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Fandom: bts
Criado: 30/05/2026
Tags
RomanceOmegaversoHumorCrack / Humor ParódicoCrimeAçãoUA (Universo Alternativo)
O Surto do Capo e o Glossário da Geração Z
O ar no reservatório abandonado do porto de Incheon era pesado, carregado com o cheiro de maresia, óleo diesel e o medo metálico que emanava dos homens ajoelhados no chão de concreto. Jeon Jungkook, o líder da Noctis, a organização que controlava cada sombra da Coreia do Sul, ajustou as abotoaduras de prata de seu terno sob medida. Seus olhos escuros, as íris de um alfa lúpus que raramente encontrava desafio, estavam fixos em um contêiner específico que havia sido interceptado por engano.
— Eu fui claro sobre as rotas — a voz de Jungkook era um barulho baixo, como o rosnado de um motor potente. — Como isso aconteceu?
— Senhor, houve um erro na sinalização do porto — um de seus subalternos gaguejou. — Nós não sabíamos que era a carga de... dele.
Jungkook suspirou, a paciência se esgotando. Ele estava prestes a dar a ordem para "limpar a bagunça" quando o som de saltos caros batendo contra o concreto ecoou pelo galpão. Não eram passos de um assassino. Eram passos rítmicos, quase saltitantes.
A porta de metal rangeu e a figura que entrou parecia ter saído diretamente de um editorial da Vogue, ou talvez de um sonho febril movido a glitter. Park Jimin, o ômega lúpus mais seguido do Instagram, modelo global e "it boy" da nação, caminhava como se o local não estivesse cheio de criminosos armados, mas sim fosse o tapete vermelho do Met Gala. Atrás dele, Kim Seokjin e Min Yoongi vinham com expressões que misturavam tédio e julgamento estético.
— Ai, meu Deus, o mico! — Jimin exclamou, parando a poucos metros de Jungkook e levando uma mão dramática ao peito. — Jungkook, mona, você não tem um hobby, não? Tipo, fazer crochê ou um skincare? Precisava sequestrar meu estoque de gloss da nova collab? É o fim da picada, juro pela minha conta verificada.
Jungkook piscou, a expressão impenetrável de mafioso vacilando por um milésimo de segundo. Ele olhou para o ômega, que usava uma calça de couro branca tão justa que parecia uma segunda pele e um casaco de pelos sintéticos rosa choque.
— O que você está fazendo aqui, Park? — Jungkook perguntou, a voz gélida. — Este é um local de operações da Noctis. Saia antes que eu perca a pouca paciência que me resta.
Jimin revirou os olhos com tanta força que Yoongi, atrás dele, soltou um risinho.
— Ih, a gata tá atacada hoje — Jimin disse, virando-se para os amigos. — Viram isso? O puro suco do cringe. O cara acha que tá num filme do Scorsese, mas o look tá bem "vilão de novela das seis".
— Totalmente flopado — concordou Seokjin, ajustando o cabelo perfeitamente alinhado. — Essa vibe "trevas e sofrimento" é tão 2014. Melhore, querido.
Jungkook sentiu uma veia latejar em sua têmpora. Ele era o alfa mais temido do país. Homens imploravam por suas vidas diante dele. E ali estava um ômega pequeno, cheirando a pêssego e baunilha, chamando sua estética de "cringe".
— Do que você está falando? — Jungkook deu um passo à frente, emanando uma aura de dominância que faria qualquer um cair de joelhos.
Jimin, no entanto, apenas abriu sua bolsa de grife e tirou um celular com uma capinha cheia de cristais.
— Tô falando que você deu um "ghosting" no bom senso e resolveu virar o "pick me" da máfia — Jimin respondeu, os dedos voando pela tela enquanto gravava um story. — "Oi, amores! No vlog de hoje: sendo sequestrado pela Noctis porque o boss é obcecado por mim. Spoiler: o look dele é péssimo, nota dó".
