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1 curtida
omega e alfa
Fandom: Bts
Criado: 30/05/2026
Tags
RomanceOmegaversoPWP (Enredo? Que enredo?)Linguagem ExplícitaUA (Universo Alternativo)Almas Gêmeas
Instinto e Entrega
O ar no apartamento parecia ter se tornado subitamente denso, carregado com um aroma que Jungkook reconheceria em qualquer lugar, mas que nunca havia sentido vindo dela com tanta intensidade. Era um cheiro doce, como baunilha misturada com algo selvagem e floral, que atingiu seus sentidos de alfa como um soco no estômago. Ele parou no meio da sala, as sacolas de mercado quase escorregando de suas mãos, enquanto seus olhos escureceram instantaneamente.
S/N estava encolhida no sofá, envolta em um cobertor grosso, embora o suor brilhasse em sua testa e pescoço. Seus dedos apertavam o tecido com força, e ela evitava olhar para ele a todo custo. O tremor em seu corpo era visível.
— S/N... — a voz de Jungkook saiu mais rouca do que o normal, um rosnado baixo vibrando no fundo de sua garganta.
— Jungkook, por favor... não olha — ela murmurou, a voz falhando. — Eu... eu achei que ainda faltavam alguns dias. Eu ia me trancar no quarto antes de você chegar. Por favor, vai embora.
Ela estava morrendo de vergonha. Ser uma ômega e ser pega desprevenida pelo cio diante de um alfa lúpus como Jungkook era o seu maior medo. Ela se sentia vulnerável, exposta e, acima de tudo, terrivelmente necessitada. O calor entre suas pernas era uma queimação constante, um vazio que clamava para ser preenchido.
Jungkook largou as sacolas no chão sem qualquer cuidado. Ele deu um passo à frente, e o som de suas botas no piso de madeira pareceu ecoar como trovões no silêncio do apartamento.
— Você quer mesmo que eu vá embora? — ele perguntou, parando a poucos centímetros do sofá.
O cheiro dela estava inundando seus pulmões, fazendo seu lobo arranhar a superfície de sua consciência, exigindo que ele tomasse o que era dele. Ele podia ouvir o coração dela disparado, o ritmo frenético de uma presa que, no fundo, desejava ser capturada.
— Eu estou com vergonha... — ela soluçou baixo, escondendo o rosto entre os joelhos. — Eu estou um desastre, Jungkook.
Jungkook se ajoelhou no chão, ficando na altura dela. Ele estendeu a mão e, com uma delicadeza que contrastava com a intensidade de seu olhar, afastou o cobertor.
— Você está maravilhosa — ele rebateu, a voz carregada de uma possessividade latente. — O seu cheiro está me deixando louco. Você não tem ideia do que está fazendo comigo.
Ele segurou o queixo dela, forçando-a a olhá-lo. Os olhos de S/N estavam nublados pelo desejo, as pupilas tão dilatadas que quase não se via a cor da íris. Quando os olhos dele brilharam em um tom avermelhado, ela soltou um suspiro trêmulo.
— Jungkook... — ela arquejou, o nome dele soando como uma súplica.
— Diga o que você quer, S/N. Eu preciso ouvir de você.
— Eu quero você — ela confessou, a vergonha sendo finalmente vencida pela necessidade avassaladora do cio. — Por favor, faz a dor parar.
Jungkook não precisou de mais nada. Ele a pegou no colo com facilidade, sentindo como o corpo dela estava quente, quase febril. Ele a levou para o quarto, chutando a porta para fechá-la atrás de si. O ambiente já estava impregnado com o aroma dela, mas agora, com Jungkook ali, o cheiro de sândalo e couro dele começou a se misturar ao dela, criando uma atmosfera inebriante.
Ele a depositou na cama e, sem desviar o olhar, começou a tirar a própria camisa. Os músculos de suas costas e braços se retesaram, e as tatuagens pareciam ganhar vida sob a luz fraca do abajur. S/N observava cada movimento, sentindo a própria umidade aumentar a cada segundo.
