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Ceo e sua esposa
Fandom: Romance erótico
Criado: 28/05/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)SombrioLinguagem ExplícitaRomanceCiúmesHistória DomésticaEstudo de PersonagemRealismoPsicológicoSuspenseProsa RoxaViolência GráficaDrama
Obsessão de Marfim e Seda
O relógio de ouro no pulso de Arthur marcava pouco mais de sete da noite quando ele atravessou as portas duplas de sua cobertura. O CEO da maior holding de investimentos do país não parecia o homem de negócios implacável que havia destruído concorrentes naquela tarde; seus olhos, escuros e famintos, procuravam apenas uma coisa. E ele a encontrou no meio da sala de estar.
Celina estava de pé junto à janela, observando as luzes da cidade. Ela era a personificação da elegância: um vestido de seda champagne que abraçava suas curvas e saltos agulha que a deixavam com uma postura impecável. Ao ouvir os passos pesados do marido, ela se virou com um sorriso doce, o tipo de sorriso que costumava desarmar qualquer um, menos Arthur. Para ele, aquela doçura era o combustível para sua crueza.
— Você demorou, querido — disse ela, aproximando-se com passos lentos e rítmicos. — Preparei um jantar leve, imaginei que estivesse exausto.
Arthur não respondeu imediatamente. Ele jogou a pasta de couro no sofá e desatou o nó da gravata com impaciência. Seus olhos desceram diretamente para o decote de Celina, onde o tecido fino mal escondia a fartura de seus seios.
— Eu não estou com fome de comida, Celina — disse ele, a voz rouca, carregada de uma autoridade que a fazia estremecer. — E você sabe exatamente o que eu quero.
Celina sentiu o calor subir por seu pescoço. Ela conhecia bem as obsessões do marido. Sabia que, por trás da fachada de homem sério, existia um possessivo que via em seu corpo o seu santuário particular de depravação. Ela deslizou as mãos pelos próprios quadris, sentindo a renda da lingerie cara por baixo do vestido.
— Então venha buscar — sussurrou ela, desafiadora e gentil ao mesmo tempo.
Arthur não esperou. Ele avançou, prendendo-a contra a parede de vidro que dava para a metrópole. Suas mãos, grandes e calejadas pelo estresse do dia, não foram para o rosto dela, mas sim para o busto. Ele apertou a carne macia por cima do tecido, soltando um rosnado baixo quando sentiu a firmeza e o peso que tanto o enlouqueciam.
— Você é minha — rosnou ele contra o ouvido dela. — Cada gota de prazer que sai desse corpo me pertence.
— Sou toda sua, Arthur — ela murmurou, jogando a cabeça para trás, oferecendo o pescoço e sentindo o volume dele contra sua coxa. — Mas achei que você preferia vê-los primeiro.
Com um movimento ágil, Arthur desceu o zíper invisível nas costas dela. O vestido caiu como uma poça de seda aos pés de Celina, deixando-a apenas de saltos altos e um conjunto de lingerie de renda branca que parecia prestes a estourar sob a pressão de seus seios fartos. O contraste da pele clara com a renda era o paraíso pessoal de Arthur.
Ele a pegou no colo, as pernas dela enlaçando sua cintura, e a carregou para o quarto principal. No caminho, seus beijos eram rudes, quase vorazes, concentrados na pele macia acima do sutiã.
Ao chegarem à cama, ele a jogou sobre os lençóis de cetim preto. Celina se acomodou de forma provocante, arqueando as costas, o que fazia seus seios se projetarem ainda mais. Ela adorava a forma como ele a olhava — como se ela fosse um banquete e ele um homem faminto há dias.
— Tire — ordenou ele, já se livrando da camisa e revelando o torso musculoso. — Quero ver o quanto você produziu para mim hoje.
