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Depois do treino
Fandom: Sem fandom
Criado: 28/05/2026
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PWP (Enredo? Que enredo?)RealismoLinguagem ExplícitaRomanceSombrioViolência GráficaEstudo de PersonagemDramaPsicológico
Êxtase de Couro e Suor
O som ambiente do centro de treinamento era composto pelo zumbido baixo do ar-condicionado industrial e pelo impacto rítmico dos golpes. Lívia estava no centro do tatame, as mãos enfaixadas e as luvas de dez onças pesando nos punhos. O suor escorria por entre seus cachos longos, que grudavam na nuca e no pescoço, exalando aquele perfume doce que, misturado ao esforço físico, tornava-se uma fragrância inebriante para os dois homens que a cercavam.
Uerick, com sua presença imponente e o peito tatuado subindo e descendo, segurava os aparadores de chute. Henrique, o pardo de cabelos ondulados e corpo esguio, mas densamente musculoso, circulava Lívia como um predador avaliando sua presa. O treino de muaythai estava intenso, mas havia uma eletricidade diferente no ar naquela noite.
— Chuta, Lívia! — comandou Uerick, a voz grave ecoando. — Gira esse quadril, usa essa bunda pra colocar potência!
Lívia obedeceu, desferindo uma canelada violenta contra o couro. O impacto vibrou por todo o seu corpo. Ela estava ofegante, o coração batendo na garganta. Havia um medo sutil, uma hesitação que sempre surgia quando a intensidade subia demais, mas era esse mesmo medo que a excitava.
— Ela está hesitando, Uerick — observou Henrique, parando logo atrás dela. Ele deslizou a mão enfaixada pela cintura de Lívia, descendo até a curva generosa de sua bunda por cima do short de compressão. — Acho que ela precisa de um incentivo mais direto para focar.
Henrique puxou o cabelo cacheado de Lívia para o lado, expondo a pele sensível do pescoço, e deu uma mordida firme no lóbulo de sua orelha. Lívia soltou um gemido curto, as pernas fraquejando por um segundo.
— O treino acabou, morena — sussurrou Uerick, jogando os aparadores de lado e avançando para o espaço pessoal dela. — Agora começa a punição por cada golpe fraco que você deu hoje.
Uerick segurou o rosto de Lívia com as duas mãos, forçando-a a olhar para ele. O contraste entre a maturidade dele, aos 33 anos, e a juventude vibrante dela era combustível puro. Sem aviso, ele desferiu um tapa estalado em sua bochecha. Não foi forte o suficiente para machucar, mas o impacto e o som fizeram o ventre de Lívia contrair instantaneamente.
— Tira as luvas — ordenou ele.
Lívia obedeceu com as mãos trêmulas. Assim que as mãos ficaram livres, Henrique a puxou por trás, colando o peito tatuado nas costas dela. Ele começou a distribuir beijos úmidos e sucções em seu pescoço, enquanto suas mãos desciam para a barra do short dela.
— Você está tão cheirosa, Lívia... — murmurou Henrique, a voz rouca de desejo. — E tão molhada. Eu consigo sentir o seu calor daqui.
Uerick não perdeu tempo. Ele se ajoelhou à frente dela, puxando o short de lycra para baixo junto com a calcinha, revelando a intimidade morena e já brilhante de lubrificação natural. Lívia apoiou as mãos nos ombros de Henrique para não cair, fechando os olhos enquanto sentia o olhar predatório de Uerick sobre sua vulva.
— Olha só para isso — disse Uerick, passando o polegar com força sobre o clitóris dela.
Lívia arqueou as costas, soltando um grito agudo. A agressividade dele era exatamente o que ela precisava. Uerick começou a usar a língua com uma maestria brutal, alternando entre lambidas longas e sucções famintas que faziam Lívia delirar. Atrás dela, Henrique não ficava parado; ele puxava seus cabelos com força, inclinando a cabeça dela para trás para que ele pudesse beijar sua boca com selvageria.
— Eu quero ver você perder o controle — disse Henrique entre os beijos —, quero ver você implorar.
Henrique soltou a calça de treino, libertando seu pênis grande e pulsante. Ele guiou a mão de Lívia até o membro, fazendo-a sentir a textura das veias saltadas. Enquanto isso, Uerick continuava o trabalho lá embaixo, introduzindo dois dedos nela enquanto a língua não dava descanso ao seu clitóris.
— Por favor... Henrique... Uerick... — Lívia gemia, a voz falhando. — Mais... eu quero mais!
Uerick levantou-se, os olhos brilhando. Ele trocou de lugar com Henrique. Agora, Uerick a segurava por trás, os braços musculosos envolvendo o tronco dela, enquanto Henrique se posicionava à frente. Henrique segurou as coxas de Lívia, abrindo-as bem no meio do tatame, e começou a estimulá-la com os dedos, batendo na sua bunda com a outra mão. Cada tapa deixava a pele morena mais vermelha, e cada estímulo no clitóris a levava mais perto do abismo.