— Ghosting? Pick me? — Jungkook franziu a testa, genuinamente confuso. — Jimin, fale a língua coreana. Eu não entendo uma palavra do que sai da sua boca.
Yoongi deu um passo à frente, bocejando.
— Ele quis dizer que você está passando vergonha, Jeon. É o famoso "mico nacional". Você pegou o contêiner errado. Aquele ali é o material da campanha de inverno do Jimin. Devolve logo pra gente ir embora, o sol tá acabando com o meu colágeno.
Jungkook olhou para o contêiner e depois para Jimin, que agora fazia um biquinho para a câmera do celular.
— Eu não sou "obcecado" por você — Jungkook rosnou, embora o cheiro de pêssego estivesse começando a afetar seus sentidos de alfa lúpus de uma forma que ele odiava admitir. — Foi um erro logístico. Leve suas coisas e suma da minha frente.
— Ai, que divo! — Jimin guardou o celular e bateu palminhas. — Viu como ele fica fofo quando tá bravinho? É muito "enemies to lovers", eu não aguento. Ô, Jungkook, me dá um help aqui? Manda seus "minions" carregarem as caixas pro meu carro. Tô com preguiça de fazer o cardio de hoje.
— Minions? — Jungkook olhou para seus soldados, homens treinados para matar. — Eles são soldados da Noctis.
— Eles são ótimos carregadores, isso sim — Jin interferiu, apontando para um dos mafiosos mais altos. — Você aí, de terno preto. Cuidado com a caixa rosa, se quebrar um iluminador, eu cancelo você no Twitter em dois minutos.
Jungkook sentiu que estava perdendo o controle da situação. Não porque houvesse uma ameaça física, mas porque Jimin e seus amigos pareciam operar em uma frequência de rádio que ele não conseguia sintonizar. Eles não tinham medo. Eles tinham... deboche.
— Jimin — Jungkook disse, aproximando-se o suficiente para que o ômega tivesse que inclinar a cabeça para trás para encará-lo. — Você tem noção de quem eu sou? Eu comando a cidade. Eu decido quem vive e quem morre.
Jimin sustentou o olhar, as pupilas dilatando levemente por causa da proximidade do alfa, mas o sorriso atrevido não abandonou seus lábios cheios.
— E eu comando os "trending topics", meu amor — Jimin sussurrou, a voz subitamente mais baixa e provocante. — Se eu postar que a Noctis é "flopada", suas ações no mercado negro caem mais rápido que o engajamento de ex-BBB. Você pode ser o lobo mau, mas eu sou o momento. Aceita que dói menos.
Jungkook sentiu o instinto de alfa rugir dentro de si. Ele queria pegar aquele ômega atrevido pela cintura e mostrar exatamente quem era o "momento", mas o cheiro de pêssego era tão entorpecente que ele apenas ficou parado, processando a audácia.
— Você é... exaustivo — Jungkook finalmente disse, soltando um suspiro pesado.
— Eu sou icônico, você quer dizer — Jimin corrigiu, dando um tapinha leve no ombro de Jungkook antes de passar por ele. — Valeu pelo mico, Jungkook! Da próxima vez, se quiser me ver, é só dar um "shade" no Twitter que eu apareço. Meus assessores vão mandar a conta do frete. Beijos de luz!
Jimin saiu do galpão desfilando, seguido por Jin e Yoongi, que ainda discutiam se o café da manhã seria brunch ou se iriam direto para o "open bar".
Jungkook ficou parado no meio do galpão vazio, cercado por seus homens que não sabiam se voltavam a ser ameaçadores ou se começavam a carregar caixas de maquiagem.
— Senhor... — o subalterno chamou timidamente. — O que fazemos?
Jungkook passou a mão pelo rosto, sentindo-se mais velho do que seus vinte e sete anos.
— O que é "enemies to lovers"? — Jungkook perguntou, a voz carregada de uma confusão genuína.