Celina sorriu, seus dedos delicados alcançando o fecho frontal do sutiã. Com um clique suave, a renda se abriu. Seus seios, pesados e marcados pelas veias azuladas sob a pele translúcida, saltaram para fora. Os mamilos já estavam eretos, mas havia algo mais: pequenas gotículas peroladas começavam a brotar, um reflexo da excitação extrema que ela sentia e da sensibilidade de seu corpo ao toque e à presença dele.
Arthur se ajoelhou entre as pernas dela, os olhos fixos na visão.
— Olhe para isso — disse ele, a voz falhando por um momento antes de recuperar o tom autoritário. — Você é uma fonte, Celina. Minha pequena fonte de prazer.
Ele se inclinou, envolvendo um dos seios com as duas mãos, apertando-o com uma força que em outra mulher causaria dor, mas que em Celina despertava um desejo avassalador. Ele começou a massagear a base, empurrando o leite em direção ao mamilo com uma técnica que mostrava o quanto ele conhecia aquele corpo.
— Por favor, Arthur... — implorou ela, as mãos perdidas nos cabelos escuros dele.
— Cala a boca e aproveita — disse ele, rudemente, antes de abocanhar o mamilo com força.
O som que escapou dos lábios de Celina foi um gemido agudo. Arthur sugava com vontade, sentindo o líquido doce e morno misturar-se à sua saliva. Ele alternava entre as mamas, tratando-as com uma possessividade quase animal. Ele usava a língua para limpar as gotas que escorriam pelo abdômen dela, subindo novamente para morder a carne macia.
— Você gosta que eu seja assim, não gosta? — perguntou ele, levantando o olhar por um segundo, o rosto manchado pelo leite dela. — Gosta que eu te use como minha diversão particular.
— Eu amo... — ela ofegou, as unhas cravando-se nos ombros dele. — Amo como você me domina, como foca em mim... em como eu te excito.
Arthur soltou um riso sombrio e se posicionou sobre ela. Ele não teve paciência para preliminares longas; sua ereção pulsava contra a entrada dela. Ele a penetrou de uma vez, um estocada profunda que a fez perder o fôlego.
O ritmo era frenético. Arthur não era um amante gentil; ele era um CEO costumado a tomar o que queria, e na cama não era diferente. Mas, enquanto ele se movia dentro dela, suas mãos nunca abandonavam os seios de Celina. Ele os apertava, girava os mamilos entre os dedos, distribuindo o leite por todo o peito dela e pelo próprio peito dele, criando uma lubrificação natural e íntima que tornava o ato ainda mais carnal.
— Olhe para baixo, Celina! — ordenou ele, aumentando a velocidade das estocadas. — Veja como você está toda marcada por mim. Veja como você derrama para o seu dono.
Celina obedeceu, a visão embaçada pelo prazer. Ela viu as mãos grandes dele contrastando com sua pele branca, viu o brilho do leite espalhado por seu colo e sentiu o impacto de cada movimento dele ecoando em seu ventre.
— Você é maravilhosa... tão doce e tão suja ao mesmo tempo — rosnou Arthur, sentindo o ápice se aproximar.
Ele a puxou para cima, fazendo-a sentar em seu colo enquanto continuava o movimento. Os seios dela balançavam diante de seus olhos, e Arthur enterrou o rosto entre eles, gritando de prazer enquanto gozava profundamente dentro dela. Celina seguiu logo atrás, seu corpo tremendo em espasmos, as pernas travadas nas costas dele enquanto ela desabava em seu ombro.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração pesada de ambos. Arthur não se afastou imediatamente. Ele continuou segurando os seios dela, agora com um pouco mais de ternura, embora seu olhar ainda fosse o de um predador satisfeito.
— Amanhã você vai usar aquele vestido decotado na festa da empresa — disse ele, limpando um rastro de leite do canto da boca dela com o polegar.
— Mas Arthur... todos vão olhar — comentou ela, com sua voz doce habitual retornando.