— Você é tão linda quando está assim — ele sussurrou, subindo na cama e ficando por cima dela, sem depositar todo o peso. — Tão responsiva ao meu toque.
Ele baixou o rosto até o pescoço dela, onde a glândula de cheiro pulsava. Jungkook roçou o nariz ali, inalando profundamente antes de deixar um beijo úmido, seguido por uma leve mordida que a fez arquear as costas e soltar um gemido alto.
— Jungkook, agora! — ela implorou, as mãos puxando o cabelo dele na nuca.
— Calma, pequena — ele rosnou contra a pele dela. — Temos todo o tempo do mundo. Eu vou cuidar de cada parte de você.
Ele desceu os beijos pelo peito dela, removendo a blusa leve que ela usava com uma urgência controlada. Quando seus lábios encontraram os mamilos eretos de S/N, ela gritou o nome dele, as pernas se enroscando na cintura dele, buscando contato.
Jungkook livrou-se do restante das roupas de ambos com movimentos rápidos. O contraste da pele clara dela contra a dele, marcada e firme, era uma visão que ele guardaria para sempre. Ele se posicionou entre as pernas dela, sentindo o calor que emanava daquela região.
— Olhe para mim — ele ordenou.
S/N abriu os olhos, focando no rosto dele, que estava transfigurado pelo desejo.
— Eu vou te marcar de um jeito que você nunca vai esquecer — ele prometeu, antes de se empurrar para dentro dela em um movimento único e profundo.
O grito de S/N foi abafado pelo beijo faminto de Jungkook. Ela estava tão apertada, tão quente, que ele teve que parar por um momento, fechando os olhos e rangendo os dentes para não chegar ao seu limite imediatamente.
— Você é perfeita — ele murmurou entre os beijos. — Tão estreita para mim.
Ele começou a se mover, inicialmente de forma lenta e torturante, esticando as paredes dela, fazendo-a gemer de prazer e agonia. A cada estocada, o nó na base de seu membro parecia pulsar, pronto para se prender a ela. S/N arranhava os ombros dele, as unhas deixando marcas vermelhas na pele bronzeada, enquanto sua cabeça balançava de um lado para o outro no travesseiro.
— Mais forte, Jungkook... mais! — ela pedia, a voz embargada.
Ele obedeceu, aumentando o ritmo e a força. O som dos corpos se chocando preenchia o quarto, misturado aos sons de respiração ofegante e gemidos descontrolados. Jungkook não era mais apenas o homem gentil que ela conhecia; ele era o alfa, o provedor, o dono daquela situação.
Ele a virou de costas, puxando-a pelos quadris para que ela ficasse de quatro. Nessa posição, a entrada era ainda mais profunda. Jungkook segurou o pescoço dela com uma mão, mantendo-a firme enquanto a outra mão apertava sua coxa.
— Você sente isso? — ele perguntou, a voz vibrando nas costas dela. — Sente como você foi feita para me receber?
— Sim... sim! — ela gritava, sentindo as ondas de prazer começarem a se formar em seu ventre.
O clímax estava próximo para ambos. O cheiro no quarto era agora uma mistura explosiva de desejo puro. Jungkook sentia o nó começando a inchar, o instinto biológico de reivindicá-la como sua companheira falando mais alto do que qualquer razão.
— Eu vou... eu vou gozar, Jungkook! — ela avisou, o corpo inteiro começando a tremer.
— Vá, S/N! Goze para o seu alfa! — ele rugiu, acelerando as estocadas finais.
Ela desabou no colchão enquanto as contrações do orgasmo a atingiam em cheio, apertando o membro de Jungkook de uma forma que ele não conseguiu mais se segurar. Com um rosnado gutural, ele se afundou nela uma última vez, o nó se prendendo firmemente enquanto ele despejava sua semente dentro dela, preenchendo-a completamente.
Eles ficaram ali, unidos pelo nó, as respirações tentando voltar ao normal. Jungkook desabou sobre as costas dela, beijando seu ombro suado, enquanto o silêncio do quarto era apenas quebrado pelo som dos batimentos cardíacos sincronizados.
A vergonha de S/N havia desaparecido, substituída por uma sensação de plenitude e pertencimento que apenas o toque de seu alfa poderia proporcionar.
