na mesma proporção.
— Eu só precisava de ar, Richard. — Ela sustentou o olhar, algo que poucas pessoas ousavam fazer. — A atmosfera lá dentro está sufocante.
Ele deu um passo à frente, o perfume amadeirado e caro invadindo o espaço pessoal de Jhe. Ele a analisou de cima a baixo. O vestido de seda verde-esmeralda abraçava as curvas dela de forma perigosa, destacando o busto firme e o colo que parecia brilhar sob a luz do luar que entrava pela janela. Richard sentiu um aperto familiar no peito, uma tensão que ele vinha ignorando há anos.
— O céu está mudando — observou ele, ignorando o comentário dela. — Uma tempestade está vindo. Se você quer ir embora para o seu apartamento na cidade, precisa sair agora.
— Eu vou pegar um táxi — disse ela, determinada.
— Não seja ridícula. Nenhum motorista vai subir esta montanha com a previsão que acabei de ver. Eu te levo. — O tom dele não admitia discussões. Era uma ordem.
Minutos depois, o potente SUV preto de Richard cortava a estrada sinuosa. O silêncio dentro do carro era denso, quase palpável. Jhe olhava pela janela, observando os primeiros flocos de neve caírem com uma violência inesperada. Em menos de vinte minutos, a visibilidade caiu para quase zero.
— Richard, talvez devêssemos voltar — sugeriu ela, a insegurança começando a brotar sob sua fachada de independência.
— Eu conheço este caminho, Jhe. Mantenha a calma — respondeu ele, embora suas mãos estivessem apertando o volante com força, os nós dos dedos brancos.
A natureza, porém, não se importava com a arrogância de Richard Black. Uma rajada de vento lateral empurrou o veículo no exato momento em que ele tentava contornar uma curva fechada. O carro deslizou no gelo negro, rodopiando antes de mergulhar em uma vala profunda, onde a neve já se acumulava em montes altos.
O impacto foi seco. O motor engasgou e morreu.
— Você está bem? — A voz dele soou urgente, despojada da frieza habitual por um segundo.
— Sim... eu acho — Jhe respondeu, sentindo o coração martelar contra as costelas.
Richard tentou dar a partida, mas o som metálico e o cheiro de combustível indicavam que algo havia quebrado. Ele tentou abrir a porta, mas a neve já estava alta demais, bloqueando a saída. Eles estavam presos.
— O sinal do celular morreu — disse ela, olhando para a tela do aparelho com desespero.
— O meu também. — Richard soltou um suspiro pesado, recostando-se no banco de couro. — Estamos isolados. E a temperatura vai cair drasticamente nas próximas horas.
O tempo passou de forma agoniante. O aquecedor do carro, ligado enquanto havia bateria, finalmente parou. O frio começou a rastejar para dentro do habitáculo, um invasor silencioso e mortal. Jhe começou a tremer incontrolavelmente. Suas roupas finas de festa eram inúteis contra o inverno implacável.
— Venha aqui — ordenou Richard. Ele já havia passado para o banco de trás, onde havia mais espaço.
— O quê?
— Não discuta, Jhemini. Estamos entrando em hipotermia. Se não compartilharmos o calor corporal, nenhum de nós verá o amanhecer.
Ela hesitou por um segundo, mas o tremor em seus dentes a convenceu. Ela se arrastou para o banco de trás. Richard a puxou para o seu colo, envolvendo-a com seu casaco pesado de lã e seus braços fortes. Por um momento, o silêncio foi preenchido apenas pelo som da nevasca lá fora e pela respiração acelerada de ambos.
— Você é tão teimosa — sussurrou ele, o hálito quente batendo na orelha dela. — Sempre querendo provar que não precisa de ninguém.
— E você é um arrogante que acha que pode controlar até o clima — rebateu ela, embora tenha se aninhado mais profundamente no peito dele.
A proximidade era perigosa. Jhe podia sentir a dureza dos músculos de Richard, a força bruta que ele sempre tentava esconder sob ternos caros. A tensão sexual que fervilhava entre eles há anos, disfarçada de brigas e desdém, explodiu naquele espaço confinado.
— Jhe... — O tom dele mudou. Não era mais o tio autoritário. Era um homem faminto. — Suas mãos estão geladas.
Ele pegou as mãos dela e as levou para dentro de sua camisa, pressionando-as contra a pele quente de seu abdômen definido. Jhe soltou um gemido baixo, não apenas pelo calor, mas pelo choque elétrico que percorreu seu corpo.
— Richard, a gente não deveria... — começou ela, a voz falhando.