O soldado piscou, confuso.
— Acho que é um termo de literatura, senhor. Quando duas pessoas que se odeiam acabam se apaixonando.
Jungkook olhou para a porta por onde Jimin havia saído. O cheiro de pêssego ainda pairava no ar, desafiando a escuridão do lugar.
— Aquele ômega é um delírio coletivo — Jungkook resmungou para si mesmo, mas, pela primeira vez em anos, havia um pequeno sorriso de canto em seus lábios. — Um delírio muito bem vestido.
Ele caminhou até o contêiner aberto e viu uma das caixas que Jimin havia mencionado. No topo, havia um pequeno cartão com a foto do influenciador e a frase: "Para quem quer brilhar mais que o sol".
— Ele me chamou de "cringe" — Jungkook murmurou, pegando um dos glosses e observando a embalagem dourada. — Eu vou ter que descobrir o que isso significa antes de matá-lo... ou de beijá-lo.
Lá fora, o som do motor de uma Ferrari ecoou. Jimin estava indo embora, deixando para trás um rastro de glitter e um chefe da máfia completamente desestabilizado.
No banco do passageiro, Jimin já estava digitando freneticamente.
— Gente, o Jungkook da máfia é muito "low profile", né? — Jimin disse para os amigos. — Mas o "shipp" é real. Eu senti a tensão sexual daqui até o Seul Mall.
— Ele só queria te enterrar vivo, Jimin — Yoongi comentou, fechando os olhos para tirar um cochilo.
— Detalhes, Yoongi. Detalhes — Jimin sorriu para a tela do celular. — Ele tá na minha palma da mão. Só falta ele aprender a usar uma hashtag e parar de usar esse terno que parece uniforme de segurança de shopping. O glow up dele vai ser o meu maior projeto.
Enquanto isso, no galpão, Jungkook pegava o celular e, pela primeira vez na vida, abria a barra de pesquisa do Google.
"O que significa: surto, mico, flopado e diva?"
A Noctis nunca mais seria a mesma. O império do medo acabava de colidir de frente com o império do engajamento, e Jungkook estava começando a perceber que, contra Park Jimin, suas armas de fogo não serviam de nada. O ômega não queria seu território; ele queria seu "follow" e, talvez, algo muito mais perigoso: seu coração de lobo.
— Eu fui claro sobre as rotas — a voz de Jungkook era um barulho baixo, como o rosnado de um motor potente. — Como isso aconteceu?
— Senhor, houve um erro na sinalização do porto — um de seus subalternos gaguejou. — Nós não sabíamos que era a carga de... dele.
Jungkook suspirou, a paciência se esgotando. Ele estava prestes a dar a ordem para "limpar a bagunça" quando o som de saltos caros batendo contra o concreto ecoou pelo galpão. Não eram passos de um assassino. Eram passos rítmicos, quase saltitantes.
A porta de metal rangeu e a figura que entrou parecia ter saído diretamente de um editorial da Vogue, ou talvez de um sonho febril movido a glitter. Park Jimin, o ômega lúpus mais seguido do Instagram, modelo global e "it boy" da nação, caminhava como se o local não estivesse cheio de criminosos armados, mas sim fosse o tapete vermelho do Met Gala. Atrás dele, Kim Seokjin e Min Yoongi vinham com expressões que misturavam tédio e julgamento estético.
— Ai, meu Deus, o mico! — Jimin exclamou, parando a poucos metros de Jungkook e levando uma mão dramática ao peito. — Jungkook, mona, você não tem um hobby, não? Tipo, fazer crochê ou um skincare? Precisava sequestrar meu estoque de gloss da nova collab? É o fim da picada, juro pela minha conta verificada.
Jungkook piscou, a expressão impenetrável de mafioso vacilando por um milésimo de segundo. Ele olhou para o ômega, que usava uma calça de couro branca tão justa que parecia uma segunda pele e um casaco de pelos sintéticos rosa choque.