— Deixe que olhem — retrucou ele, beijando-a com possessividade. — Mas só eu sei o que sai de dentro dele. Só eu tenho a chave do que é meu.
Celina sorriu, aninhando-se no peito do marido. Ela sabia que, para o mundo, ele era o CEO frio e inalcançável. Mas ali, entre quatro paredes, ele era o homem que se perdia nela, e ela adorava cada segundo daquela obsessão.
Celina estava de pé junto à janela, observando as luzes da cidade. Ela era a personificação da elegância: um vestido de seda champagne que abraçava suas curvas e saltos agulha que a deixavam com uma postura impecável. Ao ouvir os passos pesados do marido, ela se virou com um sorriso doce, o tipo de sorriso que costumava desarmar qualquer um, menos Arthur. Para ele, aquela doçura era o combustível para sua crueza.
— Você demorou, querido — disse ela, aproximando-se com passos lentos e rítmicos. — Preparei um jantar leve, imaginei que estivesse exausto.
Arthur não respondeu imediatamente. Ele jogou a pasta de couro no sofá e desatou o nó da gravata com impaciência. Seus olhos desceram diretamente para o decote de Celina, onde o tecido fino mal escondia a fartura de seus seios.
— Eu não estou com fome de comida, Celina — disse ele, a voz rouca, carregada de uma autoridade que a fazia estremecer. — E você sabe exatamente o que eu quero.
Celina sentiu o calor subir por seu pescoço. Ela conhecia bem as obsessões do marido. Sabia que, por trás da fachada de homem sério, existia um possessivo que via em seu corpo o seu santuário particular de depravação. Ela deslizou as mãos pelos próprios quadris, sentindo a renda da lingerie cara por baixo do vestido.
— Então venha buscar — sussurrou ela, desafiadora e gentil ao mesmo tempo.
Arthur não esperou. Ele avançou, prendendo-a contra a parede de vidro que dava para a metrópole. Suas mãos, grandes e calejadas pelo estresse do dia, não foram para o rosto dela, mas sim para o busto. Ele apertou a carne macia por cima do tecido, soltando um rosnado baixo quando sentiu a firmeza e o peso que tanto o enlouqueciam.
— Você é minha — rosnou ele contra o ouvido dela. — Cada gota de prazer que sai desse corpo me pertence.
— Sou toda sua, Arthur — ela murmurou, jogando a cabeça para trás, oferecendo o pescoço e sentindo o volume dele contra sua coxa. — Mas achei que você preferia vê-los primeiro.
Com um movimento ágil, Arthur desceu o zíper invisível nas costas dela. O vestido caiu como uma poça de seda aos pés de Celina, deixando-a apenas de saltos altos e um conjunto de lingerie de renda branca que parecia prestes a estourar sob a pressão de seus seios fartos. O contraste da pele clara com a renda era o paraíso pessoal de Arthur.
Ele a pegou no colo, as pernas dela enlaçando sua cintura, e a carregou para o quarto principal. No caminho, seus beijos eram rudes, quase vorazes, concentrados na pele macia acima do sutiã.
Ao chegarem à cama, ele a jogou sobre os lençóis de cetim preto. Celina se acomodou de forma provocante, arqueando as costas, o que fazia seus seios se projetarem ainda mais. Ela adorava a forma como ele a olhava — como se ela fosse um banquete e ele um homem faminto há dias.
— Tire — ordenou ele, já se livrando da camisa e revelando o torso musculoso. — Quero ver o quanto você produziu para mim hoje.
Celina sorriu, seus dedos delicados alcançando o fecho frontal do sutiã. Com um clique suave, a renda se abriu. Seus seios, pesados e marcados pelas veias azuladas sob a pele translúcida, saltaram para fora. Os mamilos já estavam eretos, mas havia algo mais: pequenas gotículas peroladas começavam a brotar, um reflexo da excitação extrema que ela sentia e da sensibilidade de seu corpo ao toque e à presença dele.