— O que não deveríamos? Tentar sobreviver? — Ele inclinou o rosto, os lábios a milímetros dos dela. — Ou admitir que você me deseja tanto quanto eu desejo você desde que completou dezoito anos?
— Isso é errado — sussurrou ela, embora seus olhos estivessem fixos nos lábios dele.
— O gelo lá fora vai nos matar, Jhe. As regras da família Black não servem de nada aqui. A única coisa que importa é o calor que podemos gerar juntos.
Richard não esperou por uma resposta. Ele selou seus lábios nos dela em um beijo que misturava desespero e uma possessividade reprimida por tempo demais. Jhe respondeu com a mesma intensidade, suas mãos subindo para os cabelos dele, puxando-o para mais perto.
A persistência de Jhe, que sempre a fizera questionar tudo, agora a levava a explorar aquele território proibido. Ela sentiu as mãos grandes de Richard descendo por suas costas, contornando a curva de seu quadril e subindo para apertar seus seios através da seda do vestido.
— Você é perfeita — rosnou ele contra a pele do pescoço dela. — Eu passei noites imaginando como seria sentir esse corpo.
— Então para de imaginar — desafiou ela, sua insegurança desaparecendo sob a onda de desejo que a consumia.
Richard a levantou levemente, ajudando-a a se livrar do vestido verde, que caiu como uma poça de sombra no assoalho do carro. Quando ela ficou apenas de lingerie rendada, a visão fez o ar fugir dos pulmões de Richard. A pele branca de Jhe parecia brilhar na penumbra, os seios fartos e perfeitos subindo e descendo com a respiração ofegante.
— Se fizermos isso... não haverá volta — avisou ele, a voz rouca.
— Eu não quero voltar, Richard. Eu quero que você me mantenha aquecida.
Ele se livrou de suas próprias roupas com uma urgência brutal. Quando suas peles finalmente se tocaram por completo, o contraste entre o frio do ambiente e o calor de seus corpos foi quase doloroso. Richard a posicionou sobre ele, as pernas dela cavalgando seus quadris.
O ato de compartilhar calor tornou-se uma dança de luxúria e sobrevivência. Cada toque, cada gemido abafado pelo uivo do vento lá fora, era um protesto contra a morte que os cercava. Richard era carinhoso de uma forma que ela nunca imaginou, mas mantinha a força e a firmeza que eram sua marca registrada.
— Olhe para mim — pediu ele, segurando o rosto dela enquanto se uniam.
Jhe abriu os olhos, encontrando a imensidão escura e intensa do olhar de Richard. Naquele momento, não havia parentesco, não havia fortuna, não havia escândalo. Havia apenas dois seres humanos buscando refúgio um no outro.
— Você é minha, Jhemini. Nevasca nenhuma vai te tirar de mim.
A intensidade do momento atingiu o ápice enquanto o carro balançava levemente sob o impacto do vento. Eles se perderam um no outro, transformando o frio mortal em um incêndio incontrolável. O suor brilhava em seus corpos, o calor gerado pela fricção e pela paixão criando uma pequena bolha de vida no meio do nada.
Horas depois, quando a primeira luz cinzenta da manhã começou a filtrar através do para-brisa coberto de gelo, a tempestade havia finalmente amainado. Richard e Jhe estavam abraçados, cobertos por todas as roupas e mantas que conseguiram encontrar, o calor de seus corpos ainda entrelaçados mantendo o perigo afastado.
— Eles vão nos encontrar logo — murmurou Richard, beijando o topo da cabeça dela.
— E o que acontece depois? — perguntou ela, a mente inteligente já calculando as consequências.
Richard se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. A frieza habitual havia retornado, mas havia algo novo ali — uma promessa.
— O que aconteceu aqui não fica na neve, Jhe. Eu não sou um homem que desiste do que é dele.
— Eu não sou sua propriedade, Richard.
— Não — concordou ele, com um sorriso raro e sexy que a fez estremecer. — Você é minha igual. E é por isso que vamos enfrentar o que vier juntos.
Jhe sorriu, sentindo-se mais forte e independente do que nunca, mesmo nos braços do homem mais temido de sua família. Ela sabia que as regras tinham sido quebradas para sempre, e, enquanto olhava para a estrada branca à frente, percebeu que a nevasca não tinha sido um desastre, mas o começo de uma nova e perigosa liberdade.
— Outra vez fugindo da sala de jantar, Jhemini? — A voz profunda, carregada de um barulho metálico e frio, vibrou em suas costas.