— O que você está fazendo aqui, Park? — Jungkook perguntou, a voz gélida. — Este é um local de operações da Noctis. Saia antes que eu perca a pouca paciência que me resta.
Jimin revirou os olhos com tanta força que Yoongi, atrás dele, soltou um risinho.
— Ih, a gata tá atacada hoje — Jimin disse, virando-se para os amigos. — Viram isso? O puro suco do cringe. O cara acha que tá num filme do Scorsese, mas o look tá bem "vilão de novela das seis".
— Totalmente flopado — concordou Seokjin, ajustando o cabelo perfeitamente alinhado. — Essa vibe "trevas e sofrimento" é tão 2014. Melhore, querido.
Jungkook sentiu uma veia latejar em sua têmpora. Ele era o alfa mais temido do país. Homens imploravam por suas vidas diante dele. E ali estava um ômega pequeno, cheirando a pêssego e baunilha, chamando sua estética de "cringe".
— Do que você está falando? — Jungkook deu um passo à frente, emanando uma aura de dominância que faria qualquer um cair de joelhos.
Jimin, no entanto, apenas abriu sua bolsa de grife e tirou um celular com uma capinha cheia de cristais.
— Tô falando que você deu um "ghosting" no bom senso e resolveu virar o "pick me" da máfia — Jimin respondeu, os dedos voando pela tela enquanto gravava um story. — "Oi, amores! No vlog de hoje: sendo sequestrado pela Noctis porque o boss é obcecado por mim. Spoiler: o look dele é péssimo, nota dó".
— Ghosting? Pick me? — Jungkook franziu a testa, genuinamente confuso. — Jimin, fale a língua coreana. Eu não entendo uma palavra do que sai da sua boca.
Yoongi deu um passo à frente, bocejando.
— Ele quis dizer que você está passando vergonha, Jeon. É o famoso "mico nacional". Você pegou o contêiner errado. Aquele ali é o material da campanha de inverno do Jimin. Devolve logo pra gente ir embora, o sol tá acabando com o meu colágeno.
Jungkook olhou para o contêiner e depois para Jimin, que agora fazia um biquinho para a câmera do celular.
— Eu não sou "obcecado" por você — Jungkook rosnou, embora o cheiro de pêssego estivesse começando a afetar seus sentidos de alfa lúpus de uma forma que ele odiava admitir. — Foi um erro logístico. Leve suas coisas e suma da minha frente.
— Ai, que divo! — Jimin guardou o celular e bateu palminhas. — Viu como ele fica fofo quando tá bravinho? É muito "enemies to lovers", eu não aguento. Ô, Jungkook, me dá um help aqui? Manda seus "minions" carregarem as caixas pro meu carro. Tô com preguiça de fazer o cardio de hoje.
— Minions? — Jungkook olhou para seus soldados, homens treinados para matar. — Eles são soldados da Noctis.
— Eles são ótimos carregadores, isso sim — Jin interferiu, apontando para um dos mafiosos mais altos. — Você aí, de terno preto. Cuidado com a caixa rosa, se quebrar um iluminador, eu cancelo você no Twitter em dois minutos.
Jungkook sentiu que estava perdendo o controle da situação. Não porque houvesse uma ameaça física, mas porque Jimin e seus amigos pareciam operar em uma frequência de rádio que ele não conseguia sintonizar. Eles não tinham medo. Eles tinham... deboche.
— Jimin — Jungkook disse, aproximando-se o suficiente para que o ômega tivesse que inclinar a cabeça para trás para encará-lo. — Você tem noção de quem eu sou? Eu comando a cidade. Eu decido quem vive e quem morre.
Jimin sustentou o olhar, as pupilas dilatando levemente por causa da proximidade do alfa, mas o sorriso atrevido não abandonou seus lábios cheios.