— Eu te tenho agora — ele sussurrou no ouvido dela, a voz carregada de satisfação. — Você é minha, S/N. Durante todo esse cio e para sempre.
Ela apenas sorriu, fechando os olhos e se entregando ao cansaço e ao prazer, sabendo que estava exatamente onde deveria estar.
S/N estava encolhida no sofá, envolta em um cobertor grosso, embora o suor brilhasse em sua testa e pescoço. Seus dedos apertavam o tecido com força, e ela evitava olhar para ele a todo custo. O tremor em seu corpo era visível.
— S/N... — a voz de Jungkook saiu mais rouca do que o normal, um rosnado baixo vibrando no fundo de sua garganta.
— Jungkook, por favor... não olha — ela murmurou, a voz falhando. — Eu... eu achei que ainda faltavam alguns dias. Eu ia me trancar no quarto antes de você chegar. Por favor, vai embora.
Ela estava morrendo de vergonha. Ser uma ômega e ser pega desprevenida pelo cio diante de um alfa lúpus como Jungkook era o seu maior medo. Ela se sentia vulnerável, exposta e, acima de tudo, terrivelmente necessitada. O calor entre suas pernas era uma queimação constante, um vazio que clamava para ser preenchido.
Jungkook largou as sacolas no chão sem qualquer cuidado. Ele deu um passo à frente, e o som de suas botas no piso de madeira pareceu ecoar como trovões no silêncio do apartamento.
— Você quer mesmo que eu vá embora? — ele perguntou, parando a poucos centímetros do sofá.
O cheiro dela estava inundando seus pulmões, fazendo seu lobo arranhar a superfície de sua consciência, exigindo que ele tomasse o que era dele. Ele podia ouvir o coração dela disparado, o ritmo frenético de uma presa que, no fundo, desejava ser capturada.
— Eu estou com vergonha... — ela soluçou baixo, escondendo o rosto entre os joelhos. — Eu estou um desastre, Jungkook.
Jungkook se ajoelhou no chão, ficando na altura dela. Ele estendeu a mão e, com uma delicadeza que contrastava com a intensidade de seu olhar, afastou o cobertor.
— Você está maravilhosa — ele rebateu, a voz carregada de uma possessividade latente. — O seu cheiro está me deixando louco. Você não tem ideia do que está fazendo comigo.
Ele segurou o queixo dela, forçando-a a olhá-lo. Os olhos de S/N estavam nublados pelo desejo, as pupilas tão dilatadas que quase não se via a cor da íris. Quando os olhos dele brilharam em um tom avermelhado, ela soltou um suspiro trêmulo.
— Jungkook... — ela arquejou, o nome dele soando como uma súplica.
— Diga o que você quer, S/N. Eu preciso ouvir de você.
— Eu quero você — ela confessou, a vergonha sendo finalmente vencida pela necessidade avassaladora do cio. — Por favor, faz a dor parar.
Jungkook não precisou de mais nada. Ele a pegou no colo com facilidade, sentindo como o corpo dela estava quente, quase febril. Ele a levou para o quarto, chutando a porta para fechá-la atrás de si. O ambiente já estava impregnado com o aroma dela, mas agora, com Jungkook ali, o cheiro de sândalo e couro dele começou a se misturar ao dela, criando uma atmosfera inebriante.
Ele a depositou na cama e, sem desviar o olhar, começou a tirar a própria camisa. Os músculos de suas costas e braços se retesaram, e as tatuagens pareciam ganhar vida sob a luz fraca do abajur. S/N observava cada movimento, sentindo a própria umidade aumentar a cada segundo.
— Você é tão linda quando está assim — ele sussurrou, subindo na cama e ficando por cima dela, sem depositar todo o peso. — Tão responsiva ao meu toque.
Ele baixou o rosto até o pescoço dela, onde a glândula de cheiro pulsava. Jungkook roçou o nariz ali, inalando profundamente antes de deixar um beijo úmido, seguido por uma leve mordida que a fez arquear as costas e soltar um gemido alto.