Ela se virou lentamente, encontrando o olhar gélido de Richard Black. Seu tio. O homem que governava os negócios da família com punho de ferro e um coração que muitos duvidavam que existisse. Aos trinta e cinco anos, Richard era a personificação da arrogância e do poder. Alto, com ombros largos que pareciam sustentar o peso do mundo, e um rosto esculpido que atraía olhares de desejo e medo na mesma proporção.
— Eu só precisava de ar, Richard. — Ela sustentou o olhar, algo que poucas pessoas ousavam fazer. — A atmosfera lá dentro está sufocante.
Ele deu um passo à frente, o perfume amadeirado e caro invadindo o espaço pessoal de Jhe. Ele a analisou de cima a baixo. O vestido de seda verde-esmeralda abraçava as curvas dela de forma perigosa, destacando o busto firme e o colo que parecia brilhar sob a luz do luar que entrava pela janela. Richard sentiu um aperto familiar no peito, uma tensão que ele vinha ignorando há anos.
— O céu está mudando — observou ele, ignorando o comentário dela. — Uma tempestade está vindo. Se você quer ir embora para o seu apartamento na cidade, precisa sair agora.
— Eu vou pegar um táxi — disse ela, determinada.
— Não seja ridícula. Nenhum motorista vai subir esta montanha com a previsão que acabei de ver. Eu te levo. — O tom dele não admitia discussões. Era uma ordem.
Minutos depois, o potente SUV preto de Richard cortava a estrada sinuosa. O silêncio dentro do carro era denso, quase palpável. Jhe olhava pela janela, observando os primeiros flocos de neve caírem com uma violência inesperada. Em menos de vinte minutos, a visibilidade caiu para quase zero.
— Richard, talvez devêssemos voltar — sugeriu ela, a insegurança começando a brotar sob sua fachada de independência.
— Eu conheço este caminho, Jhe. Mantenha a calma — respondeu ele, embora suas mãos estivessem apertando o volante com força, os nós dos dedos brancos.
A natureza, porém, não se importava com a arrogância de Richard Black. Uma rajada de vento lateral empurrou o veículo no exato momento em que ele tentava contornar uma curva fechada. O carro deslizou no gelo negro, rodopiando antes de mergulhar em uma vala profunda, onde a neve já se acumulava em montes altos.
O impacto foi seco. O motor engasgou e morreu.
— Você está bem? — A voz dele soou urgente, despojada da frieza habitual por um segundo.
— Sim... eu acho — Jhe respondeu, sentindo o coração martelar contra as costelas.
Richard tentou dar a partida, mas o som metálico e o cheiro de combustível indicavam que algo havia quebrado. Ele tentou abrir a porta, mas a neve já estava alta demais, bloqueando a saída. Eles estavam presos.
— O sinal do celular morreu — disse ela, olhando para a tela do aparelho com desespero.
— O meu também. — Richard soltou um suspiro pesado, recostando-se no banco de couro. — Estamos isolados. E a temperatura vai cair drasticamente nas próximas horas.
O tempo passou de forma agoniante. O aquecedor do carro, ligado enquanto havia bateria, finalmente parou. O frio começou a rastejar para dentro do habitáculo, um invasor silencioso e mortal. Jhe começou a tremer incontrolavelmente. Suas roupas finas de festa eram inúteis contra o inverno implacável.
— Venha aqui — ordenou Richard. Ele já havia passado para o banco de trás, onde havia mais espaço.
— O quê?
— Não discuta, Jhemini. Estamos entrando em hipotermia. Se não compartilharmos o calor corporal, nenhum de nós verá o amanhecer.
Ela hesitou por um segundo, mas o tremor em seus dentes a convenceu. Ela se arrastou para o banco de trás. Richard a puxou para o seu colo, envolvendo-a com seu casaco pesado de lã e seus braços fortes. Por um momento, o silêncio foi preenchido apenas pelo som da nevasca lá fora e pela respiração acelerada de ambos.
— Você é tão teimosa — sussurrou ele, o hálito quente batendo na orelha dela. — Sempre querendo provar que não precisa de ninguém.
— E você é um arrogante que acha que pode controlar até o clima — rebateu ela, embora tenha se aninhado mais profundamente no peito dele.
A proximidade era perigosa. Jhe podia sentir a dureza dos músculos de Richard, a força bruta que ele sempre tentava esconder sob ternos caros. A tensão sexual que fervilhava entre eles há anos, disfarçada de brigas e desdém, explodiu naquele espaço confinado.
— Jhe... — O tom dele mudou. Não era mais o tio autoritário. Era um homem faminto. — Suas mãos estão geladas.