— E eu comando os "trending topics", meu amor — Jimin sussurrou, a voz subitamente mais baixa e provocante. — Se eu postar que a Noctis é "flopada", suas ações no mercado negro caem mais rápido que o engajamento de ex-BBB. Você pode ser o lobo mau, mas eu sou o momento. Aceita que dói menos.
Jungkook sentiu o instinto de alfa rugir dentro de si. Ele queria pegar aquele ômega atrevido pela cintura e mostrar exatamente quem era o "momento", mas o cheiro de pêssego era tão entorpecente que ele apenas ficou parado, processando a audácia.
— Você é... exaustivo — Jungkook finalmente disse, soltando um suspiro pesado.
— Eu sou icônico, você quer dizer — Jimin corrigiu, dando um tapinha leve no ombro de Jungkook antes de passar por ele. — Valeu pelo mico, Jungkook! Da próxima vez, se quiser me ver, é só dar um "shade" no Twitter que eu apareço. Meus assessores vão mandar a conta do frete. Beijos de luz!
Jimin saiu do galpão desfilando, seguido por Jin e Yoongi, que ainda discutiam se o café da manhã seria brunch ou se iriam direto para o "open bar".
Jungkook ficou parado no meio do galpão vazio, cercado por seus homens que não sabiam se voltavam a ser ameaçadores ou se começavam a carregar caixas de maquiagem.
— Senhor... — o subalterno chamou timidamente. — O que fazemos?
Jungkook passou a mão pelo rosto, sentindo-se mais velho do que seus vinte e sete anos.
— O que é "enemies to lovers"? — Jungkook perguntou, a voz carregada de uma confusão genuína.
O soldado piscou, confuso.
— Acho que é um termo de literatura, senhor. Quando duas pessoas que se odeiam acabam se apaixonando.
Jungkook olhou para a porta por onde Jimin havia saído. O cheiro de pêssego ainda pairava no ar, desafiando a escuridão do lugar.
— Aquele ômega é um delírio coletivo — Jungkook resmungou para si mesmo, mas, pela primeira vez em anos, havia um pequeno sorriso de canto em seus lábios. — Um delírio muito bem vestido.
Ele caminhou até o contêiner aberto e viu uma das caixas que Jimin havia mencionado. No topo, havia um pequeno cartão com a foto do influenciador e a frase: "Para quem quer brilhar mais que o sol".
— Ele me chamou de "cringe" — Jungkook murmurou, pegando um dos glosses e observando a embalagem dourada. — Eu vou ter que descobrir o que isso significa antes de matá-lo... ou de beijá-lo.
Lá fora, o som do motor de uma Ferrari ecoou. Jimin estava indo embora, deixando para trás um rastro de glitter e um chefe da máfia completamente desestabilizado.
No banco do passageiro, Jimin já estava digitando freneticamente.
— Gente, o Jungkook da máfia é muito "low profile", né? — Jimin disse para os amigos. — Mas o "shipp" é real. Eu senti a tensão sexual daqui até o Seul Mall.
— Ele só queria te enterrar vivo, Jimin — Yoongi comentou, fechando os olhos para tirar um cochilo.
— Detalhes, Yoongi. Detalhes — Jimin sorriu para a tela do celular. — Ele tá na minha palma da mão. Só falta ele aprender a usar uma hashtag e parar de usar esse terno que parece uniforme de segurança de shopping. O glow up dele vai ser o meu maior projeto.
Enquanto isso, no galpão, Jungkook pegava o celular e, pela primeira vez na vida, abria a barra de pesquisa do Google.
"O que significa: surto, mico, flopado e diva?"
A Noctis nunca mais seria a mesma. O império do medo acabava de colidir de frente com o império do engajamento, e Jungkook estava começando a perceber que, contra Park Jimin, suas armas de fogo não serviam de nada. O ômega não queria seu território; ele queria seu "follow" e, talvez, algo muito mais perigoso: seu coração de lobo.