— Jungkook, agora! — ela implorou, as mãos puxando o cabelo dele na nuca.
— Calma, pequena — ele rosnou contra a pele dela. — Temos todo o tempo do mundo. Eu vou cuidar de cada parte de você.
Ele desceu os beijos pelo peito dela, removendo a blusa leve que ela usava com uma urgência controlada. Quando seus lábios encontraram os mamilos eretos de S/N, ela gritou o nome dele, as pernas se enroscando na cintura dele, buscando contato.
Jungkook livrou-se do restante das roupas de ambos com movimentos rápidos. O contraste da pele clara dela contra a dele, marcada e firme, era uma visão que ele guardaria para sempre. Ele se posicionou entre as pernas dela, sentindo o calor que emanava daquela região.
— Olhe para mim — ele ordenou.
S/N abriu os olhos, focando no rosto dele, que estava transfigurado pelo desejo.
— Eu vou te marcar de um jeito que você nunca vai esquecer — ele prometeu, antes de se empurrar para dentro dela em um movimento único e profundo.
O grito de S/N foi abafado pelo beijo faminto de Jungkook. Ela estava tão apertada, tão quente, que ele teve que parar por um momento, fechando os olhos e rangendo os dentes para não chegar ao seu limite imediatamente.
— Você é perfeita — ele murmurou entre os beijos. — Tão estreita para mim.
Ele começou a se mover, inicialmente de forma lenta e torturante, esticando as paredes dela, fazendo-a gemer de prazer e agonia. A cada estocada, o nó na base de seu membro parecia pulsar, pronto para se prender a ela. S/N arranhava os ombros dele, as unhas deixando marcas vermelhas na pele bronzeada, enquanto sua cabeça balançava de um lado para o outro no travesseiro.
— Mais forte, Jungkook... mais! — ela pedia, a voz embargada.
Ele obedeceu, aumentando o ritmo e a força. O som dos corpos se chocando preenchia o quarto, misturado aos sons de respiração ofegante e gemidos descontrolados. Jungkook não era mais apenas o homem gentil que ela conhecia; ele era o alfa, o provedor, o dono daquela situação.
Ele a virou de costas, puxando-a pelos quadris para que ela ficasse de quatro. Nessa posição, a entrada era ainda mais profunda. Jungkook segurou o pescoço dela com uma mão, mantendo-a firme enquanto a outra mão apertava sua coxa.
— Você sente isso? — ele perguntou, a voz vibrando nas costas dela. — Sente como você foi feita para me receber?
— Sim... sim! — ela gritava, sentindo as ondas de prazer começarem a se formar em seu ventre.
O clímax estava próximo para ambos. O cheiro no quarto era agora uma mistura explosiva de desejo puro. Jungkook sentia o nó começando a inchar, o instinto biológico de reivindicá-la como sua companheira falando mais alto do que qualquer razão.
— Eu vou... eu vou gozar, Jungkook! — ela avisou, o corpo inteiro começando a tremer.
— Vá, S/N! Goze para o seu alfa! — ele rugiu, acelerando as estocadas finais.
Ela desabou no colchão enquanto as contrações do orgasmo a atingiam em cheio, apertando o membro de Jungkook de uma forma que ele não conseguiu mais se segurar. Com um rosnado gutural, ele se afundou nela uma última vez, o nó se prendendo firmemente enquanto ele despejava sua semente dentro dela, preenchendo-a completamente.
Eles ficaram ali, unidos pelo nó, as respirações tentando voltar ao normal. Jungkook desabou sobre as costas dela, beijando seu ombro suado, enquanto o silêncio do quarto era apenas quebrado pelo som dos batimentos cardíacos sincronizados.
A vergonha de S/N havia desaparecido, substituída por uma sensação de plenitude e pertencimento que apenas o toque de seu alfa poderia proporcionar.
— Eu te tenho agora — ele sussurrou no ouvido dela, a voz carregada de satisfação. — Você é minha, S/N. Durante todo esse cio e para sempre.
Ela apenas sorriu, fechando os olhos e se entregando ao cansaço e ao prazer, sabendo que estava exatamente onde deveria estar.