Ele pegou as mãos dela e as levou para dentro de sua camisa, pressionando-as contra a pele quente de seu abdômen definido. Jhe soltou um gemido baixo, não apenas pelo calor, mas pelo choque elétrico que percorreu seu corpo.
— Richard, a gente não deveria... — começou ela, a voz falhando.
— O que não deveríamos? Tentar sobreviver? — Ele inclinou o rosto, os lábios a milímetros dos dela. — Ou admitir que você me deseja tanto quanto eu desejo você desde que completou dezoito anos?
— Isso é errado — sussurrou ela, embora seus olhos estivessem fixos nos lábios dele.
— O gelo lá fora vai nos matar, Jhe. As regras da família Black não servem de nada aqui. A única coisa que importa é o calor que podemos gerar juntos.
Richard não esperou por uma resposta. Ele selou seus lábios nos dela em um beijo que misturava desespero e uma possessividade reprimida por tempo demais. Jhe respondeu com a mesma intensidade, suas mãos subindo para os cabelos dele, puxando-o para mais perto.
A persistência de Jhe, que sempre a fizera questionar tudo, agora a levava a explorar aquele território proibido. Ela sentiu as mãos grandes de Richard descendo por suas costas, contornando a curva de seu quadril e subindo para apertar seus seios através da seda do vestido.
— Você é perfeita — rosnou ele contra a pele do pescoço dela. — Eu passei noites imaginando como seria sentir esse corpo.
— Então para de imaginar — desafiou ela, sua insegurança desaparecendo sob a onda de desejo que a consumia.
Richard a levantou levemente, ajudando-a a se livrar do vestido verde, que caiu como uma poça de sombra no assoalho do carro. Quando ela ficou apenas de lingerie rendada, a visão fez o ar fugir dos pulmões de Richard. A pele branca de Jhe parecia brilhar na penumbra, os seios fartos e perfeitos subindo e descendo com a respiração ofegante.
— Se fizermos isso... não haverá volta — avisou ele, a voz rouca.
— Eu não quero voltar, Richard. Eu quero que você me mantenha aquecida.
Ele se livrou de suas próprias roupas com uma urgência brutal. Quando suas peles finalmente se tocaram por completo, o contraste entre o frio do ambiente e o calor de seus corpos foi quase doloroso. Richard a posicionou sobre ele, as pernas dela cavalgando seus quadris.
O ato de compartilhar calor tornou-se uma dança de luxúria e sobrevivência. Cada toque, cada gemido abafado pelo uivo do vento lá fora, era um protesto contra a morte que os cercava. Richard era carinhoso de uma forma que ela nunca imaginou, mas mantinha a força e a firmeza que eram sua marca registrada.
— Olhe para mim — pediu ele, segurando o rosto dela enquanto se uniam.
Jhe abriu os olhos, encontrando a imensidão escura e intensa do olhar de Richard. Naquele momento, não havia parentesco, não havia fortuna, não havia escândalo. Havia apenas dois seres humanos buscando refúgio um no outro.
— Você é minha, Jhemini. Nevasca nenhuma vai te tirar de mim.
A intensidade do momento atingiu o ápice enquanto o carro balançava levemente sob o impacto do vento. Eles se perderam um no outro, transformando o frio mortal em um incêndio incontrolável. O suor brilhava em seus corpos, o calor gerado pela fricção e pela paixão criando uma pequena bolha de vida no meio do nada.
Horas depois, quando a primeira luz cinzenta da manhã começou a filtrar através do para-brisa coberto de gelo, a tempestade havia finalmente amainado. Richard e Jhe estavam abraçados, cobertos por todas as roupas e mantas que conseguiram encontrar, o calor de seus corpos ainda entrelaçados mantendo o perigo afastado.
— Eles vão nos encontrar logo — murmurou Richard, beijando o topo da cabeça dela.
— E o que acontece depois? — perguntou ela, a mente inteligente já calculando as consequências.
Richard se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dela. A frieza habitual havia retornado, mas havia algo novo ali — uma promessa.
— O que aconteceu aqui não fica na neve, Jhe. Eu não sou um homem que desiste do que é dele.
— Eu não sou sua propriedade, Richard.
— Não — concordou ele, com um sorriso raro e sexy que a fez estremecer. — Você é minha igual. E é por isso que vamos enfrentar o que vier juntos.
Jhe sorriu, sentindo-se mais forte e independente do que nunca, mesmo nos braços do homem mais temido de sua família. Ela sabia que as regras tinham sido quebradas para sempre, e, enquanto olhava para a estrada branca à frente, percebeu que a nevasca não tinha sido um desastre, mas o começo de uma nova e perigosa liberdade.