Arthur se ajoelhou entre as pernas dela, os olhos fixos na visão.
— Olhe para isso — disse ele, a voz falhando por um momento antes de recuperar o tom autoritário. — Você é uma fonte, Celina. Minha pequena fonte de prazer.
Ele se inclinou, envolvendo um dos seios com as duas mãos, apertando-o com uma força que em outra mulher causaria dor, mas que em Celina despertava um desejo avassalador. Ele começou a massagear a base, empurrando o leite em direção ao mamilo com uma técnica que mostrava o quanto ele conhecia aquele corpo.
— Por favor, Arthur... — implorou ela, as mãos perdidas nos cabelos escuros dele.
— Cala a boca e aproveita — disse ele, rudemente, antes de abocanhar o mamilo com força.
O som que escapou dos lábios de Celina foi um gemido agudo. Arthur sugava com vontade, sentindo o líquido doce e morno misturar-se à sua saliva. Ele alternava entre as mamas, tratando-as com uma possessividade quase animal. Ele usava a língua para limpar as gotas que escorriam pelo abdômen dela, subindo novamente para morder a carne macia.
— Você gosta que eu seja assim, não gosta? — perguntou ele, levantando o olhar por um segundo, o rosto manchado pelo leite dela. — Gosta que eu te use como minha diversão particular.
— Eu amo... — ela ofegou, as unhas cravando-se nos ombros dele. — Amo como você me domina, como foca em mim... em como eu te excito.
Arthur soltou um riso sombrio e se posicionou sobre ela. Ele não teve paciência para preliminares longas; sua ereção pulsava contra a entrada dela. Ele a penetrou de uma vez, um estocada profunda que a fez perder o fôlego.
O ritmo era frenético. Arthur não era um amante gentil; ele era um CEO costumado a tomar o que queria, e na cama não era diferente. Mas, enquanto ele se movia dentro dela, suas mãos nunca abandonavam os seios de Celina. Ele os apertava, girava os mamilos entre os dedos, distribuindo o leite por todo o peito dela e pelo próprio peito dele, criando uma lubrificação natural e íntima que tornava o ato ainda mais carnal.
— Olhe para baixo, Celina! — ordenou ele, aumentando a velocidade das estocadas. — Veja como você está toda marcada por mim. Veja como você derrama para o seu dono.
Celina obedeceu, a visão embaçada pelo prazer. Ela viu as mãos grandes dele contrastando com sua pele branca, viu o brilho do leite espalhado por seu colo e sentiu o impacto de cada movimento dele ecoando em seu ventre.
— Você é maravilhosa... tão doce e tão suja ao mesmo tempo — rosnou Arthur, sentindo o ápice se aproximar.
Ele a puxou para cima, fazendo-a sentar em seu colo enquanto continuava o movimento. Os seios dela balançavam diante de seus olhos, e Arthur enterrou o rosto entre eles, gritando de prazer enquanto gozava profundamente dentro dela. Celina seguiu logo atrás, seu corpo tremendo em espasmos, as pernas travadas nas costas dele enquanto ela desabava em seu ombro.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração pesada de ambos. Arthur não se afastou imediatamente. Ele continuou segurando os seios dela, agora com um pouco mais de ternura, embora seu olhar ainda fosse o de um predador satisfeito.
— Amanhã você vai usar aquele vestido decotado na festa da empresa — disse ele, limpando um rastro de leite do canto da boca dela com o polegar.
— Mas Arthur... todos vão olhar — comentou ela, com sua voz doce habitual retornando.
— Deixe que olhem — retrucou ele, beijando-a com possessividade. — Mas só eu sei o que sai de dentro dele. Só eu tenho a chave do que é meu.
Celina sorriu, aninhando-se no peito do marido. Ela sabia que, para o mundo, ele era o CEO frio e inalcançável. Mas ali, entre quatro paredes, ele era o homem que se perdia nela, e ela adorava cada segundo daquela obsessão.