— Agora, Lívia. Sente o que é ser possuída de verdade — rosnou Henrique.
Ele se posicionou e entrou nela com uma estocada profunda. Lívia soltou um grito que ecoou por todo o galpão. O preenchimento era total, bruto e rítmico. Henrique não tinha pressa, mas cada movimento era carregado de intenção. Uerick, atrás dela, começou a morder seus ombros e a puxar seus cabelos com tanta força que ela mal conseguia manter a cabeça erguida.
— Gosta disso, não gosta? — perguntou Uerick, desferindo um tapa ruidoso na bunda dela enquanto Henrique a penetrava. — Gosta de ser tratada como a nossa cadelinha de treino.
— Sim! — gritou Lívia, as lágrimas de puro prazer começando a nublar sua visão. — Eu sou de vocês!
A intensidade aumentou drasticamente. Henrique acelerou as estocadas, o som da carne batendo contra a carne tornando-se a única trilha sonora. Lívia sentia o clitóris sendo esmagado pelo osso púbico de Henrique a cada movimento. Ela estava chegando lá. O prazer era tão violento que ela sentiu o corpo travar.
— Eu vou gozar! Henrique! — ela exclamou, as unhas cravando-se nos braços de Uerick.
— Goza no meu pau, Lívia! — ordenou Henrique, aumentando a velocidade.
Lívia explodiu. As paredes de sua vagina contraíram-se em espasmos rítmicos sobre o pênis de Henrique, e ela jorrou, sentindo o líquido quente escorrer por entre suas pernas. Ela estava ofegante, o coração disparado, mas Uerick não a deixou descansar.
— Minha vez agora — disse o moreno mais velho.
Ele a virou de frente para o espelho do CT, forçando-a a olhar para a própria imagem: descabelada, com o rosto corado, marcas de dedos na pele e os olhos lacrimejando. Uerick a penetrou por trás com uma força avassaladora, fazendo-a bater o peito contra o espelho frio. Henrique ajoelhou-se à frente dela, segurando seu rosto de forma agressiva, forçando-a a olhar para ele enquanto Uerick a possuía.
— Olha para você, Lívia — provocou Henrique, passando o polegar pelos lábios dela. — Olha como você está destruída e feliz.
Uerick era impiedoso. Ele a segurava pela cintura, as mãos grandes quase cobrindo seus quadris, e a trazia para encontrar seu pênis grande em cada estocada. Henrique começou a usar a mão para estimular o clitóris dela novamente, de forma rápida e constante, enquanto Uerick puxava seu cabelo com tanta força que seu pescoço se arqueava.
— Isso... isso é demais... — Lívia soluçava de prazer, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando.
Nesse momento, Uerick a levantou do chão,
Uerick, com sua presença imponente e o peito tatuado subindo e descendo, segurava os aparadores de chute. Henrique, o pardo de cabelos ondulados e corpo esguio, mas densamente musculoso, circulava Lívia como um predador avaliando sua presa. O treino de muaythai estava intenso, mas havia uma eletricidade diferente no ar naquela noite.
— Chuta, Lívia! — comandou Uerick, a voz grave ecoando. — Gira esse quadril, usa essa bunda pra colocar potência!
Lívia obedeceu, desferindo uma canelada violenta contra o couro. O impacto vibrou por todo o seu corpo. Ela estava ofegante, o coração batendo na garganta. Havia um medo sutil, uma hesitação que sempre surgia quando a intensidade subia demais, mas era esse mesmo medo que a excitava.
— Ela está hesitando, Uerick — observou Henrique, parando logo atrás dela. Ele deslizou a mão enfaixada pela cintura de Lívia, descendo até a curva generosa de sua bunda por cima do short de compressão. — Acho que ela precisa de um incentivo mais direto para focar.
Henrique puxou o cabelo cacheado de Lívia para o lado, expondo a pele sensível do pescoço, e deu uma mordida firme no lóbulo de sua orelha. Lívia soltou um gemido curto, as pernas fraquejando por um segundo.
— O treino acabou, morena — sussurrou Uerick, jogando os aparadores de lado e avançando para o espaço pessoal dela. — Agora começa a punição por cada golpe fraco que você deu hoje.
Uerick segurou o rosto de Lívia com as duas mãos, forçando-a a olhar para ele. O contraste entre a maturidade dele, aos 33 anos, e a juventude vibrante dela era combustível puro. Sem aviso, ele desferiu um tapa estalado em sua bochecha. Não foi forte o suficiente para machucar, mas o impacto e o som fizeram o ventre de Lívia contrair instantaneamente.
— Tira as luvas — ordenou ele.
Lívia obedeceu com as mãos trêmulas. Assim que as mãos ficaram livres, Henrique a puxou por trás, colando o peito tatuado nas costas dela. Ele começou a distribuir beijos úmidos e sucções em seu pescoço, enquanto suas mãos desciam para a barra do short dela.
— Você está tão cheirosa, Lívia... — murmurou Henrique, a voz rouca de desejo. — E tão molhada. Eu consigo sentir o seu calor daqui.
Uerick não perdeu tempo. Ele se ajoelhou à frente dela, puxando o short de lycra para baixo junto com a calcinha, revelando a intimidade morena e já brilhante de lubrificação natural. Lívia apoiou as mãos nos ombros de Henrique para não cair, fechando os olhos enquanto sentia o olhar predatório de Uerick sobre sua vulva.
— Olha só para isso — disse Uerick, passando o polegar com força sobre o clitóris dela.
Lívia arqueou as costas, soltando um grito agudo. A agressividade dele era exatamente o que ela precisava. Uerick começou a usar a língua com uma maestria brutal, alternando entre lambidas longas e sucções famintas que faziam Lívia delirar. Atrás dela, Henrique não ficava parado; ele puxava seus cabelos com força, inclinando a cabeça dela para trás para que ele pudesse beijar sua boca com selvageria.
— Eu quero ver você perder o controle — disse Henrique entre os beijos —, quero ver você implorar.
Henrique soltou a calça de treino, libertando seu pênis grande e pulsante. Ele guiou a mão de Lívia até o membro, fazendo-a sentir a textura das veias saltadas. Enquanto isso, Uerick continuava o trabalho lá embaixo, introduzindo dois dedos nela enquanto a língua não dava descanso ao seu clitóris.
— Por favor... Henrique... Uerick... — Lívia gemia, a voz falhando. — Mais... eu quero mais!
Uerick levantou-se, os olhos brilhando. Ele trocou de lugar com Henrique. Agora, Uerick a segurava por trás, os braços musculosos envolvendo o tronco dela, enquanto Henrique se posicionava à frente. Henrique segurou as coxas de Lívia, abrindo-as bem no meio do tatame, e começou a estimulá-la com os dedos, batendo na sua bunda com a outra mão. Cada tapa deixava a pele morena mais vermelha, e cada estímulo no clitóris a levava mais perto do abismo.
— Agora, Lívia. Sente o que é ser possuída de verdade — rosnou Henrique.
Ele se posicionou e entrou nela com uma estocada profunda. Lívia soltou um grito que ecoou por todo o galpão. O preenchimento era total, bruto e rítmico. Henrique não tinha pressa, mas cada movimento era carregado de intenção. Uerick, atrás dela, começou a morder seus ombros e a puxar seus cabelos com tanta força que ela mal conseguia manter a cabeça erguida.
— Gosta disso, não gosta? — perguntou Uerick, desferindo um tapa ruidoso na bunda dela enquanto Henrique a penetrava. — Gosta de ser tratada como a nossa cadelinha de treino.
— Sim! — gritou Lívia, as lágrimas de puro prazer começando a nublar sua visão. — Eu sou de vocês!
A intensidade aumentou drasticamente. Henrique acelerou as estocadas, o som da carne batendo contra a carne tornando-se a única trilha sonora. Lívia sentia o clitóris sendo esmagado pelo osso púbico de Henrique a cada movimento. Ela estava chegando lá. O prazer era tão violento que ela sentiu o corpo travar.
— Eu vou gozar! Henrique! — ela exclamou, as unhas cravando-se nos braços de Uerick.
— Goza no meu pau, Lívia! — ordenou Henrique, aumentando a velocidade.
Lívia explodiu. As paredes de sua vagina contraíram-se em espasmos rítmicos sobre o pênis de Henrique, e ela jorrou, sentindo o líquido quente escorrer por entre suas pernas. Ela estava ofegante, o coração disparado, mas Uerick não a deixou descansar.
— Minha vez agora — disse o moreno mais velho.
Ele a virou de frente para o espelho do CT, forçando-a a olhar para a própria imagem: descabelada, com o rosto corado, marcas de dedos na pele e os olhos lacrimejando. Uerick a penetrou por trás com uma força avassaladora, fazendo-a bater o peito contra o espelho frio. Henrique ajoelhou-se à frente dela, segurando seu rosto de forma agressiva, forçando-a a olhar para ele enquanto Uerick a possuía.
— Olha para você, Lívia — provocou Henrique, passando o polegar pelos lábios dela. — Olha como você está destruída e feliz.
Uerick era impiedoso. Ele a segurava pela cintura, as mãos grandes quase cobrindo seus quadris, e a trazia para encontrar seu pênis grande em cada estocada. Henrique começou a usar a mão para estimular o clitóris dela novamente, de forma rápida e constante, enquanto Uerick puxava seu cabelo com tanta força que seu pescoço se arqueava.
— Isso... isso é demais... — Lívia soluçava de prazer, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando.
Nesse momento, Uerick a levantou do chão,
